Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce
Ja é noite, floresceu a solidão. pensamentos, momentos, lembranças de tempos que não voltarão.
Mas tudo é faze, tudo é momento, são coisas que se ajeitam dando tempo ao tempo. Não se auto critique por algo que já aconteceu, tudo já estava escrito e pronto para acontecer. São etapas, momentos da vida que nos fazem aprender, alguns momentos em que achamos que tudo ja se perdeu, mas se acalme pois são apenas páginas de um livro que você ainda não escreveu!
Me dê a mão, mas, não me carregue.
Precisamos das pessoas e isso é um fato.
Da vinda ao mundo, até a sua partida, dependemos das pessoas.
Dentro desta ideia de dependência, que é natural ao ser social, falarei de uma dependência que é deletéria a nós.
A cada dia vejo pessoas mais dependentes, vejo pessoas que não conseguem dar um passo, sem pedir a opinião de alguém.
A frase: "Me ajude por favor", transformou-se em: "faça tudo para mim".
Um excedente de pessoas mimadas, cheias de inteligência e conhecimento teórico, mas, nenhum conhecimento prático da própria vida que o cerca.
"Mamãe frita meu ovo." Talvez essa pequena frase demonstre o mundo que muitos vivem.
Um mundo de total dependência e pouco reconhecimento.
Querem tudo à sua maneira, e se possível para ontem, e por favor, não os contrarie.
Não querem saber do esforço ou sacrifício feito por quem o faz. Querem somente usufruir e descartar, para depois, pedir mais e mais.
O auxílio imediato se transformou em algo perene. Há uma escravidão permissiva neste processo no qual esforço não há. Virou um ato de heroísmo pessoas fazerem café. Fritar um ovo então, um ato de bravura.
Uma geração marcada pelo macarrão instantâneo, nada contra o macarrão, mas...
Complicando a equação temos uma gama de cuidadores, que ao invés de ensinar a plantar, prefere dar a fruta já colhida, lavada e cortada. Com a desculpa do cuidar, mimam demais, estragam demais.
Tudo que é muito alisado se desgasta e fica frágil. Cuidado.
E lembre-se, há uma diferença entre obrigação e privilégio.
Você tem a obrigação de dar a mão à quem necessita, desde que a outra pessoa não tenha mão para se agarrar na sua.
Pense e reflita.
Paz e bem.
Ilumine seu dia.
É Fato, e Não Fake
Sempre na pindaíba
Ele não tinha necas de pitibiriba
Sob o lume da lua
A calçada era a cama
Com o pé atolado na lama
A morada era a rua.
Mas era um boa-praça
Fumando bituca ou bebendo cachaça.
De repente correu a notícia
Boca a boca pela vizinhança
Para uns era fato
Para outros era fictícia,
Aquela história de herança.
Mas o fato é real
O baiano voltou pra Bahia cheio do cacau.
Mas é fato e não fake
Na Bahia hoje em dia,
Ele até que parece um sheik.
Não pergunte o porquê de tudo.
Nem tudo tem uma resposta.
Sentimentos não se explica.
A alergia, a paixão, a dor ou o amor são expostos em ações.
Não tente define o que é pra sentir.
Palavras são para a mente, atitudes são para o coração.
Temos uma certeza de que no final, bem lá no final o único sentimento existencial e duradouro de verdade será o amor.
Cuide para que ele prevaleça em você, tanto quanto em quem você ama e que seja recíproco.
TORMENTO NO SONETO
O fado, comigo, não teve deleite
Tem um gosto agridoce meu dia
Devoluto, e sem lisonja fugidia
Na ventura me sinto um enjeite
Lembranças, só são de nostalgia
Um poetar desnudo, sem enfeite
Inspiração desmaiada como leite
E a lágrima de tão pouca alegria
As doces palavras sem onde deite
O ânimo com nuance sem ousadia
O coração desprezado, quem aceite
E mesmo, num tal tormento, quereria
Um olhar de afogo, sorriso que afeite
Onde minha sorte, pudesse ter alforria
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Novembro, 2016
Cerrado goiano
Cobrador não me cobre dinheiro, me cobre poesia.
Há uma poesia no busu.
Uma poesia que hiper potencializa o mp3 e as viagens literárias.
Há uma poesia no busu.
O motorista vira um deus,
O cobrador São Tadeu
E meus colegas de viagem viram anjos.
Estou te dizendo ora!
Há poesia no busu.
Um balanço inebriante que apesar do enjoou que vem e vai,
Faz dessa viagem um retiro de paz.
Há poesia no busu.
Há tanta poesia no busu,
Que aquele barulho é silêncio.
O fone de ouvido é sossego
E o fim da viagem é tristeza.
Há poesia no busu.
Igor Improta Figueredo
Invejar…
Por ser, não poder ver, num outro ter;
É ter, que em nosso ter, não terá ver;
Devido a esse nosso, pobre querer;
À lei do retornar, tão pertencer!
Por isso se pra ti, queres bom ter;
Aprecia o tal ter, como um bom ser;
Apenas com lindo olhar em teu ver;
Pra que esse olhar pra ti, vá reverter!
Feliz de quem gostar de ver o bem;
Pairar em todo o olhar que puder ver;
Nesta vida de alegria tão pobre!...
Porque irá receber o quem si tem;
Com um dobrado pagar que tão vem;
Pagar-lhe esse seu desejar tão nobre.
Com a alegria de quem em si, tal sentir não tem; nem nunca foi sequer ensinado a tal ter;
SONETO ABSTRATO
Na prosa do poeta, não só tem poesia
às vezes de tão vazia, o abstrato pinda
arremata cada imaginação, e aí, ainda
nada lhe completa, nada tem harmonia
Tu'alma inquieta, o verso na berlinda
a solidão, a lágrima, a dor em romaria
se perfilam no papel em uma rima fria
e assim, a privação na escrita brinda
Neste limitado querer, sem simpatia
o silêncio, o belo, no feio prescinda
e a inspiração, então, fica sem orgia
Aí, o soneto sem quimera, não finda
e os devaneios perdidos na ousadia
sem fantasia, a ausência é provinda
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Dezembro, 09 de 2016
Cerrado goiano
Librianos são pessoas bondosas e perseverantes pois, se têm um objetivo em mente, não desistem até que o possam alcançar e não permitem que as palavras de outras pessoas gerem insegurança ou medo em seu coração.
São pessoas de caráter altruísta e leal, e nunca abandonam alguém que amam. Enxergam a vida de uma maneira pura e não permitem que a maldade presente ao seu redor mude a essência de seu coração.
Librianos não são facilmente feridos por outras pessoas porque acreditam em si mesmos e sabem que a vida dará a cada um o que lhe é de direito.
O que faz de Libra um signo forte: determinação, foco, perseverança e capacidade de atingir objetivos.
Não há desespero tão absoluto como aquele que vem com os primeiros momentos de nossa primeira grande tristeza, quando ainda não sabemos o que é ter sofrido e ter se curado ter se desesperado e recuperado a esperança, a coisa mais importante é não se amargar pelas decepções da vida aprender a deixar o passado para trás, e reconhece que nem todo dia será ensolarado, e quando você se encontrar perdido na escuridão e no desespero lembre, é somente na escuridão da noite que podemos ver as estrelas, e essas estrelas o guiará de volta para casa então não tenha medo de cometer erros, ou de tropeçar de cair pois na maioria das vezes os melhores prêmios vêm quando se faz àquilo que você mais teme talvez você consiga tudo o que deseja talvez você consiga mais do que jamais tenha imaginado quem sabe onde a vida te levará a estrada é longa, e no fim a jornada é as coisas nem sempre serão justas na vida real é assim que as coisas são, mais na maioria das vezes, você recebe o que dá deixe me perguntar uma coisa o que é pior, não conseguir tudo o que você sonhou ou conseguir e descobrir que não é o bastante, o resto das suas vidas está sendo definido agora mesmo, com os sonhos que perseguem, as escolhas que fazem e com as pessoas que decidem ser o resto da vida é muito tem e o resto da sua vida começa agora, algum dia as praias podem sumir
o mar pode secar, o sol escurecer e mesmo nesse dia eu ainda estarei te amando, sempre e para sempre, eu te prometo sem você em meus braços, sinto um vazio na alma.
RETROSPECTIVA (soneto)
A vida na vinda e ida tem multidões
Não percebi todo o vento a suspirar
Tão pouco todas as cantigas de ninar
Foram cantadas nas minhas emoções
Tive chances no partir e no chegar
Os medos os pus nas contradições
No tempo rompi todas as estações
E nem todas as flores eu pude amar
O trem teve distinto as suas estações
O doce da quimera o seu mel a melar
E o tanto de carinho as suas aluviões
Na curva da esquina, solidão pude visar
Nos prazeres os feitos e as proibições
Porém, primaveras, também, vi florar...
(Nesta retrospectiva particular) ...
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
29/11/2016, 10'00"
Cerrado goiano
Sonhos de amor
A distância atrapalha o amor,
Diz um coração mal amado,
Fingindo não viver de sonhos,
Talvez por nunca ter sonhado,
Onde os desejos se tornam reais,
Com o grande amor conquistado,
A saudade se tornando o desejo,
De um gostoso beijo roubado,
Até mesmo sentir a força das mãos,
Apertando os dedos entrelaçados,
Buscando fugir da solidão,
Por não estar ao seu lado,
Consegue ouvir o clamor,
Do coração apaixonado,
Onde planos serão construídos,
Na certeza da realização,
Pensando mutuamente o dia todo,
Sem parar um só momento,
Como slides sendo levados,
Da retina ao pensamento,
Vivendo a total felicidade,
Sem se preocupar com o tempo,
Ouvindo as frases que foram,
Retornando ao soprar do vento.
José Romildo Duarte 17 / 09 / 2019
Surto da Madrugada
As cores não parecem tão intensas
Os olhos não são tão azuis
O ar não é tão mais leve
O calor deixou e ficou o frio
Dentro do peito só uma dor
No coração só a saudade
Na cabeça só arrependimento
Na espinha, só aflora o medo
O fim não parece tão ruim
A saída é uma nova entrada
O fim da dor, é só um passo
A coragem ainda falta
As pessoas não entendem
Ninguém vale a pena
O latão vale mais q a alma
A aparecia vale mais q as palavras
O silêncio é tão atrativo
O cansaço já faz parte de mim
A madrugada é meu espaço
E as lagrimas engolidas
Cacos de vidro ferindo a alma
Pouco a pouco levando a esperança
Pouco a pouco levando a empatia
Pouco a pouco levando o amor
Pouco a pouco levando o brilho
Fracasso
Não é permito fracasso
Mesmo ninguém sabendo o que é isso
Não é permitido o fracasso
Mesmo cada um tendo uma história diferente
O fracasso não é permitido
Você tem que isso, aquilo e aquilo outro
Não se permite o fracasso
Uma frase sem sentido e fracassada.
A história de cada um tem seu próprio caminho
A formatura de um, o carro do outro, a doença de outro
Todos temos um caminho como um livro em aberto
Uma trajetória difícil não deslegitima o herói
Uma história pequena, não deslegitima a capa dura
Um final trágico, não cancela o romance
Um fim lento, velho e tortuoso, não inibi uma juventude aventureira
Viva sua própria história, escrevendo seu futuro
Observe que cada detalhe é importante para construção do personagem
Suas manchas, defeitos e características te tornam único, não inatingível
Caminhe, lute, chore, erre, acerte, perdoe, sangre, seja curado, cure, abrace e se deixe ser abraçado
Um momento pode mudar tudo
Um parágrafo bem escrito faz o livro da sua vida mudar de gênero... e o escritor dessa caminhada, é só você.
A fuga
Ficar passivo, pacífico, aceitar tudo
e somente agradecer é ser vegetal.
Não ajuda, não interfere e é absurdo
este fingimento parecer ser natural!
Somos seres divino cheios de dons:
- Enxergamos, pensamos, criticamos,
amamos, entre tantos outros dons!
Ser imparcial, neutro, sem ânimos
é ser consciente egoísta e orgulhoso,
aquele ser desequilibrado e desatual,
que foge do mundo social perigoso!
Porque está tão preocupado consigo
que molda uma realidade perfeita
para garantir a imagem do seu ego!
II
Pessoas assim temem o "escândalo",
(ser mal visto, vão pensar mal de mim)
e vivem desviando de fato e estímulo
com medo de errar fogem e dizem sim!
Inseguros e extremamente racionais
se orgulham e se acham superiores,
pensam e se iludem ser fenomenais,
escondendo os verdadeiros temores!
Aqueles que calam a boca não falam,
mas vêem, se não forem cegos,
ouvem se não forem surdos,
mas, mesmo assim serão cegos,
mesmo assim serão surdos
pois, seu ego fala e seus atos calam!
A vida da morte
Não é apenas decomposição, não é a entrada no caixão, é mais relevante, é a vida dilacerante, a morte ganha vida no corpo em movimento, é mais ou menos quando acaba o gás, é o prazer de satanás, habitação do cansaço, do desgosto, do descontentamento, da falta de prazer no pensamento, quando os sinais chamam a lutar, mas a cada dia nada transformar, sabe gente, quando a vida é tribulada, toda oportunidade ceifado, esse exato instante, o pranto alarmante, que escorre em meus dedos, revelo meus segredos e dou libertação a vida, para não ficar comovida, se está escrito nesse porte, se preferes ser réu, da vida a morte, esse diálogo magoa, não estou querendo ser coitadinho, mas o diabo vive coladinho, o que esse bicho viu em mim, desde criança perseguindo, ferindo, que arrepio, já rezei, orei, clamei, jejuei, porém o inimigo atravessa, não deixa alcançar promessa, por mais que o espante e tanjo, não consigo ver meu anjo e entrego minha sorte, vejo em mim a vida da morte.
Giovane Silva Santos
Bereré
As campanhas de eleição
Não passa de ato ceráceo
Esse de promessa em vão
Que se crê apenas um nécio!
Ainda se põe fazer bereré
Não vêem que andam de ré
Ao eleger qualquer candidato
Que fala de olho no mandato!
Tudo que falam é coerente
Não é atoa que engana a gente
Mas, vou dizer uma real:
- A mudança é o ideal!
O jeito é passar o pente,
Pra fazer um Brasil diferente!
Sem superstição
O azar bem ao ver não existe!
Mas, há quem prefere assim,
Á culpar o gato e a sexta treze,
Isso é uma desculpa pra mim!
Coisa da invenção da preguiça,
Que se deixa de agradecer o dia!
Daí, desatento, é pego a enguiça,
Esse sim, atrasa e torna-se tardia!
Pois, sem bem, todo mal vem
No dia, na hora e quando quiser,
Basta deixar vazio seu coração,
Atraindo o mal, dispersa o bem!
Coloca fé e Deus a te proteger,
Viva livre e sem tal superstição!
Motim dos sofistas
I
Ao disfarce do bem querer
Não despercebido a tolice
Disfarce bestial, da burrice
O sofismo de um padecer!
O que traz na sua cachola
Na atenção pede esmola
A vergonha na minha cara
Visto que, seu riso encara!
Tens-me jocosa imagem
Meu perfil da difamação
Podereis todos ter razão!
Sou tudo o que quiseres
Sou tudo o que disseres
Mal ou bem, sua miragem!
II
Á burrice de sua ignorância,
Faço desprezo da sua inveja!
Será ser eu é o que tu deseja,
Pois, foca- me na importância?
Nunca precisei fazer nada
Para chamar logo atenção!
Á consciência desta razão,
Deveras nascida condenada!
Não sou volúvel, nem vulgar,
Nem louca burra de soberba
Mas, queres todos me atacar!
Se for de mim um ato a julgar
Até minha irmã fez-me a verba
Na disputa, querer me rebaixar!
III
Sou decerto eu tão imperfeita
Infestada de orgulho e metidez,
Sempre eu a proclamar altivez
Sempre a primeira ser eleita?
- Cheia de virtude e todo o bem!
Envaidecida desta minha vitória
Enchendo-me de toda a glória
Talvez não passe de um ninguém!
Devo ser mesmo nada para você
Tens mesmo que rir e falar de mim
Desdenhar-me até me enlouquecer!
Serão então todos plenos por fim...
Os falsos amigos todos irão vencer,
Jaz -me-ei, já liberta deste motim!
A teimosia…
Por não haver, a verdade universal;
Temos que ter cuidado, por seu feito;
Em nós fazer parecer natural;
Seu tanto fazer cheio de defeito!
Comparada ao tão grande universo;
Ela, nano partícula existente;
Aqui, deixo gravada neste verso;
Para em tal, da tal alertar a gente!
Que é azia que só vai ferir;
A todo o ser que nela muito insista;
Durante o seu fazer, ou seu julgar!...
Por ter, tanto insistir, sem existir;
No universal ver, para lá ser vista;
Devido a tal ver, ter; não se encontrar.
Com precaução;
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