Textos de Ignorância
O amor é isso
A vida nos reserva tantas coisas boas, mas nós pela ignorância que temos não sabemos aproveitar isso. Não deixe que pessoas influenciem em suas decisões, elas podem dar suas opiniões, mas não decidirem por você, porque você é responsável pelas suas atitudes e escolhas tomadas a todo instante.
Não deixe que falem pra você que o amor não existe, porque talvez essa pessoa nunca amou ou nunca foi amada verdadeiramente na vida. Viva os seus dias como se fosse o ultimo aqui na terra, fale o que o seu coração deseja aquela pessoa, porque amanha pode ser tarde, mesmo que você recebe um não, pelo menos você tentou e expressou tudo o que queria e sua consciência estará limpa.
Ame profundamente e tente com toda força fazer com que este amor viva sempre dentro de você, porque amor pode ser eterno, ele pode sim, se você quiser que ele seja, lute por isso, tente com todas as suas armas, porque mesmo que num futuro você diga a você mesmo, foi eterno enquanto durou, mas você tentou fazê-lo eterno, e não se arrependera a nenhum momento por suas decisões tomadas.
O amor está ai pra quem quer, então corra atrás dele, porque é raro as pessoas que esperam o amor chegar e conseguem ser felizes incondicionalmente. Lembre-se, o amor e como uma construção, se o alicerce do amor for bom e a casa do respeito, lealdade, fidelidade, entre tantas outras qualidades de um relacionamento for rachado, quebrado, não adianta, com o tempo tudo desabará. Construa sua casa com ótimo alicerce e bons tijolos... e sempre que precisar faça uma reforma.
A ignorançia do homem chega a ser tão grande , que poluem o meio-ambiente , arvores e esquecem que estão sendo poluidos 2 veses mais.
Sem o ar puro, os animais acaba morrendo e muitas especies em extinção
Como um ser humano quer PAZ sendo que deseja o INFERNO
Para o meio-ambiente e para os animais indefesos?
Viva a Hipocrisia!
Às vezes me pego pensando.
“Oh, Deus porque me privaste do Dom da Ignorância”.
Pois me é demasiado sufocante perceber sem maquiagens as faces de meus “semelhantes”.
Suas intenções, suas dores, seu medos, suas vilezas.
Suas esperanças, suas benevolências, suas honestidades.
Não, não posso ser injusto, me comprazo quando vislumbro virtudes, não somente as destinadas ao meu Ser, porém a todos, em qualquer grau, e quanto mais hostil e perversa a situação, aos meus olhos se agigantam sua Abstração.
E quando observo a transcendência e o total desapego, que percebo nos gestos de alguns “seres raros” para com outros, causa-me um êxtase inefável.
Todavia, são raras tais materializações do “Divino”, o “Bem se materializando pelo Bem”.
Afundamo-nos com incrível rapidez e facilidade no mar ácido da ”Hipocrisia”. Principalmente naquelas praticadas pelos “Hipocristãos”.
Mas vivemos em um meio social, portanto a hipocrisia é de fundamental importância, é como costumo dizer “A ordem do caos”.
Sim demonstrarei em um exemplo, pois compreendo que nossa mente necessita de alegorias para entender fatos simples, tal qual uma criança necessita de associações, juntamente com uma voz infantil para lhe explicar o que é “Caca”, ou seja, sujeira que não se deve pegar.
Voltemos ao exemplo:
Estava Eu assistindo televisão (pois é não posso negar que me utilizo da máquina de fazer doidos) quando passando por um canal, algo me chamou a atenção.
Em um programa “Ecumênico” duma dessas L... qualquer coisa.
Havia uma música de fundo, do tipo feita para emocionar, um monte de crianças de cabeças raspadas,cabeças baixas, vestidas todas iguais (lembra alguma coisa?).
Andavam em fila indiana, para receber sua comida (ração).
Depois apareceu um Homem, de aparência muito refinada, com terno de corte impecável, e com uma fala mais impecável ainda.
Discorria sobre sua benevolência, e sobre como não havia pessoas que não fazia igual a Ele.
Discurso que acompanhei por uns dez minutos, depois veio propagandas sobre suas obras literárias (acho que de conteúdo duvidoso), e logo após apareceram na tela provérbios de “Grande sabedoria” soltos a esmo, todos atribuídos a Ele mesmo.
Depois disto, afirmei:
- Ai está o Bem pela “Glória”. Da soberba de ser Virtuoso e Humilde, apontando os vícios e a arrogância de outros!!!
Um viva à Hipocrisia!!!
Aplaudamos de pé a Hipocrisia!!!
Sabe mais,
quem não sabe nada.
A ignorância do conhecimento
traz a proteção destinada aos bêbados e as criancinhas.
E mais feliz quem não se indaga,
quem não tem perguntas não busca respostas,
quem esta incompleto esta em pedaços.
Encontra descanso quem não tem onde ir
não tem pressa de chegar,
não sabe onde e o topo,
nem lhe interessa.
Querer é guerrear
com o mundo com os outro com si próprio,
o combate não tem fim,
depois que começa não há como terminar.
Depois que conquistar tudo
ainda haverá o que desejar,
novas lutas para iniciar.
Sorte tem os mansos
que estão parados
mas tem consciência do movimento do universo
levando adiante os radicais livres.
Desesperados são aqueles que tem necessidade de mais
mais um pouco de tudo, mesmo que tudo resulte em nada.
Inconformados são aqueles em busca do amor maior,
depois dele vem sempre outro maior ainda?
Feliz e aquele que não se importa se é dia ou noite.
Aos questionadores como eu
resta a busca,
pelo que ?
Não importa quando encontrarmos a resposta
arranjaremos logo
outro obstáculo para ultrapassar
que faca valer a pena
a sensação de euforia que a espera nos traz.
Aguerra nos leva a uma instância
Onde passamos a escravos
Da nossa própria ignorância.
Eu quero ser um Avatar
Que com o estalar dos dedos
A guerra já aqui não estar.
A nossa paz começa dentro de nós
Quando aceitamos, de corpo e alma,
Aceitando os nossos defeitos,
Com paciência e calma.
Em vez de nos encurralarmos em corais
E fragmentarmos em lama.
Sim! estou ciente das coisas que faço
Somos dotados de erros,
Mais com a guerra me sinto em pedaços
Quero ir em busca da paz
Passageiro no tempo e no espaço
Nada do meu passado ira me prender
Sem medo de errar e com muita vontade de apender
A ler e a escrever,
A paz no mundo começa quando as palavras se calam
E os gestos se multiplicam
Os insignificantes se identificam
Quando se reprime a ganância e se explora a ternura
Quando se repudia a doença e se enaltece a cura
Quando se combate a guerra em prol da unidade nacional
Quando se combate a normalidade
Estimulando o desejo de melhorar a paz natural.
Preconceito
No preconceito se constitui muita ignorância,
Ao ouvi-lo se busca renunciar toda liberdade.
Nossas verdades têm amparo nas estâncias,
Do comportamento individual com autoridade.
O grande fardo é querer confundir a cor da pele,
Numa comparação do caráter e do bom costume.
Fazendo do homem o ser mais maléfico de todos,
Os animais existentes na terra, fruto da burrice!
Nunca é muito tarde para nós abandonarmos,
O preconceito que causa sofrimento às pessoas.
Seja ele de pele ou de comportamento mesmo,
Isso dará a todos o direito merecido de resposta.
A minoria que clama quer ser vista como todos,
No caminhar da vida, simples e livres cidadãos.
Na afirmativa de Hawking "O maior inimigo do conhecimento não é a ignorância, mas sim a ilusão do conhecimento", recordo-me da famosa frase de Sócrates "Só sei que nada sei" e da frase de Einstein "O importante é não parar de questionar".
Questionar, pensar e formular ideias próprias é bom, é libertador e amplia nossa visão de mundo.
Não pare de questionar. Evolua!
Ignorância Humana
Não podemos sempre nos culpar
A cada forma de ignorância humana.
Somos apenas uma das peças
Deste quebra-cabeça que emana,
Alguns momentos os quais precisamos,
Moldar-nos para nos encaixar na sociedade,
E em outros, ficamos totalmente perdidos
No meio de tantos pedacinhos pequenos
Tão confusos e parecidos.
Jorge Jacinto da Silva Jr.
Hino ao uni-verso
Tinha rasgado o véu da ignorância
E desnudado a minha alma
Tinha comungado com paixão e ternura
Os instantes de vida que se diluía
E o tempo grande mestre da existência
Regia os segundos como o vento
Que soprava a vela do descobrimento
E fazia movimentar o barco que buscava os sujeitos e os objetos
Caem as folhas e os frutos maduros
Envelhificamos o nosso corpo e a nossa mente
E rejuvenescemos a nossa alma
Que bailifica na eternidade imutável
O céu vai se abrindo como um salão
Que esperando os bailarinos do tempo
Ritmizam a nova vida do ser
Na dança se expande e se contraí no movimento eterno
E nesse movimento não precisamos de bussola
E nem de guias
Somos direcionados pelas estrelas que classificam
Os pontos cardiais no uni-verso
E nossa alma encontrará o seu refúgio
No santuário da galáxia harmoniosa
Onde estrelas, luas, sois e espaços se encontram
É nessa nova realidade que submerge
O amor como hino ao uni-verso
Onde a palavra é que habita em nós
Como o tempo que governa o corpo
Mas não é senhor da alma.
14/06/2016
"O homem é prisioneiro da ignorância.
Nesse sentido, mister se faz a busca pelo conhecimento o qual, por sua vez, conduzirá aquele a libertar-se de velhos hábitos; rever seus paradigmas, pensamentos e/ou sentimentos inúteis, bem como proporcionará o encontro com a verdade existente dentro de si próprio, possibilitando-o assim, desmistificar e quebrar todas as correntes que o prender à ignorância, frente ao até então desconhecido e dúbiu mundo das coisas."
(Charles Silva)
A arte de viver muito: viver bem.
Duas coisas antecipam o fim da vida: ignorância e depravação. Alguns perdem a vida por não saber como salvá-la; outros, por não querer saber. Assim como a virtude é a sua própria recompensa, o vício é o seu próprio castigo.
Aquele que se precipita numa vida de vícios encontra um fim duas vezes mais rápido. O que se precipita na virtude nunca morre.
A força da mente se comunica com o corpo. Uma boa vida é longa tanto em intensidade quanto na extensão.
(aforismo 90 - A Arte da Prudência)
Tenho medo da porta que não mais se abre...
Tenho medo da maldade...
Medo da ignorância;
Medo do nunca mais...
Tenho medo da má fé...
Da injustiça; do olhar entre os dentes...
Temo não ser amada; ser rejeitada; errar mais que acertar...
Tenho medo das expectativas;
Medo daquela primeira impressão que nunca se apaga...
Temo a covardia;
Tenho medo de deixar o tempo passar e não viver o hoje... Perder o tino... O time, a hora...
Temo gritos; grosserias; ausências...
Tenho medo das não voltas!...
Medo do que nunca vai acontecer...
Tenho medo de promessas, medo de me iludir... Medo de não perceber o caos instalado!...
Temo as perdas...
Temo a indiferença...
Temo a discórdia!...
Tenho medo da insensibilidade...
Medo de não dizer o que sinto...
Tenho medo dos dedos que apontam sem conhecer...
Medo de feridas que não cicatrizam...
Medo de não olhar nos olhos...
Tenho tantos medos...
Que saem de mim e que talvez involuntariamente atinja pessoas que amo, que não conheço, que apenas me "conhecem"...
Tenho medo do medo...
E sentir que é maior que eu, num mundo de tanto medos externos a mim!...
O medo só é superado com enfrentamento e fé!...
Na minha zona de conforto mora o medo e todo medo é um risco!...
Pausa...
O meu medo é o meu maior estímulo para superá-lo.
A ignorância não me habita
Quisera eu poder dizer a todos os meus amigos, que são poucos, o quanto deles me habita.
A expressão amigo ficou banalizada, e os seres humanos desumanizaram a percepção do que pode ser percebido pelo outro.
Intrigante que, quanto mais antenadas, mais solitárias tornam-se as pessoas muito modernas.
Encastelam-se em seus equipamentos cibernéticos e ignoram que o amor habita na compreensão da diferença.
Eu sou Bossa Nova e você é Rock, eu sou branco e você estampado. Eu faço prece e você ora. Eu como tomate na salada e você o trata como fruta.
Ok. Somos amigos, não é?
Então é o afeto que nos une e as diferenças que nos enriquecem.
Aos meus amigos e aos nem tanto...
"A irritabilidade de uma ignorância complexa, lambuza a arrogância do ser humano mais inútil possível, por assim se dizer. A longo prazo o valor da sua superioridade mentalmente criada, vai ganhando cada vez mais poder dentro de uma sociedade ridiculamente ingênua para o mundo lá fora, que assim se fortalece, prevalecendo então sob o ego do ser que se diz racionalmente racional e afirmo-te em questão, que reler tais argumentos, não te tirará do poço da ingenuidade onde sua personalidade está."
- John. (Setembro de 2016)
O CONTO DA IGNORÂNCIA E MANIPULAÇÃO EM MASSA
''
Sete irmãos foram convidados por seu pai, pra assistir à exposição de um quadro. E, no final da exposição, perguntaram-lhes o que foi visto.
O irmão teimoso, que considerava aquela exposição uma grande bobagem, não quis ir.
O irmão preguiçoso, que não se aproximou muito do quadro, só pôde ver um monte de manchas e borrões.
O irmão obediente notificou um leito de um rio cercado por árvores, com um céu límpido.
O irmão esforçado enxergou, que além disso haviam montanhas no fundo, com pássaros dilacerando o céu.
O irmão que entendia de pintura, percebeu tudo isso, e que na soma dos componentes da paisagem forma-se a face de uma
mulher com traços de tristeza. O irmão pensador teve o privilégio de assimilar a real intenção do pintor ao passar a mensagem.
O irmão desconfiado, considerado como o mais louco entre eles, que não muito sabia de pintura, teve o pressentimento
de que por de trás das intenções do pintor poderiam haver terceiros com uma proposta completamente diferente da transmitida
pela suposta intenção do pintor ao pintar o quadro.
Porque percebeu que o belo quadro que fazia alusão à natureza, possuía uma moldura feita de pele de animal.
As diferentes interpretações custaram uma semana de discussão em casa, entre todos os irmãos, com exceção daquele que
era considerado insano demais pra discutir sobre o assunto, que além disso não fazia a menor questão de defender o próprio ponto de vista.
Ficou observando o debate, e foi à exposição novamente, sozinho.
Enquanto os seis irmãos brigavam aos berros estrondosos do irmão teimoso (seguro de si devido os boatos que ouviu sobre o quadro),
e diante da prepotência do outro irmão que entendia de pintura, em um lugar distante dali, dois personagens comemoravam o sucesso da exposição, dialogando, aos ecos de gargalhadas.
-E no final das contas, quem é que pinta o quadro da nossa rotina com esse lodo, escombroso, imundo e pestilento?
Pergunta o patrão do pintor se rindo todo, tratando de complementar o silêncio reticente com a resposta na ponta da língua;
-O observador. São os olhos da mente que fazem a obra, e se essa apresenta-se turva, distorcida, é por culpa da
falta de visibilidade ou por falta de capacidade de interpretação do observador.
-Hahaha. Riu-se também o pintor, que continuou:
-O melhor disso tudo, é que, enquanto ninguém aqui entender de "arte", continuarei "pintando e bordando", como bem me for conveniente.''
M O R A L
1.) O QUADRO
O quadro é um tipo de conhecimento, acontecimento ou uma informação que está sendo apresentado(a).
Um mesmo acontecimento/conhecimento/informação é uma fonte geradora de pontos de vista diferentes. Esses pontos de vista são limitados à capacidade de interpretação de cada observador.
2.) A SIMBOLOGIA
Portanto, quadro é um tipo de conhecimento, acontecimento ou informação. O pintor é quem ensina, quem o apresenta ou quem o informa. O patrão é quem articula essa apresentação de acordo com um objetivo que geralmente é escondido, ou fica subjetivo por de trás dos bastidores, podendo ser a própria mente de quem o apresenta.
Os boatos podem ser os efeitos intencionais causados na massa.
Os filhos são os tipos de postura dos observadores diante da apresentação do quadro. O pai, será revelado em breve (7.)*.
3.) O IGNORANTE
Não importa a etnia, a classe social, o contexto, e nem mesmo o lugar; perpetuará ainda por bastante tempo, uma grossa camada, numericamente superior, composta por aqueles que não param pra observar o quadro (como o primeiro observador)
por entregar-se ao ledo engano de que a avaliação da obra não é digna do seu tempo. E esse é o ignorante. É o que constrói as próprias convicções, que não abre mão de suas verdades absolutas e inquestionáveis para ao menos prestar atenção nos outros possíveis pontos de vista e possibilidades. Afirma e nega de maneira incisiva
e combatente sem se quer ter parado para avaliar a obra, porque sempre acha que o que sabe já é o suficiente.
4.) EM ALGUM MOMENTO, EM ALGUMA CIRCUNSTÂNCIA, TODOS NÓS JÁ FOMOS, SOMOS, E AINDA SEREMOS IGNORANTES
Por mais que você tenha pensado em muitas pessoas
que se enquadram nessa definição de ignorância
não julgue-as, e muito menos se exclua dessa parcela, porque,
em alguma área e momento da vida, você já fez parte, você faz parte e você fará parte. Não importa o quão intelectual, científico, aculturado, sábio, coerente possa se considerar, ou ser considerado.
Em alguma área da vida até mesmo Einstein foi ignorante.
Então se você não enxerga ignorância em si, pode ser que seja o próprio exemplo de ignorância na maioria dos casos.
Principalmente se as suas opiniões/interpretações serem exatamente as mesmas de décadas atrás.
5.) AS DIFERENTES POSTURAS
Se não quiser ser um ignorante, não seja inflexível e teimoso. Não existe conhecimento inútil. Por mais que uns lhe sejam mais necessários no momento do que outros.
Se não quiser ser um ignorante, não seja mentalmente preguiçoso.
Se não quiser ser um ignorante, não seja tão obediente, porque nem todas as ordens são válidas, ou ditadas por pessoas sábias e bem intencionadas. Não discuta com um ignorante, se ele enxerga as coisas de uma forma limitada, talvez seja porque não exista nele a real vontade de enxergar a verdade.
Se você for esforçado mentalmente, poderá estar caminhando rumo à verdade do contexto. Mesmo que você entenda de pintura, ou seja, mesmo que entenda/estude o assunto que comenta, ou que tenha passado pela mesma situação na vida várias vezes, não quer dizer que saiba tudo sobre isso. Nunca se sabe o suficiente.
Se tiver gosto pela reflexão (pensamento), poderá ter uma percepção tão ampla do ''quadro''(acontecimento/tema/fato)
quanto aquele que o estuda, ou que passou por ele várias vezes (aquele que entende de pintura). O pensador é um questionador incansável, o entendedor de pintura geralmente acha que sabe o suficiente. Quem tem mais chances de cavar até as profundidades da verdade?
6.) AS PEQUENAS DIFERENÇAS ENTRE O SÉTIMO E OS OUTROS IRMÃOS
Nem sempre o que os loucos/excêntricos dizem é verdade. Muito menos o que você gostaria de escutar.
Muitas vezes não são lhes dado ouvidos. Mas talvez seja interessante dar mais atenção ao que eles têm a dizer.
Desconfiar nem sempre evidencia uma postura sóbria, mas nunca é demais questionar as mensagens ou contradições de um conteúdo apresentado. Se existem intenções particulares por de trás deles.
O que houve de sábio na atitude do sétimo irmão, tanto quanto esse questionamento, foi a falta de disposição pra debater.
E foi o fato de analisar a obra novamente, antes de afirmar ou negar qualquer coisa. Porque quem quer entende algo de fato não precisa persuadir ou convencer ninguém do que viu. Sabe que a interpretação dos irmãos, apesar de incompleta, poderia se igualar à ele se houver mais esforço ou interesse por parte deles para entender. E sabe também, que cedo ou tarde, saberiam da verdade. E caso ele estivesse errado, ao menos não se passaria por bobo.
7.) AS IDADES NÃO IMPORTAM TANTO
Não foi mencionada nenhuma referência feita às idades dos irmãos,
porque o número de aniversários nem sempre torna a percepção de um observador melhor que a de outro. Essa percepção é aumentada através da receptividade para aprender, seja com as próprias experiências, ou com a dos outros.
Há quem passe por muitas experiências acerca de uma mesma situação, e nunca aprende, mesmo depois de ter envelhecido.
8.) O PAI
O pai é um motivo por de trás dos acontecimentos da vida. Por de trás de todos os quadros que são vistos.
Pode ser o que você quiser; D's, o Universo, o destino, o ''eu superior'', a própria vida dando palpites. Não importa.
O pai leva os filhos para os fatos/acontecimentos (exposição dos quadros) para que aprendam algo. Se você recusa o que o seu ''pai'' tem a dizer, ou a te mostrar, ou finge/julga de maneira convicta que ele não existe, é provável que na essência, esteja sendo um ignorante.
Ignorância não é escrever errado nas placas de publicidade do seu próprio comércio, quando não se tem um nível de escolaridade adequada. Ignorante é aqueles que tem escolaridade avançada e fazem críticas com certas gozações,
as pessoas que na maioria das vezes são profissionais competentes que administram seus negócios com muito êxito fazendo expandi-los lucrativamente, coisa que muitos que os criticam não o fazem por falta de competência, são uns pobres coitados.
“No ápice da sua ignorância, o homem desconhece o que é viver com sustentabilidade. Pois a cegueira da ambição, o impede de apreciar a vida, ao ponto de destruir a fonte do próprio oxigênio, ao romper, numa atitude irracional, os limites da natureza.
Preservá-la, é reconhecer a importância da existência Através da reciclagem de pensamentos, para que idéias voltadas para a vida, Germinem num terreno onde queimadas, desmatamentos, poluição dos rios, mares... É uma realidade tão cruel... Que as reações da natureza, salientam a sua fúria contra a raça humana”.
Toda regra tem sua exceção, mas ignorância e falta de conceitos básicos de educação, jeito e principalmente trato com as mulheres, por desprover do mínimo de inteligência e capacidade de compreender a sensibilidade e ao mesmo tempo, força feminina, significa ter uma forte tendência pra um comportamento de ogro ou homem das cavernas do mundo contemporâneo. Nesse caso, a maior exceção é apenas o tacape e ser arrastada pelos cabelos. Credo!
Os burros que me perdoem, mas inteligência é fundamental!
EU
Não sou demasiado grande para conter minha ignorância
Não tenho perfeição o suficiente para o dom do perdão
Sou humano demais para não cometer erros
Não sou tão insensato para não conter sentimentos
Não sou tão insensível para não chorar, sou um ser humano não posso negar.
Não sou tão justo, que não possa mentir
Também não sou tão injusto que não possa ajudar
Meu coração não é tão negro que não possa amar, sou um ser humano preciso suportar…
Não sou tão egoísta que não possa compreender, não sou tão desumano para não ter humildade
Não sou tão desonesto que não possua integridade
Não sou tão belo que não tenha vaidades, sou apenas um homem preciso de oportunidades.
Minha vida é efêmera, quero ter liberdade, minha vida é vazia quero solidariedade
Não sou tão inculto que não queira prosperidade, sou um ser sentimental quero alguém que me ame de verdade.
Eu sou o Hélio em busca de momentos de felicidade,
Não sou tão fraco que não possa conter os desejos.
Sou humano demais para tentar sobreviver
Em fim, eu sou o Assunção e nada posso fazer, a não ser entender que nem tudo que desejamos ter podemos possuir, mas que mesmo assim a vida continua em sofrimentos e alegrias, pois tudo é como uma eterna magia e por isso faço poesias! Escrito por H.A.A
Preciso abandonar de vez a infância, a ingenuidade.
Mais que isso. Preciso abandonar a ignorância, sair um pouco do conto de fadas, passear pela realidade. É criança demais quem nunca se ausenta do mundo de ilusões.
Mas seria esse o método da evolução? Quem assegura? Das duas uma: É isso ou o total contrário.
