Textos Sábios

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⁠ "Um certo filósofo chamado Nietzsche, disse: "Torna-te quem tu és." Aquilo que temos, é o que temos dentro de nós mesmos; o que nos faz ser alguma coisa; mas pra sermos exteriormente aquilo que está num nosso interior; requer sabemos que sendo outras coisas naquilo que não somos interiomente; com certeza não levará a nada. Mas aquele que resolve desenvolver o que se é por dentro, dá maneira que e não outrora, será reconhecido e obterá êxito dos seus feitos, tornando-se aquilo que és, não em algo que não se encaixe e seja."
"O que vem primeiro não é aquilo que queremos ser; mas o que somos."

Inserida por SilasSalatiel17

Friedrich Nietzsche
⁠Os grandes intelectuais são céticos.

Nao.
Os grandes intelectuais são cheios de ego e, mesmo se disserem algo, são simplesmente manipulados pelo mundo e pela própria sociedade que tanto criticaram

Podem até ser céticos, mas será que entenderam de verdade o que isso significa? Ou é igual a todas as suas definições?

Inserida por luxo

Friedrich Nietzsche: 'Aquilo que se faz por amor está sempre além do bem e do mal.'

Bom.

Bem e mal, conceitos humanos ilusórios, criados apenas para a coexistência pacífica.

Amor, uma emoção semi-natural, gerada de um falso entendimento e de uma emoção como nucleo base.

Logo, o amor em qualquer coisa está acima do bem e do mal, desde que você não destrua a coexistência — ou se o fizer, cabe a você criar seus próprios limites.⁠

Inserida por luxo

Friedrich Nietzsche: "Aquilo que se faz por amor está sempre além do bem e do mal."

Amor = Medo.

O medo "humano" é a verdadeira essência da forma humana—é a emoção central e primordial. O amor não passa de um derivado do medo, e dele surgem todas as outras emoções. Logo, quem compreende isso já não valida mais a teoria.

Porém, para as pobres almas que não entendem, a frase ainda serve.

Talvez minha intençao não seja invalidar a frase de Nietzsche, mas provar que ela reflete um ideal, enquanto a minha expõe o mecanismo oculto por trás desse ideal. Ambos os pontos coexistem—o amor pode ser tanto um derivado do medo quanto algo que, em raros momentos, supera sua origem.

Inserida por luxo

Pinochet e Nietzsche

⁠As ideologias dominantes são as ideologias das classes dominantes. Quem fica sofrendo por falta do bem comum, são idiotas para proteção e expansão do capital predatório implantado por Pinochet. Nietzsche, retoma este tema na suaGenealogia da Moral; o rebanho é conduzido pelo pastor. O rebanho não questiona o pastor, na verdade, ele nem mesmo sabe sobre o que o pastor fala, apenas segue o caminho previamente traçado por este. Nietzsche a chamará de moral do rebanho. Obviamente, o ponto trabalhado por ele não é a maioridade e sim a moralidade. Enfim, pela formação fenomenológica existencial já sabe às direções da massa. Sabia que seria neutralizado esforços da esquerda chilena depois de terem primeiramente embrutecido seu gado doméstico e preservado cuidadosamente essas tranquilas criaturas a fim de não ousarem dar um passo fora do carrinho para aprender a andar, no qual as encerraram, mostram-lhes, em seguida, o perigo que as ameaça se tentarem andar sozinha.

Inserida por samuelfortes

⁠"Cristo"

Jesus leu Nietzsche
Se chocou

Andou de skate
Se ralou

Lembrou de Chorão...
Riu

Deu a volta ao mundo
Girou, girou, girou
Voltou pro mesmo lugar

E se questionou
"-Por que existe o amor?"
Minto, minto
Na verdade ele se perguntou
Se voltaria a ser feliz algum dia

Inserida por Twiekz

⁠Oh, Nietzsche, filósofo tão sublime,
Nosso tempo ainda se curva a tua mente.
Teus pensamentos nos levam a um limite,
Ao ideal do super-homem, tão potente.

Pois o homem é um ser demasiado humano,
Limitado por crenças e valores.
O espírito livre, contudo, é soberano,
Encontrando a verdade em seus próprios amores.

Não há quem possa compreender,
A grandiosidade que está em nossas almas.
O caminho a seguir é se desprender,
E alcançar o ápice de nossas jornadas.

Sejamos então mais fortes a cada dia,
Que nasça em nós o melhor como guia.

Inserida por EvandoCarmo

Condições sobre o amor

Existe um poema do filosofo Nietzsche que o mesmo retrata com Zaratustra as variáveis do amor. Desta maneira, pretensioso que sou, misturei as idéias de Nietzsche com as minhas, fazendo assim uma viagem sem volta!!!!

Zaratustra, porém, olhava para o povo...
O homem é uma corda, atada entre o animal e o além do homem...
Perigosa travessia, perigoso caminho...
O que é grande no homem, é que ele é uma ponte e não tem fim: o que pode ser amado no homem, é que ele é um passar e um sucumbir...
Amo aqueles que não sabem viver a não ser como os que sucumbem, pois são os que atravessam.
Amo os de grande desprezo, porque são os de grande respeito ,e dardos da aspiração pela outra margem....

Amo aqueles cuja finalidade é reconhecer o abismo entre o amor e a felicidade...
E mesmo sucumbindo, sua herança será reconhecida por toda eternidade...
Amo aquele, que pela dificuldade não se calam...
Amo aqueles, que pelo conhecimento não se acomodam...
Amo aqueles que não procuram atrás das estrelas uma razão para sucumbir e serem sacrificados: mas que se sacrificam á terra ,para que a terra se torne além do homem.
Amo aqueles que vivem para conhecer e querem conhecer para que um dia o além do homem viva. E assim que ele sucumbir.
Amo aqueles que através da dedicação e do conhecimento jamais se acomodaram...
Criando desta maneira suas idéias...ideais...para outras gerações...
Amo aqueles que não reserva uma gota de espírito para si,mas quer ser inteiro o espírito de sua virtude:assim ele passa como espírito sobre a ponte.
Amo aqueles o significado de sua existência foi arquitetado pelo conhecimento conduzindo além do homem a sabedoria e sagacidade de ser livre...
Amo aqueles que lança á frente de seus atos palavras de ouro e sempre cumpre ainda mais do que promete : pois que ele sucumbir
Amo aqueles cuja literatura foi a base do seu despertar.
Criando em sua alma a liberdade de reconhecer o belo em si...
Amo aquele que é de espírito livre e coração livre: assim que ele sua cabeça é apenas vísceras de seu coração,mas seu coração o leva a sucumbir..
Amo todos aqueles que são como gotas pesadas caindo uma a uma da nuvem escura que pendem sobre os homens : eles anunciam que o relâmpago vem,e vão ao fundo como anunciadores.
Vede, eu sou um anunciador do relâmpago, e uma gota pesada nuvem:mas esse se chama além do homem.
Finalizando amo todos aqueles que dedicaram sua existência para servir,
Compartilhar e principalmente Amar como convém um pastor idílico a cuidar
Da mais bela flor....a semear nos corações o mais belo poema que retrate o amor aliado com liberdade.
Pois estes sim serão capazes de avaliarem suas vidas!!!


Nihael
Pseudônimo do poeta Márcio Galli
site: garganta da serpente

Inserida por degalli73

A ALMA HUMANA TERRESTRE NÃO TEM O PODER DE SABER DE QUE ELA É FEITA!

Apesar da contemplação profunda a mim mesmo, como uma Alma Humana, confesso que não consigo ver-me nem imaginar-me como algum tipo de Matéria nem Energia nem Força nem Informação!

Por isso, concordo com Siddharta Gautama que enxergou o Vazio, com Jesus Cristo que preferiu dizer simplesmente "Eu Sou", com Kant que percebeu a possibilidade do Sujeito Homem ter um esclarecimento exato sobre si mesmo mas a impossibilidade do Sujeito Homem saber de que ele é feito, e com Sartre que entendeu o Ser como sendo o "Nada"!

Assim, em termos Físicos e de Matéria, a Alma é o Nada e o Espírito também é o Nada, porque não se enquadram em nenhum tipo de Matéria nem Energia nem Força nem Informação conhecido pelo Homem do Planeta Terra!

Mas, em termos de Propriedade, a Alma é uma Matriz Consciente-Inteligente influenciável gestora do Corpo e o Espírito é uma Matriz Consciente-Inteligente ininfluenciável administradora do Corpo.

Desse modo, imagino-me como o Nada, mas, apenas vejo-me como uma Matriz Consciente-Inteligente influenciável gestora do Corpo.

Portanto, o Planeta Terra é uma Dimensão de Existência em que a Alma Humana tem o Poder de esclarecer sobre si mesma e encontrar a forma correta da sua existência nesta Dimensão, mas, o Planeta Terra é uma Dimensão de Existência em que a Alma Humana não tem o Poder de saber de que ela é feita.

Inserida por Amanciorego

⁠Camus dizia que “acabamos sempre por adquirir o rosto das nossas verdades”. E isso é verdade. Mas eu diria diferente, porém parecido. Eu diria que sempre adquirimos a cara daquilo que somos ou sentimos interiormente. Aquilo que somos e sentimos sempre se reflete na nossa imagem, mesmo que momentaneamente, seja ela física, psíquica, virtual, pessoal, social, profissional, fotográfica ou espiritual, é aquilo que se mostra à primeira vista nas pessoas, e que reflete um sentimento ou estado de espírito, como alguém que obtem uma fotografia num momento de tristeza ou amargura, e que, por mais que se esforce, geralnente, não fica bem na foto, geralmente fica com cara de enterro, observe para ver se não é verdade. E deve ser por isso que, não muito raramente, algumas pessoas adquirem a aparência de uma bruxa má, provavelmente pela existência de alguma maldade interna para com os outros; como, por exemplo, aquelas que nutrem mais inveja do que amor pelos amigos, ou como aquela fofoqueira, despeitada, que todo mundo conhece pela cara, ou só de ouvir falar, e que sempre acabam não ficando “bem na foto”. E o mesmo acontece com políticos e empresas, alguns não ficam "bem na foto" de jeito algum. Alguns políticos saem sempre com "cara de madeira". Enquanto os seus eleitores ficam com "cara de tacho". E você, tá com cara de quê, agora?

Inserida por reconceituando

Se você não me quiser, eu vou respeitar.
Eu juro.
Como alguém que apaga a luz,mas tem seu altar no escuro.
E no decorrer dos meses, já não sei mais quem eu sou.
E a pessoa refletida no espelho dos seus olhos?
Por onde foi que entrou? (...)
Mas um dia foi você que soube apontar um futuro pra nós.

Antonio Cicero

Nota: Trecho da canção No escuro, composta em parceria com a irmã, Marina Lima.

observo uma árvore
vejo folhas no chão perto dela
vejo folhas na árvore
e folha caindo dela
começo a imaginar
pessoa que perderam
e estão perdendo sua
vida sem aproveita-lá
sem desfrutar dos bons e maus
momentos para aprender e refletir
com eles e perceber que a vida é
passageira como uma simples
brisa de uma árvore a se
balançar.

Inserida por ciceromatheusdossant

⁠As veias gritam nos calcanhares
No gesto, fazem-se muda e não reclamam
Até brincam com suas dores
As gargalhadas, trajadas de alma, voam
Não falta humor de causar inveja às ditas disfarçadas
O desespero não é seu perfil
Um jardim que floresce no silêncio
Vaidosa, típica guerreira de sangue nos olhos
Alma forasteira sob saltos

Inserida por Bizzuka

Numa democracia, onde a liberdade de escolha é essencial para o exercício da cidadania, não se admite obrigatoriedade à aceitação de um direito. O voto obrigatório, por exemplo, é mais uma das anomalias que só em países como no Brasil, vigora, pelo fato do povo ser "idiotes" e sem formação educacional digna.

Inserida por SAMoises

⁠O conceito da palavra “ironia” configura-se em uma maneira de expressão com base em afirmações opostas àquilo que se almeja expressar, zombando, censurando, criticando, atacando ou denunciando algo ou alguém. Trata-se de um modus operandi amplamente utilizado e observável nos diálogos platônicos, segundo os quais a técnica de Sócrates, em diversas passagens, se baseava na simulação de certa ignorância sobre um determinado tema, com a formulação de questionamentos e a posterior aceitação das respostas proferidas pelos interlocutores, fazendo-os entrar em divergência (contradição) entre si próprios, desnudando os raciocínios obsoletos. O problema é quando a escuridão sequer permite ao interlocutor a diferenciação entre as comédias e as tragédias da vida.

Inserida por andrercostaoliveira

⁠Uma avaliação sutil para indivíduos com perspectivas restritas é mencionar que os textos de Sócrates foram registrados por Platão. A pergunta "Quem é o autor de Sócrates?" pode ser surpreendentemente desconcertante, destacando a falta de clareza sobre as contribuições individuais na história filosófica.

Inserida por evermondo

Pensar

Não vamos pensar em apenas existir
Pois de que adianta existir sem pensar ?!
É como dizia René meu amigo
Vamos raciocinar:

É cada interpretação que podemos dar à palavra "pensar"
Pensar por pensar,
Pensar em fazer,
Pensar em sentir,
Ou pensar em de fato existir.

Mas na minha opinião,
Pensar não é apenas isso
Pensar é viver
Pensar é saber
Pensar, é refletir

Refletir sobre tudo
Desde a vida, a verdade e o universo
Até o sentido por trás desse verso

A verdade é que temos duas maneiras de viver
Duas maneiras de pensar
E duas maneiras de amar

A primeira delas é a superficial
A que todo mundo faz
A segunda é a verdadeira
Já essa, pouca gente é capaz

E o meu sentido de existir se refere justo a ela
Pois, você só vai conseguir de fato existir
Se conseguir verdadeiramente pensar
E consequentemente, verdadeiramente amar

⁠Meu único alvo de museu, foi uma menina esperta
Do qual eu sabia que seria a única
A entender meus traços
Minhas conjunções e versos
Aquela cujo sangue é de tinta
E que nos lábios falaria sobre artes
Marcaria seu nome no verso das folhas
Com uma letra estranha
Imitando Descartes
Poeminha dedicado aos riscantes bizarros, em especial ao meu primeiro alvo de museu. Abril, 22.

Inserida por vitoriamissiaggia

⁠Foi na mais tenra idade que uma parede diante do olhar despertou o desejo de voar...
Voar no pensamento, nas ideias, nas ousadias sem importar com os banquinhos em frente a tantas paredes, com portas fechadas... com silêncios.
Nem sempre foi para pensar. Muitas vezes foi para articular um plano de guerra...ou para analisar uma joaninha que subia pela parede... ou uma pequena aranha que rodopiava com suas várias perninhas.
O canto até fez pensar mas, nem sempre puniu a menina levada, (intenção da época). Canto do pensar... Penso logo existo... Existo logo penso... cogitou!
Eis que nasce Reneé D.- amiguinha imaginária de filósofo francês René Descartes (1596-1650), o maior expoente do chamado racionalismo clássico - movimento que deu ao mundo filósofos tão brilhantes como, Blaise Pascal, Francis Bacon, Hobbes, Isaac Newton, entre outros, adolesceu.
Descartes lançou as bases do pensamento que viria modificar toda a história da filosofia.... Através da dúvida metódica, chega à descoberta de sua própria existência enquanto substância pensante - num banquinho ou não - A palavra cogito (penso) deriva da expressão latina cogito ergo sum (penso logo existo) e remete à auto-evidência do sujeito pensante.
O cogito é a certeza que o sujeito pensante tem da sua existência enquanto tal.
Voltando à menina excêntrica Reneé D, levada mas doce, transformou seu pensamento em poesia, movida pela inspiração e a delicadeza das palavras, mesmo diante de um mundo, às vezes cruel, sempre com muito sentimento e sonoridade.
Hoje, na idade da flor - metáfora do desabrochar ela segue firme, Reneé D, madura , hora senta, hora arremessa, hora chuta o banquinho – na boa!

⁠Filosofia para iniciantes- 01

Aqui está meu primeiro pensamento filosófico:

"Sou o'que penso, portanto existo porque não penso"

Isto vem dos três pensamentos filosóficos centrais desta minha semana corrida. Dostoiévski disse: "O homem é infeliz porque não sabe que é feliz" e isto me encheu de grandeza ao perceber que resumia completamente minha vida em apenas uma frase, como isso? Logo me aprofundei no pensamento e cheguei ao princípio Hermético do TODO, que dá ênfase na terceira forma de CRIAÇÃO geralmente pouco adicionada a assuntos, a MENTALIZAÇÃO, se o TODO é tudo, e tudo faz parte dele, logo nada se pode subtrair ou somar a ele. Dito isto, o TODO é mental! Portanto, nosso universo (ainda em expansão) o complementa e não o define, logo, o universo é MENTAL. Dito isto, o ser humano também é mental, e ao princípio da correspondência onde O de cima é como o abaixo, e o de baixo é como o de cima, podemos dizer que Nós humanos, criamos através da mente, e se somos mentais, SOMOS O'QUE PENSAMOS! Portanto vem está frase: "Sou o'que penso, portanto existo porque não penso". Mas como? Se for assim, existo porque penso, não? Não! Não esqueça que na grande maioria das vezes aquilo que pensamos é apenas uma projeção de nós e não apenas nós, pode-se dizer na verdade, que SEMPRE é assim, afinal, criamos romances em nossas mentes (Pensamentos imaginários que não correspondem a sua realidade), e mesmo quando pensamos no presente, não estamos fazendo, apenas criando algo que não se fez, (?) Digo que nós somos nós apenas quando nós não estamos não sendo nós, quando estamos completamente plenos, quietos, submersos em nós e não no que seria, será, ou foi nós. No pensamento budista isso é presente, daí se dá a meditação, onde (APENAS) nos encontramos quando estamos completamente vazios mentalmente, apenas no silêncio, neste, e apenas neste momento, nós existimos.

Kaio Hermético.