Textos de Amantes

Cerca de 277 textos de Amantes

Dois

Dois amantes
Vidas que se cruzam
Desejos que se enroscam
Na pele, no toque e na voz

Dois cúmplices
Dois iguais
Dois momentos
Dois finais

Felizes enquanto somos
Corpo, alma e sensações
Estranhos se nos perdermos
No cotidiano das preocupações

Quem bem quer amar
Deve sempre lembrar
Do início, do conquistar
Ir mais além e ousar

Acreditar que é possível
Renovar e reinventar
Sair do marasmo da acomodação
Manter a paixão
Apaixonar de novo
Com o mesmo encanto

Ainda que com o velho canto
Dos agora bem conhecidos
Personagens da vida
Tão certo
Como dois e dois

Inserida por Joaoanibal

Mesmo os chamados grandes amantes estão continuamente lutando, continuamente no pescoço dos outros, ranzinzas, destrutivos. E as pessoas pensam que isso é amor...
O seu amor não é realmente amor, ele é o seu oposto. Ele é ódio disfarçado em amor, camuflado como amor, exibindo-se como amor. O verdadeiro amor é sem referências. Ele não pensa sobre o ontem nem sobre o amanhã. O verdadeiro amor é um espontâneo jorrar de alegria em você... e o compartilhar isso... e derramar isso... pela simples alegria de compartilhar, sem qualquer outra razão, sem qualquer outro motivo

Inserida por NiravaGulaboBeth

O Melhor Amor do Mundo
Amantes, ficantes e outras efêmeras companhias ela as teve aos montes. Havia tido um grande amor, seu primeiro amor, e acreditava piamente que jamais viveria outro sentimento com tamanha intensidade, afinal não duvidava quando as pessoas na sua grande maioria falavam que nunca se esquece o primeiro amor.
Na verdade, até muito acanhada, ela confessou a um número seleto de pessoas que vivera seu maior e melhor amor no outono de sua existência.
Encontrou um homem que a encantou como os príncipes encantados costumam encantar suas princesas. Quando os homens maduros costumam viver à cata de menininhas ele se encantou por ela, e tinha o grau exato de timidez que para ela é imprescindível numa pessoa. Ela também ficou fascinada com a falta de pressa com que eles foram se conhecendo, porque hoje em dia vige a prática dos relacionamentos atropelados e por isso mesmo tão fadados ao insucesso.
Ela agora não pode ir a certos cinemas, sente um aperto no peito ao passar quase todo dia pelo Jardim Botânico, quase morre quando alguém posta uma foto no " Daniel Briand", o Pontão tão encantado lhe evoca lindas sensações e a Rota 66 faz com que sinta uma faca cravada em seu peito.
Mas o melhor lugar do mundo onde esteve com o melhor amor do mundo foi na casa dele, pois ali ela redescobriu o prazer de dormir de conchinha e de ser amada por um homem até através dos olhos dele.
Ele está viajando e ela o espera às vezes pacientemente, outras vezes com urgência desesperada...destemperada.

Inserida por AngelaBeatrizSabbag

Amantes

Sob o brilho da luz da rua
E a escuridão pálida da lua
Caminha Solidão opaca,
Negra e com ressaca
Após arrastadas bebedeiras,
Com pessoas sorrateiras
Na noite sem estrelas
Sem amor e sem belezas

Sob o brilho da luz da rua
E a escuridão pálida da lua,
Caminha um homem opaco
Meio a meio Mulato.
O homem do dia a dia
Sentindo a ressaca da ironia
Em noites sem estrelas encontra-se com Solidão
Sem perceber apenas sua ingênua traição.

Sob o brilho da luz da rua
E a escuridão pálida da lua
Os Outros se assombram por uma janela
No quarto escuro acendem uma vela
Rindo do Mulato até doer
Do quão banal é ter que o olho ver
Pessoas tão ignorantes
Em nosso mundano mundo repleto de amantes.

Inserida por Franciscodeolivas

DIAMANTE POEMA PARA OS AMANTES DO POEMA.

Na guerra inflamada das palavras de cor preta, luta o poeta em inserir sentidos sobre a branca folha estendida. Mostra-se branca, mas não simbolizando a paz, pelo contrario, afronta com rispidez à inovação do escritor que expira no papel toda a sua inspiração. Tece sentidos com fios de conhecimentos, tracejando emoções violentas para dar sentido nas palavras de cor preta grifada na branca folha. Construir um poema é como lapidar o diamante mais puro. Apesar de duro, por certo, o cuidado da preciosidade que tem em suas mãos é muito, e ele ainda faz da peça mais preciosa ainda com as inúmeras facetas que reluz por toda a parte o valor acrescido da matéria, contudo o Diamante bruto ainda guarda em si valores, já o papel e a tinta da caneta do escritor nada valem e não dão sentido a suas atribuições se estiverem separadas. No entanto ainda resta ao escritor dar o valor que nem mil diamantes pagariam o preço do pensamento carregado de sentimentos. Fruto da mente que não mente. Pois verdadeira é a sua criação, por que guarda em sua essência a originalidade do seu dono. Antes de processar as palavras em seu cérebro, elas fluem da fonte inesgotável de criação e afloram na pele que aguça os sentidos e as sensações. De fato apreciar o escrito que é tão precioso e original que sua química é única que faz da obra ser mais rara do que o diamante. Muitas são as perolas já escritas que se torna cada vez mais difícil elaborar aquela que irá superar todas.
Tantos são os escritores que invejo suas preciosidades, mas de fato não vou superá-los por que suas criações são únicas, assim como as minhas. E perduram milhares de anos e só agregam valor, não em dinheiro isso seria muito supérfluo, seu valor consiste no reconhecimento daqueles que lêem sua obra e gostam tanto que queriam que fossem deles próprios a idéia prima de ter produzido tal “diamante”. Custoso e tão natural que sobrevém de modo que brotam as palavras e afloram as emoções no ato de que tudo nasce sem de nada antes ter. Dom? Talvez! Mas para todo talento é necessário ação para ser manifestado. Tão hábil o escritor ou o ourives que esculpe versos de ouro e faz relevos da figura que se desenha usando o sentido figurado das palavras e assim se sobre saem o diamante contido na pureza da bela arte da escrita, romântica, abrasiva e cingida pelas mãos do poeta que assim foi descrita.

Inserida por Flares

Amantes à margem da amor

Oi, quanto tempo não lhe vejo. Que estranho é escrever esse texto, estamos parecendo tão distantes, nossas conversas não parecem ter a mesma mensagem, reinado de pronomes impessoais, perguntas mascarando propósitos maiores, resquícios tímidos de esperança na tentativa de restabelecer a força do elástico afrouxado do nosso elo. Ainda o temos, é verdade, mas agora é só um cordão, um cabo de aço talvez que, mesmo conectado está tão extenso que não podemos ver onde a outra ponta termina, onde se encontra, e temos medo de segui-la, ainda que vivamos presumindo os vários lugares muito prováveis de encontrá-la, temos o receio de quebrar uma promessa falida, de deixar que nosso desejo flua bravamente interrompendo esse período, a ausência, e, finalmente, seja ele novamente barrado.

E agora sinto que o desejo está se sentindo desacreditado nesse coração, mesmo que seja o mais querido, eu já não tenho mais como satisfazê-lo e ele insinua ir embora, seja sumindo, seja migrando ou se transformando, eu realmente não faço ideia, sei apenas que se não se satisfez enquanto esteve comigo, não vai permanecer em meio a nosso novo e estranho modo de se comunicar. Creio que ele se sinta demasiado reprimido e ofendido sob esse reinado do tempo, principalmente pela formalidade de contato, vezes ele grita, consome as lembranças, mas de nada adianta e só o frustra mais saber que a fonte está sendo negada. Por isso, penso que manter um contato dessa forma é coagir um gigante imensurável a caber num duto de dois centímetros de diâmetro. Muito estranho.

Penso também que nossa afinidade está arraigada na carne, isto é, no cósmico-biológico que se influencia reciprocamente, mesmo que não tenha sido sempre assim, no começo, pode ser que o que sinto por você agora é parte imanente de mim. Eu sei que é conexão, e ainda que pareça coincidência, essa, por sua vez, não é mais que uma conexão não esclarecida, um impulso “involuntário”, como uma lembrança que deletada deixa sempre o rastro de suas consequências emotivas, impossíveis de suprimir, exemplo muito expressivo disso dado no filme: “Brilho eterno de uma mente sem lembranças”. É por isso que saem pesquisas cientificas afirmando que passamos a nos parecer, até fisicamente, com quem tivemos muita proximidade e convivência e com quem temos muita afinidade. Aquele beijo nosso que era capaz de desligar o mundo, de trazer a paz e apontar a conexão existente mais rápido que qualquer palavra, qualquer. Isso porque, quero explicar, beijar envolve doar nossos insumos gênicos, nossa biologia, como se cada célula do corpo e da boca se cumprimentassem com o DNA mais adequado ou semelhante, compositor de ritmos e, veja, que nada dessa natureza muda com frequência, ao contrario são as palavras, tão fluidas, conformadas muitas vezes, tênues e até mesmo inexpressivas dessa conexão que existe, ainda também existem nossos comportamentos contraditórios, inundado de preconceitos, de ansiedades, de deferência, de expectativa de que sejamos vistos de uma forma desejada (conforme a expectativa do outro) se agirmos contidamente construindo assim uma “fachada” do próprio eu, tudo facilmente manipulado por nós e pelos outros. O incrível é que essa intimidade entre nossas almas, entre nosso maná individual e a biologia dos seres não é alcançável volitivamente, ainda que saibamos algumas definições e interferimos em algo, é sempre limitada nossa interferência consciente enquanto estamos sempre sob a regência dessa ordem. É impossível fugir. Relendo a tragédia grega de Édipo, enxergamos que devíamos ter consciência do destino, das coisas relativamente intangíveis do universo. O que nos une já não é mesmo humano, simplesmente.

Então, desconheço qualquer fator que nos impute à estranheza e formalidades cabíveis apenas entre desconhecidos que não seja fruto único e exclusivo de nossa diligência sobre o comportamento, a qual me esforço em repudiar quando incoerente com a vontade essencial, responsável pelo próprio inicio dessas conversas, incoerente, finalmente, com o destino e, que quando essa situação se repete, reforço, essa vontade se sente ofendida e prejudicada.

Não parece haver outra saída, era e é provável que esse período apresentasse muitas mudanças, que eu contraia relacionamentos, por exemplo, apesar de que já se passarão quatro meses assim e nada relevante tem acontecido, muito por causa nossa, por causa do descrito no ultimo texto deixado em seu e-mail e por seus artifícios que me chamam a atenção. Eu gosto assim. Como dito, vou fazer o máximo para conseguir e quando, por desventura, estiver lhe perdendo, vou procurá-la, como tentativa última desesperada, independente da situação que se encontre. Quero deixar claro ainda que se aparentar que estamos muito distantes, um de nós pode sempre se manifestar, pelos locais que conhecemos e como tem ocorrido ou de outra forma que indubitavelmente precisemos e queiramos muito, sempre, com carinho que nos é imanente e assim restabelecer a segurança de fé que nossas crenças e devaneios humanos nos tiram.

Lembrete: Nenhuma das palavras escritas que direciono para você se assemelha as características que mencionei atrás, as palavras que escrevo para você, antes de tudo, são constituintes e resultado direto da vontade do destino, da sentimentalidade permanente, ou pelo menos, se esforçam por assim bem traduzir. Sei que você sabe bem disso e eu não poderia terminar sem dizer um Eu te amo, frase que mais fielmente representa o teor e intensidade dessa conexão... Eu amo, amo, amo muito você!

O amor dispensa formalidades, dispensa a margem, ele quer usar de todo e qualquer vocabulário, de toda extensão de terra e céu, o centro e os lados.

Inserida por AZEVEDODouglas

O amor e a gravidade. Os amantes verdadeiros são a mesma alma que são separados antes de nascer, e as duas metades sempre vão desejar ardentemente voltar a se unir. O Amor pode ser uma coisa impossível de combater, visto que ele é muito forte.
A Gravidade, dizem que não é possível combate-la... Mas eu descordo... E se amor fosse mais forte que a gravidade?

Inserida por NiceTeixeira

FORMAS DE AMOR


Amor não é somente entre um homem e uma mulher.
Não é só entre dois amantes.
Amar é muito mais que isso...
É sentimento que habita em nosso coração.
Que nós torna amáveis, gentis, alegres e felizes.
É fonte de água cristalina, que jorra incessante
e persistente.
É um sentimento único, que nos mostra o real,
sentido da palavra amor.
É olhar ao redor, reconhecer um irmão.
É transmitir alegria, é amar com o coração.
É aproveitar o vento forte, e deixá-lo ir em todas
as direções.
É espalhando, amor que se é amado.
É ajudando, que se é ajudado
Mas, ame de verdade, ame com o coração!
Esse sentimento Divino só se prospera
Quando a alma de fato conhece, o que é o
Amor Universal.

Inserida por poemasdeamor

O amor supera tudo

Como dois amantes,
Caminhamos pelas ruas, entre muros pichados da cidade,
Contemplando toda desigualdade,
Com o céu de testemunha das lagrimas e de nosso amor.

Pelos becos escuros, famigerados,
Sem tetos e famintos, observam
A soberba, fartura de nosso amor.

O mau cheiro das sarjetas,
Este, já não nos atrapalha mais,
E assim, passeamos por praças quebradas,
Mal iluminadas e abandonadas.

Contemplamos a beleza de ser diferente,
Em um universo igual.
E pelas calçadas esburacadas, chegamos ao nosso destino final,
Para nos amarmos ao som de balas cruzadas,
Em meu apartamento de vinte metros quadros,
Distribuídos entre sala e quarto,
Na periferia da cidade.

Inserida por pablodanielli

Minhas...minhas caminhadas são
internas...constantes...amantes!..
Vejo você a cada instante... me dê as suas mãos moço!
TU é CArinho! É paixão!
Já chega!! Me dê seu coração!
Sei que a vida não é feita de ilusões... mas sem ela... A vida é vazia!
Será que ainda há tempo para nós?
TU é CArinho!

Inserida por yonnemoreno

A paciência dos amantes é de uma delicadeza extraordinária causam palavras direcionadas ao coração, versos singelos com uma imensa importância para os sentimentos.
Do teu perfume eu respirava a sensação de um sentimento intenso e ensandecido que me deixava em chamas.
O som do meu coração em ritmo canta em trovas ao seu lindo querer, pois és bela e provoca as mais intensas inspirações.

Inserida por JULIOAUKAY

Sindrome de Peter Pan

Com o passar do tempo o pesar dos olhos inculca os eternos amantes da doçura da infância que ao perceber que o mesmo dom não lhe pertence como aos tempos de outrora ,que ao abrir os olhos visse que a utopia do passado da eterna infância era mero sonho humano....rancores do passado inflamariam suas mentes que não desejariam que a maturidade as coroasse com o dom da morte....mais deveras que sem a mesma evolução a sabedoria não alcançaria a vós e não demonstraria o quanto este pensamento era sonhador? Eis que com a velhice vem a sabedoria e com a mesma a morte... mais com tal dom sábio seria fácil encarar tal destino implacável quanto esse que vaga dentre as noites procurando quem espera tal destino conscientemente mais sem empenho ou mera ansiedade, que os anseios da vida passem diante de teus olhos e lhes mostrem quão gratos foram tuas ansiedades e conquistas, mais se as mesmas conquistas não forem alcançadas ao menos serviram de sonho para que a tua vida não decorresse sem um objetivo no horizonte.Tua alma deveras nunca teve barragens voando de sonho em pesadelo,de amor a ódio,de derrota a tão sonhada conquista.Vive e vive, apenas isso, se o tempo é teu problema afasta te dele...ele correra longe de teus olhos não lhe importunando. Apega te a sorrisos como conquistas e lagrimas como aprendizado...não tome dos outros em busca da tua felicidade, mais de o que lhe pertence para ver o próximo adquirir tal conquista.E demonstre a cada dia o quanto foi proveitoso cada segundo a ti sucedido .

Inserida por ADILSONSALLES

Indecente...assim somos você e eu ...
dois mundos ... amantes do momento...
como quando a noite esbarra
no dia dando o tom lilás...
Você e eu, paixão que não acaba ...
Mas nunca poderemos chamar de amor ...
Pois há poesia da nossa vida ...
Só fala de saudade ...face distante ...
sensações ...perfume de carícias ...
solidão indecente ...Juntos somos um
Separados nem existimos ...
Seu toque me traz ...sua ausência...
Lembranças ...Ah que lembranças...
Beijos molhados ...pupilas dilatadas ...
Delícias e caricias....eclipse ...Ápice contante...
Coração batendo no mesmo ritmo....
seu corpo no meu ...sonho vivido na pele ...
A minha alma na sua ...

Inserida por zeni_muniz

AMANTES DE OCASIÃO E A HIPOCRISIA NOS CASAMENTOS...

È vergonhoso o que vem acontecendo em nossa sociedade, dita cristã.
Casamentos de faixada, sustentados por sorrisos falsos, fotos em colunas sociais e interesses escusos.
Claro que isso não acontece só nas altas rodas, é um câncer que está presente em todos os níveis sociais.
Não entendo como o ser humano chega a voar tão baixo, para manter-se em "Pé".
Como podemos nos sujeitar a participar de tamanho desatino, tanto como amante ou permanecendo em uma relação infeliz, sem amor, sem respeito?
De que forma é possível manter a auto-estima, a dignidade e poder ofertar um sentimento verdadeiro, sendo cúmplice de uma mentira, que com certeza, nunca terá um final feliz?
Estamos corrompendo nossa alma, nosso coração, atropelando nossos princípios e pulverizando o pouco do que ainda resta de mais sagrado na "família".
Filhos que fazem vista grossa aos "pecados" dos pais, para garantirem sua "segurança" e tranquilidade econômica, pais que fingem se preocupar com os filhos, lhes dando exemplos toscos, sem nenhum conteúdo moral ou cristão e muita, muita ausência.
Um preço muito alto a pagar, pois se não bastasse uma sociedade tomada pelo consumismo e totalmente individualista, sem amor próprio, ainda está carente de bons exemplos, de pais honestos e sentimentos nobres!
Tenho vergonha de mim, do que me tornei, pois todos nós, ativos ou passivos, estamos nos omitindo, não como patrulheiros da moral e dos bons costumes, que seria pura hipocrisia, mas do que estamos causando em nós mesmos, sendo tão permissivos e indiferentes diante desse massacre contra o sentimento mais lindo que a humanidade pode experimentar: O AMOR!

Inserida por JACQUESKHALIL

...Os Amantes...
(o tal do Morfeu uchiha )

Nós estávamos sempre juntos Nunca soube lhe dizer
Enfim você veio até mim foi amor além de mim
Me fez sorrir, me fez cantar, me fez viver.

E naquela noite nos amamos
Como dois loucos amantes a se adaptar
Meio confuso você ficou Não tinha como evitar.

Entendo a sua estranheza
De algo que ate então você não conhecia
E de um tempo você precisou Desejo, Culpa, agonia...

E nas coisas da vida você se perdeu Sinto saudade
de tudo como era, Se passaram 3 logos Anos, aqui estou
Nessa longa espera.

Entre um oi e um olá Um beijo novamente
a nos desperta E logo, mais uma vez como
2 amantes Nos amamos loucamente.

Ambos nessa atração de semelhanças Num cingir de
músculos podemos ver Que já exaustos os amantes
erguem-se Para um Novo amanhecer

Inserida por MORFEUUCHIHA

amantes do amor

sidarta, o iluminado gautama, deixando o seu principado de lado,
o poder, a glória simplória, sua luxuosa cama, alcova alada,
quiçá, a luxúria ao longe da manchúria, povoado aliado
de antes, porém, hoje muito valorizado e industrializado.
conquanto, fora, e o é venerado da índia aos emirados.
confúcio, sábio chinês, lá atrás iniciou a trazer sua paz
iluminado, guiado, soube bem o que fez, sendo assaz
qual maomé em sua meca, após jesus tê-lo influenciado.
nesses interregnos, houve a paz; e houve a espada atrás.
trocou-se o fêz pelo fez, outra vez, talvez sem saber o que fez.
há milênios criou-se a era axial, formação do eixo astral.
energias aos humanos, chakras coronarianos. meridiano
frontal onde entra a sabedoria. amins andarilham há anos
pelas pontas dos pés. iluminados astros extrassensoriais
e porque não dizer: à francisco cândido xavier. à mulher
pode-se considerar a calcutá na realeza de mãe tereza.
à doce dulce a confirmar a nossa amada pátria nacional
do carnaval, e da alegria normal, afora a dolorida tristeza.
dessa desnatural realeza a governar favela e pobreza.
tristeza, beleza, safadeza, franqueza, apesar da alegria
no largo sorriso infantil do belo filho do político imbecil.

platão, livre e sem patrão; donde gerou toda a tradição,
com sócrates, contundentes a questionarem a verdade.
jeová, god, javé, brahman, shiva e infinitas deidades.

até pantocrator faz parte do trato
afinal quem dá as ordens de fato?

apenas ame o resto que resplandece, se me parece,
tertúlia flácida para adormecer vacum. haja vista as
guerras infanticidas a manchar as nossas vidas idas.
neste caldeirão sobrou um caldo chamado: AMOR!

o CAPS LOCK ainda funciona,
apenas não o uso por abuso.
somos demasiadamente
humanos, “nietzsche”.

jbcampos

ame se for capaz!

Inserida por camposcampos

⁠Aos Meus Amores
Irmãs inseparáveis era eu e minha Estrela, hoje só posso vê-la de longe.
Amantes inseparáveis era eu e minha Estrela⁠, mais logo tive que admirar seu brilho de longe.
Amigas inseparáveis era eu e minha Lua, por infelicidade tive que suprir sua presença te olhando de longe.
Ainda tenho o Sol, aquece meu coração, faz meus dias serem menos dolorosos... Mas sei que logo sentirei seu calor de longe.

Inserida por Cartasaosmeusamores

⁠Em nome dos amantes da música, agradeço a todos os cantores e cantoras e músicos em geral.
A música é um acalento para nossa alma, dá uma energia positiva em nossas vidas.
Para viver com muita alegria e disposição, tem que estar ouvindo uma bela canção.
A vida não é fácil de viver pelos problemas que temos diariamente, mas quando estamos ouvindo uma bela canção, esquecemos dos problemas e vamos tocando a vida.
Todos nós devemos um pouco de nossas alegrias aos cantores, cantoras e músicos pelo acalento que a canção faz de nossas vidas ser mais alegres.

Inserida por SERGIOFURQUIM

O que fomos?

Fomos um dia,
aquilo que um dia sonhei.
Fomos amantes,
mas você era coadjuvante.
fomos tão lindos que quando
não foi... Chorei.
Fomos tão distantes.
Nem sei por onde andei...
Fui pra lá, fui pra cá,
ao menos susseguei.
Fomos tudo que queriamos,
também, o que não.
Mas o amor tende a isso,
tu acaba sozinho, na solidão.
Mas... fomos tão lindos que isso não importa.
Você foi uma linda rosa,
que morreu no meu jardim.

Inserida por Jean_Quintino

⁠O passado é meu local de encontro, onde há dois amantes em um solo sem dono.
Não há fronteiras para o meu pudor.
Sou um navegante encontrando teu porto; pra me alocar, entrar no cais e me derramar o transbordo que carrego,
que é bem maior que todo o mar.

Sou estrangeiro em seus traços.
Porém, fui extraditado pelos inúmeros pecados.
Me levaram pra casa à força.
Nunca mais pertenci ao seu abraço,
que foi embora de vento em popa.

Inserida por HudsonHenrique