Textos Perfeitos

Cerca de 75396 textos Perfeitos

Engatinhando...




Foi engatinhando que eu aprendi a amar.


Descobrir o poder transformador desse sentimento me apresentou novas perspectivas sobre a vida, sobre o mundo.


A momentos sobre o inicio dos acontecimentos que são totalmente velozes e vorazes e vão desde os instantes do engano, passam pelo breu das adivinhações e permeiam até os acolhedores conchavos da segurança, tipo aquele abraço quente no meio do inverno congelante.


Quando a vida começa a contar as suas próprias historias de amor , ela encontra uma criança vivendo seu melhor momento no espaço/tempo de cada brincadeira oferecida por esse tão sensível aprendizado.

Só cansado...




Já fui louco, até descobrir que foi um engano,


Já estive triste, até entender que era somente uma passagem,


Já fiquei preso, até entender que as chaves estavam nas minhas mãos,


Já corri muito olhando para o espelho sem entender que era o sentido contrário o verdadeiro caminho, então parei e entendi que eu estava simplesmente cansado.

📚 Um convite para descobrir a poesia do cordel...


Você já imaginou viajar pelo sertão sem sair do lugar?


"Cordel de Primeira Viagem: : estudantes em sua estreia literária pelo sertão encantado da cultura nordestina" reúne produções de estudantes que deram seus primeiros passos na literatura de cordel, revelando criatividade, sensibilidade e um encontro encantador com a riqueza da cultura nordestina.


Cada página celebra a força da palavra, da tradição oral e da imaginação, mostrando que todo grande escritor começa com a coragem de escrever sua primeira história.


Você está convidado a embarcar nessa leitura e a se deixar encantar pelos versos, pelos personagens e pela beleza de um dos mais importantes patrimônios da cultura brasileira.


Boa leitura!


Disponível para download gratuito em:https://janimedeiroseducacao.com.br/

enquanto houver razões


Eu acho engraçado como a gente passa tanto tempo tentando descobrir o que faria alguém ficar, como se existisse uma combinação perfeita de coisas capaz de impedir uma pessoa de ir embora. A gente pensa em promessas, em momentos bons, em tudo aquilo que foi construído, como se no fim das contas fosse possível colocar o amor numa balança e descobrir se ele pesa o suficiente para compensar o resto. Só que talvez não funcione assim. Talvez existam pessoas que fazem você parar de pensar nisso.


Porque quando eu penso em você, eu não penso em quanto tempo vai durar, nem em quantas coisas poderiam acontecer no caminho, nem em quantas vezes a vida pode mudar completamente de direção. Eu penso em uma coisa muito mais simples. Eu penso no que acontece toda vez que eu olho nos seus olhos e percebo que, por alguns segundos, eu não estou procurando mais nada.


E isso é estranho, porque eu sempre fui muito bom em procurar alguma coisa. Uma resposta, uma saída, alguma certeza que me dissesse que eu estava fazendo a coisa certa. Só que com você não parece existir essa necessidade. É como se eu pudesse simplesmente estar ali. Sem precisar entender. Sem precisar saber onde aquilo vai chegar. Sem precisar transformar tudo em alguma coisa maior do que realmente é.


Talvez seja por isso que aquela ideia de que reinos podem cair faça tanto sentido. Porque reino, no fim, é só uma maneira bonita de falar de tudo aquilo que a gente acha que precisa permanecer de pé para continuar acreditando em alguma coisa. E eu já vi muita coisa cair. Já vi planos mudarem, pessoas mudarem, sentimentos mudarem. Já tive certeza de coisas que depois deixaram de fazer qualquer sentido. Então eu sei que nada é tão permanente quanto parece.


Mas existe uma diferença quando eu penso em você.


Se tudo aquilo que eu construí um dia deixasse de existir, eu provavelmente ficaria perdido por um tempo. Se o mundo mudasse completamente, eu teria que aprender a viver nele de novo. Se aparecessem mil motivos para eu pegar minhas coisas e seguir outro caminho, eu conseguiria fazer isso. Eu sei que conseguiria. Só que nenhuma dessas coisas mudaria uma coisa muito específica: eu ainda procuraria você.


E talvez seja isso que eu nunca soube explicar direito.


Não é que você seja a única coisa que existe. É que, no meio de tudo que existe, você é a coisa que faz sentido.


Tem uma diferença enorme nisso.


Eu não preciso imaginar uma vida onde tudo dá certo para querer você nela. Na verdade, talvez seja justamente o contrário. Porque qualquer pessoa consegue permanecer quando tudo está bonito, quando as coisas estão leves, quando ninguém precisa escolher nada difícil. O que me faz pensar em você é justamente a ideia de que, mesmo quando as coisas não fossem perfeitas, mesmo quando o mundo estivesse fazendo o possível para colocar distância entre nós, ainda existiria alguma parte de mim olhando para você e pensando que não vale a pena ir embora.


Reinos podem cair. Anjos podem chamar. A vida pode oferecer outros caminhos, outras pessoas, outras versões de tudo aquilo que eu achei que queria. E ainda assim existe uma possibilidade muito simples que continua sendo mais forte do que todas as outras: eu olhar para você e reconhecer alguma coisa que eu não encontro em nenhum outro lugar.


Talvez seja isso que eu veja nos seus olhos.


Não uma promessa de que você vai ficar para sempre.


Não uma garantia de que nada vai mudar.


Só você.


E, de algum jeito, isso já parece suficiente.


Porque quando eu olho para você, eu não sinto que encontrei alguém que vai resolver tudo. Eu sinto que encontrei alguém com quem eu não me importaria de enfrentar o que vier.


E talvez essa seja a forma mais honesta que eu encontrei de dizer.


Eu poderia perder muita coisa.


Poderia deixar muita coisa para trás.


Poderia até aprender a viver em outro lugar, com outra rotina, com outras pessoas e uma vida completamente diferente.


Mas se, no meio de tudo isso, eu ainda pudesse olhar para os seus olhos e reconhecer aquele mesmo lugar que reconheço hoje, eu acho que entenderia exatamente por que algumas pessoas simplesmente não vão embora.


Não importa o que caia.


Não importa quem chame.


Não importa quantas vezes a vida tente convencer a gente de que existe outro caminho.


Porque, às vezes, depois de procurar por tanto tempo, você finalmente encontra aquilo que estava procurando sem nem perceber.


E quando encontra, o resto deixa de ser uma questão de necessidade.


Vira escolha.


E eu escolheria você.

⁠elogiar alguém é ensinar ao mesmo a descobrir suas próprias riquezas.
somos ricos de ideais, qualidades, cultura, amor; que são coisas que o dinheiro não compra.
e, elogiando alguém mostrando o quanto é importante por estar ali, ou não; não arranca pedaço de ninguém, sua mão, seu olho, e nem sua boca, irão cair.
não sabemos ao certo como aquela pessoa está ali naquele dia; um gesto, um sorriso, um abraço inesperado, ou até palavras de carinho, são capazes de melhorar um dia de alguém.

Entre o Desejo e o Silêncio


Quero descobrir teus mistérios
como quem aprecia, sem pressa,
o vinho mais raro da vida.


Quando a lembrança dos teus lábios
atravessa meus pensamentos,
me perco imaginando
como seria estar ainda mais perto de ti.


Será que desejar um instante,
um breve toque,
um segundo a mais da tua presença,
é pedir tanto assim?


A maior loucura
não é o desejo que nasce,
mas todas as histórias
que a imaginação insiste em escrever.


Penso na tua pele
encontrando a minha,
na distância deixando de existir,
nos teus cabelos caindo
como cascatas ao vento,
enquanto teu olhar
encontra o meu
e o tempo esquece de passar.


Então o coração acelera,
o mundo parece menor,
e até o ar se aquece.


Talvez seja apenas saudade.
Talvez seja encanto.
Ou talvez seja esse desejo silencioso
de um dia descobrir
como é morar,
nem que seja por um instante,
no abraço que a minha alma
há tanto tempo imagina.


E, enquanto esse dia não chega,
guardo teu nome entre os meus pensamentos,
como quem protege um segredo bonito.
Há encontros que primeiro acontecem na alma,
antes mesmo que a vida permita
o encontro das mãos.
Talvez seja por isso
que você habita tantos dos meus versos:
porque algumas pessoas
se tornam eternas
muito antes de se tornarem presença.

⁠Só tropecei no infortúnio de tentar ser normal — e tropecei feio — até descobrir que o novo normal é se esvaziar de si mesmo.


Passei anos aparando arestas, baixando o tom das minhas convicções, suavizando minhas inquietações, rindo do que não tinha graça e silenciando o que ainda queimava por dentro.


Tudo para caber…


Caber nas expectativas.


Caber nas rodas.


Caber nos moldes invisíveis que alguém decidiu chamar de “normalidade”.


Mas há um preço alto demais em caber.


Descobri, tarde o bastante para doer e cedo o bastante para salvar, que o tal “novo normal” não é sobre equilíbrio, nem sobre convivência, nem sobre maturidade.


É sobre esvaziamento.


Esvaziar a autenticidade para evitar conflito.


Esvaziar a coragem para não incomodar.


Esvaziar a própria essência para não parecer excessivo.


E quando a gente se esvazia de si, sobra o quê?


Um corpo funcional.


Um discurso ensaiado.


Uma presença aceitável.


Mas não sobra alma.


Ser normal, nesse tempo apressado e ruidoso, parece significar ser diluído — sem arestas, sem profundidade, sem identidade que incomode.


Só que viver diluído é viver pela metade.


E ninguém nasceu para ser metade de si mesmo.


Talvez o verdadeiro infortúnio não tenha sido tropeçar.


Talvez tenha sido acreditar que a queda era culpa da minha diferença — quando, na verdade, era o chão que estava torto.


Hoje sei: não há nada de anormal em preservar quem se é.


Anormal é abdicar da própria essência para ser aplaudido por quem jamais suportaria a sua verdade inteiramente nua e crua.


Se for para tropeçar de novo, que seja tentando ser inteiro.


Porque o mundo já tem gente demais vazias de si — e cada vez menos pessoas dispostas a sustentar a própria alma.

⁠⁠Talvez a sensação de descobrir ter sido manipulado com a ajuda da IA seja a mesma de descobrir ter sido assaltado com réplica de arma.




Mas a diferença entre os que são assaltados com réplica de arma e os que são manipulados com a ajuda da IA é que os primeiros não idolatram seus agressores.




Se algum dia os Asseclas Apaixonados despertarem e perceberem que foram manipulados pelos políticos-influencers com recursos terceirizados, talvez troquem a paixão pela revolta…




Talvez a maior violência nem seja a da arma — verdadeira ou réplica —, mas a da consciência ferida quando percebe que entregou a própria confiança a quem jamais mereceu.




Ser assaltado com uma réplica de arma é experimentar o medo real diante de um perigo fabricado.




O coração dispara, o corpo obedece, a vida parece ficar por um fio — ainda que o gatilho jamais pudesse cumprir a ameaça.




A dor vem depois, quando se descobre que tudo foi sustentado por uma encenação.




Mas, ao menos ali, a vítima reconhece o agressor como tal e qual.




Já quando a manipulação acontece com a ajuda da Inteligência Artificial, o enredo é muito mais sutil.




Não há correria, não há gritos, não há mãos ao alto.




Há algoritmos, narrativas calculadas, recortes convenientes da realidade.




Há “políticos-influencers” que terceirizam argumentos, fabricam proximidades e simulam verdades com a precisão de quem sabe exatamente onde tocar para provocar aplausos — ou indignação.




A diferença mais perturbadora talvez esteja nisso: quem é assaltado dificilmente defende o agressor.




Mas quem é manipulado, muitas vezes, transforma o manipulador em mito.




E confunde-se quase tudo…
Dependência com lealdade.
Repetição com convicção.
Engajamento com consciência.
Autoritarismo com autoridade.
Arrogância com bravura…
E até Discurso de Ódio com Liberdade de Expressão.




Os asseclas apaixonados não percebem que, ao terceirizarem o próprio juízo, tornam-se extensão da estratégia de quem os conduz.




E toda paixão cega tem prazo de validade: dura até o dia em que a realidade rompe o encanto.




Se esse despertar vier, pode ser doloroso.




Descobrir-se usado é como acordar no meio de um teatro vazio, percebendo que a plateia era figurante e o roteiro nunca foi seu.




Nesse instante, a paixão pode, sim, virar revolta.




Mas talvez haja um caminho mais nobre que a revolta: o da responsabilidade.




Não apenas contra quem manipulou, mas consigo mesmo — pela pressa em acreditar, pela comodidade de não questionar, pelo conforto de pertencer.




Porque, no fim, nenhuma tecnologia é mais poderosa do que a disposição humana em não pensar.




E nenhuma libertação é mais revolucionária do que reaprender a pensar por conta própria.

⁠Descobrir que recebe o aluguel da própria cabeça com moeda produzida e valorada com auxílio da IA deve ser tão frustrante quanto descobrir que foi assaltado com réplica de arma.


Porque, no fim, o prejuízo maior não está no objeto — está na entrega.


Está no momento em que, por descuido ou conveniência, terceirizamos o pensamento e passamos a consumir ideias como quem aceita troco sem ao menos conferir.


A ilusão de valor continua circulando, legitimada não pela verdade, mas pela repetição e pelo conforto que ela oferece.


Vivemos tempos em que os políticos-influencers deixaram de disputar apenas votos e passaram a disputar narrativas com a lógica dos algoritmos.


Tornaram-se influencers de convicções, arquitetos de percepções, especialistas em transformar emoção em engajamento e engajamento em poder.


Não importa mais a consistência da ideia, mas sua capacidade de viralizar; não importa a profundidade da proposta, mas sua aderência ao senso comum fabricado.


E nesse mercado simbólico, a IA surge como uma espécie de casa da moeda paralela — cunhando discursos, refinando falas, ajustando tons, prevendo reações.


Não cria a manipulação, mas a potencializa.


Dá larga escala ao que antes dependia de talento individual.


Automatiza a persuasão.


E, ao fazer isso, embaralha ainda mais a fronteira entre o que é genuíno e o que é calculado.


O problema não é sermos influenciados — isso é inevitável em qualquer sociedade.


O problema é quando deixamos de perceber que estamos sendo.


Quando confundimos identificação com compreensão, pertencimento com lucidez.


Quando defendemos ideias que não suportariam dois minutos de silêncio reflexivo, mas resistem bravamente ao ruído constante das redes.


Receber esse “aluguel” — essas certezas prontas, essas indignações sob medida — pode até dar a sensação de pertencimento, de clareza, de posicionamento.


Mas, na prática, é abrir mão da própria soberania intelectual.


É aceitar viver num imóvel que nunca foi construído nem mobiliado por nós, pagando com atenção, tempo e, muitas vezes, com a própria capacidade de questionar.


E talvez a maior ironia seja essa: nunca tivemos tanto acesso à informação, e ainda assim, tantos escolhem viver de versões.


Versões que confortam, que simplificam, que apontam culpados e salvadores com a mesma facilidade com que descartam nuances.


No fim, o verdadeiro assalto não é feito com arma real nem de brinquedo.


É feito com ideias mal verificadas, emoções bem direcionadas e certezas rápidas demais.


E o que se leva não é o que temos no bolso, é o que temos — ou deveríamos ter — na cabeça.


A pergunta que resta, tão incômoda quanto necessária, é: quanto vale, de fato, o que pensamos… e quem está pagando para não percebermos isso?

Ser mãe atípica é descobrir uma força que você nem sabia que existia. 💙
É lutar todos os dias, enfrentar julgamentos, vencer obstáculos e, mesmo cansada, continuar de pé por quem mais ama.
Você não precisa ser uma mãe perfeita. Você só precisa continuar sendo a mãe que seu filho precisa. 🌻
“Por trás de cada mãe atípica existe uma mulher que muitas vezes chora escondida, mas que acorda todos os dias pronta para lutar novamente.” 💙✨

"Descobriram (e não foi difícil descobrir): uma das razões de seus textos não serem lidos é que eles não são textos... São 'TEXTÕES'. Descobriram que não é a única, mas é uma das razões!"
0801 | Criado por Mim | Em 2015


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

Viver como se não existisse a morte
Sentir para descobrir a dor
Chorar para se livrar do falso riso
Sonhar para tolerar o pesadelo
Procurar para ter direito de si perder
Gritar para não ser ouvido
Silenciar para simplesmente escutar
Conscientizar para perder a inconsciência
Dividir para somar

Inserida por fabionr

Preciso viver alguns absurdos para descobrir que o mundo gira feito maluco...
Se bem dizer as lindas flores belas perfumadas de pomares límpidos...
Os céus que as nuvens habitam raios e trovões com tempestades furiosas...
E onde tentamos conviver com a desordem das ações da natureza...

Mundo, flores, céus, natureza...

Onde viver? O que enfrentar? Como conseguir? Apenas tentar?

Viver, sem medo.
.. Indo em frente... Passando as barreiras...
Não se contente se há tristeza...
Pois no mundo onde há flores, os céus, agradece à natureza!

Inserida por brunosomniator

Descobrir que você faz falta, e que não te amo mais, no beijo de outra mulher.
Descobri esse sentimento confuso, mas com um ponto final.
Descobri que não te desligo de mim, apesar de todos os esforços.
Perco-me nos pensamentos que me levam a ti quando o corpo fica imóvel. E não te encontro na ponta dos dedos. Nem me encontro na razão. E nego-te na mesma medida em que te afirmo. E vou estando assim. Nesta dura incerteza que me dás do amanhã. É um sentimento vazio com sua ausência.
Vivo a ansiedade de um dia atrás do outro. Sem ti.

Inserida por wennerali

"Todo mundo têm sua felicidade, deixa eu brincar de ser feliz, deixa eu descobrir que felicidade não é só pintar o nariz...
Quem sabe meu bem um dia eu te procure mesmo que ocupada.
Na verdade agora só quero curtir...
Se quiseres andar a minha companhia terás que beber leite ao acordar, vodka pra animar e vinho pra finalizar.
Seja como for agora quero aproveitar.

Inserida por Ramona-avril

Quero descobrir onde te encontrar,
Para te fazer delirar de amor
com apenas um beijo.
Olhar nos teus olhos e mergulhar,
Sabendo que neles tem
um mar de sensações.
Quero você aqui bem perto,
na minha frente.
Farei o universo parar,
para que este momento
Ganhe dimensões que
nem o tempo possa apagar.

Inserida por Lucianegata

Descobrir sorrindo, que chorar é apenas uma escolha; descobrir mentindo, que mentindo, só enganamos há nós mesmos, descobrir errando, que só aprendemos com nossos próprios, erros; Descobrir esperando, que o "tempo" cura tudo, descobrir amando, que o amor a gente apenas sente.
E descobrir no teu sorriso, como é facil ser pra sempre.

Inserida por GuilhermeHenrique

Sabe que ainda não descobrir o “porquê?” é tão fascinante escrever sobre minha infância? Alias sei sim, é pelo simples e não menos nobre fato de minha infância ter sido satisfatoriamente completa, as brincadeiras na chuva ou simplesmente aquela velha correria com a turma.
E neste tempestuoso momento em que me encontro onde se foi minha TV e minha net, resolvi escrever o que em tempos tecnologicamente menos desenvolvidos, (minha infância) estaria fazendo.
Na minha época de criança/adolescente como não tínhamos: PlayStation´s, celulares modernos e muito menos está tal de internet, a melhor forma para nos divertimos era mesmos metermos a mão na massa, e neste caso a mão na lama.
Nada mais saudável do que chutar a água empossada para sujar o colega, ou melhor, roubar aquele isopor velho que seu pai guarda para os dias de mudanças e fazer grandes maravilhas da engenharia como barcos, lanchas e derivados.
Ai como foi divertido minha infância!

Só tenho a agradecer a Bill Gates e sua microsoft, Sony e tantos outros por terem deixado minha infância tão mais divertida sem eles e meu presente maravilhosamente entretido graças à eles.
thank you very much !!

Inserida por netofreitas

Liberdade.
Como é bom ser livre...descobrir-se num instante em que só existem dois elementos: a Paz e o Amor. Liberdade é andar descalço quando se tem que andar de sapatos. Liberdade é se descobrir a cada manha. É sorrir pra nada, pensando em ninguém, estando em lugar nenhum. Liberdade? Ah, a liberdade... Liberdade é correr sem se preocupar onde chegar e em que estado chegará lá. Me entende? O que importa é correr, dane-se o resto! Liberdade é sentir-se a melhor pessoa do mundo, enquanto não se tem razão nenhuma para se estar assim. Liberdade é deitar-se na beira de um lago, ouvir o som da incomparável natureza, olhar para a imensidão do céu e pensar: Será que existem limites? Tudo é tão grande, tudo é tão simples, tudo é tão tangível para quem consegue encontrar sua liberdade!

Inserida por PhilipeCabral

Lágrimas na Areia

Se um dia você descobrir que me ama
Mas já for tarde demais
Por favor, não se arrependa,
Siga seu caminho
Esteja em paz.

Se um dia você descobrir que me ama
E eu não estiver mais aqui
Por favor me esqueça
E não se entristeça.

Pois eu não quero ver
Você se arrepender nem sofrer,
Eu não preciso disso,
Agora estou até mudando,
Até já fiz mil planos comigo.

Mas se sua dor for muito grande
E você não puder suportar
Faça como eu fiz,
Sente na areia da praia
E comece a chorar

Inserida por jamilamafra