Textos que Falem eu Nao Vivo sem Voce
Romance sem amor ao ser amante;
Por toda parte em algo que não existe;
Solidão a sós de nós se faz triste;
Angústia como o medo inocente;
Já sonhar seria a falta da gente;
Sem mais lutar, a pena que desiste;
Morrer no inventado nunca persiste;
Onde há nada, vive o inexistente;
Solitário é o Ego, horroroso;
Qual o prazer na aversão ao drama;
Romantismo em seu libido amoroso;
Como prever a reação que inflama;
O flerte arrisca, algo audacioso;
Se lança ao romance e faz a fama.
Amar,
o coração já não cobra tanto,
os olhos já não procuram o desconhecido,
e as palavras não são mais desalento.
Amar,
uma parte de mim se encontra,
a outra sorri.
Cada momento da vida é mais especial,
o sonhar se torna quase que vivo.
Amar,
finda-se o tormento,
a solidão, as noites tristes.
Renasce do coração:
uma promessa
uma esperança
um momento de paz!
Amar,
Perceber a vida viva...
Conhecer as belezas do horizonte,
que estavam sempre ali,
mas nunca observei.
Voltar-me à um mundo mágico,
sem pressa,
sem medos,
com muita luz,
com a certeza de Amar!
Amar,
estar aqui,
estar pensando em você,
estar sentindo saudades.
Amor,
é tudo o que sinto por você!
APENAS UM SONHO
As mãos que hoje me dizem adeus,
não são as mesmas que um dia
me acariciaram com tanta ternura...
A boca que agora me diz palavras bruscas,
não é a mesma que um dia
ouvi o jurar de um amor maravilhoso...
Não te reconheço mais,
em minhas lembranças quero apenas
aquele você que me encantava,
que me sorria e me tomava nos braços...
Quero aquele você que diante da aflição,
me dizia com calma que me protegeria...
Eu me sentia como criança
ao deitar em seu colo
e ali permanecer até o medo desaparecer...
Este alguém que agora quer partir,
não é o mesmo que vi chegar
tão mansamente e me roubar todos os segredos,
me conduzir tão lentamente a outro mundo...
Não quero assim,
apagarei este momento de agora,
quero apenas as lembranças boas,
que eu era feliz e amada,
quero apenas aquele você que sabia me amar
e falava da eternidade
jamais falou de adeus...
Não quero este momento,
pensarei que isso é apenas um sonho,
e que ao acordar,
pensarei que nunca lhe conheci,
que você foi parte da minha imaginação.
Não,
você não é a mesma pessoa
que comigo caminhou todo tempo,
que me ensinou a sorrir sem culpa,
que me ensinou a amar sem medo,
que me ensinou a entrega total.
Não é você, farei de conta
que isso não está acontecendo...
Vou sair por aquela porta
e ao olhar para trás,
verei você novamente sorrindo,
já com os olhos de saudade,
e me esperar até virar a esquina,
e ao olhar pelo retrovisor,
verei você acenando...
Vou sair,
não vou deixar que me roube
o direito de sonhar,
o direito de pensar que ainda sou amada...
Não permitirei
que me leve esses direitos
em palavras que não reconheço em você...
Me convenço:
-Não é você!
_Não está me deixando!
-E eu saio agora... em paz... imaginando que tudo
foi um sonho...
Devolva-me
Devolva-me a cópia das chaves,
já não quero mais sua presença aqui...
Devolva-me o que me pertence,
tudo que me roubou ao me fazer amar-te...
Não terás mais o direito de invadir minha vida,
me dar esperanças para nada mais,
Devolva-me o que me não usou,
embora precioso o que lhe dei,
jamais deu algum valor,
deixou que escapasse-lhe das mãos
tudo o que de coração lhe entreguei!
Já não quero mais ter você aqui dentro de mim,
vá e faça o seu destino...
Cuidarei do meu corpo e do meu coração,
e ainda que não queira, terás que sair...
Fomos um dia "nós",
hoje,
somos eu e você,
cada um com caminhos diferentes a seguir...
Que seja aqui o fim para tudo,
ao me devolver a cópia da chave
não mais entrarás em meu coração,
não mais me dará sonhos,
não mais me fará chorar...
Vou refazer a casa,
reformar os sentimentos,
restaurar os sonhos,
curar as feridas e,
tudo o que fui com você dentro de mim...
Devolva-me o que me pertence,
todo o amor dedicado a você,
o mais puro sentimento que eu tinha,
entreguei em suas mãos,
se jamais fez proveito,
quero-o de volta,
entregarei a quem souber cuidar...
e hoje o meu nome estava num quadro de espera do truco, num bar onde nao havia suco, nem pele macia, ou nova pra se adimirar
onde o fraco era o diamante mais bruto
que nem a vida foi capaz de moldar
eu pensei que sabia
julgava o errado e pregava a minha razao
dentro de um ponto de vista alheio
senti o oposto, e mudei minha opiniao
o que eu levo da vida é o que quero
e não quero levar o que não acho sincero
mas o que eu mais espero
é que eu possa ser feliz
sem ter que esperar
num copo de desinfetante
eu mato o medo
num de refrigerante
eu tiro todo o tempero
num copo de estimulante
eu procuro o segredo
deixo de lado e percebo
somente entendo, quando eu ja deixei pra la
dentro de um abismo eu busco
o que não encontro no raso
minha descoberta é aos poucos
eu não me estipulo prazos
pressão inibe o essêncial
tira o excentrico do original
faz do esperto um marginal
do inteligente um animal
bicho, vc é só um bicho
que se acha a riqueza
mas que só produz lixo
bicho, vc é só um estrupicio
nao sabe do fim nem se lembra do inicio
se baseia em fatos ficticios
e ainda se diz
racional.
BAILEMOS
E de repente o vento nos convida a bailar.
Não nos impõe ritmo algum;
deixa- nos livres para criarmos nossos próprios ritmos.
Então percebemos que a natureza dança; toda ela dança. O vento é o mesmo para todos os dançarinos, porém cada qual ao compasso do mesmo vento dança ao seu ritmo particular.
As águas dançam encrespando-se em ondas, e ao mesmo vento pairam as andorinhas em seu balé acrobático cortando o céu em um espetáculo encantador.
Lado a lado levados pelo mesmo vento, bailam cada qual ao seu compasso, o caniço do bambual e os ramos do arvoredo.
A relva parece proporcionar um suave balé sincronizado entregando-se ao ritmo sem o menor medo de ser tachada ridícula.
Os trigais dourados se juntam em ondas, como se fossem uma única massa levada pelo ritmo faceiro e sua meninice.
Não o vemos (amigo vento), mas o sentimos nos tocar suavemente, como se nos levasse pela mão, nos convidando a adentrar a pista da vida sem timidez e dançar.
E se olhássemos mais humanamente perceber-mos-ia que quando passas toda a natureza se põe a dançar; diante de ti ela não se mantém inerte; mas se entrega sem pudor.
Não à toa o grande Chico dos Pobres o chamou irmão. Ah!... se a humanidade se permitisse invadir por suas rajadas, e arejando seus preconceitos permitisse se entregar ao teu ritmo e dançasse: oh Vento!
Talvez assim houvesse mais encantos na rotina e menos rotina na vida. Ou ao menos seria mais fácil levá-la dançando.
Acho que o Chico concordaria comigo!
Meu amor, saudosas..
as palavras que dizias e que já não dizes,
palavras que queimavam como o sol....
sopravam sempre como um vento suave...
palavras que dizias nas lentas noites,
quentes de amor, suave aroma dos corpos...
promessas imperfeitas, murmuradas...
entre o orvalho da madrugada...
enquanto os nossos beijos permitiam....
que traziam a calma do brilho das estrelas
noites de paixão floridas perfumadas...
que gemias no meu ouvido...
palavras que enchiam a alma, o corpo...
que enchiam os meus olhos de felicidade..
saudosas palavras meu amor..!!!.
Quem te segura criança? — Alguém ainda se preocupa em não te deixar?
Isso talvez te faça pensar.
— Como vai você menina? Como está reagindo aos acontecimentos que te cercam?
Porque nem tudo aquilo que está com você te pertence de verdade.
— Quem te reflete e quem é seu reflexo?
Porque se existe coisas boas no mundo, elas sim devem ser aplicadas em sua vida e transferidas, emprestadas… — Eu sei um pouco sobre os seus sonhos, sei sobre as grandes alegrias que sentia das pequenas coisas que ganhava. Só não sei onde você está agora. Porque perguntas te assustam e eu preciso de respostas.
Não quero que a manhã venha me encontrar lamentando a dor da perda, quero que o sol me arrebate e me deslumbre de tal maneira que eu possa entender e aceitar o meu destino como a joia mais preciosa que já brilhou sobre a Terra. Sou eterna! E, nos entremeios de tudo que perpassa o meu existir há muitas flores e muitos aromas que tornaram a jornada mais suave e mais bela. Só tenho a agradecer, e Vos agradeço Senhor, por mais um dia em Vossa presença.
*soninha*
caminho pelos vales da escuridão,
não temo a escuridão,
pois esta ao meu lado,
não sinto medo da morte,
pois ela é começo de outra vida, que
não conheço mais mais sei que esta lá,
porque não sei,
mas medo não domina que sinto,
diante a escuridão sinto teu coração,
na forma mais pura de ser,
e a escuridão na luz do teu amor...
sobre a escuridão que cobre minha alma...
que caminha na solitude de meus pensamentos.
por celso roberto nadilo
AS COISAS.
Tem coisas que não dizem coisa alguma.
Alguns não dizem coisa com coisa.
Tem coisa que não coisa e tem coisas que coisam.
Qualquer coisa pode ser uma coisa.
Coisa é uma coisa que não tem explicação.
Ha coisas que mudam, mas certas coisas não mudam nunca.
Coisa boa é não ter coisa alguma pra fazer.
Coisaram a coisa da coisinha.
Coisas são coisas, coisa é verbo, coisa é tudo e nada.
Perdoem se não coisei direito essa coisa.
Um tanto quanto dúbio...
Tenho todo o tempo do mundo,
e, ao mesmo tempo, percebo
que não tenho tempo algum.
Que de tempo,
só tenho esse tempo
que me conduz
na velocidade da luz.
Esse tempo que se arrasta
e que me arrasta,
que se afasta
e que me afasta.
Esse tempo bobo
e brincalhão,
esse tempo sério
e canastrão.
Esse tempo incerto
e certo,
que não me poupa.
Que me tira desse mundo
e que me atira a realidade
por vezes a queima roupa.
Esse tempo que me dá vida.
Esse tempo que me deu um cavaquinho,
um cavaquinho que não sei tocar,
uma vida que não sei viver.
Existem pessoas que não têm coragem de enfrentar a realidade em que vivem. Camuflam o que são, enganam os que as rodeiam, sorri "sorrisos" falsos, são personagens de si próprias e eivadas de aleivosias.
Há pessoas, contudo, verdadeiras, maravilhosas, amigas, que preenchem o nosso mundo e o nosso dia a dia. (frann).
Aprendi que portas não se abrem ao vento, não se mostram à nossa frente a nos convidar.
Em verdade, elas estão fechadas. Transponíveis? Sim, porém fechadas.
Em algum lugar, em algum momento, sempre oportuno.
Enquanto isso caminhamos, e neste caminho encontramos oportunidades, agarramos as certas.
Quando a oportunidade não se mostra, se mostra a audácia e a coragem.
Descobrimos, então, que é o tão esperando momento. A grande descoberta.
Agora trabalhe em cima dessa oportunidade. Trabalhe incansavelmente, enquanto houver forças, enquanto houver juventude. Pois nunca se é velho demais para brincar, mas é certo que um dia será velho demais para o trabalho. O tempo passa rápido e com os anos se vai, também, a vitalidade. Não convém desperdiçar esse tempo. Existem outras prioridades, existe toda uma vida.
Ao chegar à porta e abri-la, saiba que este não é o momento de Glória, e sim o começo de uma longa jornada. Agora é com você, cresça, construa...
Grandes responsabilidades nos esperam, depois da Porta.
Precisamos de coragem para enfrentar o que virá, e, o que quer que seja, saber que não durará para sempre. Nada dura para sempre. Nem dor, nem alegria, nem mesmo a vida. É necessário que aceitemos o fato de que a coisa só será alcançada exatamente como queremos se fizermos.
Então, se optarmos por delegar os resultados serão de alguma forma diferentes daqueles que esperávamos. E precisamos aprender a aceitar o fato. Se temos força o suficiente para assumir responsabilidade por nossos fracassos, bem como nossos sucessos, então nosso auto-respeito é alimentado e cresce.
Quando nos unirmos aos outros para a força e apoio mútuo, teremos que desenvolver a coragem para coexistimos.
Só depende de nós darmos aos relacionamentos uma chance.
Não há nada maior na vida do que amar e ser amado, pois amar é a principal das experiências.
Dois,tres,quatro passos,e no quinto fui pagando não pelo que estavas a comprar,mais o que do sexto passo adiante estava a me esperar.Quando vestir minha camuflagem eu tava so seguindo uma tendencia de moda,hoje quando eu olho e vejo rastros de minhas pegadas eu percebo que de certa forma estavas a vestir para poder lutar,tentar lutar,pelo que eu mais prezo - a minha essencia.
Cheguei no meu começo,pisei... ainda não era o 6 passo,acredito que o quinto passo e meio.Sabe,nem soava como borbadeio,naquele exato momento eu nunca tive tao feliz ao voltar a meu começo... engano meu,agir com o coração te faz protelar,me fez protelar,não o culpo,mais me culpo,culpo-me!!Coloquei meus oculos,abrir minha agenda,uma luz no fundo de tudo acendeu...apagou...acendeu.Desliguei,ai neste momento pisei,quase cair,pisei,cair,ali entendir o que era o sexto passo...
Hoje devo estar no mesmo passo,passo pelas mesmas coisas:tombo,caiu,levanto,tombo,caiu,levanto... levanto,levanto,levanto...
João, Capítulo 21.
Os simbolismos.
Por que na rede, que não se rompe, havia 153 peixes? Os números que aparecem nas Escrituras são ao acaso? Qual o motivo da tríplice confirmação do amor de Pedro a Cristo? A missão da Igreja e seu pastor. Leia o capítulo 21, com o qual João conclui seu Evangelho. Com rico simbolismo ele reafirma a missão Evangelizadora da Igreja e da missão de Pedro para guiá-la com amor. Na barca, símbolo da Igreja, os discípulos - aos quais Jesus disse que converteria em pescadores de homens (Lc 5, 1-11) - pescam sem nada conseguir. Com a ajuda do Ressuscitado, o trabalho dá fruto abundante. A rede, que não se rompe, significa a capacidade da Igreja para manter unida a multidão de pessoas, e o número 153, a quantidade de nações conhecidas naquela época, simboliza a universalidade da Igreja. Depois vem tríplice confissão de amor que Jesus exige de Pedro, substituindo as três vezes que negou Cristo, mostrando o valor do arrependimento e da conversão. Depois diz que, se Pedro o ama, ele deve alimentar suas ovelhas, mostrando o Primado do Príncipe dos Apóstolos. A presença do discípulo muito amado representa tanto a comunidade joanina quanto todos os cristãos que devem ser aceitos por Pedro.
Eram quase meia-noite quando meu telefone tocou, não me importei ja era tarde, quem iria realmente precisar falar comigo aquele horario. Telefone tocou insistentemente, e eu resistia a me levantar pra saber ao menos quem era, quando resolvi olhar, era você, fui atender, já era tarde demais, desistiu de falar. Momento aquele que tenho dividas até hoje, se deveria ou não ter atendido aquela ligação, se seria ou não diferente, ou se acabaria sofrente mais com as consequencias disso depois.
Mais a duvida, a duvida está ali no fundo do coração, de como poderia ser tudo diferente, de como poderiamos ter sido felizes juntos, mais não, o destino quis assim. Quis nos separar naquele instante. Mia é melhor se ter saudade das coisas boas, do que sofrer pelas marcas deixadas, por um telefonema atendido.
TRANSPARÊNCIA
Transparência são minha realidade, e o que quero,
Magoas não faz bem, e a todos os instintos venero.
Sou a submissão do amar, do querer, do ir.
A fuga dilacerante a presença conceituada, insistente.
Tenho comigo o conceito real, um universo inteiro.
O ódio não se pode predominar o coração alto falar.
Vida é assim, guerrear, com bravura, o mal inutilizar.
Sentimentos de tristeza, exorcizar no real momento.
Um momento maior, o de superar o quase infinito.
Embalo de todas as ações dispara em real as emoções.
Defronte teus olhos, teu corpo e alma vem elucidar
Conflitos ao que posso ao que penso no que posso fazer
São presentes da natureza, que dita e expõe tanta beleza
Sintetiza e promulga vontades de perto de ti sempre estar
Mil coisas, mil verdades minhas, vivendo transparência e ação.
Latente, fervente.
As ideias já não são simetricamente medidas,
São perdidas, pervertidas para os crentes.
Inconscientemente polivalente destemida
Segue a mente lutando pela gente
Emergente.
Emergencial, corrupção me faz confundir
Quem é o marginal e quem é o policial.
São tantas as atrocidades.
Julgar alguém que quer viver a liberdade
É como colocar nome no filho do vizinho,
O que vem a ser livre-arbítrio?
Se não posso seguir meu caminho?
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