Selecção semanal
5 achados que vão mudar sua rotina Descobrir

Textos de Batalha

Cerca de 898 textos de Batalha

OCUPA!
O caminho percorrido ao longo de séculos, é de batalha por direitos à educação e tivemos avanços é certo! Mas, os mesmos estão sendo remodelados por este governo golpista com o infeliz propósito de alienação da população pobre, quando ela contribui para ter seus direitos garantidos e elegeu estes governantes para representa-los.
E, ainda neste século XXI , as ocupações tem deixado seus registros na história do Brasil e porque não dizer do mundo, quando vemos jovens engajados na luta por educação em paralelo os direitos sociais. Percebe-se que a esperança tem fôlego, ela não cansa, quantos jovens estão se formando politicamente nas ruas e ambientes escolares, certamente, estes já se tonaram capacitados para exercerem com bravura sua carreira política e serão acredito futuramente votados nas urnas, pois já realizam suas campanhas política e serão notáveis estadistas pois vem exercitando esta pratica com habilidade e competência. Eli Odara Theodoro

Inserida por elizete1598

⁠O que fez o amor

Vejam só vocês
O que o amor nos fez
Venceu a batalha
de uma só vez

A lua e o sol
Ele aproximou
A noite do dia
Inventou histórias
Cântico de vitória
Versos, poesia

Quem supor poderia
Que dois seres distintos
Em algum instante
Se encontrariam
Num mesmo caminho
Como dois amantes
Juntos seguiriam?

O amor venceu
O medo de sofrer
Mudou eu, modou você
Nos deu de presente a fantasia
Nos fez o milagre
De crer no amanhã
Vivermos no afã
De tanto querer
Viver mais um dia.

Inserida por EvandoCarmo

O que é a vida?

Dostoiévski: É o inferno.
Para Dostoiévski, a vida era uma batalha com as partes mais escuras da alma humana - um crucible de sofrimento onde confrontamos nossos medos e desejos mais profundos.

Sócrates: É um teste.
A vida é o último exame da virtude, sabedoria e verdade. Para Sócrates, não vale a pena viver uma vida não examinada.

Aristóteles: É a mente.
A vida é a busca pelo conhecimento e pela razão - uma jornada para compreender o mundo através da lógica, ética e metafísica.

Nietzsche: É poder.
A vida é a vontade de poder - uma luta pela auto-superação e domínio das circunstâncias, rejeitando a complacência e abraçando o crescimento.

Freud: É morte.
Freud viu a vida como uma tensão entre o instinto de vida (Eros) e o instinto de morte (Thanatos) - um impulso constante em direção à criação e destruição.

É a ideia.
Para Marx, a vida é moldadada pelas condições materiais e pelas ideologias que surgem delas - uma luta para criar um mundo de igualdade e justiça.

Picasso: É arte.
A vida é criação - uma tela para pintar nossas paixões, emoções e sonhos, moldadada pela imaginação e expressão.

Gandhi: É amor.
Gandhi acreditava que a vida está enraizada na não-violência, compaixão e amor universal - uma jornada em direção à paz e ao serviço altruísta.

Schopenhauer: É sofrimento.
Para Schopenhauer, a vida é um esforço incessante que inevitavelmente leva à dor e à insatisfação, temperada apenas por momentos de beleza e arte.

Bertrand Russell: É competição.
A vida é moldada por desejos e ambições humanos - um ato de equilíbrio entre interesse próprio e progresso coletivo.

Steve Jobs: É fé.
A vida é confiar no processo - correr riscos e seguir a intuição, mesmo quando o caminho à frente é incerto.

Einstein: É conhecimento.
Einstein via a vida como uma busca para compreender os mistérios do universo, impulsionada pela curiosidade e espanto.

Stephen Hawking: É esperança.
A vida é perseverança diante da adversidade - uma crença no futuro e o poder da engenhosidade humana.

Kafka: É apenas o começo.
A vida é surreal e enigmática, muitas vezes absurda, mas sempre abrindo portas para transformação e possibilidade.

Camus: É a rebelião.
A vida é encontrar sentido em um universo sem sentido, desafiando o absurdo com coragem e paixão.

Thoreau: É simplicidade.
A vida é tirar o desnecessário - abraçar a natureza e viver deliberadamente.

Rumi: É uma dança.
A vida é uma jornada espiritual - um ritmo de amor e conexão divina tecido em cada momento.

Kierkegaard: É um salto de fé.
A vida exige abraçar a incerteza e dar passos corajosos fundamentados na crença e na autenticidade.

Epicuro: É prazer.
A vida é sobre maximizar prazeres simples e duradouros enquanto minimiza dores desnecessárias.

Laozi: É harmonia.
A vida flui como a água - sem esforço e alinhada com a ordem natural do universo.

Confúcio: É virtude.
A vida é cumprir papéis com integridade, respeito e compromisso com a comunidade e a família.

Carl Jung: É individuação.
A vida é integrar o consciente e o inconsciente - tornando-se inteiro e autêntico.

Alan Watts: É um jogo.
A vida é para ser experimentada e brincada com maravilhas - não levada muito a sério.

Victor Frankl: É um significado.
A vida é encontrar propósito, mesmo nas circunstâncias mais difíceis, através do amor e do serviço.

Simone de Beauvoir: É liberdade.
A vida é o poder de se definir e rejeitar os papéis impostos pela sociedade.

Heráclito: É mudança.
A vida é um fluxo constante - um rio em que pisamos uma vez antes de fluir de novo.

Hegel: É progresso.
A vida é um processo dialético, avançando através da contradição e resolução em direção a uma maior compreensão.

É sobrevivência.
A vida no seu estado natural é "nojenta, brutal e curta", exigindo que os sistemas mantenham a ordem.

Rousseau: É liberdade na natureza.
A vida é mais autêntica quando voltamos ao nosso estado natural, livres da corrupção social.

Marco Aurélio: É aceitação.
A vida é abraçar o momento presente com determinação estoica, guiada pela razão e pela virtude.

Sêneca: É preparação para a morte.
A vida não é sobre a sua duração, mas sim a sua qualidade - ensinando-nos a viver bem e a deixar ir graciosamente.

Qual destas visões sobre a vida ressoa mais contigo, e porque?

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠Vencer não é fácil. Os perdedores contam a história; os vencedores estão sempre em batalha, sem tempo para narrá-la.
Pois bem sei eu que vencer não é chegar a algum ponto, mas buscar o que não se pode achar e manter-se em constante peleja, sob a égide da defesa do que se conquistou até então.

Inserida por LeviGomesBizerraLVGB

Onde o silêncio consome
Nas palavras guardadas para sempre
De uma batalha sem trégua, sem desfecho
A angústia de quem espera pelo momento final
Uma decisão...

Toda guerra começa assim
Uma troca de olhares ódio enfim
Começo de uma antipatia
Que explode em agruras sinfonia
Desespero no coração...

Avante, diz o soldado
Que endoidecido das loucuras fardado caminha
Por entre bombas, explosões e expectativa advinha
Qual o próximo passo dado
Corpo no chão...

A humanidade está descendo
A ladeira lúgubre da insanidade
A mente escurecendo
Esquecendo-se da bondade!
Da compaixão...

Inserida por SamuelRanner

⁠A Temível Batalha de um Só contra Si

Os Relacionamentos cristalinos,
São Turvos como as profundezas,
O Forasteiro é baleado sem motivos,
Os Pretextos comprovam incertezas.

Surge migrando como uma gaivota,
O Enraizado patriota, peregrino.
Gigantesco, porte-médio, pequenino,
Estrangeiro perto de ser recebido,
Fatalmente banido, bandido.

Nem tudo precisa rimar,
Nem tudo precisa fazer sentido,
Mas tudo precisa ser escrito,
Como se tudo fosse aquilo.

Na Temível Batalha de um Só contra Si,
Intimamente confrontado, vê o que vi,
Culposamente inocente, lê o que li,
Despovoado está;
Só está em Si.

Está Só em Si,
Na Temível Batalha de um Só contra Si.

Inserida por michelfm

⁠A Batalha em
Favor da Vida
contra o Retorno
da Morte
Presencial

Eles queriam nossa morte,
Nós queríamos viver,
Eles queriam nossas vidas,
Nós lutaríamos por elas.
Eles escolheram os lucros,
Nós decidimos lutar,
Eles criavam prisões,
Nós demolíamos celas.
Eles queriam o poder,
Nós queríamos pra todos,
Eles construíam muros,
Nós levantamos pontes.
Eles quiseram tudo,
Nós quisemos o justo,
Eles se agarraram às grades,
Nós, nos tornamos horizontes.

Inserida por michelfm

Pós-Cappuccino ou
A Batalha Peristáltica no Sentido Hânus


Numa radiante abafada vulcânica manhã,
Após dias de ausência por parte das fibras,
A prisão de ventre, é a forma mais cruel
De encarceramento.

Liquidado o último prato sujo,
Pia molhada vazia,
Louça úmida,
Secava.

Fui ao toillet,
Enviei um torpedo plutônico, de proporções soviéticas,
Dispositivo barulhento,
Emitindo sons ridículos e aromáticos.

Esta mensagem não seria correspondida,
A descarga emocional contida nela
Era singular
E jamais se repetiria,
Em igual magnitude;

O desafortunado papel de péssima qualidade castigado,
Despencou no receptáculo derradeiro;

As pantalonas decolaram,
Até ganhar estabilidade, no cinto afivelado.

Inserida por michelfm

A Batalha das Árvores


Publicado por Rowena em 12/1/2013 (2522 leituras)

Estas são as estrofes que foram cantadas na Batalha das Árvores, ou como outros a chamam, a Batalha de Achren, que foi por causa de uma corça branca e de um cachorro; e eles vieram do Inferno e Amaethon ap Don os trouxe.

E, portanto, Amaethon ap Don e Arawn, Rei de Annwn, lutaram. E havia um homem nessa batalha: a menos que seu nome fosse conhecido, ele não poderia ser vencido. E e havia uma mulher chamada Achren no outro lado e, a menos que seu nome fosse descoberto, seu exército não poderia ser vencido. E Gwydion adivinhou o nome do homem e cantou as duas estrofes seguintes:

De cascos firmes é meu corcel impelido pelas esporas;
Os altos galhos do amieiro estão em teu escudo;
Bran és chamado, dos ramos brilhantes.

E assim:

De cascos firmes é meu corcel no dia da batalha:
os altos ramos do amieiro estão em tua mão:
Bran, pelo ramo que carregas,
Amaethon, o bom, prevaleceu.

Numa multiplicidade de formas estive
Antes de assumir aspecto consistente.
Uma espada fui, estreita, matizada:
Acreditarei quando for manifesto.
Uma lágrima fui no ar,
Fui a mais sombria das estrelas.
Uma palavra fui entre letras,
Fui um livro na origem.
Dos faróis fui a luz
Um ano e meio.
Fui uma ponte que se prolonga
Sobre três vintenas de fozes.
Fui um percurso, uma águia fui.
Um barco fui nos mares.
Fui um complacente no banquete.
Uma gota fui num aguaceiro.
Fui uma espada no aperto da mão,
Um escudo fui em batalha.
Fui uma corda numa harpa,
Disfarçado por nove anos
Na água, na espuma.
Fui uma esponja no fogo,
Fui madeira na moita.
Não sou aquele que não cantará
Um combate, embora pequeno.
O conflito na batalha das árvores dos ramos.
Contra o Guledig de Prydein
Passaram ali cavalos principais,
Esquadras cheias de riquezas.
Ali passou um animal com grandes mandíbulas,
Nele havia uma centena de cabeças.
E uma batalha foi lutada
Sob a raiz de sua língua
E há uma outra batalha
No orifício de seu olho.
Um negro sapo desajeitado
Com uma centena de garras.
Uma cobra salpicada com crista.
Por causa do pecado, uma centena de almas
Atormentada será em sua carne.
Estive em Caer Fefenir,
De lá se apressaram pastos e árvores.
Menestréis cantavam,
Bandos de guerreiros perambulavam
Na exaltação dos britanos
Que Gwydyon realizara.
Havia um apelo ao Criador,
A Cristo por interesses,
Até o momento em que o Eterno
Libertasse aqueles a quem fizera.
O Senhor respondeu-lhes
Pela linguagem e elementos:
Tomai a forma das árvores principais,
Arranjai-vos em ordem de batalha
E refreai o público
Inexperiente na batalha mão a mão.
Quando as árvores foram encantadas,
Na expectativa de não serem árvores,
As árvores sussurraram suas vozes
De cordas de harmonia,
As disputas cessaram.
Interrompamos dias tristes,
Uma mulher refreou a grande desordem.
Ela chegou totalmente encantadora.
O cabeça da fileira, o cabeça era uma mulher.
A vantagem de uma vaca insone
Não nos faria ceder o caminho.
O sangue dos homens até nossas coxas,
Os maiores dos esforços mentais importunos
Realizados no mundo.
E acabou-se
Por refletir sobre o dilúvio
E sobre o Cristo crucificado
E sobre o dia do julgamento iminente
Os Amieiros, cabeça da fileira,
Formaram a vanguarda.
Os Salgueiros e Sorveiras
Chegaram tarde para o exército.
Ameixeiras, que são raras,
Indesejadas pelos homens,
As esmeradas Nespereiras,
Verdadeiros objetos de disputas.
Os espinhentos arbustos de Rosas
Contra uma multidão de gigantes.
A Framboesa refreou,
O que é melhor falhou
Para a segurança da vida.
A Alfena e a Madressilva
E a Hera na sua frente.
Como o Tojo, para o combate
A Cerejeira foi provocada.
A Bétula, apesar de sua mente elevada,
Atrasou-se antes que ele fosse enfileirado.
Não por causa de sua covardia,
Mas por causa de sua grandeza.
O Liburno tinha em mente
Que tua natureza selvagem era estranha.
Pinheiros no pórtico,
A sede da controvérsia,
Por mim grandemente exaltados
Na presença dos reis,
Os Olmos, com seu cortejo,
Não se afastavam um pé.
Ele lutaria com o centro
E com os flancos e a retaguarda.
Aveleiras, julgou-se
Que amplo era vosso empenho mental.
A Alfena, feliz a sua parte,
O touro da batalha, o senhor do mundo,
Morawg e Morydd
Tornaram-se prósperos em Pinheiros.
Azevinho, ele estava matizado de verde,
Ele era o herói.
O Espinheiro, cercado de ferrões,
Com a dor em sua mão.
O Álamo foi coberto,
Ele foi coberto na batalha.
A Samambaia, que foi saqueada,
A Giesta, na vanguarda do exército, nas trincheiras foi ela ferida.
O Tojo não se saiu bem,
Porém o deixou estendido.
A Urze foi vitoriosa, afastando em todos os lados.
O povo comum ficou encantado
Durante o tempo originando-se dos homens.
O Carvalho, movendo-se rapidamente,
Diante dele estremecem céu e terra.
Um valente porteiro contra um inimigo
Seu nome é considerado.
As Campânulas Azuis combinaram-se
E provocaram uma consternação.
Ao rejeitar, foram rejeitadas
Outras, que foram perfuradas.
As Pereiras, as melhores invasoras
Em tempo de conflito na planície.
Uma lenha muito colérica,
O Castanheiro é acanhado,
O opositor da felicidade.
O jato tornou-se negro,
A montanha tornou-se curvada,
As florestas tornaram-se um forno
Existente outrora nos grandes mares
Desde que foi ouvido o grito:
Os cimos da Bétula cobriram-nos com folhas
E transformaram-nos e mudaram nosso estado enfraquecido.
Os ramos do carvalho apanharam-nos numa armadilha
Do Gwarchan de Maelderw.
Rindo no lado do rochedo,
O senhor não é de uma natureza ardente.
Não de mãe, nem de pai,
Quando eu fui feito
Criou-me o meu Criador
De poderes nove vezes formados,
Do fruto dos frutos,
Do fruto do deus primordial,
De prímulas e florações da colina,
Das flores de árvores e arbustos.
Da terra, de uma trajetória terrena,
Quando eu fui formado
Da giesta e da urtiga,
Da água da nona onda.
Fui encantado por Math
Antes de me tornar imortal,
Fui encantado por Gwydion,
O grande purificador dos britanos,
De Eurwys, de Euron,
De Euron, de Modron,
De cinco vezes cinqüenta homens de ciência,
Mestres, filhos de Math.
Quando a remoção ocorreu,
Eu fui encantado pelo Guledig.
Quando ele estava meio queimado,
Fui encantado pelo sábio
Dos sábios, no mundo primitivo.
Quando tive um ser,
Quando a multidão do mundo estava em dignidade,
O bardo ficou acostumado aos benefícios.
À canção de louvor estou inclinado, que a língua recita.
Eu toquei no poente,
Dormi em púrpura.
Verdadeiramente estava no encantamento
Com Dylan, o filho da onda.
Na circunferência, no meio,
Entre os joelhos de reis,
Dispersando lanças não afiadas
Do firmamento quando vieram
À grande profundeza, dilúvios.
Na batalha haverá
Quatro vintenas de centenas
Que dividirão de acordo com sua vontade.
Eles não são mais velhos nem mais jovens
Do que eu mesmo em suas divisões.
Um milagre, Canhwr nasceu, cada um de novecentos.
Ele estava comigo também,
Com minha espada manchada de sangue.
Foi-me atribuída honra
Pelo Senhor e a proteção estava onde ele estava.
Se eu for aonde o javali foi morto,
Ele comporá, ele se decomporá,
Ele formará linguagens.
O radiante de mão forte, seu nome,
Com um raio ele governa seus números.
Eles se espalhariam numa chama
Quando eu tivesse de ascender.
Fui uma cobra malhada na colina,
Fui uma víbora no Llyn.
Fui um bico encurvado cortante,
Fui uma lança furiosa.
Com minha casula e tigela,
Profetizarei não erroneamente
Quatro vintenas de fumigações
Sobre cada um o que trarão.
Cinco batalhões de braços
Serão apanhados por minha faca.
Seis corcéis de matiz amarelado,
Uma centena de vezes melhor é
Meu corcel amarelo claro,
Rápido como a gaivota marinha,
A qual não passará
Entre o mar e a margem.
Não sou eu proeminente no campo do sangue?
Sobre ele está uma centena de capitães.
Carmim a pedra do meu cinto,
De ouro é a borda do meu escudo.
Não houve ninguém nascido na brecha
Que tenha estado a visitar-me,
Exceto Goronwy
Dos vales de Edrywy.
Compridos e brancos os meus dedos,
Faz muito tempo que fui um pastor.
Viajei na terra
Antes que eu fosse versado no conhecimento.
Viajei, fiz um circuito,
Dormi numa centena de ilhas,
Numa centena de fortalezas habitei.
Vós, inteligentes Druidas,
Declarai a Arthur
O que há mais antigo
Do que eu para eles cantarem.
E um veio
Da reflexão sobre o dilúvio
E do Cristo crucificado
E do dia do julgamento futuro.
Uma gema dourada numa jóia dourada.
Sou esplêndido
E ficarei livre
Da opressão dos ferreiros.







"As três velas que iluminam a escuridão:
Verdade, Natureza e Conhecimento." Tríade irlandesa.

Inserida por rapha777

⁠SEJA FORTE!


Nessa vida é preciso Lutar, Sonhar, Seguir, Acreditar e Amar
LUTAR em uma batalha,
lutar pelas falhas que vão está em seus momentos de luta,
que existe em uma guerra
onde tudo se espera é necessário
vencer seu adversário sem trapacear,
lutar também é ir em busca
de seus méritos focar em seus objetivos pretéritos,
e lutar pelos seus sonhos e não desistir de sonhar...
SONHAR é ir em busca de felicidade se entregar sem piedade,
em algo que quer conquistar é sonhar sem medo sem nada para atrapalhar,
em sua caminhada até encontrar sua meta desejada, e seguir firme na estrada,
realizar o impossível também é sonhar,
ver que nem tudo está perdido mesmo se você fracassar,
ainda existe uma esperança que te faz acreditar
e te enche de confiança e te ensina sonhar, nesse mundo oriundo que nos permite seguir....
SEGUIR é ir além do que tem, sem ter o medo de cair se ferir ou se acabar,
siga com confiança desconfiado e não pare de andar,
pois a estrada é longa se cansar descanse e vença cada onda
seguindo e reagindo a cada situação, seguindo sua tragétoria
sem tira os pés do chão.
Siguir é ter coragem e enfrentar qualquer desafio
seja ágil nas suas escolhas sabendo ser gentil, não machucando ninguém
e saiba acreditar também...é seguir em busca da quilo que tem.
ACREDITAR, é confiar no desconfiado pode ser certo ou errado
o que vim pela frente pode ser até mesmo planejado, acredite em você pois o seu caráter
e capacidade nascerá e com você ti fará crescer,
pois quem acredita sempre alcança
quando vocêperceber que tudo
que faz depende de confiança para vencer
e lá na frente você ficará contente e irá amar porque acreditou no acreditar....
AMAR é se entregar a um sentimento que cresce a cada momento,
sendo próprio ou compartilhado, amar o ser amado é está apaixonado
despertando por si tudo ao seu redor que está,
interligado num só lugar amando sem parar um sublime e abstrato desejo de encontrar
o verdadeiro sentido de amar....amar também é sentir se entregar,
flui, respirar um aroma doce tipo o vento como fosse um perfume no ar,
porque lutar, sonha, seguir e acreditar é preciso amar....

Inserida por rafha_dhemello

Vitórias Infinitas

Uma batalha vencida atrás da outra, após cada luta sobraram apenas alguns arranhões,a valentia foi forjada nas trincheiras do medo e das dores e prevaleceu. Os inimigos se apresentaram sujos, sorrateiros e fedidos, vieram de joelhos estendendo a bandeira branca de paz, então perguntei os seus nomes e foram revelados como o soldado, egoísmo, o egocêntrico e o bobo da corte ou seja o ciúmes. Não tive piedade, foram todos jogados na sarjeta aonde permanecerão cumprindo a prisão perpétua.
Na minha jornada de vida, prometo proteger o meu reino e mante-lo abastecido de amor, paz e felicidade, pois seguirei lutando as minhas guerras contra os males do coração.

Inserida por Ricardossouza

"O meu Deus que não falha já ouviu seu clamor.
Ele entra na sua batalha pra lutar em teu favor.
Te ajuda a vencer te acolhendo com amor.
Para os que estão doente... Ele é Nosso curador,
Para os cativos,,, Ele é nosso libertador.
Para os Atribulados... Ele é nosso Salvador.
A Ele?!!! Toda glória, todo nosso Louvor."

―By Coelhinha

Inserida por ByCoelhinha

Campo de Batalha...


Você acha mesmo que quem viveu no campo de batlha vai falar sobre as flores que avistou por lá?
Ou será mais fácil falar da dores que adiquiriu?
Ou dos rancores que os consumiu??


Os pássaros cantam livremente,
O vento sopra entra as folhas.
O peixes respiram e as bolhas
Sobem para a superfície levemente


O dia começa tão natural
Mas logo muda com um som gutural
Vindo depois do vilarejo.
Todos assombram-se com o Estouro.
Aquele mal presságio vira agouro
E o céu clareia-se num Lampejo.


Faltava mais de meia hora
Para que o dia desbotasse.
O céu sob a mortalha aquece
E o pavor logo devora.


O dia nem raiou direito
Mas o medo pegou de jeito
E foi gritos aos montes.
Serpenteando por todos os lados
Entre as árvores, rochedos e lagos
Saindo até de baixo de pontes.


O iminigo mesmo sendo um só
Veio para cima com tudo.
Parecendo um grande absurto
Tivemos que ataca-lo sem dó.


Um pobre garoto com arma na mão
Gritando e apontando sem direção
Invadiu a nossa base desprevinido.
Hoje sei que foi uma emboscada,
Mas àquela arma mesmo descarregada
Trazia o mesmo mal temido.


O primeiro tiro fui eu quem desparou.
Os outros veio em rojadas.
Voaram miolos e tripas foram jogadas.
Do garoto quase nada sobrou.


Antes de atingir o chão
O seu corpo fez um pequeno clique
E o som desse pique
Reagiu com mais um grande clarão.


Veio então a mega explosão.
Todos jogos no chão
Deixou a nossa defesa aberta.
Passos e balas vinham incontáveis
Com movimentos incalculáveis
Não tivermos tempo de ficarmos alertas.


Corri e me escondi o mais rápido
Enquanto o batalhão se desfazia.
Sabendo que eu de nada podia,
Logo vi que não éramos mais aptos.


Abracei a minha arma com força.
O nó da garganta se fechava lentamente.
E naquele momento a minha mente
Se transformava numa forca.


Quanto eles me alcançaram,
E vendo como me encontraram
Gargalhadas surgiam sufocadas.
A primeira mão que em mim tocou
Aqueceu o meu sangue e o descongelou
Pois a morte seria a minha próxima parada...


Até hoje eu nunca entendi o motivo de termos lutado batalhas que não nos pertencia.
Havia os vitoriosos com suas falhas, mas no fim, àquele canalha de alta patente, vencia.


Tsharllez Foucallt - Pseudônimo de Lucas Cândido.

Inserida por LucasCandido

⁠Em reverência
ao legado dos
heróis da Batalha
de Carabobo,
É preciso dar
um basta de tanta
falta de respeito
com o povo;
É preciso recordar
as origens,
derrubar o bloqueio
e alçar a vitória.

Mística celebração
na madrugada em
busca de resgatar
a união cívico-militar,
É preciso a paz
e a justiça recuperar.

Como é terrível
não saber que
até agora não
há nenhuma
prova concreta
de vida do General,
que nem preso
deveria estar;
Se tiver sobrevivido
a todo o maltrato
e injustiça
dos calabouços.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Força que há muito
Tempo na vida sabe
O quê é esta batalha,
Em cesta de palha
Se criou e cresceu.

Não é nenhum pouco
Uma 'cigarra' humana,
Pelos direitos reclama
De quem a ofendeu.

No barco não quer
Estar porque é sereia,
E nem aceitaria o seu
Bobo convite porque
Dele quer sobreviver.

Não foi correto o quê
Foi feito com ela,
Não haverá chance,
Não há mais lance.

Porque de longe ela
Não precisou largar
A mão de ninguém,
Sozinha se cuidou
E não vai embarcar.

Não aceita grosseria
Nem em alto tom,
Não se curva a tirania,
Não dança esse som.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A Independência foi semente,
foi a soma da união da nossa gente
no mar e no campo de batalha
se escrevendo crescentemente
pela mais bela terra do Continente,
A Independência floresceu
com Pau-Brasil e o Ipê-Amarelo,
Por mais que tentem romper
os laços filiais deste sublime afeto,
A Independência é sobrenatural
como a poesia que se reinventa
e ninguém domina pelos séculos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Homenagem às Déboras.

Baraque, era um comandante de Israel, ele falou que, só iria à batalha contra os Cananeus se uma mulher fosse com ele, e essa mulher era Débora, destemida e valente ela foi.
Baraque fugiu, Débora tomou o comando e venceu a batalha.
Dái vem o cântico de Débora, o mais antigo de todos, escrito antes mesmo da própria biblia.
- Juízes.
-Haredita Angel
18.08.2012

Inserida por HareditaAngel

⁠Sob o signo marcante

da Batalha dos Guararapes

o caminho foi estreito,

longo e cheio de desafios,



O meu Exército cresceu

modesto e com espírito

grandioso que sonhou

com a nossa Soberania

que um dia alcançaria.



O nosso Exército é filho

da Independência,

da liberdade e tem a paz

como a sua maior mística,

Saudar Duque de Caxias

e entender a História

faz parte da nossa cidadania.



Recordar a caminhada

do nosso Exército Brasileiro

antes e durante este Bicentenário

é lembrar sobre o quê foi, é,

e sempre será indestrutível

por nós repleto de amor infinito.



Prever o adiante com ele

por perto jamais temeremos

por consagração constatada:

quando todos nos deixaram

na vida, foi quem ficou

por sentimento confirmado,

e será sempre quem conosco fica.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Flambagem


⁠Há fronteiras nos jardins da razão
Há uma batalha vencida nas coisas
Que

Escolhemos não repetir

Eu quero idolatrar a dúvida
Quando eu pronuncio a palavra futuro
A primeira sílaba já pertence ao passado

Quando pronuncio a palavra silêncio
Destruo o silêncio

Quando pronuncio a palavra nada
Crio algo que nao cabe no que ainda nao existe

Ao contrário do que muita gente imagina
A gente não nasce pronto e vai se gastando
A gente nasce não pronto e vai se refazendo

Nada é mais perigoso do que a certeza de ter razão

Inserida por samuelfortes

Boa noite! Prostração é a perda das forças, sentir enfraquecido mediante uma situação adversa, uma perda de ânimo me tornando extremante abatida, me lançar ao chão derrubada pelo inimigo, curvado pelo tempo onde não há recuo, um cansaço sem medida. Coloco-me como se tivesse levado um golpe que aparenta ter a impressão que não há forças para se libertar. O corpo e a mente revelam um momento de abatimento físico e psicológico, estou esgotada e parece que nada me libertará. Noites mal dormidas, ao sentir na pele um sofrimento profundo do fruto que mais amamos e percebemos o quanto somos impotentes e incompetentes para travar esta luta para sua melhoria.
Gera um desânimo incontrolável o qual suprime nossa capacidade de agir. A debilidade presente me torna inútil frente a batalha a ser seguida. Preciso respirar fundo e reagir, como se fosse fácil, mas não há outra alternativa frente aos fatos. O meu cansaço notório nas mãos trêmulas, na disritmia do compasso do meio peito, a falta de ar intensa, marcado pelas feições uma face transtornada, sentindo a fragilidade de realizar as mais singelas atitudes é plena fadiga. Peço forças, ergo a cabeça, lavo o rosto e acredito isso vai passar, necessito que este estado ínfimo seja superado.
Olho no relento este corpo cansado, apresento um vulto desmantelado que necessita de esperança. Ergo as mãos aos céus com as poucas forças que me restam e digo: “eu tenho que conseguir pois não há mal que dure para sempre” e acredito que forças além da minha compreensão vão agir. Necessito imensamente de um descanso para restabelecer energias e prosseguir. Deus ouça meu clamor e permita que esta noite eu adormeça no seu acolhimento. Amanhã será um novo dia. Uma excelente noite a todos...