Textos Perfeitos
"Descobriram (e não foi difícil descobrir): uma das razões de seus textos não serem lidos é que eles não são textos... São 'TEXTÕES'. Descobriram que não é a única, mas é uma das razões!"
0801 | Criado por Mim | Em 2015
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
Só tropecei no infortúnio de tentar ser normal — e tropecei feio — até descobrir que o novo normal é se esvaziar de si mesmo.
Passei anos aparando arestas, baixando o tom das minhas convicções, suavizando minhas inquietações, rindo do que não tinha graça e silenciando o que ainda queimava por dentro.
Tudo para caber…
Caber nas expectativas.
Caber nas rodas.
Caber nos moldes invisíveis que alguém decidiu chamar de “normalidade”.
Mas há um preço alto demais em caber.
Descobri, tarde o bastante para doer e cedo o bastante para salvar, que o tal “novo normal” não é sobre equilíbrio, nem sobre convivência, nem sobre maturidade.
É sobre esvaziamento.
Esvaziar a autenticidade para evitar conflito.
Esvaziar a coragem para não incomodar.
Esvaziar a própria essência para não parecer excessivo.
E quando a gente se esvazia de si, sobra o quê?
Um corpo funcional.
Um discurso ensaiado.
Uma presença aceitável.
Mas não sobra alma.
Ser normal, nesse tempo apressado e ruidoso, parece significar ser diluído — sem arestas, sem profundidade, sem identidade que incomode.
Só que viver diluído é viver pela metade.
E ninguém nasceu para ser metade de si mesmo.
Talvez o verdadeiro infortúnio não tenha sido tropeçar.
Talvez tenha sido acreditar que a queda era culpa da minha diferença — quando, na verdade, era o chão que estava torto.
Hoje sei: não há nada de anormal em preservar quem se é.
Anormal é abdicar da própria essência para ser aplaudido por quem jamais suportaria a sua verdade inteiramente nua e crua.
Se for para tropeçar de novo, que seja tentando ser inteiro.
Porque o mundo já tem gente demais vazias de si — e cada vez menos pessoas dispostas a sustentar a própria alma.
Talvez a sensação de descobrir ter sido manipulado com a ajuda da IA seja a mesma de descobrir ter sido assaltado com réplica de arma.
Mas a diferença entre os que são assaltados com réplica de arma e os que são manipulados com a ajuda da IA é que os primeiros não idolatram seus agressores.
Se algum dia os Asseclas Apaixonados despertarem e perceberem que foram manipulados pelos políticos-influencers com recursos terceirizados, talvez troquem a paixão pela revolta…
Talvez a maior violência nem seja a da arma — verdadeira ou réplica —, mas a da consciência ferida quando percebe que entregou a própria confiança a quem jamais mereceu.
Ser assaltado com uma réplica de arma é experimentar o medo real diante de um perigo fabricado.
O coração dispara, o corpo obedece, a vida parece ficar por um fio — ainda que o gatilho jamais pudesse cumprir a ameaça.
A dor vem depois, quando se descobre que tudo foi sustentado por uma encenação.
Mas, ao menos ali, a vítima reconhece o agressor como tal e qual.
Já quando a manipulação acontece com a ajuda da Inteligência Artificial, o enredo é muito mais sutil.
Não há correria, não há gritos, não há mãos ao alto.
Há algoritmos, narrativas calculadas, recortes convenientes da realidade.
Há “políticos-influencers” que terceirizam argumentos, fabricam proximidades e simulam verdades com a precisão de quem sabe exatamente onde tocar para provocar aplausos — ou indignação.
A diferença mais perturbadora talvez esteja nisso: quem é assaltado dificilmente defende o agressor.
Mas quem é manipulado, muitas vezes, transforma o manipulador em mito.
E confunde-se quase tudo…
Dependência com lealdade.
Repetição com convicção.
Engajamento com consciência.
Autoritarismo com autoridade.
Arrogância com bravura…
E até Discurso de Ódio com Liberdade de Expressão.
Os asseclas apaixonados não percebem que, ao terceirizarem o próprio juízo, tornam-se extensão da estratégia de quem os conduz.
E toda paixão cega tem prazo de validade: dura até o dia em que a realidade rompe o encanto.
Se esse despertar vier, pode ser doloroso.
Descobrir-se usado é como acordar no meio de um teatro vazio, percebendo que a plateia era figurante e o roteiro nunca foi seu.
Nesse instante, a paixão pode, sim, virar revolta.
Mas talvez haja um caminho mais nobre que a revolta: o da responsabilidade.
Não apenas contra quem manipulou, mas consigo mesmo — pela pressa em acreditar, pela comodidade de não questionar, pelo conforto de pertencer.
Porque, no fim, nenhuma tecnologia é mais poderosa do que a disposição humana em não pensar.
E nenhuma libertação é mais revolucionária do que reaprender a pensar por conta própria.
Viver como se não existisse a morte
Sentir para descobrir a dor
Chorar para se livrar do falso riso
Sonhar para tolerar o pesadelo
Procurar para ter direito de si perder
Gritar para não ser ouvido
Silenciar para simplesmente escutar
Conscientizar para perder a inconsciência
Dividir para somar
Preciso viver alguns absurdos para descobrir que o mundo gira feito maluco...
Se bem dizer as lindas flores belas perfumadas de pomares límpidos...
Os céus que as nuvens habitam raios e trovões com tempestades furiosas...
E onde tentamos conviver com a desordem das ações da natureza...
Mundo, flores, céus, natureza...
Onde viver? O que enfrentar? Como conseguir? Apenas tentar?
Viver, sem medo.
.. Indo em frente... Passando as barreiras...
Não se contente se há tristeza...
Pois no mundo onde há flores, os céus, agradece à natureza!
Descobrir que você faz falta, e que não te amo mais, no beijo de outra mulher.
Descobri esse sentimento confuso, mas com um ponto final.
Descobri que não te desligo de mim, apesar de todos os esforços.
Perco-me nos pensamentos que me levam a ti quando o corpo fica imóvel. E não te encontro na ponta dos dedos. Nem me encontro na razão. E nego-te na mesma medida em que te afirmo. E vou estando assim. Nesta dura incerteza que me dás do amanhã. É um sentimento vazio com sua ausência.
Vivo a ansiedade de um dia atrás do outro. Sem ti.
"Todo mundo têm sua felicidade, deixa eu brincar de ser feliz, deixa eu descobrir que felicidade não é só pintar o nariz...
Quem sabe meu bem um dia eu te procure mesmo que ocupada.
Na verdade agora só quero curtir...
Se quiseres andar a minha companhia terás que beber leite ao acordar, vodka pra animar e vinho pra finalizar.
Seja como for agora quero aproveitar.
Quero descobrir onde te encontrar,
Para te fazer delirar de amor
com apenas um beijo.
Olhar nos teus olhos e mergulhar,
Sabendo que neles tem
um mar de sensações.
Quero você aqui bem perto,
na minha frente.
Farei o universo parar,
para que este momento
Ganhe dimensões que
nem o tempo possa apagar.
Descobrir sorrindo, que chorar é apenas uma escolha; descobrir mentindo, que mentindo, só enganamos há nós mesmos, descobrir errando, que só aprendemos com nossos próprios, erros; Descobrir esperando, que o "tempo" cura tudo, descobrir amando, que o amor a gente apenas sente.
E descobrir no teu sorriso, como é facil ser pra sempre.
Sabe que ainda não descobrir o “porquê?” é tão fascinante escrever sobre minha infância? Alias sei sim, é pelo simples e não menos nobre fato de minha infância ter sido satisfatoriamente completa, as brincadeiras na chuva ou simplesmente aquela velha correria com a turma.
E neste tempestuoso momento em que me encontro onde se foi minha TV e minha net, resolvi escrever o que em tempos tecnologicamente menos desenvolvidos, (minha infância) estaria fazendo.
Na minha época de criança/adolescente como não tínhamos: PlayStation´s, celulares modernos e muito menos está tal de internet, a melhor forma para nos divertimos era mesmos metermos a mão na massa, e neste caso a mão na lama.
Nada mais saudável do que chutar a água empossada para sujar o colega, ou melhor, roubar aquele isopor velho que seu pai guarda para os dias de mudanças e fazer grandes maravilhas da engenharia como barcos, lanchas e derivados.
Ai como foi divertido minha infância!
Só tenho a agradecer a Bill Gates e sua microsoft, Sony e tantos outros por terem deixado minha infância tão mais divertida sem eles e meu presente maravilhosamente entretido graças à eles.
thank you very much !!
Liberdade.
Como é bom ser livre...descobrir-se num instante em que só existem dois elementos: a Paz e o Amor. Liberdade é andar descalço quando se tem que andar de sapatos. Liberdade é se descobrir a cada manha. É sorrir pra nada, pensando em ninguém, estando em lugar nenhum. Liberdade? Ah, a liberdade... Liberdade é correr sem se preocupar onde chegar e em que estado chegará lá. Me entende? O que importa é correr, dane-se o resto! Liberdade é sentir-se a melhor pessoa do mundo, enquanto não se tem razão nenhuma para se estar assim. Liberdade é deitar-se na beira de um lago, ouvir o som da incomparável natureza, olhar para a imensidão do céu e pensar: Será que existem limites? Tudo é tão grande, tudo é tão simples, tudo é tão tangível para quem consegue encontrar sua liberdade!
Lágrimas na Areia
Se um dia você descobrir que me ama
Mas já for tarde demais
Por favor, não se arrependa,
Siga seu caminho
Esteja em paz.
Se um dia você descobrir que me ama
E eu não estiver mais aqui
Por favor me esqueça
E não se entristeça.
Pois eu não quero ver
Você se arrepender nem sofrer,
Eu não preciso disso,
Agora estou até mudando,
Até já fiz mil planos comigo.
Mas se sua dor for muito grande
E você não puder suportar
Faça como eu fiz,
Sente na areia da praia
E comece a chorar
Quando você
Quando você...
Descobrir que um dia existi
Verá que eu te amei
E você nunca correspondeu
Quando você...
Descobri que pode ser feliz
Verá que não será completa
Porque sua felicidade sou eu
Quando você...
Aprender a amar
Saberá o que eu senti
E que você nunca deu importância
Quando você...
For esnobado por alguém
Lembrará do que fez comigo
E se sentirá culpado
Quando você...
Descobrir que seu amor
Sempre foi eu
E quando me procurar
Não me encontrarás
E sofrerás, sentirá uma dor que não tem cura
Assim, como o amor que eu sentia
E ainda sinto por ti
E verá o quanto dói amar
Quem não nos ama mais...
Vivendo de fortes ilusões;
acaricio o dom de viver;
impulsionado a descobrir o amor;
sem antes tê-lo visto morrer.
Como se fosse um iniciante;
Como amor de uma criança;
saboreando meus momentos;
resguardados na lembrança.
Fascinado pela vida;
a cada dia me sinto forte;
irresponsável em certas horas;
menosprezo até a morte.
Em razão disso,vou vivendo;
respeitando meu futuro;
que só eu irei construir;
clareando o meu escuro.
Talvez eu ame com a única, insensata e perigosa intenção de descobrir o por quê do amor trazer-me tudo, mesmo que ainda receba uns pingados de nada em troca. Talvez eu ame por a vida ser chata demais, tediosa demais, parada demais e entendida de menos. Essa coisa que me aparece a cada "Não vai acontecer outra vez" ou "Eu duvido que seja assim". Sim, coisa. Pejorativamente necessária.
Ainda não faço ideia do que seja isso que me arranca sorrisos e me impõe às lágrimas numa fração de sonhos, verdades ou terceiras intenções. Uma coisa que me transforma em vilão de uma história narrada por duvidosas escolhas, ao mesmo tempo em que torno-me herói da que escrevo por linhas dúbias. Talvez eu ame por ser Poeta, mas seria óbvio demais. Talvez eu nem ame, só escreva. Ou talvez só escreva por que ame. O amor jamais deixará de ser talvez, mesmo que nos proclamemos "felizes para sempre". Sentimentos são seres masoquistas que habitam ínfimos - ou não - pedaços de talvez dentro de um coração inexplorado. Já o amor, mesmo estando nesse grupo de interrogativas viscerais, continua sendo o melhor "talvez" das minhas escolhas. Para sempre, mesmo que só talvez.
Houve uma vez, em um tempo atrás, onde ainda nem tinha a pretensão de descobrir o significado do amor, um tempo onde não sentia agonia nem melancolia. Houve um tempo, em que meu coração vivia livre, leve e sempre feliz. Houve também, momentos em que ria quando lia, ou, ouvia algo sobre o amor. Como se eu fosse imune a ele.
Que tolice não? Imune! Não compreendia, não acreditava, até que compreendi, senti, e então, passei a acreditar no amor, como se fosse o céu, o mar, o vento, as folhas, e, um simples tocar de chuva. Como a vida passou a ser diferente então, como tudo agora era mágico, e confuso.
Talvez pareça clichê, mas o amor muda as pessoas, mesmo que algumas não admitem. Porém, houve um tempo, muito, muito distante que, senti o amor, vivi um amor, hoje, não sinto-o, não sei mais o que é amar, não sei o que é ser amada. Talvez, em um dia não muito longe, ele bate em minha porta. Porque, o que me define é o amor, e, o que me destrói é a falta dele.
Meu jeito, pouca gente sabe
Quase ninguém procura entender
Muitos tem medo
De descobrir minhas verdades
Amo com intensa intensidade
Entrego-me de corpo e alma
Deixo-me envolver por essas sensações
Se me machuca, lágrimas escorrem mas eu as enxugo
Se mente pra mim, dou uma única segunda chance
Me enganou ? Tento compreender seus motivos
Mas nunca
E quero dizer, jamais
Deixo de acreditar no amor
Se não for ele
Não é o fim do mundo
Me apaixono de novo
Amo novamente
Não deu certo ?
Não era pra ser !
Vou continuar sendo o que sou
Misteriosa, quieta
Romântica, tímida
Com a absoluta opinião certa
De que amar sem esperar nada em troca
É o melhor bem da vida
Quando me pergunto como foi acontecer de eu, especificamente, descobrir a teoria da relatividade, a questão parece-me derivar da seguinte circunstância. O adulto comum nunca importuna a mente com problemas de espaço e tempo. Já pensou nessas coisas na infância. Mas eu me desenvolvi tão lentamente que comecei a refletir sobre espaço e tempo quando já era grande. Em consequência disso, aprofundei-me mais no problema do que uma criança comum o faria.
(Einstein, sua vida, seu universo)
Nas voltas do meu coração
Precisei passar por inúmeras situações para descobrir as pessoas que de fato me são importantes, aquelas que eu quero ter eternamente ao meu lado. Sempre tive dentro de mim que amor é escolha e não obrigação!
Para estar ao meu lado precisa merecer, precisa fazer acontecer, precisa fazer valer a pena.
Não sou tua meio amiga, teu meio amor, tua meia escolha.
Às vezes na vida é preciso ter coragem de arriscar de ousar novos voos, novas descobertas, novos e sinceros sentimentos que nos fazem perceber o quanto vale a pena lutar por alguém que irá trazer para nossa vida momentos inesquecíveis do mais puro êxtase.
O medo de sofrer tornam as pessoas míseras expectadores de uma vida sem sentido, a espera de um milagre ou que algo muito bom aconteça, porém antes que isto venha acontecer é preciso primeiro ter ousado, buscado, tentado, mesmo que não tenha acontecido da maneira que planejamos é preciso arriscar!
E da vida não espero muito.
Quero apenas saber que tentei tudo o que quis , tive tudo o que pude, amei tudo o que valia a pena e perdi tudo o que de fato nunca foi meu!
E assim seguirei a minha vida sabendo que mesmo desejado muito jamais amei pequeno, sempre fui completa em todos os momentos!
"Eu tinha medo. Sempre acreditei que as pessoas não deveriam descobrir o motivo pelo qual amavam as outras. Era como a quebra de um segredo de Estado, sabe? Desses que, se descoberto, traria consigo uma punição a quem o desvendou. O amor deveria apenas ser vivido e jamais explicado, pois quem o incomodasse certamente o perderia. Uma dádiva inquestionável, a maior sorte do mundo: duas pessoas atraídas uma pela outra. Um milagre. O amor só era amor se nunca interpretado. Amor: um senhor mal humorado que vez ou outra decidia trazer por um tempo dosado algum nível de felicidade e extasia.
Bem, quanto ao amor ainda pouco sei, mas à medida que envelheço parece que mais jovem fica. Disso eu sei. Ele é de todo sorridente e não há tempo mau. É feliz. O amor é muito feliz. O amor é solto, e na mesma atitude irresponsável de ser livre, é confiante. Ele é forte. É impetuoso e ainda assim exige simplicidade. É suave, compadecido. É de antigamente, mas também moderno, é o que há de mais sofisticado. O amor nunca cai em obsolescência. O amor sempre está na moda. O amor é bonito."
(Lucas Magalhães)
