Terror
►Romance na Cama
O plano era simples, assistir um filme
Um de terror, suspense, ou algo parecido com isso
Você apareceu no horário que tinha dito
A Lua já estava na janela, na rua não havia mais ninguém
Meus pais já estavam dormindo, e eu estava com medo de acordar alguém
Entramos no maior silêncio, eu estava meio tenso
E você só ria, enquanto eu batia o pé na quina da cozinha
Brinquei contigo dizendo "Para de rir, minha filha"
Pois se meus pais acordasse, haveria de ter uma gritaria
Com isso acordaria também a vizinha
Que faria questão de espalhar para todos em forma de notícia
A garota que estava entrando na minha casa as escondidas.
Chegamos ao meu quarto, eu tranco a porta
Mas, na verdade, eu fecho ela toda hora
Você já foi logo perguntando qual filme eu iria colocar
Pensei, pensei, e resolvi colocar um de assustar
Era um filme que tinha fama
Resolvi sentar no chão,e você na cama
Foi logo perguntando se contigo eu não gostaria de estar deitando
Admito que fiquei imaginando o que você estava tramando
O filme então começou a reproduzir
E eu fui me deitar com você perto de mim
Se a minha mãe me visse assim, ela me xingaria, isso sim
Você é anos mais nova do que eu
Mas sei que isso não importa, afinal você não é tão nova
É melhor focar na posição em que você se encontra.
Onze horas da noite, e nós aqui
Nem percebi qual foi o momento que você me seduziu
Em cima de mim você subiu
Não havia passado nem dez minutos
Quando te vi sentada sobre mim fiquei mudo
Eu sei, que estúpido, deveria pensar "sou sortudo"
A nossa respiração só se assemelhava com as batidas do coração
Então não dei mais atenção ao filme, ficamos sobre o colchão
Beijos e mais beijos eu te dei, e acho que você gostou
Percebi que você se empolgou
E sobre mim a blusa preta você tirou
E aquele sutiã com desenhos de corações eu encarei
Não consegui olhar ao redor, não disfarcei, eu os toquei
Os apertei, e você gostou, pois o retirou
Meu quarto de repente começou a ficar abafado
Fiquei preocupado de acabar ficando descontrolado
E sei muito bem que era o que você havia planejado.
Você iniciou as provocações para eu abaixar minha bermuda
Você sentou bem na minha cintura, que tortura
Aquele meu "amigo" estava me pedindo para sair
Coitado, estava quase explodindo, querendo interagir
Foi então que gemidos eu comecei a ouvir
Quando estávamos prontos para nos "divertir"
A porta veio a se abrir, foi aí que eu descobrir
Minha mãe tinha, da chave, uma cópia
Agora há uma marca de um tapa nas minhas costas.
A Ceia do Senhor não é lugar para punições, filas de penitentes ou mensagens de medo, terror. A Ceia do Senhor é trazer à lembrança a morte e ressurreição de Jesus, e a mensagem de esperança da Sua vinda.
Bizarros atos de terror são tão simples como um ato de amor,
Deixas meramente pairar sob a tendencia da dura realidade.
Escrever o mundo
Vou fazer uma poesia que fale de amor
Para livrar o mundo do caos e terror
Para as pessoas sentirem e entender
Que a vida é dificil, mas é pra aprender
Vou escrever pra mudar o mundo
Que com dor não consegue tudo
Que não preciso roubar um cidadão
Porque ele também precisa comprar pão
Vou escrever pro amor levar
a impatia em todos vou plantar
O mundo já está cheio de rancor
Mostre ser diferente, mostre amor.
Tem muita gente sofrendo
Muitas pessoas morrendo
Os ladrões estão sempre roubando
E não sabe o que o povo está passando
O mundo não é um conto de fadas
Mas você escolhe como vai ser
O seu dia, só depende de você
Se quer mudar a realidade do país
Comece a plantar amor pela raiz.
Livros
Oh! Livros de tanto conhecimento,
Grandes E Pequenos Duros e Moles
Pode Conter Terror ou Amizade,
Aventura ou tristeza, Alegria e Doença
Ah! E Não Temos Nem Que Notar As Aventuras sombrias,
Todos Os Tipos Nesse Mundo, Todo o Conhecimento,
Sem Eles não Existiriam Adaptações, Essa Linda palavra com origem dos Livros
Pequenos Grandes, Infantis, Juvenis, Adolescentes E Adultos,
De História Ou Lição, De Alegria E Compaixão.
Eu Juro os Proteger
Na Saúde e na doença, Na Alegria e Na Tristeza
Eu Me Declaro o Homem Que Mais Gosta De Livros Na História Da Terra
Não Leio por Obrigação, E Sim Por Diversão
Pois Como Costumo Dizer,
O Cérebro tem um tamanho O Que Cabe Nele Não !
loucura dispersa,
solidão, prospecto do amor,
eterno terror,
bem diga diga tua alma
sob a face da morte teu amor.
há algo frio e vazio...
noite perfeita no claro terror do coração...
seus beijos mortos são parte do sofrimento...
arranco meus olhos...
ainda sinto nas profundezas meu coração...
seu choro estão pairando na imensidão...
quero gritar ninguém entendi
que sentir de verdade é sonho...
alem da ilusão do momento...
queria você aqui, para sonho seja real.
tento distinguir o céus, das ilusões que sobraram,
imagino uma folha caindo nos espaço infinito...
minhas lagrimas escorrem, consumindo o desejo...
poeira sobre teu ador, sobriedade
terror, silencio, no mar de desilusão...
tentar fingir, sorrir poço sem fim, ser tão feliz,
tudo está escondido no profundo da alma,
os espaços, se tornam maiores,
covardia...sendo forte sem ter forças para viver.
Imagina o que deve acontecer dentro de você,nem você imagina o mundo dos demais,o terror matinal por todos os lados consomem os dias,despreza toda felicidade.Alguém ri,outros choram e os pensamentos florescem em um túmulo regradas do silêncio dos Iconoclastas ,jazem com o sussurro do vento aos caminhos de pedra que ali moram
Eis a assassina do mundo amante da escuridão,do escarro vermelho,das carcaças dos defuntos que obscura arte se fez encarnar nos vivos como simbolo resistente e que ninguém tenha o prazer de desvendar pois perderá a graça.
Vagar assombrado pelos caminhos da manhã em um olhar preto e branco que cortam o corpo em uma época longínqua.
vampiros nos mesmos,
desastre que sempre
se anuncia pela horas
que se passa em mero
terror que se diga meu...
absurdo sempre tem ouvidos
para aqueles que sonham acordados
o paraíso é um fruto do luar,
os olhos sangram...
com tantos momentos,
que a dor é singular aos anjos
descem até a Terra que flameja
em pecados do corpo que queima
nos maiores sentimentos.
O que causa terror ou pânico não é exatamente a manchete que muita gente se recusa a ler por medo do feio e horrivel, ou por indiferença com uma dita crise.
Depende do controle emocional de cada um de nós no momento da notícia alarmante, da associação que fazemos sobre o que deslumbramos com o que alguém querido já sentiu na pele.
Como num acidente de trânsito grave, numa cena violenta no ambiente de trabalho ou doméstico, a questão é que o campo de atuação profissional, a personalidade e o estado emocional resultam em reações diferentes para cada pessoa.
No caso de alguém que assiste socialmente famílias marginalizadas e realmente desesperadas, o profissional, mesmo acostumado com esse caso, ao sair do trabalho difícil, visualizar do outro lado da rua outras famílias em total descaso, como as mães de presidiários nos portões das cadeias públicas, passando fome, sede, mal-estar e ansiosas em descobrir se seu filho, neto, marido, pai ou irmão continua vivo, o profissional despenca com essa senhora de idade que desmaia ao descobrir a verdade.
Portanto, não posso justificar meus excessos com minha rotina árdua, mas realmente existe uma profissão de paixão que não é fácil de voltar para casa leve e de consciência feliz.
Não é só compaixão, ou compreensão, é uma missão por vezes impossível e que mesmo com autonomia escrita nas literaturas, na prática somos apenas secretários do Estado, a mercer da boa vontade do sistema.
Imagine só a demanda gigante de colegas frustrados e migrantes em outras profissões por desistirem da classe, por vezes classificada como insistente e não assistente.
É por isso que não sei falar com menos excessos, não é um pânico meu, ou discurso de gente exagerada, é minha rotina cansativa e tantas vezes sem vontade, depois de testemunhar tanta dor.
Meu problema com isso é o positivismo, eu não sou seguidora dele, não é isso, mas o que me levanta é a ideia de que ainda podemos ser protagonistas, nós, o povo.
Eu acredito que alguma coisa boa vai acontecer, mas até lá eu fico indiguinada mesmo, desabafo com quem se disponibiliza e até mesmo me ajuda a ver por outro ângulo.
A essa hora de sábado, não estou falando de romance e de relações pessoais, estou pensando na sociedade mesmo, essa que está condenada em uma suposta crise que afeta a massa dominada de sempre e é desculpa para todos os problemas sem solução.
Enquanto me distraio escrevendo sobre romances que me apresentam ou que percebo no mundo que conheço, esqueço da vida por alguns instantes de um sentimento bonito.
Só que, em alguns intantes, eu preciso surtar sobre o que está em mim e jogo para fora o que não cabe mais aqui dentro, mas eu tambem já disse que escrevo sem remetente e ainda assim, sempre preciso lembrar ao vento, que passa por aqui todos os dias, levando partes minhas ao desconhecido, que se sente atingido por uma indireta e eu sei que é assim que acontece mesmo, pois eu já vivi essa sensação também.
Enfim, são apenas textos desligados a cerca de emoções das minhas observações de tempos diferentes que me lembro e começo a descrever.
Quando a poesia explode,
não causa terror,
não mata ninguém...
— é vida, esplendor,
é chuva de amor,
melodia do bem!
Quando a sangue de mais o terror passa a ser cômico. Quando é convincente passa a ser tão assustador quanto perturbador.
TURBULÊNCIA
Não há nada mais angustiante
Uma verdadeira história de terror,
A frase avisando que a decolagem chegou
Máscaras de oxigênio cairão à sua frente
Avisa a comissária com voz rouca e animada
Gestos, sinais e mensagens, tudo repetitivo
Parece até narrar algo muito divertido
Centenas de idéias passam por minha cabeça
Penso na família e nos amigos que na terra deixei
Atar cintos de segurança, para que isso adianta?
Se cairmos, iremos nós, o cinto e até a esperança.
Ao abrir os olhos, me deparo com outra agonia
Essa aeronave possui assentos flutuantes, diz o aviso
Em meio à angústia, oro e chamo por Deus
E fico a me perguntar se hoje é o meu dia
Quando consigo esquecer a força da gravidade
Uma voz masculina e irritante faz questão de dizer
Que passaremos por uma área de turbulência
São coisas que eu não precisava saber
Quando tudo parece perdido a mesma voz anuncia
Aquela frase estranha de que o pouso foi autorizado
Ora, e se não fosse? Fico logo a me perguntar
E alguém tem o direito de me impedir de chegar?
Pés e mãos suados e o coração disparado
Portas traseiras e dianteiras se abrem
Um gesto convidativo que parece expressar
Não será dessa vez que você irá nos deixar.
EXAGERO
Que inferno,
Terror, horror.
Estou com medo,
Tenso, suando frio.
Estou aqui a muito tempo,
Ao relento,
Na chuva de dor e ódio.
Não sei ao certo,
Acho que meses já se foram,
Anos já passaram.
Perdido no escuro,
Sozinho,
Sem rumo.
O que fazer?
Como viver?
Como será minha vida,
Neste 1 minuto sem você?
