Coleção pessoal de danfontes

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A morte do meu eu sonhador me fez perceber a importância de sonhar.O sentir do não real em mim faleceu e o medo da realidade me torna miserável.

Meu bem, o único problema é que o tempo é incapaz de entender o amor.

A poesia que brota da flor em uma noite qualquer, atingindo corações e ensinando a amar.
Fazendo do ódio liberdade.
A poesia que me diz verdades
e que me faz acreditar na beleza
da solidão.

A sede por beleza me destrói cada vez mais
me tira do sério,
me quebra o coração
e ainda mata a minha
vontade de amar, mas não como a água mata a sede.

Destelhou-me.
só descobri quando vi pingar.
a água que escorria parecia não querer parar
não sei ao certo o que aconteceu
possa ser que um gato chato
subiu no telhado e correu
tirando assim do lugar
uma parte do telhado
que era meu
ou possa ser que uma bola
jogada da rua por garotos bobos
tenha feito um buraco,
naquele lindo telhado.
Mas com tudo, concertei.
Tapei o buraco e esperei,
Depois de um tempo novamente
aconteceu, destruíram o telhado
Que era meu. O único jeito
É deixar pingar

A guerra está feita e estamos perdidos
as pessoas se matam ao se olharem
e as crianças já crescem com medo de viver ignorância, violência, crueldade
procuramos abrigos para não sermos pegos por essa onda que domina
uma boa parte do mundo
é dor irmão
é dor
e ela ta fazendo a festa

Enquanto a lua vinha a andar sobre a noite iluminando os corações dos apaixonados e fazendo a companhia dos que sofrem por ser só, eu escrevia para fazer parar a dor

Eu implorei a Deus
Mais parece que ele não me ouviu
Eu gritei aos homens e eles não me ajudaram
Eu sei que é dificil
mais aguenta um pouco mais
Eu sei que ta escuro
Mais te peço que tente enxergar luz
Eu estou aqui
Segura a minha mão
Que eu ei de pedi agora ao diabo pra te salvar
E se a morte vier agora a te buscar
Eu imploro a morte pra não te levar