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Dia 28 de outubro, você terá muitas escolhas a fazer. Algumas, difíceis e desagradáveis. Uma delas é não ajudar a eleger um homem que celebra e admira um confesso torturador de crianças, mandante de assassinatos e estupros. É entre você e sua consciência.
"Hoje, acordei convicto e que ao contrário do que se propaga, o povo brasileiro sabe votar sim! Quem não sabe o valor do voto que recebe, é o político! Que o desonra com sua desonestidade pós eleitoral."
Aquele que define seu voto por dinheiro ou vantagem pessoal, não pode reclamar quando for tratado como um produto descartável.
No meio de milhares de votos, a culpa é jogada em cima de quem votou, seja o candidato eleito ou não!
Se o eleitor brasileiro tivesse juízo, exigiria dos seus candidatos notório saber e ilibada reputação.
Não é, necessariamente, por um candidato ter vencido as eleições, que os seus eleitores são vencedores e dignos de comemoração, e muito menos o eleito ser considerado o melhor, simplesmente por ter vencido.
Tem um bichinho infiltrado no sistema político brasileiro que é mais contagioso e agressivo que o Sars-CoV-2.
A pessoa é eleita e, mesmo que tenha (ou aparente ter) a imunidade boa, acaba se contaminando. Mas diferente do covid, o político não adoece... Ele ganha força, poder, e enriquece!
Pelo histórico, ainda não descobriram o tratamento adequado e nem a cura.
Essa epidemia, mais conhecida como "Demoniocracia", quando não mata, deixa graves sequelas em milhões todos os anos! No entanto, os prejudicados nunca são os contaminados...
O mais curioso é que a cada campanha, mais e mais pessoas - voluntariamente - se elegem para serem infectadas!
Dizem que o melhor remédio é o voto. Mas desconfio que é justamente isso que agrava.
Democracia: você pode exprimir o pensamento e eleger o seu representante. Mas daí eu me pergunto: há, de fato, a Democracia plena quando a expressão do pensamento é tolhida pela educação deficitária, manipuladora e que, veementemente, inibe a fomentação de ideias? Outro questionamento: há, de fato, a democracia plena quando o voto expressado pelo cidadão na urna é coagido pela ostensiva carência no suprimento de necessidades básicas? Ou seja, ante a pobreza que exerce um controle a fim de direcionar escolhas, para que, assim, não sejam propriamente “escolhas”?
[ Eleição ] Anarquista não vota em eleições, isso é um fato! E se contra fatos não há argumento, debater sobre isso é como sentar em uma cadeira de balanço, ela vai te movimentar, mas você não vai chegar em lugar nenhum. E acima de tudo, o ato de não votar em eleições ou anular o voto, é uma questão de caráter, Anarquista não vota, e isso é um dos principais motivos que determina que ninguém tem mais respaldo do que nós (Anarquistas) para conscientizar o próximo, para mostrar que o caminho pode ser outro, fora desse espectro politico de Esquerda, Direita ou Centro, são lados representativos, portanto aquém da Anarquia e seu propósito de uma sociedade autogestionada na política, na justiça, na saúde, na educação e na segurança.
Abra o seu olho
Aprenda a votar desta vez
Expulse essas aves de rapina
Que só pensam em propina
Está na hora de fazermos um limpa
E dar fim a essa corja de ladrões
Que ocupam Brasília!
Todo propósito tem um voto, todo voto tem oração, toda oração, tem uma ação, toda ação tem um propósito
Em tempo de eleição
Escolha em quem votar
Não anule o seu direito
Diga quem vai governar
Voto nulo, abstenção
É como procuração
Dar a outro o seu lugar
Candidato quando ganha
A disputa eleitoral
Não constrói a escola
Nem entrega o hospital
Não dá casa popular
Mas já quer articular
A verba salarial
Não é, necessariamente, por um candidato ter vencido as eleições nas urnas, que ele tenha sido a melhor escolha.
Muitas leis foram criadas apenas para o controle social e, continuará acontecendo desta forma, enquanto o povo não deixar de ter memória curta e não aprender a votar.
"O maior objetivo de muitos políticos não é cumprir promessas, tampouco se ocupar das necessidades do povo, mas nos fazer acreditar neles."
Os relógios não determinam só o tempo que passa, mas também quem passa por nós se dizendo igual, quando na realidade vivem em tempos de caça ao seu voto, que lhes garantira um tempo a mais de poder e foro privilegiado.
No caso de tributação, a rendição de um homem sob à ameaça de coerção não demonstra nenhuma preferência voluntária por quaisquer supostos benefícios que ele recebe. […] Da mesma forma, o voto também não estabelece nenhum tipo de consentimento voluntário ao governo.
Para ajudar a democracia, vote 0, confia em mim é o melhor presidente desde que criaram a democracia!
Graças a Deus!
Dar graças a Deus, proclamar seu nome e divulgar seus feitos mundialmente.
Não façamos como Jefté (Jz 11:35) ao fazer um voto que não era necessário fazer; ou seja, não votar algo ou se comprometer com algo que não se pode cumprir ou que não requer que se faça desde que Deus já tenha se manifestado.
Mas mesmo que o façamos, Jesus nos perdoa e nos leva à compreensão de que a sua graça nos basta de modo que não precisamos ir além do que podemos ou devemos ou que nos parece sugestionável.
O versículo em destaque na figura anexa é o suficiente para explicar tudo isso: procurar amar a Deus fazendo a sua obra no tempo que for necessário, não com tempo contado, cronometrado, sem o legalismo de horários, como obrigação, por constrangimento, para agradar superiores religiosos ou disputar serviços ministeriais sobre quem é o melhor, mas com a contagem do coração e da dedicação e devoção fiel onde não há interesse próprio regado de objetivos vantajosos.
Não devemos colocar fardos sobre nós mesmos, principalmente porque o fardo de Jesus é leve. (Mt 11:30)
