Textos de grandes Pensadores
Vencer a si mesmo, como disse o filósofo Platão, é a maior das vitórias, pois, o homem vive em meio aos confrontos de si mesmo, ou seja, confrontos com as suas fraquezas e com o seu emocional, portanto, o homem sente raiva, sente desejos bons e ruins ao mesmo tempo. Ele se sente desmotivado, se sente aborrecido, sente ciúmes, sente inveja, se sente isolado, sente que todos conspiram contra ele, se sente frustrado, se sente derrotado, etc.
O homem dentre muitas coisas boas que vem na sua mente, que ele pode pensar, também pode vir a pensar muitas coisas ruins, portanto, precisamos aprender a dominar os nossos, instintos para não executar em ações o que vem na nossa mente, por isso precisamos ter cuidado,para não nos precipitar em nossos pensamentos.
Selecione o que vem na sua mente! Domine-se!
Não seja escravo da sua mente!
Escolha as coisas boas que vem na sua mente, e não as ruins!
Cada escolha, cada ação, cada iniciativa gera uma reação, que pode ser boa ou ruim! Isso é chamado de consequências!
Vença a si mesmo!
(DVS)
Masoquistas emocionais,
Com uma dificuldade imensa de passar amores de Platão para Neruda, sofredores, criadores de histórias da própria cabeça, sim, essa é a vida de um poeta, é uma dor, é um dom, mas, também vem com a angústia de ser um sofredor, de amores platônicos, distonicos, fora de curso, fora da curva, impossíveis e incríveis, somente dentro da nossa mente.
Resenha Crítica: O Banquete, de Platão
Por João Moura Júnior
O Banquete, de Platão, é um dos diálogos mais conhecidos da filosofia ocidental. A trama se passa em uma espécie de reunião festiva, onde sete personagens se revezam em discursos sobre o Amor (Eros). Entre eles estão Fédro, o primeiro a falar; Pausânias, que distingue entre dois tipos de amor; Erixímaco, que tenta dar um tom médico e universal à força do amor; Aristófanes, que apresenta um mito cômico sobre as “almas gêmeas”; Agatón, que entrega um elogio poético; e, finalmente, Sócrates, que, como de costume, desconstrói as falas anteriores para apresentar uma visão filosófica mais profunda, supostamente ensinada a ele por Diotima, uma mulher sábia. Por fim, chega Alcibíades, já embriagado, elogiando Sócrates de maneira apaixonada, revelando mais sobre o filósofo do que sobre o Amor em si.
Apesar do prestígio da obra e de seu lugar cativo nos estudos filosóficos, é importante pontuar críticas que raramente são levantadas. A primeira delas é o cenário: um banquete regado a vinho, onde os discursos, embora inicialmente bem intencionados, em muitos momentos se perdem em devaneios. Homens embriagados discutindo sobre um dos temas mais complexos da existência, o Amor, pode até parecer provocador ou ousado, mas resulta, na prática, em falas que mais se aproximam de vaidades infladas do que de sabedoria autêntica.
É evidente que há momentos de beleza literária e até reflexões profundas, principalmente no discurso socrático. Diotima, por meio de Sócrates, apresenta a famosa escada do amor, uma jornada que vai do amor físico ao amor pelo saber, até alcançar a contemplação da Beleza em si. No entanto, esses momentos são precedidos e sucedidos por falas que, muitas vezes, parecem desconexas, repetitivas ou baseadas em achismos emocionais. A embriaguez que se intensifica ao longo da obra simboliza, de forma irônica, o quanto a razão pode ser abandonada facilmente em meio à celebração, algo que deveria soar como alerta, mas é romantizado por Platão.
Outro ponto a se considerar é a completa ausência de vozes femininas reais. Diotima é mencionada, mas não está presente e, ao que tudo indica, pode até ser uma criação retórica de Sócrates. A filosofia, nesse contexto, é apresentada como um clube masculino, fechado, elitista e orgulhoso. A experiência amorosa feminina, assim como outras perspectivas não contempladas (como as do povo comum, os marginalizados ou os mais jovens), são ignoradas. Isso empobrece o debate, que poderia ser mais contagiante e mais conectado com a realidade da sociedade.
João Moura, ao ler O Banquete, compreendeu os fundamentos filosóficos do diálogo, especialmente no que tange à elevação do amor como impulso para o conhecimento e a verdade. No entanto, ficou com a sensação de que a obra é mais celebrada pela forma do que pelo conteúdo. A retórica, o estilo literário e o carisma dos personagens encobrem uma fragilidade conceitual: o discurso filosófico sério cede lugar a um jogo de vaidades, elogios mútuos e declarações etílicas.
A filosofia, para ser útil e transformadora, precisa estar enraizada na experiência concreta das pessoas. Deve surgir não em jantares refinados ou apenas em academias fechadas, mas nos becos, nas praças, nos ônibus lotados, nos corredores das escolas, nas conversas com quem vive à margem do pensamento acadêmico. Deve ser questionadora, mas também acolhedora. Deve incomodar, mas também inspirar. E acima de tudo, deve respeitar a lucidez, não se deve discutir o Amor (ou qualquer outro tema essencial da existência) sob o efeito do vinho, nem com o ego mais inflado que a razão. Com isso, cito quatro frases com o mesmo sentido, para que complemente o entendimento:
“A embriaguez enfraquece o compromisso com a razão e abre espaço para discursos sem clareza ou profundidade.”
“Sob o efeito da embriaguez, a razão perde o protagonismo, e o discurso se torna refém da emoção e do impulso.”
“A embriaguez desfoca o olhar racional, permitindo que a vaidade e o desatino ocupem o lugar da reflexão lúcida.”
“Quando a mente se turva pelo vinho, a razão é deixada de lado, e o pensamento se embriaga junto com o corpo.”
Assim, O Banquete se torna mais um retrato de sua época do que um convite atemporal à reflexão. Seu valor histórico é inegável, mas seu conteúdo deve ser lido com criticidade e contextualização. Afinal, como disse João Moura: “A Filosofia precisa se levantar da mesa do banquete e caminhar até onde a vida realmente acontece.”
Resenha Crítica: O Banquete, de Platão
Por João Moura Júnior
O Banquete, de Platão, é um dos diálogos mais conhecidos da filosofia ocidental. A trama se passa em uma espécie de reunião festiva, onde sete personagens se revezam em discursos sobre o Amor (Eros). Entre eles estão Fédro, o primeiro a falar; Pausânias, que distingue entre dois tipos de amor; Erixímaco, que tenta dar um tom médico e universal à força do amor; Aristófanes, que apresenta um mito cômico sobre as “almas gêmeas”; Agatón, que entrega um elogio poético; e, finalmente, Sócrates, que, como de costume, desconstrói as falas anteriores para apresentar uma visão filosófica mais profunda, supostamente ensinada a ele por Diotima, uma mulher sábia. Por fim, chega Alcibíades, já embriagado, elogiando Sócrates de maneira apaixonada, revelando mais sobre o filósofo do que sobre o Amor em si.
Apesar do prestígio da obra e de seu lugar cativo nos estudos filosóficos, é importante pontuar críticas que raramente são levantadas. A primeira delas é o cenário: um banquete regado a vinho, onde os discursos, embora inicialmente bem intencionados, em muitos momentos se perdem em devaneios. Homens embriagados discutindo sobre um dos temas mais complexos da existência, o Amor, pode até parecer provocador ou ousado, mas resulta, na prática, em falas que mais se aproximam de vaidades infladas do que de sabedoria autêntica.
É evidente que há momentos de beleza literária e até reflexões profundas, principalmente no discurso socrático. Diotima, por meio de Sócrates, apresenta a famosa escada do amor, uma jornada que vai do amor físico ao amor pelo saber, até alcançar a contemplação da Beleza em si. No entanto, esses momentos são precedidos e sucedidos por falas que, muitas vezes, parecem desconexas, repetitivas ou baseadas em achismos emocionais. A embriaguez que se intensifica ao longo da obra simboliza, de forma irônica, o quanto a razão pode ser abandonada facilmente em meio à celebração, algo que deveria soar como alerta, mas é romantizado por Platão.
No mundo das ideias, meu pensamento vagueia,
Em busca da verdade, da luz que clareia.
Platão, sábio mestre, guia da razão,
Em teu legado, encontro minha inspiração.
As sombras da caverna, ilusões que nos cegam,
A realidade verdadeira, que poucos enxergam.
A busca pela justiça, pela virtude e pelo bem,
Em teus diálogos, encontro o caminho que convém.
A filosofia, como um amor platônico, ardente,
Busca o Belo, o Bom, o Justo, incessantemente.
Nas formas eternas, no mundo das ideias,
Encontro a essência, a verdade que clareias.
Na República, na Alegoria da Caverna, revelas,
A busca pela sabedoria, pelo que as almas anseiam.
Platão, teu pensamento ecoa através dos séculos,
Na eterna busca pela verdade, encontramos nossos grilhões.
Bela por palavras sempre verdadeiras
Que nem Platão poderia imaginar
Sua Beleza é absoluta
E pessoas como você é fácil admirar
Sortudo foi quem te teve
E pôde te admirar
Por muitos dias, meses e muitas noites
Ouvindo suas palavras ao acordar
Não tive e não terei a oportunidade
Que seria um dia te ter
Mas encontrará o mais puro e belo homem
Que eternamente amará você
Quero que as características de aquariana
Sempre esteja no seu coração
Que muitos e muitas pessoas vejam
E lhe tenham como uma inspiração
Para: Leide
O QUE NADA MUDA
Demétrio Sena, Magé -RJ.
Não há Camões nem Platão;
nem Freire; Sócrates; Freud;
divindade, androide, pessoa;
o próprio Fernando em Pessoa...
Descarto mesmo Descartes,
Demócrito, Madre Tereza,
qualquer certeza pensada
em letras, artes e credos...
Salomão São Chico, Neruda,
Kardec, Pitágoras, Buda,
nem Gandhi; Maria; Jesus...
Ninguém relaxa verdades,
tem drogas contra saudade
ou habeas corpus pra cruz...
Em O Banquete, Platão descreve que um de seus amigos ali presentes expõe a seguinte teoria sobre o amor: em outro mundo, tínhamos cada membro do corpo em duplicidade (braços, pernas, cabeça etc.), éramos dois em um só. Como castigo, viemos para este mundo separados e estamos fadados a procurar nossa alma gêmea, nossa outra parte.
E se, por acaso, neste mundo, nossa outra parte não sobreviveu? Ou se em algum momento nós já nos encontramos e nos perdemos? Como alguém neste mundo saberia reconhecer a presença do outro quando finalmente o encontrasse? E como teria certeza disso?
E se, no primeiro mundo, nunca nos demos bem, mas mesmo assim éramos um só, como, neste mundo, eu seria eu sem você (um sem o outro)?
Parábola da Caverna - Platão
"Ainda que se tente salvar alguém, alguns ou todos, com conhecimento à liberdade, a luz arde nos olhos de quem acostumou-se com a escuridão, e poucos, ou por vezes, nenhum assim no costume aceitará sair da rotina que lhe é suficiente causa de prazer, conforto e estilo de vida. Porém, todavia, problema mesmo seria sair desta prisão, voltar à ela e deixar-se convencer que ali, assim é realmente melhor. Certeza o fardo da morte seria mais leve."
Se o amor impulsiona a alma para a verdade como diz "Platão"
Se o amor é o que mais aproxima o homem das essências divinas,
Então eu quero morrer amando
Desejo que minha alma ame.
Quero exageradamente me jogar aos pés do amor, Entregar-me como se não houvesse o amanhã
E que o amor direcione a minha alma pelos caminhos das verdades."
NO BRASIL TUDO VIRA DISPUTA POLARIZADA.
Na Utopia de Platão, três espíritos são necessários para que ela se materialize. O Desejo, Sentimento e Pensamento, descritos como três espécies de homens.
Desejo, aquele que produz para alimentar o ventre. Sentimento, os apaixonados por ideologias, fazedores de guerras e revoluções. Pensamento, o homem que vive fora da sociedade, que não se mistura, o produtor de saberes, de arte e filosofia...
Já percebeu que as duas classes primarias são os que forjam as disputas, dominados pela paixão inferior da ignorância, estes sempre têm um lado, uma cor ou um partido?
MAIS UMA SOBRE PLATÃO.
Se por caso você soubesse
De tudo que às vezes eu sinto
Do quanto tenho que fingir
Para não revelar meus sentimentos.
Quanto sofro, aqui calado
Com uma dor infame no meu peito
Quantas noites não durmo
Pensando em você, no que poderíamos ter sido
Se juntos vivêssemos a ilusão do amor perfeito.
Você nunca saberá do meu tormento
Da aflição que é amar alguém secretamente
O amor é uma ilusão poética
Filosofia platônica, um canto sacrossanto
Que minha alma mesmo atônita
ainda canta pra você...
Evan do Carmo 26/09/2019
Religiosidade
Percebo que na religião há muita semelhança com mito da caverna de Platão, onde tentar mostrar a verdade pode custar a própria vida.
Quanto mais aprendemos de Deus, mais cremos em Jesus Cristo, e menos na bíblia.
A Jesus, seja a honra, a glória e louvor, nosso Salvador a quem devemos seguir.
Jesus é o mestre e o modelo, é o autor da nossa fé, é a regra e a conduta a ser seguida, completo e suficiente.
Religiosidade
Percebo que na religião, há muita semelhança com mito da caverna de Platão, onde tentar mostrar a verdade pode custar a própria vida.
Quanto mais aprendemos de Deus, mais cremos em Jesus e menos na bíblia.
É mais provável um cristão se tornar ateu, do que conquistar um prosélito, estudando bibliologia.
Infelizmente, nem todos suportam a verdade, e apedrejar é mais fácil que quebrar paradigmas.
Fomos libertos para vivermos livres, mas nem todos conseguem viver com liberdade, necessitam de rédeas, e pessoas para guiá-los, e muitos se aproveitam disso.
Quando você está lendo aquele trecho de A República de Platão e lembra que ele viveu 400 anos antes de Jesus você toma um choque de realidade.
Platão diz: “Se um homem moralmente PERFEITO viesse ao nosso mundo, o povo o humilharia e, por fim, depois de todo tipo de SOFRIMENTO, o CRUCIFICARIAM.” Platão, A Republica, livro II, 361e-362ª.
Dito isto, você ainda acha que é preciso ser ateu para ser intelectual ou inteligente?
Quem vive na Essência não precisa provar seu valor.
Em termos de Consciência, não há necessidade de provar o nosso potencial ou valor para ninguém. Quem vibra na Essência simplesmente é, somente os Egos Inferiores que não reconhecem isso. Lidamos com Egos Inferiores (e o nosso) todos os dias, que ao mesmo tempo são Centelhas Divinas em potencial. As pessoas que vibram na Essência se reconhecem mutuamente. Ainda é mínimo o número de pessoas que vivenciam a Essência Divina.
É necessário ter paciência e uma certa flexibilidade para lidar com o ego das pessoas. Há níveis de manifestação desse Ego Inferior, quanto mais forte, menos luz entra. Quando uma pessoa se Ilumina, ela pode não sentir mais algumas necessidades que os outros ainda sentem. Por isso não devemos julgar porque cada um tem o seu momento de despertar. Aquele que sobe na Escala Vibracional Evolutiva solta gradativamente seus apegos, sua necessidade de agradar os outros, sua necessidade de ter reconhecimento etc. O que parecia ser tão importante, um paradigma acima se torna apenas complementar, pequeno ou sem tanta importância.
Todo apego inevitavelmente gerará desarmonia nos relacionamentos. Quando trabalhamos com a energia do Amor, ela ocorre de uma forma muito natural, não precisa de força para que se sinta amor, simplesmente acontece.
Forçar a barra, procurar relacionamentos para preencher o sentimento do “vazio interior” é perder tempo e energia. Uma pessoa não pode amar a outra, se não ama a si mesma. Se sente sufocamento, medo de perder, ansiedade, ainda não compreendeu que Amar é Liberdade.
Deixar o outro livre para ser quem é. Não cobrar sua atenção, mas estar aberto para se relacionar, compartilhar vivências positivas. Da mesma forma que o individualismo excessivo e a frieza mostram claramente que a pessoa não está aberta para sentir a energia, por medo ou bloqueios.
A sintonia consigo mesmo trará o relacionamento ideal por consequência. O Amor é totalmente desinteressado porque ele não tem nenhuma expectativa.
A minha vida inteira rejeitei o VENENO. Eu condenava todos aqueles que destilavam seus venenos. Hoje percebi que tenho admiração por venenos. O veneno não é mal. Observo claramente que no antídoto existe uma pequena dose de veneno. Foi então que percebi que só existe o BEM. Eu julgava as coisas como ruins sobre o meu ponto de vista, na tentativa de ser bonzinho. Tentando sustentar a máscara da bondade, eu escondia os meus desejos mais profundos. Eu era falso e não percebia isso. Entendi também que o excesso de veneno era um desastre. Eu ficava totalmente inconsciente de quem eu realmente era. Gastei boa parte da minha energia para ser uma coisa que eu não era lá no fundo. A verdade era que eu me culpava, se eu estava fazendo algo certo ou errado. Como isso me atormentava. Eu me sentia preso nesse padrão. Hoje apenas me permito ser. Aprendi que todos os sentimentos são importantes. Aprendi que tudo converge para o AMOR. Não existe erros absolutos, por mais cruéis que pareçam ser. Entendi que tudo é relativo. Existem N cores e facetas. Onde vejo e reconheço o mal, é apenas um equívoco de minha parte. É como se estivesse com os olhos vendados. Porém o CALOR da LUZ foi tão forte que mesmo não querendo enxergar nada, enxergava. Eu queria ficar com a venda nos olhos para não enxergar a realidade. Mas não consegui e tive que ceder. Agora enxergo vários "defeitos" e muitas facetas da minha personalidade que eu mesmo não enxergava. Pelo menos agora sei quem eu realmente sou. E por incrível que pareça aprendi a gostar do que eu vejo. Parei de colocar força nas minhas mentiras e agora estou aqui inteiro. E pleno. Sentindo uma leveza e liberdade para me expressar verdadeiramente. E sabendo do poder que eu tenho, escolho utilizar todos esses recursos para o BEM MAIOR. Eu precisava admitir minhas fraquezas para finalmente me tornar mais forte. Enquanto eu tentava mostrar para o mundo que eu era forte, mais fraco eu me sentia. A pessoa que realmente é forte aprendeu a lidar com suas fraquezas sem ser dominado por elas. Essa é a chave.
Na Energia da Transmutação
Metáfora de Bruno Marx Neme
INTERJEIÇÃO
Ah! Lá vem ela bela
Oh! Ri meu coração de satisfação
Olá! Dizem meus lábios a ela
Olé! Diz a presença a solidão.
Avante! Avante! Coragem! Coragem!
Cala meu medo, fala meu coração
Viva! Que maravilha de paisagem
Psiu! É ela chamando minha atenção.
Chi! Tomou-me paixão
Pudera! Estava diante de meu desejo
Silêncio! Era demais a emoção
Bis! Acabara de receber um beijo.
Te amo, disse sua boca
Não resisti a vontade louca
Gritei alto: ooooooooooooooba!"
Olhe no espelho o que você ver? O seu eu ou apenas uma parte visível dele?
O que se oculta no seu eu invisível que possibilita o conhecimento detalhado de sua personalidade? Você é o que representa ser, ou apenas interpreta um eu que pensa controlar?
Quem sabe realmente o que esconde o seu eu nos momentos em que é colocado a prova?
As reações muitas vezes fazem pensar: esse não sou eu. Mas na realidade quem é? De onde veio este outro ser? Mas não existe outra resposta senão o seu lado invisível, pois veio de você.
E agora você pensa: como controlar esta força invisível se não posso segurar com meu lado visível? Seria o pensamento correto?
Você não percebe, mas é apenas o seu eu invisível querendo que você o conheça melhor. Agora você passa a conhecer um dos comportamentos do seu eu invisível, mas não se limita a este momento, quantas reações este outro seu eu vai apresentar nas várias vezes que necessitar se expor a você?
Mesmo que seu eu invisível mostre outros momentos da sua personalidade que você ainda não conhecia. Você conhece o seu eu?
