Textos do Mundo
“Mi casa su casa, seja bem-vindo”,
Eu tô sempre chegando, eu tô sempre sumindo,
Minha prioridade é a minha exigência,
Vida minha influência, eterna turbulência,
Não se preocupe você se acostuma com a ausência,
A sorte é aliada da eficiência e da competência,
Cuidado com as voltas que mundo dá,
De repente pode te mudar de lugar,
Alguns pedem para o mundo acabar,
E você se desligou e se conectou no celular,
Olhando o cotidiano lá fora eu me pergunto: Onde configura?
Essas voltas, essa vida, essa indignação, essa loucura!
Mundo para de rodar, eu quero respirar e não aparecer,
Cadê? Alguém me orienta que nesta roda gigante eu quero descer,
Razão do meu viver! Oh! Oxigênio!
Quantas vezes procurei não a lâmpada, mas o gênio!
"Tudo o que mundo precisa é de uma pessoa simples e que tenha uma mente aberta e ampla pra tudo.
Pra mudar muito, não precisa fazer muito, basta ir e fazer o seu pouco.
Hoje é dia, dia de mudar a mente, tem que pensar para o mundo andar.
Já pensou?
Quanto mais o tempo passa, perdemos o muito, para o pouco, lembra o que você aprendeu, nas horas dos problemas, reveja os fatos, tenha uma ideia para o mundo ou você vai da moleza pra fraqueza? "
MUNDO PÓS-APOCALÍPTICO
Em algum ano e lugar do futuro...
A sociedade se move na luta de
classes, é a pirâmide social. Quem
está em baixo sustenta quem está
em cima.
Não é de se admirar que a água
esteja tão cara, e o ar esteja
dividido entre o puro e o impuro. A
segregação do apartheid sul-
africano foi o embrião para o atual
estágio da humanidade.
Cápsulas, paredes, nem sei como
chamar, são limites impostos pelos
poderosos para decidir quem
respira o ar tóxico e o não tóxico.
Não é de se admirar que existam
tantas doenças, e a constante
mutação da pele humana. Não
existem animais, nem rios, só
máquinas, Chaplin estava certo
quando nos alertou que as máquinas
dominariam os postos de trabalho.
Maquina não pensa, não come, não
desobedece, não faz revolução. Com
exceção da inteligência artificial
que adquiriu um nível altíssimo de
controle sobre a humanidade,
Stephen Hawking estava certo...
Quem viveu nos séculos passado
jamais imaginaria o caos
contemporâneo. Seria esse o
apocalipse?
Estamos em guerra! Homem versus
máquina, homem versus
inteligencia artificial, homem
versus homem. Homem versus
natureza já não existe, o homem
venceu.
Espero que alguém um dia leia este
manuscrito, é sinal que nossa
espécie sobreviveu.
Alberto Ativista, escritor e poeta.
brasilporoutrosolhos.blogspot.com
Todo mundo tem vontade de fugir para um lugar bem distante. Só não o fazem por uma simples pergunta que ronda as mentes e atormenta as almas. Não é o medo que paralisa os homens. Nem a fome, solidão ou mesmo a guerra. O que estagna é não saber de onde veio e o mais importante. É não saber para onde deve ir.
Por isso a distância lhe parece tão bela.
Como é difícil lidar com
nossos sentimentos!
Passamos por tantos
acontecimentos
que mal conseguimos
respirar direito.
Nossas forças quase
se esgotam,mas precisamos
continuar
Fazemos uma pausa,
respiramos fundo e reencontramos
em nosso mundo.
Olhamos ao nosso redor,
parece que estamos sozinhos
então nessa hora a alma grita.
Pedimos forças aos céus e
Deus se apresenta com
Seu socorro infinito.
Tornando tudo muito mais bonito
É só a internet cair que eu volto a ler o livro, a assistir os canais, a praticar receitas, a colorir, a desenhar rabiscos.
É só a internet cair que eu paro para refletir, que dou atenção aos mais próximos, que vou a pracinha do bairro, que relembro quem são meus vizinhos.
É só a internet cair que eu vejo o mundo a minha volta pesquisado pelos meus próprios olhos.
É só a internet cair que eu percebo que o mundo não parou, que a programação já não é a mesma, que enfeitaram a igreja e pintaram os muros da prefeitura.
É só a internet cair que eu descubro desenho em nuvens, reparo na bagunça do quarto, aceito sair.
Ah.. Até que observando bem, não será tão ruim se a internet cair.
Há um mundo,
cujo nome é amor.
Há corredores e mais corredores, onde há inúmeras portas, chamadas, carinhosamente, de coração, que se abrem para esse encanto, permitindo o amor entrar...não todas.
Nesses corredores, fui a pesquisar. E, fugaz, ansioso, eis que encontrei uma, onde impera a paz e amar é um prazer. E, ao adentrar nessa porta...
Uma só certeza: O meu lugar é aqui.
O calor que me aquece
nesta manhã fria ,veem
da ternura que emanas
do teu olhar.
A segurança em que firmo
meus passos, veem dos
conselhos dos teus doces lábios.
O mundo conheceu-me por que
me fizeste vitrine.
Nossas conquistas; são reais pois
acreditastes em mim.
Então o amor se fez presente,
a paixão se tornou leito.
És a vida que amo
e cuido com carinho.
Sou o amor em ti eternamente.
A igreja está no mundo para encontrar e realçar a Graça em meio a um cenário que jaz no maligno. Semelhantemente a pomba de Noé, que foi enviada para achar um ramo de oliveira em meio aos cadáveres pós dilúvio.
Por isso que temos que ser simples como a pomba. Ela é cirúrgica, entre um cadáver e outro, ela acha um rastro da Graça e o realça, gerando assim o vínculo da paz.
Parece tão fácil
Soa elegante se dar bem com todo mundo, dá até vontade de aprender, mas acho que fui reprovada nessa lição. No fundo me parece uma ideia absurda e ridícula agradar todo mundo.
Por mais tolo que isso possa parecer é impossível, mas há os politicamente corretos que não se importam em conviver com falsidades e cobrices, não se importam em serem chamados de gordos pelas costas, não se preocupam em calar ou fazer parar quem finge ser amigo.
Cuidado! Tem de haver algo errado, ninguém é tão perfeito assim, o mundo não gira nesse sentido, acreditar demais nas pessoas e em si mesmos geram decepções.
Eu acredito em amor e confiança, eu acredito que ensaiamos atitudes para agradar quem nos interessa, eu acredito que a garganta seca diante de alguém tão fascinante, mas a verdade é que você pode ser a Lady Di ou Jesus Cristo, jamais agradará todo mundo e acredite nem todos que te rodeiam são seus amigos de verdade.
Detesto homens que me chamam de querida, pode até ser o super fofo por quem me apaixonei há cinco minutinhos, também não gosto de ser paparicada como um doce quase em decomposição, como algo frágil e delicado.
Apesar de tudo não somos perfeitos, não preciso provar cientificamente, quer queira quer não as pessoas que amamos nos magoarão, mesmo que sejam pessoas encantadoras.
As pessoas dizem que vou me arrepender quando ficar mais velha por não ter filhos, as pessoas acham que a cura da minha “miopia” é igual a cura da “catarata” delas, as pessoas precisam controlar a vida dos outros.
Tenho me emocionado bastante ultimamente, tenho dado trabalho a mim mesma, tenho dedicado momentinho só para mim, para minhas reflexões, tenho falado na primeira pessoa quer do singular, quer do plural... Eu ainda não me importo muito e sei agir do jeitinho que sempre quis.
É preciso desmoralizar conceitos alheios que não te fazem feliz, nem tudo que é importante para você é importante para mim e vice e versa, talvez sua vida precise de esforço, me perdoe não quero ser rude, talvez eu tenha uma história mal resolvida, talvez você seja feliz sendo “crente”.
Acho elegante cada um cuidar da própria vida, acho merecedor cada um ser feliz a sua maneira, ao longo de três décadas perdi muitos amigos, trabalhos, casamento por causa de vícios, uma infinidade de coisas que dá um desgosto enorme só de pensar, mas precisei passar por tudo isso para construir quem sou hoje, para amadurecer.
Sofri uma verdadeira mudança, quando gosto ouço a mesma música o tempo todo, minha vida não acabou, não tenho mais a angustia emocional que me acompanhava, as pessoas não fogem mais de mim por eu ser inconveniente.
Acho que todo mundo um dia chega ao fundo do poço, sai de uma rotina confortável, descontrola as emoções, parte para um autoquestionamento, dá um oi a si mesmo, torna-se mais legal ou aprende a valorizar o cara certo.
Acho que dou muito na cara quando não gosto de alguém, não sei conviver, me finjo de pedra, não gasto minha energia julgando os outros. Tudo é questão de cabeça, afinidade, direção.
Não me arrependo em ser assim, não tenho medo de vestir algo mais curto, de correr riscos no relacionamento, de estar sozinha, de reencontrar pessoas que já passaram por esse mundo ser pequeno. Não tenho medo de ser quem sou.
Um rosto sem face,
Um mundo que não é planeta,
Uma terra de ninguém,
Ouvi no silêncio ortográfico
De caligrafia congelada,
Ortografia condenada,
Concordância esquartejada
Uma muda voz a me dizer
Sobre o meu sumiço
E eu a tentar entender
De qual deles,
Do real ou do virtual?
Então eu disse
Que estava sempre presente
Nessa ausência virtual coexistente.
Os discípulos se aproximaram dele, e disseram:
«Explica-nos a parábola do joio.»
Jesus respondeu: «Quem semeia a boa semente é o Filho do Homem. O campo é o mundo. A boa semente são os que pertencem ao Reino. O joio são os que pertencem ao Maligno. O inimigo que semeou o joio é o diabo. A colheita é o fim dos tempos. Os ceifadores são os anjos. Assim como o joio é recolhido e queimado no fogo, o mesmo também acontecerá no fim dos tempos: o Filho do Homem enviará os seus anjos, e eles recolherão todos os que levam os outros a pecar e os que praticam o mal, e depois os lançarão na fornalha de fogo. Aí eles vão chorar e ranger os dentes. Então os justos brilharão como o sol no Reino de seu Pai. Quem tem ouvidos, ouça.»
Mt 13, 36-43
MENINO DE…RUA?
Sempre que ouço essa frase
Fico intrigada a pensar...
Ruas não engravidam eu sei
Sua mãe onde estará?
De onde vem esse menino?
Quem o deixou assim ao relento
Sem carinho sem cuidados
Paro pra pensar um momento
E sinto enorme compaixão
Falta - lhe teto cobertor e pão
E quando ele sente dor
Quem vem lhe curar as feridas?
Ele não pediu pra nascer
Porque entao lhe trouxeram a vida?
O que faz quando sente frio
Se não conhece o calor de um abraço...
Menino de... rua?
O que tem a rua com isso
Somos todos responsáveis
Pelo futuro desse menino
Se deixarem,ele um dia vai crescer
Um homem sem rumo e sem destino
Jesus um dia foi claro ao dizer
Ame seu próximo como a ti mesmo
O seu próximo pode ser esse menino
Um vivente de corpo franzino
Que tem fome de amor e atè de pão
Ame – o,ele è teu irmão !
(By Fatima Queiroz)
JANELA PARA O MUNDO.
Dia chuvoso nesta manhã de domingo.
O Céu esconde seu azul e o brilho do sol fugindo
Melancolia no olhar que contempla a paisagem na janela
Pingos de chuva deixam o chão encharcado
Brincam de bola os meninos da favela
Pensei quão bom é ser criança.
De seus barracos saem à chuva, brincam no barro e alguns se machucam.
Mas não perdem o sorriso nos seus rostos e eu aqui já sem esperança.
Como queria voltar a minha infância
Por que na época da inocência ainda guardo a vaga lembrança
Que tudo era bom, mas transformou-se conforme o tempo avança
Nisso eu aprendo o porquê é bom ser criança
Não são os problemas que deixam de existir.
Mas sim a inocência de uma consciência livre pra sorrir
Não é preso pela ganância e nem pela maldade
Não existe arrogância e nem saudade
Livre infância, inocente criança vive doce a fase que eu já vivi.
Tenho saudades não vou mentir daquele coração puro quando era guri.
Mas na verdade eu já cresci, amanhã já é segunda e a responsabilidade recai sobre mim
Tenho que ganhar o mundo dia a dia. Vejo com olhos cansado quão árduo é o meu fardo
E descanso minha mente quando recordo daquele coração inocente
Mas renasce em minha a força a cada dia, no olhar de meu filho que contempla o mundo perfeito.
Por isso, mostro-me forte escondo o que sinto no peito
Que Deus me dê sorte para que ele não veja o mundo e seus defeitos
Que seu futuro seja promissor, para quando ele olhar de sua janela não veja paisagem da favela.
Que ele não se espelhe em mim como professor, Mas que vença o mundo e veja a vida bela.
Quando ele estiver adulto admirando o mundo de sua janela
[DESAPONTADO]
.O mundo acabará da luz que emana dos rios e mares que, juntos, se fazem represa dentro de lâmpadas. Muitas. Lâmpadas, muito acima da nuca, próximas ao nunca, leva ao útero a luz. Luz que amarela o caminho das minhas reticências, das ciências. Eis a minha fria preferência aos pontos finais. Pontos finais são amarrados, feito laço bonito, pelos dedos mais bonitos que jamais vi. Bonitos dedos entrelaçados, perfumados por alcalinos terrosos como se, estes, tivessem bonito cheiro. Cheiro veste todo o corpo de agulha e carne, carne fluida de sangue cor dos fins de tardes. Do céu cai chuvas e chaves – e nenhuma de fenda – que pra eu apertar o balé dos meus parafusos que dançam livres e soltos no eixo do desleixo da minha cabeça. Cabeça, cesto fundo para guardar os nexos sujos, todos carcomidos de repetição, sem nenhuma palavra nova, pois – tal como as lâmpadas – na minha cabeça o mundo acaba em luz – e não em pontos finais.
Estranho no mundo
Com roupas que não são as minhas
Por caminhos que não são o meu
Quem me lê pelas entrelinhas
Testemunha o que percebeu
Se as roupas parecem folgadas
Os sapatos me fazem mancar
Apertam até fazer calo
Se me calo é só pra evitar
Se o que digo soa estranho
Aos ouvidos de quem me escuta
Como briga em que só apanho
Quem me bate é quem me refuta
Rostos familiares me causam estranheza
Vozes ecoam o que nunca ouvi
Busco em seus traços aquela beleza
E no vento, perfume que jamais senti
Se não pertenço a este mundo
A que mundo devo pertencer?
Se eu bem sei que lá no fundo
Já nem sei como saber
Já perdoei maldades imperdoáveis,
Ponderei, esqueci muitos danos e
todos quase que irreparáveis.
Tentei substituir pessoas insubstituíveis,
E apagar amizades inesquecíveis.
Já fiz coisas por impulso,
Já chorei por amor.
Abri mão de quase tudo,
Mas quem é que nunca errou?
Nunca achei que iriam me
decepcionar,
Mas eu já decepcionei alguém.
Abri mão do meu estar,
Pra fazer alguém estar bem também.
Já me envolvi pra proteger,
Já dei risadas com leveza.
Fiz contato com o mundo,
Abracei a natureza
Nós devemos encontrar um equilíbrio entre a satisfação de todas as nossas necessidades e a não satisfação. A consistência desse equilíbrio é a seguinte: o excesso de privação conduz o ser humano ao desespero; e o excesso de posse o conduz à indolência. Se nós obtivermos deste mundo tudo o que nós queremos, nos tornaremos ao final espiritualmente indolentes. Por outro lado, se não possuirmos deste mundo nada do que precisamos, nos tornaremos ao final desesperançados. Isso quer dizer que o complemento do querer a divindade não é o não querer o mundo, mas o não querer o mundo demasiadamente. Pois do ponto de vista da divindade o mundo é um de seus aspectos.
O equilíbrio é encontrado quando o ser humano conduz a sua vida de tal modo que ele nunca esteja plenamente satisfeito ou plenamente insatisfeito. Devemos acostumar a nossa alma com o fato de que as coisas do mundo vêm sempre pela metade. Quem acha que o mundo deve ofertar tudo o que é desejável, acaba por tornar-se idólatra. Por outro lado, quem acha que o mundo é incapaz de oferecer alguma situação satisfatória, acaba por tornar-se ateu. Quem estabelece uma dicotomia entre o mundo e Deus acaba por acreditar que não existe Deus algum. O ser humano deve, então, reunir o mundo e Deus em sua alma individual. A sua individualidade deve conter uma relação com Deus e uma relação com o mundo, e ambas as relações não podem ser contraditórias. Elas devem se complementar num certo sentido como o sol e a lua se complementam. O sol é sempre luminoso. A lua cresce e diminui. Essa oscilação lunar representa o tipo de relação que o ser humano deve estabelecer com o mundo. O mundo não irá oferecer luz todo o tempo, mas também não oferecerá trevas todo o tempo.
UM MUNDO EM RUÍNAS
Vivo em um mundo,
no qual não sei o que faço.
Vivo em um mundo,
no qual pra mim não há espaço.
Vejo conflitos, guerras e poluição.
Vivo em um mundo,
onde quem reina é a corrupção,
motivo de indignação.
Pessoas vivendo na miséria,
pessoas passando fome,
pessoas infelizes,
pessoas que se quer tem um nome.
Essa gente iludida
que luta para seguir sua vida,
vive com essa realidade,
sabe que tudo isso é verdade.
Vivo em um mundo,
que não vai pra frente.
Queria que a realidade fosse diferente,
mudar o rumo dessa gente.
Falta infraestrutura.
Falta mais educação.
Falta saneamento básico.
Falta organização.
Enquanto uns vivem,
outros apenas sobrevivem.
Não possuem teto, não possuem lar
alguns tem apenas a calçada onde podem morar.
Olha aquele pobre coitado:
um mendigo abandonado,
que no chão está deitado.
Ele sim sabe o que e sofrer.
Vivo em um mundo,
no qual não sei o que faço.
Vivo em um mundo
no qual para mim não há espaço.
Vejo racismo, bulliyng e homofobia,
esse preconceito chega a ser ironia.
Ninguém sabe o dia de amanha.
Mas creio que só vá piorar
Vejo tecnologia, mais prédios e mais miséria.
A situação esta cada vez mais séria
Enquanto uns enchem o bolso,
outros nem tem bolso para encher
Esse mundo esta se acabando,
o preço nas prateleiras está só aumentando.
O pobre povo trabalhando,
mal e mal se sustentando
Crianças na sinaleira.
Pedindo esmola ou vendendo besteira
Sobrevivem dia a dia,
muitas vezes de barriga vazia
Sobre a saúde tem muita coisa pra falar
Pessoas ficam dias a esperar,
filas tem que enfrentar
Muitas morrem antes de sua vez chegar
O povo trabalhando,
lutando dia a dia
O governo se aproveitando
Onde esta a democracia?
Se a presidenta é deposta
Entra outro em seu lugar
Mas de que adianta tudo isso
Se ele não sabe governar?
E o que resta para mim
Um jovem sonhador
Com vontade e vigor
Mas que tem muito pudor?
O que resta para o povo
O que resta para as crianças
Elas acham que esta tudo bem
E ainda tem muitas esperanças
Essas pobres criaturas
Vivem uma ditadura nem sabem o que é
Ditadura disfarçada, essa gente desgraçada
Não há nada que se possa fazer
Chega a ser um desperdício,
tanto trabalho para colonizar.
Se o governo na sabe administrar.
E nem a cultura trazida apoiar.
O que me resta e perseverar
Acreditar que um dia,
tudo isso vai mudar
E que meu mundo vai melhorar.
Vivo em um mundo,
no qual não sei o que faço
Vivo em um mundo,
no qual pra mim não há espaço
Vivo em um mundo chamado Brasil
A fotografia me ajuda a questionar, ou, entendendo que é tudo errado, a frieza do ser humano é desvendada, as coisas passam a não ter graça. Os movimentos não são aceitos ou se são é borrão.
É nítido aquilo que a lente enxerga.
Se, tenho que explicar é porque ninguém entendeu e se ninguém entendeu os culpados são eles.
A sequência muitas vezes é obtida pelo medo de errar, ou pelo excesso de acertos, ou simplesmente por haver espaço sobrando no cartão e uma agilidade ímpar no dedo indicador.
O erro pode ser exposto e quem sabe até mais interessante que o acerto do outro.
Quem não mostra o erro tem vergonha de errar, mas erra.
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