Textos Arte
Na vitalidade noturna, uma Bela flor, a elegância de pétalas vermelhas, beldade vestida de amor, revelando a cor da sua alma intensa, fervor apaixonante, bênção radiante do Senhor, grandeza de arte rara, um rico esplendor que é semelhante a uma noite enluarada, a simplicidade em um tom sedutor, riqueza demasiada, detalhes exultantes, primor inegável, onde o romantismo se propaga de um jeito fervoroso entre várias camadas, íntimo profusamente amoroso, vigor de uma essência veemente por uma cor representada.
O encanto de um realismo impressionante, criado aos poucos a partir de uma inspiração grandiosa, apaixonante, um mar incrível, de muitas ondas, águas transparentes de um azul rico, tudo numa harmonia de detalhes muito imponente, que transforma o lúdico em uma bela realidade estática, fascinante com tintas numa tela, fruto de uma persistência imprescindível, uma paciência que pode ser percebida em cada traço, portanto, um resultado genuíno, profundo, emocionante, que produz um sentimento aprazível, arte realista profusamente significante.
Cativado por esta noite esplêndida, neste momento ao teu lado, pois, certamente, estou fascinado contigo, estás elegante, amável, representando um amarelo emocionante, o teu sorriso radiante como o sol de um belo dia que está nascendo, a imponência apaixonante de um girassol, brilho reluzente de uma estrela incomparável nos teus olhos, luz de um amor sincero, deixarias van Gogh exultante e por consequência, ele ficaria inspirado, assim, estou vendo agora em ti, a primazia farta de uma arte esplendorosa, a essência que agrega um sentir poderoso a estas minhas palavras, uma poesia que ganhou vida, cor e formas, num tom de alegria, de uma inspiração proveniente do Senhor, uma luminosidade sedutora, simplicidade de muito esplendor.
Carinhosa, olhar verdadeiro, onde o amor se mostra de um jeito bastante intenso, partes significantes do teu lindo rosto, traços frágeis e atraentes, decerto, uma arte emocionante, cujo espírito é liberto, assim, és uma mulher muito interessante que deixa alguns instantes tão vivos que ficam com gosto amável e entusiasmante de infinito.
Manhã de sábado, dia cinza, chuva caindo de um céu nublado, o pulso da vida continua a pulsar a cada batida do coração, no florecer detalhado de uma bela flor, na harmonia de uma linda música, uma expressividade de grande emoção, os ventos usando com veemência a sua liberdade, uma movimentação persistente, versos de desabafos, de sentimentos sinceros a partir da inspiração que transita pela mente, bendita a arte que permite enxergar as cores veementes da simplicidade, ouvir o que a tranquilidade tem a dizer, apesar da embaraçosa obscuridade que está à volta, capaz de entristecer, portanto, uma visão atenta que serve como uma espécie de rota de fuga para não esmorecer.
Rica sonoridade crescente que intensifica no ápice emocionante de um belo pôr do sol ardente numa reunião de notas que afagam os ouvidos e um resplendor celeste que encantam os olhos, um elo recíproco, amor consistente entre tons e ritmos harmônicos, logo, uma satisfação gradativa graças a duas formas distintas de arte com uma conexão genuína de uma contínua vividade.
É muito evidente a tua expressividade, tens uma mente que não se aquieta, que está numa contínua atividade, muitas vezes, chegar a ser barulhenta, faz questão de ser notada, não se contenta com pouca atenção, raramente fica saciada numa abundância de pensamentos, profundos, insistentes, confusos, alguns relevantes, outros, nem tanto, penso que não poderia ser diferente, pois aparentemente, tens uma natureza que está sempre faminta, devido a veemência dos teus sentimentos constantes, consistentes,às vezes, conflitantes, sendo assim, grande é a tua sensibilidade, tens uma personalidade espontânea e consegues converter esta inquietação em arte, onde a veracidade e o amor são uma constância. Da minha parte, talvez seja uma concepção presunçosa e certamente, limitadaa teu respeito, tendo em vista que ao mesmo tempo que és muito transparente, és uma mulher enigmática, portanto,não chego nem perto de decifrar-te totalmente.
Com o tempo você entende que tudo são etapas e ciclos, fases. Que começam e terminam. Coisas necessárias vem e ficam e coisas desnecessárias vão, às vezes voltam ou acabam. É preciso saber dizer adeus para o que vai e seja bem vindo ao que vem e fica. Tudo é importante, temos um pouco de tudo que vivemos em nós. Talvez somos uma argila viva que começa bruta, conforme as etapas - vai se lapidando, até a forma final - a obra prima.
A boa joia feita por um grande mestre das artes plasticas joalheiras alem de bonita , criativa, veste se confortável. Pois o adorno certo quando encontra a perfeita personalidade de quem usa, existe em harmonia e em pouco tempo passa agregar se a própria anatomia como o objeto e o usuário nunca estivessem ausentes e indiferente em todos os sentidos.
Na joalheria contemporânea diferente da tradicional, não são os materiais que são preciosos, raros e de grande valor. A preciosidade da obra de arte na joalheira contemporânea está na perfeita harmonia dos materiais empregados sejam eles, gemas, metais, fibras, minérios, produtos industrializados, caros ou baratos desde que se entrelacem enquanto criação justificada em perfeito movimento na direção estética.
Geralmente fujo um pouco dos ditos especialistas. Afinal todo especialista tem um discurso teórico quase pronto diante de qualquer objetiva tipicidade do assunto mas diante do novo, da surpresa e do inusitado, geralmente ele se retrai e se cala pois diante do diferente parece me que só resolve mesmo o profundo saber, a feliz criatividade aliada a uma alta sensibilidade.
Estamos confiando no processo da vida. Nos colocando ao dispor do Universo pra cumprir as missões que nos forem ofertadas/delegadas. Seguimos na fotografia com o propósito de fazer o que deve ser feito. O nosso melhor. Plena entrega a cada click , observando a vida com respeito e gratidão. Não deixamos de conectar a vontade de viver e mostrar uma realidade mais lúcida em todas as relações, dentro do que chamamos: Universo do Amor. #fotografiadaLUZ www.lgtfotografia.com.br
A música é algo tão profundo que consigo imaginá-la parando guerras. Imagine os alto-falantes tocando as músicas que mais tocaram a sensibilidade dos homens que lá estão lutando... Consigo imaginar eles se ajoelhando e chorando, depois se abraçando e lamentando, e enquanto isso aproveitando a beleza que é uma música.
No jazz, os melhores solos são emocionantes, mas um acompanhamento eficiente (acompanhar ou complementar o que os outros músicos estão fazendo) é também uma parte essencial da arte. Afinal, trata-se de uma atividade em grupo, um processo contínuo de dar e receber. Artistas que querem para si todos os holofotes e não apoiam os outros músicos não são convidados de novo para a apresentação seguinte.
Se por ventura, eu me desventurar aos olhos de quem não tem ventura nenhuma, não digam que eu me espalhei ao comprido, apenas porque em parte alguma um homem pode ser ofendido, por se aventurar de modo emancipado ao horizonte que nos é imposto. Mas que, por suposto, ou por uma hipotética altivez de nos aventurarmos todos de uma só vez, seria uma patética atitude por parte de muitos daqueles que exercem o direito de todos não exercerem o direito de ninguém. E para não chamar desventurado ao procedimento de alguém, nem tão pouco me meter onde não devo ser chamado, limito-me a fazer desta minha desventura o que um fado faz de uma aventura num engraçado entretém. Se me excedi, convém juntar todos os vocábulos daqueloutros retirados dos estábulos antigos, onde se fazem mais amigos, nos retábulos ecuménicos, onde os anjos académicos aparentam as dores que não têm, demonstrando que as mesuras convêm às dissimuladas aventuras nesta arte de viver…
Preciso de acertos. Ultimamente tenho esquecido de ir aos shows, comprar cd's, comprar quadros (mesmo que a prestação), comprar livros, assistir palestras e lançamentos de outras coisas como a morte da idiotice. Eles que criam coisas com esforço e as vezes com linguagem por detrás da palavra. Pessoas que passam tempo a criar arte, a pensar. Sobretudo a inventar concertos do grande público. Eles não dão concerto. Dão acertos na alma.
Eu escrevo pra desancorar emoções. Escrevo pra tentar controlar o caos daqui de dentro, pra peneirar um porto nessa tempestade. Escrevo pra suicidar no vento o peso das palavras. Escrevo para me libertar. Escrevo pra transpassar fronteiras, pra alcançar certos ouvidos, e me perder no meio daquela barba. Ahhhh minha excitação por barbas! Já se sabe quem provocou. Eu escrevo aqui porque a poesia tatuou em mim o gosto pela vida, pois essas palavras são quociente das minhas experiências. Talvez eu escreva para máquinas e robôs. Ninguém lê mesmo. A vida acontece no virtual dos corações frios e se desmancha no grito de horror proclamado na esquina dos contos, (a)casos, (des)encontros. Escrevo para sentir a mim mesma e não sentir a maldade alheia que permeia, que espreita. Escrevo porque se eu gritasse ecoaria apenas aos mudos. Neste mundo de poucas cartas e muitas selfies todo diálogo é de surdos. Eu escrevo porque escrevo, não há explicação.
"O mais bonito na natureza humana, talvez seja a maior prova de que somos feitos à imagem e semelhança do Criador, é o poder de superação que existe em todos nós. Tanto a dor como a alegria podem se transformar em poesia, artes plásticas, música, doação e entrega ao próximo, o que vai enfeitar a vida de todos os demais e mostrar a face da Beleza, que é a face do próprio Deus.!
Barbozeira: Antologia Textual, é um livro que reuni tudo que forma um ser humano: alegria; tristeza; amor; sexo; fé; ilusão; realidade; santo; profano; guerra; paz; humildade; maldade; passado; presente; futuro; culpa; perdão... A natureza mais forte e profunda que torna a arte uma imitação da vida.
A bem da verdade não é fácil contrapor-se ao sistema, mas ainda assim é a única forma de presentear o mundo com o seu talento e a si mesmo. Talvez, muitos não entendam, mas a arte para os artistas é algo visceral, vem de dentro e precisa ser colocada para fora. E precisamos da arte para abrilhantar o mundo ou para não morrer da verdade como dizia Nietzsche.
