Texto sobre Água
Sólido é a água resfriada
... Sou o impuro sonhar ao afável ardor,
caído eu namores primitivo,
vou saído do teu parentesco!!!...
... Sermões... neste verão que me secas,
um arbusto tristonho,
risonho pelas noites,
antes posso dormir???
... Insônia tosca e desmembrava-se,
por me deixar insosso, calado sem sabor,
talvez algumas frases despejes,
em minha mente sonolenta...
... Perdera o costume daquelas poesias,
do amor, frio; trouxera o arrepio,
essa espinha dorsal,
nada mal, como um peixe,
fora d'água trás os feixes...
... Queria ser breve, na mesmice morrer,
faz mais parte de minha vida,
do que meu próprio perceber...
Não me chame
Não vou comer do teu prato
Tem pizza e água de coco
O meu gosto
Saboreia teu caviar
Aperta tua gravata
Meus pés é meu sapato
Visto rendas, calço flores
Hoje é dia de praça
Tirar retratos
Brincar com cores
Sorri com meus filhos
Meus amores
Tomar sorvete
Comer pipoca
Algodão,
Saborear, viver...
Senti,
Pulsar coração !
Porque será?
Quando Deus criou o mundo
Criou uma beleza sem igual,
Deu-nos as plantas, água pra beber
dos rios, chuva, tudo tão real...
Criou também os animais pra que
sobrevivessem juntos ao ser humano,
para que uníssemos seus conhecimentos
com os nossos e pudéssemos compreender
o valor da vida...
Nos deu a terra pra plantar,
para que através de sementes
tivéssemos alimento...
Deus não nos deu armas mas os homens
a criaram para destruir uns aos outros...
Deus não nos deu dinheiro mas os homens
o criaram e por causa dele crimes são cometidos...
Será que Deus errou quando nos deu tudo isso?
ou será que os homens são muito perversos
pra entenderem que a vida tem que ir em frente
na evolução sempre pro bem...
Anjopoesia
No seu olhar perdido minava água, ela não podia chorar porque estava em publico no metrô, ela passou a mão nos olhos para enxugar as gotas que teimava em cair, as mãos deslizava sobre a bolsa, na sua agonia, e falta de controle emocional, seu corpo estava rígido,e o que se percebia era só um olhar perdido que se voltava para o chão e para as paredes do metrô.
As vezes queremos tanto aquilo que não era pra ser nosso. E livre e arbítrio.
mulher no metrô 21/03/2015
No ritmo da chuva
A chuva cai lá fora
pingos de água intermitentes
que envolvem transparentes,
o vidro da minha janela...
Arrebatadoras vão descendo,
molhando, vão acontecendo
caídas, rolando no chão
pequenas enxurradas de emoção...
Chuva que cai transbordante
molha a alma do poeta errante
que em lágrimas tende a escrever
o que da vida não pode conter...
Anjopoesia
"TEMPESTADE/S"
És um deserto, na minha alma
Num poço profundo e cheio da água mais pura
Onde sacio a minha sede, sede de amor
Paixão e liberdade
As tuas mãos entrelaçadas nas minhas
Suadas, quentes e frias, da tua barba que pica-me
O meu corpo como uma tempestade
De vento que geme de frio
Derretes o gelo com o teu calor
Como uma fogueira que arde de amor.
Amo-te ao luar, amo-te à chuva, senti-te na praia
Na areia quente, o corpo queima, na noite esquecida
Sacias a sede, cansas a mente, cansas o corpo
É nos teus braços que eu amo estar, fresca a tua boca
Sabe a romãs, cheio de amoras, brisa do mar
Seca o deserto, do nosso alento, choro ao sol
Choro ao vento, desta tempestade da nossa vida.
BOM DIA MEUS BONS AMIGOS!!!
Enquanto a água do café não borbulha,
o pão, manteiga e geléia coloco na mesa.
Vem de súbito na memória
o fogão à lenha da minha infância,
cujo fogo aquecia a água soltando fagulhas...
Esqueço as xícaras e me vejo com surpresa
voltando no tempo com as doces fragrâncias...
mel - ((*_*))
Somos o tempo. Somos a famosa
parábola de Heráclito, o obscuro.
Somos a água, não o diamante duro,
a que se perde, não a que repousa.
Somos o rio e somos aquele grego
que se olha no rio. Seu semblante
incerto se espelha na água mutante,
no cristal que espelha o fogo tropego.
Somos o vão rio predestinado,
rumo ao mar. Pelas sombras cercado.
Tudo nos diz adeus, tudo nos deixa.
A memória nos imprime sua moeda.
E no entanto há algo que se queda
e no entanto há algo que se queixa.
PINGOS D’ÁGUA DA CHUVA
(Gleidson Melo)
Um, dois, três... Milhares de pingos d’água. Assim é a chuva. Suave, acalma e traz a tranquilidade necessária ao bem-estar.
Conforto para os corações apaixonados pela vida. Num cantinho especial e reservado, somente para contemplação da natureza: sozinho, sentado e sentindo o cheiro de terra molhada.
Cai em forma de chuvisco, fazendo barulho no telhado. Lava as calçadas e molha os campos verdejantes. Enche os rios, os riachos e escorre nos vales. A vida acontece. Na beira do lago, dá um sentido todo especial ao momento e traz a felicidade.
Os pensamentos repousam na calmaria, enquanto dezenas, centenas, milhares... Incontáveis pingos proporcionam a paz e “faz chover”.
Dia sem brilho
Hoje o dia amanheceu cinzento,
Onde o sol nasce e sem brilho,
Com gotas d'água da chuva passada,
Como lágrimas de um coração sofrido.
Hoje abro meus olhos tristonhos,
Desejando que o tempo realmente voltasse,
Pois sinto falta de uma metade,
Que no decorrer do dia me amasse.
Sinto um espaço escuro e vazio,
Que era preenchido por um lindo sorriso,
Mas que agora se encontra distante,
Mostrando que esse mundo se encontra partido.
Já não imagino o que o futuro reserva,
Mas espero que as promessas se cumpram,
Amor, respeito e verdades,
Não palavras,
Mas sim compromissos.
um dia descobri que sou como um Aiceberg ,as pessoas só vê 10% a ponta que esta fora da água, se mergulhar ao fundo , poderá conhecer mais e ver como pode ser belo o mergulho vendo ao fundo e toda a vida que o cerca , mais a grande maioria só olha o superficial garante-se no que vê ao raso, prefere bater de frente e afundar .... vendo apenas o que querem ........
não percebem , mais estão se afundando os próprios barcos !
"O diário do errante."
Esquecido do tempo o Arameu desperta,
Recolhe sua água diária e se prepara ...
Por um instante pede ao criador a reflexão diária.
Entao recostado em um lugar especial qualquer ,
Percebe que a leste descortina o desconhecido ,
A oeste de onde viera, nao sabe notícias...
Então discute com sigo mesmo, e justo pensar saudade de casa?
Quando não ha mais casa ?
E.santos
É muito difícil medir o tamanho do nosso pulo antes de encontrar a poça d’água. E a gente, não importa o tamanho da galocha, acaba sempre fugindo desses obstáculos, por medo de quê? De molhar a barra da calça?
Mas por que é que nós, ao mesmo tempo em que fugimos do que não nos fere, acabamos nos jogando, despidos de qualquer armadura, aos leões? A resposta muda de tempos em tempos na minha cabeça. O que penso hoje e aqui escrevo é que, por mais que a gente negue, a gente tem umas poucas certezas. A gente TEM QUE TER essas certezas. Poucas e importantes certezas.
O PASSADO É INSIGNIFICANTE. Sim, ele é o espelho da nossa história e conta muito sobre o que somos. Mas o que eu sou depende muito mais do que eu estou fazendo agora, do que das coisas que eu fiz. Nós temos o poder de mudar, a qualquer momento da nossa existência, para melhor ou para pior. A única coisa que importa é o futuro, que nada mais é do que uma página em branco que a gente pode preencher com as tintas que bem entendermos. Tirando das costas o fardo do passado, encontramos nos nossos pés a leveza necessária para saltos no futuro, cada vez mais altos, arriscados, excitantes e, sim, felizes. O presente nada mais é do que o momento em que passado e futuro se beijam. Esse encontro de lábios dura um tempo ínfimo, intangível, mas é suficiente para transformar o agora em história. E como é a minha história? O que é que eu quero ter pra contar?
E a gentepodeDEVE ser maior. Basta que a gente queira. E querer não é poder, como as pessoas dizem por aí. QUERER É FAZER. E fazer não é nada fácil. Existem momentos na vida em que a gente precisa ser mais forte do que acha que pode, mais inteligente do que acha que é e mais nobre do que acha que consegue. E como é que a gente consegue? Querendo. E quando a gente quer demais uma coisa, a gente é capaz de feitos que a nossa mente nem consegue conceber. A gente mata um leão por dia. A gente acaba esquecendo das poças d’água, canalizando toda a nossa força para o embate inevitável com os predadores que a vida coloca na nossa frente. E são muitos.
Os sonhos são objetivos que a gente re-batiza desse jeito apenas para que pareçam inatingíveis. E o nosso salto pode ser do tamanho que a gente conseguir imaginar. Basta que a gente perca o medo de molhar os pés.
Venustos ventos
Vem vento, vem...
O vento sutil sopra a água suavemente
Ondulando o lago parado que reflete o sol e a criação.
A brisa balança os alecrins, ali nascidos, Loiros e elegantes.
Vai vento, vai...
Em bando, os passarinhos amarelos pousam delicadamente,
A natureza plena, à vontade, em completa discrição.
Confundem-se as imagens douradas reluzentes.
O vento vai e vem...
Furtivos encontros acontecem livremente
Não há nenhuma necessidade de explicação
Aos olhos que brilham ao assistir o espetáculo constante
Venustos ventos
loucura em dias que tudo está errado,
bebo muita ansiedade.
devo sempre mais e mais...
água sofrimento do coração,
te diria a sede divido ao calor ou seca,
desdenho singularidades,
no cais de um rio,
bem pouco sua margens,
correr e respirar o vento,
leve em puros sonhos,
seria tais a perfeição,
nesse horizonte de um sol,
ao meio dia e sede dobra
no suor derreador sentimento,
tento mover cada uma das despedidas,
como esses cascatas que tanto imagino no calor,
nunca desvio o olhar de tristeza,
os traços de brisa fria bate no fio da espinha,
denoto que areia queima a sola dos pés
o mesmo deixo a virtudes de lado
pois sensação somente piora
solidão de um sonho ao longe do espírito
nos céus aves dançam num balé,
e apenas um desejo supremo e gelado...
seria cruel sonhar pois não tem preço fixo.
LÁGRIMAS DE AMOR
Márcio Souza. (20/10/15)
Gotas d'agua numa flor,
São lagrimas do coração,
São os choros da minha dor,
São gotas de amor e paixão,
São pingos tristes de lágrimas,
Da desilusão e maldade,
São gotas que brotam da alma,
São lagrimas tristes da saudade.
É uma dor doida e doída,
Que bate e rasga no peito,
São lagrimas de amor sentidas,
Sem explicação e sem jeito.
São as lágrimas de quem fica,
São lagrimas de quem vai embora,
Sentimento que não se explica,
De dois corações que choram.
São lagrimas de arrependimento ,
Daquilo que não foi feito,
Pra segurar no momento,
Um amor que foi desfeito.
Que se enxugue essas lágrimas,
Que cicatrize essa dor,
E preparar nossas almas,
Para novas buscas ao amor!
E um novo dia a raiar,
Com o sol trazendo calor,
Para as gotas d'agua secar,
E renascer nova flor.
Márcio Souza.
(Direitos autorais reservados )
Criança...
Pula, pula
para não molhar o pé,
mas se cair na água
quem disse que vai sair
juntará muitas pedrinhas
e atravessará o rio
para buscar mais.
Coisa de gente pequena
que adulto nunca esquece
porque aqui,
aquele que brinca
quer voltar até a infância
para continuar criança.
by/erotildes vittoria
Agua pra quem bebe agua
Todas as delicias se bebia,
Mas beber!, é coisa pra quem sabe?
Saber?, não sei, bem o que é
Fé é meu saber e controle do entender
Entendo assim que aquele beijo foi isso
Sim!, foi uma bebida deliciosa e de fé
Não?, mas que isso não!, simplente tudo isso
Contudo; eu sei que agua que tenho ao labio
Sei, ei, que eu me cobiço de desejo ego cego comigo
Há um desses dias acordo meus dedos de tal sonho cegamente sonhado
Sonho cego, não pode ser visto nas passarelas reais, pelo menos não
Então me prevenho escrever a escravidão ireal lá fora daqui
Escravidão não tão ireal pra corações sem ilusões do punho há mão
Mão de seu coração é a terra da ilusão que faz o ireal, real aqui
Lá fora no mundo, a escravidão é o cão que emonciona pra sair da televisão
Cachorros me levem longe do real e ireal que me cega e deixe meu sonho ser vital
Que sabe, estou cansado de cachorros e cachorras, melhor mesmo eu ficar longe desse bando
Bando abandonado pelo ego e desejo largado de ser dono e dominador do terceiro e interior
Chega de escrever, assim vou me enloquecer de tento veer coisas que não como posso poderei poder
Poder?, o que vira a disse tal coisa a dizer, sei lá, uma coisa das estrelas que até hoje o homem não teve humildade de aprender e viver.
Dedico a todos que amem o proximo mais que o outro oproprio dos interesses.
BANHO DE CHUVA
COM A PRECIPITAÇÃO TORRENCIAL DA ÁGUA
INFLAMA UM DESEJO
DE ENTRAR EM CONTATO COM A NATUREZA.
SENTIR CADA GOTA TOCAR MINHA PELE,
E EXPELIR DOS MEUS POROS
TUDO O QUE HÁ DE IMPUREZA.
COM OS OLHOS FECHADOS,
OUÇO UM SUSSURRO AO PÉ DO MEU OUVIDO.
É UM VENTO INVISÍVEL, IMPONENTE, SUBVERSIVO,
ME FAZENDO REFLETIR A VIDA,
O QUE ALMEJO, VIVI E VIVO.
Esta chuvinha mansa
Cujos pingos molham nosso chão
É como água de maré mansa
Acariciando nosso coração...
Conforta as plantas, mima as flores
Água pura, que a todos sacia
A ela entoamos louvores
Se cai de mansinho nos acaricia
Faz brotar a semente
Tal como uma oração
Alimento de toda nossa gente...
mel - ((*_*))
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