Textos de Reflexão
Feitiço de amor!
O mar me enfeitiçou nesse balanço de amor... Veio uma onda gigante e me arrastou... O vento como uma brisa suave me refrescou... À noite bateu e com ela as estrelas brilhou... Que feitiço foi esse que me levou... O prazerosa manhã nibli ante de loucuras e regadas de doçuras do amor... Desejos vorazes entorpece o meu ser de tanto prazer.! Lícia Madeira
Caminhada
Se o balanço parar
Eu quero vomitar
E assim eu vou notar
Que você não precisa estar
Deixe-me parar
Não quero andar
Um grito irá ressoar
A cada passo que eu dar
O chão irá tocar
E meu fone pegar
Cansada de procurar
Músicas para combinar
Se preciso ficar
Talvez vá pensar
Se for pra matar
Que seja pra deitar
Preciso focar
E meu grito ressoar
Não dá pra domar
E nem atuar
Sei que não vou ganhar
Apenas irei desperdiçar
Irá me fisgar
Depois que gastar
Talvez eu vá falhar
Talvez eu vá brincar
Só sei que falar
Não irá adiantar
Faça-me um favor
Deixe-me a favor
Antes que eu vá fazer
Quem sabe assim irei saber
Se as fadas existem
Talvez elas implorem
Irei expulsá-las
Mas abrirei alas
Balanço sem criança
Rede sem preguiça
Bandeirolas de roupas
Ferrugem na decomposição
Tapete verde em desuso
Camada de girassóis ao chão
São ipês amarelos da remissão
Um click que pára o tempo
Pára o espaço
Esboça a forma
A pintura que não borra
A doce magia da criação
Moldura nítida da memória
Em traços finos da emoção
Balanço perfeito autêntico
Equilibre o equilíbrio do balanço perfeito;
Encontre o balanço perfeito autêntico dentro de si;
Esperança, persistência e sabedoria;
Esse momento poucas vezes usado;
Esquecido em algum lugar;
E não utilizado por falta de vontade;
Entre em harmonia, procure na esperança;
Especial momento que se aparece raramente;
Então só a persistência encontra o momento;
Em geral a sabedoria mostra o raro momento;
E é em momentos onde não se acredita;
Englobe esperança, persistência e sabedoria;
Enche o coração de positivo;
Endureça o coração e jamais voltar;
Espere o momento, não importa o tempo;
E preciso acreditar;
Em falta de harmonia, esperança e sabedoria;
Endireita encontre e busque;
Equacione, se eleve;
Estilo perdido jamais esquecido;
Encontre o real sentido;
Era justo;
E no momento certo;
Encontre o real momento, não estreita a harmonia;
Elabora a persistência;
Estoque a esperança;
Este é o balanço perfeito autêntico;
Enfim pratique.
Final de Ano é sempre assim....emoção à flor da pele, balanço de perdas e ganhos. Época difícil...faz parte. Penso, porém, que o mais importante é a oportunidade única de crescer com o tempo vivido, sem esquecermos de suas lições, e começarmos o ano vindouro sendo conduzidos pela luz do absoluto Amor, em cada gesto, cada olhar, cada decisão. É a magia da possibilidade de recomeços, nos sendo ofertada. Que percebamos esta dádiva e façamos o nosso melhor!
Que o olhar dadivoso ao outro, que a generosidade e a tolerância, que o essencial encantamento permeiem nossa estrada. Que nossos sonhos se realizem, sim...mas que cada um faça a parte que lhe compete, para que eles se tornem realidade. Não existe perfeição...o que existe é um modo possível de viver...Entre dores e conquistas, podemos escolher o desencanto ou a esperança.Temos o livre-arbítrio. E será sempre nosso coração, nosso sentimento, o pêndulo desta balança.
Estamos melhores, estamos mais sábios...por isto mesmo, mais simples e humanos. Sejamos gratos! E jamais nos esquivemos de amar!"
NO BALANÇO DO TEMPO
O Sol brilha,
Tão só / tão abatido,
Escondendo-se por detrás das nuvens,
Em seu trono chamado balanço...
As nuvens se aglomeram,
Roubando seu brilho,
Aos olhos da Lua,
Também / tão só / tão abatida...
Brinca o ingrato destino...
Talvez seja o reflexo,
Daqueles que brincam com a solidão.
Jmal
2013-11-28
Eu não sei exatamente o quanto de mim
têm no meu caminhar,
no modo como balanço as mãos enquanto falo
ou no jeito como me espreguiço.
Também não sei se aquela sua mania besta
de estalar os dedos, ou de morder os lábios
quando está impaciente, ou até mesmo
de olhar pro céu quando não sabe o que dizer,
foram roubadas inconscientemente de mim
ou se é algo proposital.
O fato é que, enquanto mergulhávamos
em um suor que jamais saberemos dizer
se era meu ou seu,
você me arranhava as costas e nem notava
que um pouco de mim se escondia
embaixo da suas unhas
E em cada beijo apaixonado,
em que eu sugava o ar dos seus pulmões,
acabava por trazer um pouco de você
também pra dentro de mim.
Me matar seria ao mesmo tempo
cometer um suicídio.
Porque um pouco de mim é você,
e um pouco de você sou eu.
FIM DE ANO
Dessa vez eu não vou apresentar balanço do que fiz ou deixei de fazer neste ano...
Não fui eu quem dividiu o calendário em doze meses para começar tudo de novo...
O meu tempo é outro...
Minha relação e´ com o amanhecer e o anoitecer...
Quando amanhece eu me renovo plenamente...
Quando anoitece eu agradeço fervorosamente...
Neste meu tempo de agora os objetivos não podem mais ser a longo prazo...
É no hoje que eles devem acontecer...o amanhã ainda não é meu...
Só os sonhos é que continuam sem carimbo de validade para vencimento...
Porque os sonhos são como os anjos, podem chegar ao infinito...
Com eles, (os sonhos) posso fazer cada dia ser mais bonito...
“Marcas do que se foi...Sonhos que vamos ter
Como todo dia nasce...Novo em cada amanhecer”...
mel – ((*_*))
Por que testa me senhor, se sabes que sou fraco.
Brincando no balanço frágil.
Sempre vacilante.
Pertenço a um terreiro condenado.
Um coral de amantes.
Parece que fui entregue aos Deuses do mundo.
Vencer é uma palavra inimiga.
Tanta angústia.
Tanto medo.
Tanta frustração.
Na guerra antiga sou canhão.
Por que tantas promessas.
Se vivo na prisão.
Enjaulado pelo tempo.
Liberdade que tento.
Recebo não.
Digo que já ouvi e li.
De uma porta a se abrir.
De uma água que mata sede.
Pra não desistir de lançar a rede.
A mostarda.
A fé.
A montanha.
Oh pai não estranha.
Meu submundo é profundo e confuso.
Por mais que eu lute.
Eu perco.
Talvez, ou é certo que mereças.
Eu não sou digno.
Por que testa me se sabes da minha fraqueza.
Eu não posso mais.
Aos prazeres de Satanás.
Condenado desde o berço inocente.
Se olho pra frente.
O destino indiferente.
Perco.
Se me ofereces matar a sede.
Por que morro.
Por que o vendaval.
A turbulência.
A tempestade.
O sepulcro.
O carnaval de angústia.
A dor.
Por que mata a esperança.
Já dizia Salomão.
Tudo ilusão.
Giovane Silva Santos
BALANÇO DE CORDA
Balanço de corda que vivi em uma arvore solitária, que sobrevive de historias dos seus frequentadores, historias de amor e de tristezas.
Relatos são ditos através de seu balançar ao vento, são ditas palavras a chorar, soltando a sua seiva e através do desprender de suas folhas chora com o conto.
Um ponto de encontro entre um casal que falam promessas de amor e carinho, por eternidade ao vento, através do aroma das suas flores festeja a felicidade dos pombinhos.
Através de sol sombra e chuva, apodrece suas fibras que chega a soltar a madeira presa entre duas cordas, os pássaros formam os seus ninhos através da corda do balanço e vidas renasce, e a arvore vivi todas as historias de amor e tristezas... (rsm)01/06/2012.
Me pego sentado numa cadeira de balanço, tomando sol, sentindo minha pele queimar enquanto fico pensando em como vc está, e oq está sentindo, oq está pensando
Faço isso durante uns 15 min, e o sol há de queimar minha pele, esse calor intenso que o sol provoca com persistência em minha pele, é o mesmo calor persistente que corre pelo meu corpo quando penso em vc e quando estou com vc.
É um calor que não machuca, um calor que não incomoda, mas sim me agrada, um calor que não tem fim, um calor que quero sentir pra sempre
Pois só vc aquece meu coração em momentos tristes e felizes
Só vc consegue me aquecer com esse calor em dias frios, e só vc mantém o calor agradável em dias quentes, pq vc é tudo pra mim, vc é meu sol que brilha intensamente na minha vida cada dia mais❤️🍃❤️
O Vento
Sinto falta do teu alento,
dos teus sussurros...
do teu balanço suave,
de quando me tocavas a face!
Por onde te perdestes?
Por ti guardo meu amor em segredo
Minuciosamente te observo,
poderia desenhar-te nesse instante!
Como bom amante me chamas:
“Vamos viajar por entre esses muros,
correr pelos jardins,
tocar as flores
e as árvores,
ver as cachoeiras,
ouvir os pássaros,
Deslumbrar-mos com o pôr do sol
e com a lua cheia...”
Leva-me contigo,
que as horas depressa se vão...
Deitado sobre o gramado
eu imóvel, sonho acordado!
EU ME SINTO
Sinto-me como uma criança colocada a força em um balanço e presa nele, enquanto ele gira em torno de si mesmo sem parar.
Como uma criança que não consegue ver nitidamente o que lhe cerca, o mundo a sua volta.
Como uma criança sem forças para parar o balanço, mas exausta de tanto tentar.
Como uma criança com tanto medo dentro de si que não consegue gritar.
Como uma criança que tudo o que faz é chorar.
Como uma criança, esperando que alguém possa me salvar.
Como uma criança com um imenso desejo de que tudo apenas acabe.
ao balançar em minha cadeira de balanço, sentindo a brisa do vento da mata do meu conforto a me comprimentar, olhando um único ponto em meio a nada à pensar, nele novamente, nele.. àquele q roubou meu coração em meio a tantos à me conquistar, ele em seus cabelos chocolates e macios, com seus cílios que repousam juntos em olhos castanhos brilhantes, seus lábios carnudos beijaveis e vermelhos, esse garoto... não...esse homem, sempre aparece em minha mente todas as vezes em que fecho meus olhos.
De tantas as vezes em que ele me aparece em mente, em todas as vezes me distraio e fico no mundo da lua, pra você ter uma noção do q ele me faz sentir.
um poema?, uma carta?, uma declaração?, talvez isso.. e um pouco de cada.
Um bom charuto
A fumaça de sabor chocolate
Adoça minha mente
Entro em transe
Uma cadeira de balanço
No ritmo do meu coração
E eu
Respiro
E contemplo
Ela
A lua
Estou aqui
Há várias horas
Nesse namoro lunático
Parece uma eternidade
Minha doce amada
Onde estás?
Penso em você a todo
Momento
Até imagino
A tarde você com sede
Queria ser a água para te saciar
E beijar seus lábios da cor
E cheiro de morango silvestres
Queria ser o copo para sentir as suas mãos a me tocarem
Esse toque me aquece
Me desperta
A espera, recompensa
Estou de frente pra lua
Mas sei que chegou
A lua brilha mais na sua presença
A lua será sempre testemunha
Do meu e nosso amor
Já é tarde
Vamos entrar
CERTIFICADO
A velhice é um treco, dor e cansaço
O dia é um balanço, no vai e vem
o que resta, o mínimo que se tem
Se faço, com a dificuldade abraço
Devagar e no compasso, tudo bem
Se vou além? ... pergunte ao passo
Pois, da vagarosidade sou refém
No próprio eu não tenho espaço
Tudo me cansa, comove, maça
Se rio, o choro faz igualmente
E o tempo parece uma ameaça
Já, a própria inércia é ausente
Quase sempre sou sem graça
O reflexo não reconhece a gente!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
06/09/2020, 15’15” – Triângulo Mineiro
Hoje eu quero um balanço legal
Hoje eu quero um balanço legal
Vem cá, vem cá, vem cá!
Dá um passo pra frente,
um passo pro lado e volta pra traz!
Gira seu corpo, levanta seus braços
me dê um abraço e volta pra lá!
Hoje eu quero um balanço legal
rebola direito ou do seu jeito
não importa, não vou reclamar...
eu só quero que se divirta afinal!
Gira seu corpo, levanta seus braços
deste jeito é fácil
nem é preciso saber dançar
mas, não se esqueça de me abraçar!
O abraço gostoso tem cheiro de amor
tem o poder inconfundível
de dispersar a dor!
Gira seu corpo, levanta seus braços
deste jeito é fácil
nem é preciso saber dançar
mas, não se esqueça de me abraçar!
E no enlaço, não ligo...
se me beijar!
Gira seu corpo, levanta seus braços
deste jeito é fácil
nem é preciso saber dançar
mas, não se esqueça de me abraçar!
E no enlaço, não ligo...
se me beijar!
Bailando no balanço
No balançar do balanço...
Vou balançando....
Em meus dias...
Vou bailando...
No equilíbrio da vida....
Sentindo o vento....
Quente ou frio....
As margens do rio...
Sentindo na alma...
E no rosto....
O gosto gostoso....
Em dias magestosos....
É nesse vai e vem....
Que aprecio....
O sol com seu brilho...
Na minha alegria....
É acordar todos os dias...
Sorrindo.....
No balançar.....
Dos meus pensamentos.....
Com carinho....
Um novo poema escrever....
Imaginar....
E poetizar.....
Na paz do meu sorriso....
Gosto de está.....
No meu balanço a sonhar
E um sonho a desejar...
Pra mim sempre balançar...
E começar a voar.....
Autor:José Ricardo
Cardiologista.
Fechei meu coração...
Agora....
Ele está fechado....
Fechado para balanço....
Fechado para autópsia da vida...
Fechado para tentar germinar novas sementes...
Fechado para exames especializados...
Fechado para tentar saber o que houve...
Fechado para descansar um pouco...
Fechado para reconstruir.
Fechado para uma reforma geral...
Tintas vermelhas nele eu usarei...
Desbotado pelo tempo ficou...
Acho que foi por descuido meu...
Algum produto químico nele caiu...
E fez sua cor original se apagar...
Inclusive...
Partículas minúsculas está faltando....
Mas...
Em algum laboratório da vida...
Eu deixarei...
E tenho certeza...
Em algum momento...
Uma cardiologista especialista...
Saiba trata-lo com requintes de amor...
Ah...
Espero também...
Que ela saiba quebrar a senha...
Porque nesse momento....
Ele está assim...
Chaveado e com milhões de segredos...
E se ela conseguir violar....
Será a melhor cardiologista do Amor....
Autor :Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Afastei a gata,
Reposicionei o tapete,
Afofei as almofadas e deitei na rede.
Seu balanço me levou ao meu:
Ando temendo sentir ou de tanto sentir passei a temer?
O balanço parou , omeu também.
Achei que não tinha entendido nada e nem sentido nada também.
Trouxe de volta a gata e a reposicionei ali, no lugar de origem.
Ela não quis mais, saiu. Foi deitar lá na almofada que eu afofei.
E então eu entendi:
Depois que o formato ou composição é alterado,
as coisas nunca mais voltam a ser como eram, se ressignificam.
Existe sim o temor, mas a gente busca um outro lugar, outro formato e
outro desconhecido pra sentir de novo.
Aguei então as plantas.
Me veio o cheiro do quintal de vó. Passei um café pra acolher tudo aquilo, que eu voltei a sentir depois do cheiro do quintal da minha vó.
Olhando pro nada e sentindo tudo, tomei meu café imaginando os estalos e o cheiro da lenha queimando no forno, se preparando pra receber as fornadas de biscoito e pão que ela fazia.
Não era imaginação. De fato o cigarro aceso tinha caído no tapete, levantando fumaça e deixando nele a marca do dia, em que eu voltei a sentir.
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