Terror
_Oposições alienadas
no sumo da alma...
extinções que abrange o terror
que há no firmamento lamuria
em momentos especiais,
tangentes que se abrem diante da vertente,
sonsa pura ansiosa tais como dilema,
responsável por impor a luz que ilumina.
Não um deus simples
Entre na rocha e esconda-se no pó, do terror do Senhor e da glória da Sua majestade. - Isaías 2:10
As pessoas adoram colocar Deus em uma caixa. Para satisfazer seu próprio pensamento ou apoiar seu lado de uma discussão, eles constroem uma caixa, rotulam, colocam Deus nela e a embrulham.
Uma caixa popular é a caixa de “amor”. É o único que as pessoas usam quando querem pensar em Deus como um personagem do tipo vovô benevolente que ama tanto a todos que Ele não poderia puni-los. Não importa qual seja o pecado em que se envolvem, esses indivíduos sugerem que Deus apenas sorri com um grande sorriso e olha para o outro lado. "Meu Deus ama demais as pessoas para puni-las", dizem as pessoas ao fechar a caixa.
Não há uma caixa grande o suficiente para colocar Deus em prática. Suas características são tão amplas que não podemos começar a compreender a totalidade de Seu ser. Claro, Ele é um Deus de amor, mas como Isaías 2 aponta, Ele também é um Deus de terror: “O dia do Senhor dos Exércitos virá sobre tudo orgulhoso e sublime. . . e será abatido ”(v.12). Essa não é a ação de um Deus tolerante e que tudo vai.
Nosso trabalho como seguidores de Deus é conhecê-lo tão completamente quanto pudermos. Precisamos investigar Suas características aparentemente opostas e nos inclinar diante Dele - nosso glorioso, todo-poderoso e complexo Senhor.
Para estudo adicional,
Deus é santo (Êxodo 3: 3-6), mas misericordioso (Sl 108: 4);
apenas (Atos 17: 30-31), mas amoroso (João 3: 16-17);
insuscetível (Salmos 145: 3), mas conhecível (João 14: 6-9).
Para fortalecer sua fé em Deus, busque a face de Deus. Dave Branon
Terror ou confiança?
Em Deus eu confiei; Não terei medo. O que a carne pode fazer comigo. - Salmo 56: 4
Uma súbita rajada varreu com força quase furacão as ravinas semelhantes a funis acima do lago de Tiberíades, 682 pés abaixo do nível do mar. Ondas enormes caíram no pequeno barco, ameaçando afundá-lo.
Aterrorizados, os discípulos de Jesus O acordaram. Como ele pôde dormir através dos ventos estridentes e da tempestade de navios? (Jesus estava dormindo porque estava exausto após um dia de ministério extenuante.) “Você não se importa que estamos perecendo?”, Gritaram (Marcos 4:38).
Calmamente Jesus se levantou e ordenou que cessasse a tempestade furiosa. Então, em meio à calma e às trevas, Ele fez duas perguntas aos seus discípulos admirados: “Por que você tem tanto medo? Como é que você não tem fé? ”(V.40).
À medida que viajamos pelo mar da vida, vendavais aterrorizantes podem ameaçar nos dominar. Doença, perda e perigo podem nos atingir sem alívio. Em nossa ansiedade, podemos clamar ao nosso Senhor aparentemente indiferente: “Você não se importa com nossos problemas?” E Cristo, completamente no controle de todas as circunstâncias, nos repreende gentil e amorosamente por não exercitar a fé. Ele nos exorta a confiar em Sua soberania onipotente e onisciente. Quando Deus está conosco, estamos seguros para o tempo e a eternidade.
Seja a ira do mar agitado pela tempestade,
ou demônios, ou homens, ou o que quer que seja,
Nenhuma água pode engolir o navio onde jaz
O Mestre do oceano, da terra e dos céus. -Padeiro
É melhor atravessar a tempestade com Cristo do que navegar sem ele. Vernon Grounds
É o terror de saber
A que ponto chegou o mundo
Observando alguns bons amigos
Gritando "Deixem-me sair!"
Eu sou a garra e o rugido do leão
Sou o terror do bicho papão
Sou a luta e o suor da cabanagem
Sou poesia, sou arte, sou aparelhagem
O trailer tem uns três meses. O filme de terror - como sempre - dura 4 anos e se puderem, mais. Haja susto.
turno da noite...
perpetuo sintonia do terror
eterno expressão
que perde se nos entreveiros da alma
resisti no calor infinito,
o braço sutil
num mar de demonstra,
os passos que se funde,
no amor profundo,
seus olhos surgi nas chamas,
pensamentos cruéis se despedem
nos ares de um anjo corvos
são deliberadamente uma parte
do desejo que cobre seu corpo,
num sonho eterno,
curti imensamente o amor
que indefinidamente esteve entre as entrelinhas do acaso,
vitima de tantas vezes te amo,
queimaram todos os corpos,
em momento incerto e insensato
sua vida se perdeu na imensidão,
tanto queriam teu amor,
insípidos sentimentos,
deduzindo que a voz da eternidade
seja apenas a poeira de tumulo se nome,
mais tempestades apagaram o mais querer
de tuas vidas num espaço de tempo,
será consequência no terror do silencio
seu desejo muito longe de você.
marcada por mentiras desilusões,
o domínio fracassou com tua morte,
numa questão de tempo sinto seu calor
na fumaça se espalha entre as luzes do caminho,
realidade, se enfraquece dos desejo que expressa sua face,
por quantas vezes aparece na escuridão...
seus lábios tremulam quando desejei seus sonhos.
quando recebemos o que merecemos o resultado se queima em paixões...
ninguém pede por isso apenas aconteceu,
como inocência perdida...
estamos condenados a permanecer num mundo que se comparece no momentos que as sombras parecem ter sua forma...
certamente terá compaixão de verdade,
nos aprofundamos num sentimento sem perdão.
e compadecemos do amor que nas profundezas sentimos.
distintamente os sentimentos abrocham se
no estante que a evolução do teu amor,
se afogou num mar que esperei navegar,
sob o silencio do luar tem olhar máximo,
em uma brutal escala de ador em teu intimo,
tenta se despedir, mais é necessário,
nos laços da noite repete o ato inúmeras vezes ate seu corpo parece fundir com cenário.
declare seu amor eterno.
com tantos de repente surgi na profundezas
a verdade nunca se calará diante a emoção
seus corpos reluzem sobre o luar que desvenda a ultima hora da madrugada.
"A religião mata mais do que o modo sistemático do terror.Não com armas,mas,com a língua,mente,conceito e sentimento."
sangue na lua,
por-do sol,
dormente para sempre...
alucinações terror meu coração...
presado nas dores...
que nunca se diz
obtuso ardi o
ador feroz
temido retraído
vento frio ordinário,
elevações frondosas nuvens
que desmonta um cenário,
positivo nas trevas
o brilho exorbitante,
no fascino que encanta
seduz amantes,
deixa o algoz sem fala...
murmuriante entre as brumas
lapso de tempo valoriza o glamour...
bendito no paradigma de muitos...
valorizado por tais temeroso por outros,
formidável na solidão celeste desta vida.
Tangente bastante no terror do mundo...
Impraticáveis ador reluzente...
Inocente até que ponto seja os detritos...
Meramente informativos de algo que passou...
Nas páginas do livro chamado solidão.
tristeza meu amor
chuva como pode cair em meus sonhos,
terror meus pesares por mais um tempo que passou,
longes te deixei nos mares profundos meus desejos,
pois navegantes abundantes pujantes, doces detalhes,
mar sombrio morte por mais um teor passado na depressão...
moedas jogadas ao vento singular pura poeira,
no inferno de trevas que tanto desejei... pesado
imerso folgaz lavaredas que mordem as almas por demais
glorias nas asas do destino por julgo... perverso mais um som
banido por mais que queira seja infinito... brumas na escuridão.
beijo em chamas que deixou nas sobras que deixou.
"...eu agradeço, eu tenho medo e espanto e terror e ao mesmo tempo maravilhamento e outras coisas com e sem nome, mas agradeço. Aos deuses dos jardins, aos deuses dos homens, aos deuses do tempo e até aos das ervas daninhas que nos fazem lutar feito tigres feridos fundo no peito, sim, eu agradeço."
"Tudo tão tolo. Vai-se o poeta ficam os versos. E eles comem e bebem encima do terror alheio. E nada nunca é feito."
Eu vim pra fazer o terror, vou começar lá em Brasília , Explodindo os senado, tacando fogo na Dilma.
Se pudesse bloquearia o patrimônio do governador
Pra dividir com degradados pelo terror
Como não dá, empresto a voz pra garganta silenciada.
horizonte frio terror minha alma,
solidão minha tristeza,
longitude minha alma tão perdida,
minha perdição meu amor,
triste terreno morte serena minha vida,
luar perdido está vida não mais meu amor,
tantas vertigens sussurram apenas lamentações,
gritos sem origens para interior vazio ecoa a morte.
