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Agir com propriedade

Em uma plenitude filosófica “agir com propriedade”, é ser observador, lógico, objetivo, íntegro e ético. Essas propriedades determinam o caráter e o valor humano, a ausência dessas substânciais características demonstra a iniquidade que vivemos na evolutiva corte terrestre…

Inserida por PauloLucasAS

Julgamentos ocupam muito espaço... Tenho apenas a posse (nunca propriedade) momentânea de algumas opiniões.

Inserida por luiselzadesouzapinto

Aferição comportamental, veículada pelo condicionamento operante é a solução para falta de integridade...

Inserida por PauloLucasAS

Sem a minha consciência eu não seria detentora de um único erro; tendo consciência, sou a proprietária exclusiva da pluralidade dos meus atos de errar.

Inserida por luiselza

A verdade existe mas ela não tem dono.

Inserida por Ronaldogusmao

Muito dificilmente é livre aquele cujos pensamentos são propriedade exclusiva e imprescritível daquilo que apenas se deve e pode ter como posse (compartilhada).

Inserida por luiselzadesouzapinto

A palavra é a maior de todas as propriedades que alguém pode ter! Com ela você consegue bens, poder, fama, mulheres e tudo aquilo com que você possa sonhar... e o melhor de tudo é que com apenas pronunciá-la ela será tua e tão somente sua...

Inserida por CacocomK

"Quem é - o autor de toda essa interminável procissão de torturas que tem sido a história da raça humana - quem é responsável por estes banhos de sangue, sempre com a mesma crueldade, sem descanso nem misericórdia? Governos, religiões, indústrias, campos de trabalho forçado, todos eles estão encharcados de sangue."

Inserida por usuario516205

..."Não me der à razão, me empreste-a." ... Ricardo Fischer.

Inserida por RICARDOFISCHER2013

Não existe direito natural à vida ou direito natural à propriedade, ninguém nasce com direito a nada, você merece apenas o que você conseguir, apenas o que conquistar, o único direito natural é a morte, e este, ninguém irá tirar de você.

Inserida por Tiagow

Envergonha me muito quando percebo que meu amor por intensidade se espelhou por uma questão de posse, propriedade e de resposta métrica racional de troca de todo o bem que chegou a mim.

Inserida por RicardoBarradas

Onde não há alguma forma de propriedade, não pode haver qualquer forma de justiça.

Inserida por alessandro_loiola

O amor é um sentimento, não uma propriedade...

Inserida por amandanoll

⁠Minha única propriedade é o meu pensar.

"⁠Se você concorda totalmente com tudo o que uma pessoa diz, é melhor questionar se você está realmente pensando ou apenas deixando que outros pensem no seu lugar".

Inserida por ClaudioRobertodosSan

⁠O modo possessivo não só reduz o ser como ainda restringe a liberdade. As coisas que possuímos nos possuem. Somos possuídos por nossas posses, no sentido de termos de pensar a respeito delas, nos preocupar com elas, cuidar delas. Não estamos livres para dar-lhes as costas e irmos em frente porque, para muitos de nós, elas representam nossa identidade, nossa segurança, até mesmo nossa sanidade.

Alexander Lowen
Medo da vida: Caminhos da realização pessoal pela vitória sobre o medo. São Paulo: Summus, 2022.
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Inserida por MarcioAAC

⁠"A propriedade intelectual não é apenas roubo. É terrorismo." 

Inserida por iann_zorkot

⁠Se eu tivesse que responder à seguinte pergunta: O que é a escravatura? e respondesse sem hesitar: É o assassinato, o meu pensamento ficaria perfeitamente expresso. Não precisarei de fazer um grande discurso para mostrar que o poder de privar o homem do pensamento, da vontade e da personalidade, é um poder de vida e morte e que fazer de um homem escravo equivale a assassiná-lo. Por que, então, a essa outra pergunta: O que é a propriedade? não posso responder simplesmente: É o roubo, ficando com a certeza de que me entendem, embora esta segunda proposição não seja mais que a primeira, transformada?

Pierre-Joseph Proudhon
O que é a propriedade?, 1840.
Inserida por iann_zorkot

A ANESTESIA E O PODER DO SENTIR DA ALMA 

Os neurónios possibilitam à Alma sentir os estímulos.

Mas, com a Anestesia os neurónios perdem a sua propriedade de possibilitar à Alma sentir os estímulos.

Num Corpo anestesiado a Alma não consegue sentir os estímulos porque os neurónios perderam temporariamente a sua propriedade de possibilitar à Alma sentir os estímulos.

Inserida por Amanciorego

⁠Neste sentido, a teoria dos comunistas pode ser resumida
nesta simples frase: abolição da propriedade privada [dos meios de produção].

Inserida por Rocha23Igor

⁠Quem é o covarde e quem é o corajoso?!
Não raras vezes, quer um quer o outro, são definidos no momento 
pelas circunstancias...
A verdade é que nem a coragem nem a covardia são qualidades inatas ao indivíduo. Como se de uma propriedade (herdada ou adquirida) se tratasse.
O mais comum na realidade, é oscilarmos entre as duas!

Inserida por deckfigueira33

⁠Prioridade é tomar posse de si mesmo.

Inserida por estevao_carlos_garcia

⁠Embora pessoas não sejam propriedade de ninguém, existem aquelas tão especiais que por uso capião, conquistam o direito de posse do nosso coração 

Inserida por ednafrigato

⁠Propriedade Intelectual na Era da Inteligência Artificial: o desafio da criação no novo milênio


Vivemos mais uma revolução silenciosa — dessas que mudam tudo ao nosso redor sem pedir licença. 

Assim como as máquinas a vapor redefiniram o trabalho manual na Primeira Revolução Industrial, a Inteligência Artificial vem transformando o modo como pensamos, criamos, nos comunicamos e até mesmo escrevemos. 

Diante disso, uma questão inevitável surge: como ficam os direitos autorais e a propriedade intelectual neste novo cenário?

Historicamente, toda grande inovação enfrentou resistência. A fotografia foi vista como ameaça à pintura; o cinema, como inimigo do teatro; o rádio e a TV, como rivais da imprensa escrita; o Google, como possível substituto das bibliotecas, ou como ferramenta de estudo na substituição dos livros.

Com o tempo, cada uma dessas tecnologias provou ser não um fim da arte anterior, mas um complemento, um novo capítulo. O mesmo está acontecendo agora com a Inteligência Artificial — especialmente nos campos da escrita, do design, das artes visuais, da música e do audiovisual.

Mas há um ponto sensível nessa Nova Era: a autoria.

Quem é o autor de uma arte criada com apoio de IA? Quem detém os direitos de um texto gerado por algoritmo, mas que passou pela curadoria e edição humana? E se uma melodia é composta a partir de comandos dados a um sistema inteligente, essa música é de quem?

As leis atuais de propriedade intelectual, criadas nos séculos XIX e XX, foram moldadas em um tempo onde a autoria era claramente atribuída a uma pessoa ou grupo. Com a IA, esse limite se dilui. O algoritmo é apenas uma ferramenta — mas uma ferramenta que aprende, simula estilos e cria com base em dados humanos. Há, portanto, um entrelaçamento entre criação humana e execução tecnológica que desafia os moldes tradicionais do Direito.

A verdade é que estamos atrasados na regulamentação dessa nova realidade. O mundo já discute isso em fóruns internacionais, e alguns países começam a propor legislações específicas, mas ainda não há um consenso.

No Brasil, o debate está apenas começando, e é essencial que ele seja democrático: criadores, desenvolvedores, juristas, empresários, universidades e a sociedade civil precisam ser ouvidos.

Afinal, essa nova etapa da criação não pertence apenas aos grandes conglomerados ou aos programadores de IA, mas a todos nós — jornalistas, escritores, artistas, professores, estudantes, pequenos produtores de conteúdo.

É preciso entender que utilizar a Inteligência Artificial não anula a essência do criador. Assim como o uso da máquina de escrever não acabou com o escritor, ou o uso do Photoshop não acabou com o fotógrafo, a IA não substitui a mente humana — ela a expande. A criatividade continua nascendo da experiência humana, da visão, da emoção e da capacidade de dar sentido ao mundo. A IA apenas ajuda a tornar essa visão mais ampla, mais rápida, mais acessível.

Portanto, repensar a propriedade intelectual hoje é mais do que atualizar uma lei: é construir um novo pacto social sobre a criação. É reconhecer que estamos em um novo normal, onde o digital e o humano caminham lado a lado, e onde proteger o direito de quem cria deve ser compatível com a liberdade de inovar, de compartilhar, de evoluir.

A revolução não pode ser barrada. Mas ela precisa ser justa.

Inserida por HumbertoCorsi

⁠As palavras, muito cuidado com a maneira que você as utiliza. 
As palavras possuem um poder oculto muito forte, visto que, elas podem ser uma benção ou uma maldição na vida de uma pessoa, para quem as recebem e principalmente para quem as lançam.

Inserida por TAISARAMOS