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HOJE EU MORRI PELA METADE.
ESPERO RENASCER COM UM LADO BOM
E SE EU NÃO PUDER RENASCER COM ESSE LADO BOM , QUE MORRA POR INTEIRO POIS NÃO QUERO MAIS FAZER NINGUÉM QUE EU AMO SOFRER DE NOVO
Vá com tudo em direção àquilo que lhe fará feliz
Vá sem medo
E se o medo surgir
Vá com medo mesmo
Se não vai morrer pensando se daria certo ou não
A certeza conforta , mesmo que seja uma certeza negativa é uma certeza.
Uma de minhas maiores frustrações é não ser poeta. Não conseguir exprimir em letras, frases e versos tudo que flui em minha alma.
Certamente comporia em homenagem a natureza. Falaria do mar, dos rios, das flores, do verde, do ar. Falaria do vento que sopra, do seu barulhinho que adoro, quando nas noites pelas brechas das janelas ele penetra e mesmo frio aquece o coração.
Falaria da roça, do roçado e do seu povo. Falaria das cidades pequenas, das crianças, suas farras e brincadeiras.
Falaria da vida, de Deus e certamente falaria do amor.
Ah, o amor... Como falaria dele! Em prosas, em versos, em músicas.
E finalmente falaria de gente! Não falaria dos maus! Ah, desses não!
Gente da cidade grande, gente da minha rua, gente de longe, gente de perto, gente que conheço e dos que não conheço também. Falaria desses que em suas multicoloridas faces, nas suas multicoloridas vidas, nos gestos, nas palavras, nos sorrisos, no abraços, nos impulsionam a viver.
Esses tão ricos de alma que nos cercam no dia a dia e nem valorizamos, muitas vezes nem percebemos. Falaria de você, meu amigo, que na maioria das vezes, pelo dia á dia corrido, só o encontro no face, mas que certamente são especiais, (Só tenho gente especial aqui.) falaria com amor de sua beleza interior.
Tanta poesia linda sairia do coração para a Maria, para o João, para o José. Para Gabriela, para Juliana, para Elisa. Para Isabela, para Manoela. Para Francisquinha, para Joaninha. Para Oswaldo, para Clodoaldo. Para Clementina, para Serafina. Para Eliseu e para Morfeu... E enfim, para você! Ah..., se eu fosse poeta.
(...) Sabe numa dessas noites em que estamos com o farol baixo?
Apenas vagando a procura de migalhas?
Quando olhamos em volta e percebemos que estamos sozinhos...
Quando bebemos ao ponto de esquecer quem somos?
É.. foi numa dessas noites estreladas, com uma pequena chuva fina
Na companhia dos ventos do minuano
em que o Diabo cruzou meu caminho
Ele apareceu Vestido em um terno alinhado, cigarro a orelha
e em sua mão um whisky 1955, roubado dos campos dos vietnamitas
Olhou em meus olhos e me perguntou se tinha fogo
logo saquei do que me alimenta e ele sorriu
singelo como um anjo me convidou para um trago"
Pálpebras cansadas de dormir agonizam-se na minha face diante do espelho, lábios se ressecam ao passar das horas e a língua trêmula solta palavras desconexas. Ombros arqueados sem fardo algum para carregar, pés cansados sem trilha para andar, joelhos dobrados - pausa pra respirar. Estou repleto de ausências.
Eu que de longe pensei em sonhar
Me aproximei, me encantei, vivi a vido de viajar
Sonhar é o que me faz viver, minha base, meu tudo
Ou tudo que me mantem vivo, que tem sentido
Poemas que são como base o sentimento de um poeta louco ou lucido
Quem irá desvendar o poeta?
Se "esconde" atrás de palavras sendo uma eterna duvida ou certeza
Nesse jogo de palavras me encontrei
Da onde tive a lucidez de pensar
Ahh ! Como sou apaixonado pela poesia.
Se para ser poeta
Bastasse ser
Sem escrever
Sem escrever ...
(Mas toda e qualquer morada
Só é legível na vida do destinatário)
[Távola De Estrelas] Remetente
OS MEUS VERSOS
Os meus versos não são meus!
São um fio delgadinho,
Mais fino que o fino linho,
Da inteligência de Deus!
Sou o espelho unicamente:
Colho a imagem fulgurante
de estrela, de sol ardente,
Milhões de léguas distante.
Como, no búzio, cantando
Vem o mar, seu cavo grito
Anda talvez silabando
Em mim a voz do Infinito.
A frágil haste do trigo
Vibrou ao passar o vento;
Sucede o mesmo comigo.
Sacode-me o pensamento.
Ando, às vezes, distraído
E a ideia sorrateira
Vem-me achar de que maneira!...
E quando os meus versos traço
E os assino, como autor,
Reconheço que não passo
De receptor-transmissor.
Surge na várzea rasteira
Seara em verde lençol;
E cresce e fica altaneira
E quem a ergueu foi o Sol.
Até ao fundo covil
Do coração mais lapuz
Chega o hálito de Abril,
Vai uma réstia de luz.
O que somos, nesta vida,
Nós o devemos a Alguém
E passamos, de corrida,
Do além para o Além.
Viseu, Março 1948
Solidão que passeia na alma
Divagando em minha alma esta a solidão,
Povoando os meus pensamentos esta você,
Que também é a dona do meu coração...
Como posso ser um,
Se a dor da minha alma é não te encontrar,
Ainda te esperando e sem me encontrar de jeito algum...
Esta solidão que me consome dia e noite é algo monstruoso,
Me faz seguir caminhos solitários,
Logo estou a me transformar em um ser penumbroso...
Noites sem dormir e dias sonhando acordado,
O medo de quando eu morrer você não esteja aqui,
Vivo sendo pela saudade todos os dias assombrado...
O que acalenta um pouca a minh’alma,
É a descoberta das rimas em meus versos,
Tiro a saudade e falo de amor, mostrando o poder das palavras...
Flanando agora em meus versos vem esta solidão,
Queria apenas fazer uns versos de amor,
Para aquela que longe está, e que é a dona do meu coração...
Por: Igor Barros
Mesmo se você for embora, eu vou te esperar, o mundo ainda tem muito a nos mostrar e eu quero estar com você para poder olhar.
Criança: Transforma um graveto em espada e quer salvar o mundo. Adulto: Transforma a realidade em martírio e se enforca com sua arrogância.
Eu tento, juro que tento não ver o mundo de uma maneira tão triste assim. Mas qual a graça da vida sem um drama pra superar?
Nos olhos negros da noite.
A lua iluminava.
O caminho das estrelas.
Que se espreitavam entre si.
Feito pessoas em ruas movimentadas.
E a noite seguia assim.
Rumo à madrugada.
Em busca do amanhecer.
O Poeta, o Norte e a Estrela
Você é magia
Alegria, folia
Faz que desfaz
Em mim se refaz
O que me levou
Ôh meu grande amor
Que vem esquece o pudor
Me faz velejar
Aqui não navega
Mas aqui já morou
Minha estrela brilhou
Para o norte rumou
E contigo ficou
O meu grande amor
O que tu deixou
Nem saudade nem dor
Aqui tu ficou
Então me retorne
Traga você e minha estrela
Vem divina, vivida
Vem sem pressa
Em mim recomeça
A velha paixão
Desse novo poeta
Ôh minha emoção
Ôh meu grande amor
Quando morre um escritor ou um poeta a literatura fica mais pobre porque seca uma fonte de sabedoria, tal qual uma mina de água.
PINTURA EXPRESSIONISTA - ANTONIO CABRAL FILHO RJ
O locutor sensacionalista
daquele jornal marron odiado por todos
sempre cheio de fotos sangrentas
escrachou a reportagem:
- Engoli a dentadura!
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"Quando morre um poeta ficamos um pouco mais mudos e surdos. Não conseguimos os sentidos que a poesia apura. Quando morre um poeta ficamos pobres...de sentimentos nobres e puros, de deslumbramentos pelas coisas mais inusitadas e até pobres de espírito, tanto do bem quanto do mal. Nossa alma se entristece e sentimos a dor da perda daquele que abastece nossa alma de versos, rimas, contos e encantos".
Luiza Gosuen
Antes fazer como os escritores e poetas que morrem de causas naturais do que tantos canalhas e hipócritas que vivem de causas artificiais.
