Textos de Batalha

Cerca de 923 textos de Batalha

A minha batalha pessoal é a minha voz interior!
Voz que se ouviu em minha vida objetiva me dizendo pra onde vou;
Me causava medo, essa voz de horrível alarde
Que aliviava a ânsia de estar sozinho no final de tarde;
Como é belo a solidão quando se vê sorrindo em meio a frustração
Pessoas estando felizes a cantar, como o vôo de um beija-flor que tão feliz está;
Ouça, a melodia do meu coração
Pulsa feliz de uma louca paixão
Paixão pela vida, no calor de querer viver
E te sentir tão longe, na verdade os meus olhos querem te ver;
A minha atenção se prende por uma boa leitura
Uma frase ao vento se molha no feio e no lindo se enxuga;
Mas quando me vejo em perigo sei com quem posso contar, com Jesus que é nosso amigo e sempre vai me amar
Com forças que adquiri em minhas orações, vou adiante com coragem enfrentar as minhas missões;
Contudo, vou cantando minhas dificuldades superar
Se me der ódio eu não aceito, eu só aceito se for me amar;

Julio Aukay

Inserida por JULIOAUKAY

⁠Mais uma segunda-feira
Mas um dia para viver
Cada dia em que eu vivo
É mais uma batalha para vencer;

Sei que eu não estou sozinho
E quem está comigo também não está
Pois juntos somos mais forte
E é a a que devo agraciar;

É com toda positividade
Que eu desejo me expressar
Bom dia meu amigo, saúde e segurança;

Inserida por JULIOAUKAY

GLADIADORES URBANOS



Uma batalha esta anunciada, os soldados saem de suas barricadas..
Instantes antes da partida são meros homens com a mente limpa...
Calmos, serenos, amigos e compassivos,
Tomam suas armaduras e num piscar de olhos a transformação..
Surge um soldado forte, destemido, com uma arma na mão.

Suas armaduras são imponentes e se confunde no meio de tanta gente..
E partem todos para o campo de batalha,
Disputam cada espaço, sempre no fio da navalha.
Há quem sem amontoa numa grande armadura,
Que parece o Cavalo de Tróia, que leva os soldados por estas ruas.

Cada qual quer seu canto, briga, xinga, esbraveja..
Isso é uma loucura, cada um com a idéia dura.
E a luta é grande, as vezes sangrenta, que nos tira a paz,
Que nos tira a vida com uma velocidade voraz.
Todos desejam chegar. Onde? Saber isso não se é capaz.

E assim ficam o tempo inteiro, correndo feitos felinos..
De um lado para o outro, desdobrando-se entre tantos guerreiros..
São fracos soldados, fortalecidos por suas armaduras...
Que muitas vezes não se ajudam e vivem na amargura...
Pobres soldados de vida curta e sem ternura.....

Inserida por nivajoaquim

Troféu

Enfrentei nesta batalha perdida.
Lutei como pude
Sem fugir, sem iludir.

Feridas são macas.
Marcas de quão intenso é meu amor por você.

Que bom...
Que bom que você venceu,
Sem seu amor eu morreria...

Faça-me agora o seu troféu,
Ponha-me na galeria do teu coração
E eu serei a tua maior conquista.

Edney Valentim Araújo

Inserida por edney_valentim_araujo

Vitórias Infinitas

Uma batalha vencida atrás da outra, após cada luta sobraram apenas alguns arranhões,a valentia foi forjada nas trincheiras do medo e das dores e prevaleceu. Os inimigos se apresentaram sujos, sorrateiros e fedidos, vieram de joelhos estendendo a bandeira branca de paz, então perguntei os seus nomes e foram revelados como o soldado, egoísmo, o egocêntrico e o bobo da corte ou seja o ciúmes. Não tive piedade, foram todos jogados na sarjeta aonde permanecerão cumprindo a prisão perpétua.
Na minha jornada de vida, prometo proteger o meu reino e mante-lo abastecido de amor, paz e felicidade, pois seguirei lutando as minhas guerras contra os males do coração.

Inserida por Ricardossouza

⁠Em meio às sombras que dançam ao redor, o amor e o ódio travam uma batalha épica, como dois titãs colidindo em um campo de guerra. O amor, com sua aura radiante e gentil, tenta erguer-se acima das trevas, enquanto o ódio, com suas garras afiadas e olhos flamejantes, busca consumir tudo em seu caminho.

É uma luta que ecoa pelos recantos mais profundos da alma humana, onde as linhas entre o bem e o mal se tornam borradas e distorcidas. O amor clama por compaixão, perdão e redenção, enquanto o ódio sussurra palavras de vingança, crueldade e destruição.

Em cada coração humano, essas forças opostas se entrelaçam em uma dança perigosa, onde a linha que separa a paixão do desespero é tênue e frágil. Às vezes, o amor prevalece, iluminando o caminho com sua luz radiante e calor reconfortante. Mas outras vezes, é o ódio que triunfa, deixando para trás um rastro de ruína e desespero.

É uma batalha que se desenrola em silêncio, nas profundezas da mente e do coração, mas cujas consequências são profundamente sentidas em cada fibra do ser. Pois, onde há amor, também há ódio, e onde há ódio, também há amor, entrelaçados em uma dança eterna de dualidade e contraste.

E assim, a humanidade continua sua jornada através dos séculos, em busca do equilíbrio delicado entre o amor e o ódio, entre a luz e as trevas, sabendo que, no final, é a escolha entre essas forças que moldará o destino de todos.

Inserida por Gamorim99

⁠Se o teu sangue
Batalha para
Você viver...
Imagina o sangue de
Jesus Cristo...
O poder que Ele tem de fazer você
Renascer e ser uma nova fonte de
Vida:
E vida com saúde, paz Paz❤️
E Abundâncias 🙏
Amém 🙌

Inserida por PeregrinoCorrea

⁠O que fez o amor

Vejam só vocês
O que o amor nos fez
Venceu a batalha
de uma só vez

A lua e o sol
Ele aproximou
A noite do dia
Inventou histórias
Cântico de vitória
Versos, poesia

Quem supor poderia
Que dois seres distintos
Em algum instante
Se encontrariam
Num mesmo caminho
Como dois amantes
Juntos seguiriam?

O amor venceu
O medo de sofrer
Mudou eu, modou você
Nos deu de presente a fantasia
Nos fez o milagre
De crer no amanhã
Vivermos no afã
De tanto querer
Viver mais um dia.

Inserida por EvandoCarmo

Muitos acreditam que na vida, a batalha sempre foi vencer os outros.
Mais a batalha mais difícil é vencer a si mesmo.


Muitos quando se perde na própria sombras, entram em desespero.
Dominar o caos na sua mente, é o obstáculo mais difícil.


E quando se toma controle disso! Surge uma luz, renovando as forças e a esperança.


O mundo vai tentar te quebrar, vai rir das suas quedas, das amargas derrotas.


Mais aquele que na sua mente domina o caos! Não se intimida com as dorratas ou a escuridão.


A luz que pode resucitar o ímpio, e tirar ele do medo! É a alegria da alma que nos enche de fé.
Aquele que anda na luz, pode vencer qualquer obstáculo, até a si mesmo.

Inserida por Ronan-hds

''⁠Cada dia é uma batalha, uma oportunidade de superar nossos limites e crescer. Por mais árduo que seja o caminho, jamais devemos permitir que a desistência se apodere de nossos corações. É na persistência, na resiliência e na determinação que encontramos o combustível para seguir adiante, mesmo quando o peso das expectativas parece insuportável.''

Raphael Denizart

Inserida por RaphaelDenizart

O que é a vida?

Dostoiévski: É o inferno.
Para Dostoiévski, a vida era uma batalha com as partes mais escuras da alma humana - um crucible de sofrimento onde confrontamos nossos medos e desejos mais profundos.

Sócrates: É um teste.
A vida é o último exame da virtude, sabedoria e verdade. Para Sócrates, não vale a pena viver uma vida não examinada.

Aristóteles: É a mente.
A vida é a busca pelo conhecimento e pela razão - uma jornada para compreender o mundo através da lógica, ética e metafísica.

Nietzsche: É poder.
A vida é a vontade de poder - uma luta pela auto-superação e domínio das circunstâncias, rejeitando a complacência e abraçando o crescimento.

Freud: É morte.
Freud viu a vida como uma tensão entre o instinto de vida (Eros) e o instinto de morte (Thanatos) - um impulso constante em direção à criação e destruição.

É a ideia.
Para Marx, a vida é moldadada pelas condições materiais e pelas ideologias que surgem delas - uma luta para criar um mundo de igualdade e justiça.

Picasso: É arte.
A vida é criação - uma tela para pintar nossas paixões, emoções e sonhos, moldadada pela imaginação e expressão.

Gandhi: É amor.
Gandhi acreditava que a vida está enraizada na não-violência, compaixão e amor universal - uma jornada em direção à paz e ao serviço altruísta.

Schopenhauer: É sofrimento.
Para Schopenhauer, a vida é um esforço incessante que inevitavelmente leva à dor e à insatisfação, temperada apenas por momentos de beleza e arte.

Bertrand Russell: É competição.
A vida é moldada por desejos e ambições humanos - um ato de equilíbrio entre interesse próprio e progresso coletivo.

Steve Jobs: É fé.
A vida é confiar no processo - correr riscos e seguir a intuição, mesmo quando o caminho à frente é incerto.

Einstein: É conhecimento.
Einstein via a vida como uma busca para compreender os mistérios do universo, impulsionada pela curiosidade e espanto.

Stephen Hawking: É esperança.
A vida é perseverança diante da adversidade - uma crença no futuro e o poder da engenhosidade humana.

Kafka: É apenas o começo.
A vida é surreal e enigmática, muitas vezes absurda, mas sempre abrindo portas para transformação e possibilidade.

Camus: É a rebelião.
A vida é encontrar sentido em um universo sem sentido, desafiando o absurdo com coragem e paixão.

Thoreau: É simplicidade.
A vida é tirar o desnecessário - abraçar a natureza e viver deliberadamente.

Rumi: É uma dança.
A vida é uma jornada espiritual - um ritmo de amor e conexão divina tecido em cada momento.

Kierkegaard: É um salto de fé.
A vida exige abraçar a incerteza e dar passos corajosos fundamentados na crença e na autenticidade.

Epicuro: É prazer.
A vida é sobre maximizar prazeres simples e duradouros enquanto minimiza dores desnecessárias.

Laozi: É harmonia.
A vida flui como a água - sem esforço e alinhada com a ordem natural do universo.

Confúcio: É virtude.
A vida é cumprir papéis com integridade, respeito e compromisso com a comunidade e a família.

Carl Jung: É individuação.
A vida é integrar o consciente e o inconsciente - tornando-se inteiro e autêntico.

Alan Watts: É um jogo.
A vida é para ser experimentada e brincada com maravilhas - não levada muito a sério.

Victor Frankl: É um significado.
A vida é encontrar propósito, mesmo nas circunstâncias mais difíceis, através do amor e do serviço.

Simone de Beauvoir: É liberdade.
A vida é o poder de se definir e rejeitar os papéis impostos pela sociedade.

Heráclito: É mudança.
A vida é um fluxo constante - um rio em que pisamos uma vez antes de fluir de novo.

Hegel: É progresso.
A vida é um processo dialético, avançando através da contradição e resolução em direção a uma maior compreensão.

É sobrevivência.
A vida no seu estado natural é "nojenta, brutal e curta", exigindo que os sistemas mantenham a ordem.

Rousseau: É liberdade na natureza.
A vida é mais autêntica quando voltamos ao nosso estado natural, livres da corrupção social.

Marco Aurélio: É aceitação.
A vida é abraçar o momento presente com determinação estoica, guiada pela razão e pela virtude.

Sêneca: É preparação para a morte.
A vida não é sobre a sua duração, mas sim a sua qualidade - ensinando-nos a viver bem e a deixar ir graciosamente.

Qual destas visões sobre a vida ressoa mais contigo, e porque?

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠Isso nunca acaba. A batalha nunca é vencida. Porque o que travamos dentro de nós não tem linha de chegada, não tem troféu, nem aplausos no final. É um embate constante, um ciclo eterno de quedas e reerguimentos, onde o inimigo muitas vezes veste nosso próprio rosto.

Lutamos contra memórias que insistem em doer, contra esperanças que ameaçam desvanecer. É uma guerra sem trégua, em que cada pequena vitória é celebrada em silêncio, e cada derrota ecoa como trovão no coração.

Mas, talvez, o segredo não esteja em vencer. Talvez a força esteja em continuar, mesmo quando o peso é esmagador, mesmo quando a luz parece distante. A batalha é o que nos molda, o que nos lembra que estamos vivos, que sentimos, que tentamos.

Porque, no fundo, o que importa não é o fim do combate, mas a coragem de enfrentá-lo todos os dias, com o coração em frangalhos e a alma ainda disposta a resistir.

Inserida por italo0140

A Batalha das Árvores


Publicado por Rowena em 12/1/2013 (2522 leituras)

Estas são as estrofes que foram cantadas na Batalha das Árvores, ou como outros a chamam, a Batalha de Achren, que foi por causa de uma corça branca e de um cachorro; e eles vieram do Inferno e Amaethon ap Don os trouxe.

E, portanto, Amaethon ap Don e Arawn, Rei de Annwn, lutaram. E havia um homem nessa batalha: a menos que seu nome fosse conhecido, ele não poderia ser vencido. E e havia uma mulher chamada Achren no outro lado e, a menos que seu nome fosse descoberto, seu exército não poderia ser vencido. E Gwydion adivinhou o nome do homem e cantou as duas estrofes seguintes:

De cascos firmes é meu corcel impelido pelas esporas;
Os altos galhos do amieiro estão em teu escudo;
Bran és chamado, dos ramos brilhantes.

E assim:

De cascos firmes é meu corcel no dia da batalha:
os altos ramos do amieiro estão em tua mão:
Bran, pelo ramo que carregas,
Amaethon, o bom, prevaleceu.

Numa multiplicidade de formas estive
Antes de assumir aspecto consistente.
Uma espada fui, estreita, matizada:
Acreditarei quando for manifesto.
Uma lágrima fui no ar,
Fui a mais sombria das estrelas.
Uma palavra fui entre letras,
Fui um livro na origem.
Dos faróis fui a luz
Um ano e meio.
Fui uma ponte que se prolonga
Sobre três vintenas de fozes.
Fui um percurso, uma águia fui.
Um barco fui nos mares.
Fui um complacente no banquete.
Uma gota fui num aguaceiro.
Fui uma espada no aperto da mão,
Um escudo fui em batalha.
Fui uma corda numa harpa,
Disfarçado por nove anos
Na água, na espuma.
Fui uma esponja no fogo,
Fui madeira na moita.
Não sou aquele que não cantará
Um combate, embora pequeno.
O conflito na batalha das árvores dos ramos.
Contra o Guledig de Prydein
Passaram ali cavalos principais,
Esquadras cheias de riquezas.
Ali passou um animal com grandes mandíbulas,
Nele havia uma centena de cabeças.
E uma batalha foi lutada
Sob a raiz de sua língua
E há uma outra batalha
No orifício de seu olho.
Um negro sapo desajeitado
Com uma centena de garras.
Uma cobra salpicada com crista.
Por causa do pecado, uma centena de almas
Atormentada será em sua carne.
Estive em Caer Fefenir,
De lá se apressaram pastos e árvores.
Menestréis cantavam,
Bandos de guerreiros perambulavam
Na exaltação dos britanos
Que Gwydyon realizara.
Havia um apelo ao Criador,
A Cristo por interesses,
Até o momento em que o Eterno
Libertasse aqueles a quem fizera.
O Senhor respondeu-lhes
Pela linguagem e elementos:
Tomai a forma das árvores principais,
Arranjai-vos em ordem de batalha
E refreai o público
Inexperiente na batalha mão a mão.
Quando as árvores foram encantadas,
Na expectativa de não serem árvores,
As árvores sussurraram suas vozes
De cordas de harmonia,
As disputas cessaram.
Interrompamos dias tristes,
Uma mulher refreou a grande desordem.
Ela chegou totalmente encantadora.
O cabeça da fileira, o cabeça era uma mulher.
A vantagem de uma vaca insone
Não nos faria ceder o caminho.
O sangue dos homens até nossas coxas,
Os maiores dos esforços mentais importunos
Realizados no mundo.
E acabou-se
Por refletir sobre o dilúvio
E sobre o Cristo crucificado
E sobre o dia do julgamento iminente
Os Amieiros, cabeça da fileira,
Formaram a vanguarda.
Os Salgueiros e Sorveiras
Chegaram tarde para o exército.
Ameixeiras, que são raras,
Indesejadas pelos homens,
As esmeradas Nespereiras,
Verdadeiros objetos de disputas.
Os espinhentos arbustos de Rosas
Contra uma multidão de gigantes.
A Framboesa refreou,
O que é melhor falhou
Para a segurança da vida.
A Alfena e a Madressilva
E a Hera na sua frente.
Como o Tojo, para o combate
A Cerejeira foi provocada.
A Bétula, apesar de sua mente elevada,
Atrasou-se antes que ele fosse enfileirado.
Não por causa de sua covardia,
Mas por causa de sua grandeza.
O Liburno tinha em mente
Que tua natureza selvagem era estranha.
Pinheiros no pórtico,
A sede da controvérsia,
Por mim grandemente exaltados
Na presença dos reis,
Os Olmos, com seu cortejo,
Não se afastavam um pé.
Ele lutaria com o centro
E com os flancos e a retaguarda.
Aveleiras, julgou-se
Que amplo era vosso empenho mental.
A Alfena, feliz a sua parte,
O touro da batalha, o senhor do mundo,
Morawg e Morydd
Tornaram-se prósperos em Pinheiros.
Azevinho, ele estava matizado de verde,
Ele era o herói.
O Espinheiro, cercado de ferrões,
Com a dor em sua mão.
O Álamo foi coberto,
Ele foi coberto na batalha.
A Samambaia, que foi saqueada,
A Giesta, na vanguarda do exército, nas trincheiras foi ela ferida.
O Tojo não se saiu bem,
Porém o deixou estendido.
A Urze foi vitoriosa, afastando em todos os lados.
O povo comum ficou encantado
Durante o tempo originando-se dos homens.
O Carvalho, movendo-se rapidamente,
Diante dele estremecem céu e terra.
Um valente porteiro contra um inimigo
Seu nome é considerado.
As Campânulas Azuis combinaram-se
E provocaram uma consternação.
Ao rejeitar, foram rejeitadas
Outras, que foram perfuradas.
As Pereiras, as melhores invasoras
Em tempo de conflito na planície.
Uma lenha muito colérica,
O Castanheiro é acanhado,
O opositor da felicidade.
O jato tornou-se negro,
A montanha tornou-se curvada,
As florestas tornaram-se um forno
Existente outrora nos grandes mares
Desde que foi ouvido o grito:
Os cimos da Bétula cobriram-nos com folhas
E transformaram-nos e mudaram nosso estado enfraquecido.
Os ramos do carvalho apanharam-nos numa armadilha
Do Gwarchan de Maelderw.
Rindo no lado do rochedo,
O senhor não é de uma natureza ardente.
Não de mãe, nem de pai,
Quando eu fui feito
Criou-me o meu Criador
De poderes nove vezes formados,
Do fruto dos frutos,
Do fruto do deus primordial,
De prímulas e florações da colina,
Das flores de árvores e arbustos.
Da terra, de uma trajetória terrena,
Quando eu fui formado
Da giesta e da urtiga,
Da água da nona onda.
Fui encantado por Math
Antes de me tornar imortal,
Fui encantado por Gwydion,
O grande purificador dos britanos,
De Eurwys, de Euron,
De Euron, de Modron,
De cinco vezes cinqüenta homens de ciência,
Mestres, filhos de Math.
Quando a remoção ocorreu,
Eu fui encantado pelo Guledig.
Quando ele estava meio queimado,
Fui encantado pelo sábio
Dos sábios, no mundo primitivo.
Quando tive um ser,
Quando a multidão do mundo estava em dignidade,
O bardo ficou acostumado aos benefícios.
À canção de louvor estou inclinado, que a língua recita.
Eu toquei no poente,
Dormi em púrpura.
Verdadeiramente estava no encantamento
Com Dylan, o filho da onda.
Na circunferência, no meio,
Entre os joelhos de reis,
Dispersando lanças não afiadas
Do firmamento quando vieram
À grande profundeza, dilúvios.
Na batalha haverá
Quatro vintenas de centenas
Que dividirão de acordo com sua vontade.
Eles não são mais velhos nem mais jovens
Do que eu mesmo em suas divisões.
Um milagre, Canhwr nasceu, cada um de novecentos.
Ele estava comigo também,
Com minha espada manchada de sangue.
Foi-me atribuída honra
Pelo Senhor e a proteção estava onde ele estava.
Se eu for aonde o javali foi morto,
Ele comporá, ele se decomporá,
Ele formará linguagens.
O radiante de mão forte, seu nome,
Com um raio ele governa seus números.
Eles se espalhariam numa chama
Quando eu tivesse de ascender.
Fui uma cobra malhada na colina,
Fui uma víbora no Llyn.
Fui um bico encurvado cortante,
Fui uma lança furiosa.
Com minha casula e tigela,
Profetizarei não erroneamente
Quatro vintenas de fumigações
Sobre cada um o que trarão.
Cinco batalhões de braços
Serão apanhados por minha faca.
Seis corcéis de matiz amarelado,
Uma centena de vezes melhor é
Meu corcel amarelo claro,
Rápido como a gaivota marinha,
A qual não passará
Entre o mar e a margem.
Não sou eu proeminente no campo do sangue?
Sobre ele está uma centena de capitães.
Carmim a pedra do meu cinto,
De ouro é a borda do meu escudo.
Não houve ninguém nascido na brecha
Que tenha estado a visitar-me,
Exceto Goronwy
Dos vales de Edrywy.
Compridos e brancos os meus dedos,
Faz muito tempo que fui um pastor.
Viajei na terra
Antes que eu fosse versado no conhecimento.
Viajei, fiz um circuito,
Dormi numa centena de ilhas,
Numa centena de fortalezas habitei.
Vós, inteligentes Druidas,
Declarai a Arthur
O que há mais antigo
Do que eu para eles cantarem.
E um veio
Da reflexão sobre o dilúvio
E do Cristo crucificado
E do dia do julgamento futuro.
Uma gema dourada numa jóia dourada.
Sou esplêndido
E ficarei livre
Da opressão dos ferreiros.







"As três velas que iluminam a escuridão:
Verdade, Natureza e Conhecimento." Tríade irlandesa.

Inserida por rapha777

"O meu Deus que não falha já ouviu seu clamor.
Ele entra na sua batalha pra lutar em teu favor.
Te ajuda a vencer te acolhendo com amor.
Para os que estão doente... Ele é Nosso curador,
Para os cativos,,, Ele é nosso libertador.
Para os Atribulados... Ele é nosso Salvador.
A Ele?!!! Toda glória, todo nosso Louvor."

―By Coelhinha

Inserida por ByCoelhinha

⁠Em reverência
ao legado dos
heróis da Batalha
de Carabobo,
É preciso dar
um basta de tanta
falta de respeito
com o povo;
É preciso recordar
as origens,
derrubar o bloqueio
e alçar a vitória.

Mística celebração
na madrugada em
busca de resgatar
a união cívico-militar,
É preciso a paz
e a justiça recuperar.

Como é terrível
não saber que
até agora não
há nenhuma
prova concreta
de vida do General,
que nem preso
deveria estar;
Se tiver sobrevivido
a todo o maltrato
e injustiça
dos calabouços.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Força que há muito
Tempo na vida sabe
O quê é esta batalha,
Em cesta de palha
Se criou e cresceu.

Não é nenhum pouco
Uma 'cigarra' humana,
Pelos direitos reclama
De quem a ofendeu.

No barco não quer
Estar porque é sereia,
E nem aceitaria o seu
Bobo convite porque
Dele quer sobreviver.

Não foi correto o quê
Foi feito com ela,
Não haverá chance,
Não há mais lance.

Porque de longe ela
Não precisou largar
A mão de ninguém,
Sozinha se cuidou
E não vai embarcar.

Não aceita grosseria
Nem em alto tom,
Não se curva a tirania,
Não dança esse som.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Sob o signo marcante

da Batalha dos Guararapes

o caminho foi estreito,

longo e cheio de desafios,



O meu Exército cresceu

modesto e com espírito

grandioso que sonhou

com a nossa Soberania

que um dia alcançaria.



O nosso Exército é filho

da Independência,

da liberdade e tem a paz

como a sua maior mística,

Saudar Duque de Caxias

e entender a História

faz parte da nossa cidadania.



Recordar a caminhada

do nosso Exército Brasileiro

antes e durante este Bicentenário

é lembrar sobre o quê foi, é,

e sempre será indestrutível

por nós repleto de amor infinito.



Prever o adiante com ele

por perto jamais temeremos

por consagração constatada:

quando todos nos deixaram

na vida, foi quem ficou

por sentimento confirmado,

e será sempre quem conosco fica.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A Independência foi semente,
foi a soma da união da nossa gente
no mar e no campo de batalha
se escrevendo crescentemente
pela mais bela terra do Continente,
A Independência floresceu
com Pau-Brasil e o Ipê-Amarelo,
Por mais que tentem romper
os laços filiais deste sublime afeto,
A Independência é sobrenatural
como a poesia que se reinventa
e ninguém domina pelos séculos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Homenagem às Déboras.

Baraque, era um comandante de Israel, ele falou que, só iria à batalha contra os Cananeus se uma mulher fosse com ele, e essa mulher era Débora, destemida e valente ela foi.
Baraque fugiu, Débora tomou o comando e venceu a batalha.
Dái vem o cântico de Débora, o mais antigo de todos, escrito antes mesmo da própria biblia.
- Juízes.
-Haredita Angel
18.08.2012

Inserida por HareditaAngel

Boa noite! Prostração é a perda das forças, sentir enfraquecido mediante uma situação adversa, uma perda de ânimo me tornando extremante abatida, me lançar ao chão derrubada pelo inimigo, curvado pelo tempo onde não há recuo, um cansaço sem medida. Coloco-me como se tivesse levado um golpe que aparenta ter a impressão que não há forças para se libertar. O corpo e a mente revelam um momento de abatimento físico e psicológico, estou esgotada e parece que nada me libertará. Noites mal dormidas, ao sentir na pele um sofrimento profundo do fruto que mais amamos e percebemos o quanto somos impotentes e incompetentes para travar esta luta para sua melhoria.
Gera um desânimo incontrolável o qual suprime nossa capacidade de agir. A debilidade presente me torna inútil frente a batalha a ser seguida. Preciso respirar fundo e reagir, como se fosse fácil, mas não há outra alternativa frente aos fatos. O meu cansaço notório nas mãos trêmulas, na disritmia do compasso do meio peito, a falta de ar intensa, marcado pelas feições uma face transtornada, sentindo a fragilidade de realizar as mais singelas atitudes é plena fadiga. Peço forças, ergo a cabeça, lavo o rosto e acredito isso vai passar, necessito que este estado ínfimo seja superado.
Olho no relento este corpo cansado, apresento um vulto desmantelado que necessita de esperança. Ergo as mãos aos céus com as poucas forças que me restam e digo: “eu tenho que conseguir pois não há mal que dure para sempre” e acredito que forças além da minha compreensão vão agir. Necessito imensamente de um descanso para restabelecer energias e prosseguir. Deus ouça meu clamor e permita que esta noite eu adormeça no seu acolhimento. Amanhã será um novo dia. Uma excelente noite a todos...