Tag muda

126 - 150 do total de 236 com a tag muda

DEUS não muda, esse é um de seus atributos. Portanto, aceitar ou não, é o que se pode fazer.

Inserida por Pr_Elcio_Meneses

⁠Tudo aquilo que 
tem vida muda 
Todo sentimento brota 
Mas só os que você 
rega é que cresce! 

Inserida por abgail_mendes

⁠Quando me escuto, estou muda falando.

Apenas uma frase muda uma história. Maria do Carmo Boaventura, minha avó, era filha de Pedro Camilo de Castro e Albina Gonçalves Boaventura, fruto de uma relação frustrante. José de Castro, tio de minha avó, deixou meu bisavô fazer uma bela casa nas terras dele. Com o voto de confiança que Pedro Camilo tinha pelo irmão, não desconfiava da inveja que o mesmo poderia ter. Ao conversar com o irmão José de Castro, houve informação falsa e enganosa e, logo após a conversa, brotou muita desconfiança de traição da parte de minha bisavó. Depois de uma fofoca sem provas concretas, o casal teve um destino difícil, traumatizante, principalmente para minha avó, que era um bebê e precisava dos pais juntos para ter uma história mais próxima da felicidade.
Maria do Carmo Boaventura nasceu em Capelinha do Chumbo. A parteira era vizinha da família. O método do parto era bem rude; não havia hospitais próximos, e tudo se resolvia com as parteiras amigas. Albina ficou morando lá na nova casa 1 ano e 6 meses; a partir daí, suas vidas tiveram um rumo muito triste.
Pedro Camilo de Castro separou-se de Albina Gonçalves Boaventura. Minha querida bisavó implorou para que isso não acontecesse. Houve gritos e desespero, mas não foi possível controlar a situação. A fofoca diabólica do irmão foi o início da mudança da história de um anjinho. O marido disse que se separariam, mas havia uma condição: sua filha iria junto. Afirmou, também, que a traição é inadmissível. Ela exclamava bem alto que ele tinha de acreditar nela, que o amava e só tinha olhos para ele, que era incapaz de traí-lo e só ficava em casa lavando roupas e cuidando da filha. Por fim, disse que até poderia morrer. Minha avó beijava sua mãe, chorava muito. A pouca vizinhança ouvia a discussão com pena da situação. Vovó grudava na minha bisavó, mas, mesmo assim, meu bisavô, um homem rude, seguiu em frente. Tomou minha avó pelos braços, entrou na casa, depois foi embora, tomando rumo ignorado. Entregou a chave da casa para o irmão, pegou minha avó e desapareceram daquele lugar. Sem saber o que fazer, os dois perambulavam no sol escaldante. Passaram perto de um casarão, entraram num portão. Havia um corredor de árvores, uma passagem muito fresca, com ventinho agradável. Avistou Palminda sentada no alpendre. Aproximaram-se, minha avó enrolada num pano branco. Ele pediu água e deu a minha avó um pouquinho do líquido. Palminda encantou-se com o bebê, e meu bisavô perguntou se poderiam ficar, tentando resolver a situação em que se encontravam. Palminda aceitou. Quando meu bisavô Pedro Camilo voltou para buscar a filha, esta já estava chamando Palminda de mãe. Admirado com os bons tratos, resolveu doar a filha para o casal de idosos Joaquim Sebastião Borges e Palminda da Fonseca. Joaquim é avô de José Leandro Borges. Maria do Carmo familiarizou-se muito rápido com a nova família, pois lá estavam a Dona Ana, sua irmã de criação, e meu avô morando no mesmo teto. Vovô e vovó, encantados, começaram a namorar e casaram-se bem jovens, ela com 14 anos, ele com 18 anos. Meus trisavós apoiaram o romance. Namoraram por 3 anos e ficaram noivos. O trisavô prometeu uma festa de arromba. Cumprindo o prometido, matou 1 boi, 1 porco, 8 galinhas, fez galinhada, tutu, pelotas, sucos de limão e laranja, pinga alambicada, contratou um sanfoneiro animado que tocava sanfona e cantava música raiz. Houve muito arrasta-pé. Foram convidadas muitas pessoas amigas da família e parentes. Na hora da festa, os padrinhos de casamento venderam a gravata e arrecadaram uma grana boa. Para ficar mais completa a colaboração, o trisavô deu uma fazenda para os jovens casados começarem a vida, na localidade de Peroba, município de Lagoa Formosa. Logo depois de um ano de casados, tiveram a primeira filha, que recebeu o nome de Maria Borges. Alguns anos depois, nasceram Eva Borges, Pedro Leandro de Castro e, por fim, Madalena Borges. Com o passar do tempo, morreram prematuramente seis filhos.
O ofício de costureira de minha avó ajudou seu esposo, José Leandro Borges, a criar a família. Nas décadas de 60, 70 e 80, ela decidiu trabalhar na área de costura. Havia muito trabalho em Patos de Minas, pois eram poucas as costureiras. Os clientes eram muito fiéis. Uns vinham de Lagoa Formosa para a feitura de ternos, vestidos, calças de brim, boinas, etc. Depois de 30 anos de trabalho, uma catarata afetou minha avó, e tiveram de reduzir os serviços. Madalena teve uma infância harmoniosa com os irmãos mais velhos. A diferença de idade da irmã mais velha, Maria Borges, é de 20 anos. Toda vez que os irmãos iam à casa de meus avós, encontravam as mulheres costurando e gostavam muito disso. Sebastião saía e comprava pães, balinhas e picolés para os sobrinhos; era uma festança. Pegava-se água da cisterna para fazer café. O bom de prosa Juca Sertório chamava todos os filhos para se sentarem à mesa que ficava na varanda no fundo da casa, em frente ao pomar de frutas, o galinheiro e o viveiro de mudas. Ali saíam assuntos maravilhosos do tempo da vida em Lagoa Formosa, do empreendimento do viveiro de mudas, da venda de muitos caminhões de café e eucalipto. Naquele dia, depois de vovó preparar o café, colocava na mesa pães de queijo, biscoitos, roscas caseiras. No momento da prosa, sugeriu-se que José Carrilho e o primo Itamar de Castro tomassem conta de uma mercearia que meu avô montaria para os dois netos. Antes do fim da proposta, os dois netos pulavam de alegria. José Carrilho, que tinha a doutrina cristã e pensava em ser frade, gritou: “O nome da mercearia será ‘São Pedro’, do qual vovó é devota”. Todos apoiaram a sugestão. Minha avó olhou para as netas Eni e Maria Luzia, que tinham desejo de morar com os avós. Elas receberam esse convite e o aceitaram. Para mostrar gratidão, todos os dias as netas lavavam a casa, arrumavam as camas dos avós, tratavam das galinhas. E não ficou só nisso. Outros dois netos, Netinho e Ernane, foram convidados a garimpar nos rios Abaeté e Paranaíba. Arnaldo contraiu reumatismo juvenil e ficou com sequelas nas articulações, por isso não podia participar dos convites junto com os irmãos; estava internado fazendo tratamento e todos orando por ele.
Minha mãe, Madalena, gosta de frisar com orgulho que nasceu em Lagoa Formosa, sua terra querida, cheia de natureza e pessoas simpáticas, hospitaleira, onde morou por onze anos e teve vários amigos, que faziam parte de seu cotidiano. A casa era feita de adobe grande e cheia de gente da família. Madalena, as amigas vizinhas e os primos iam para o quintal comer frutas, brincar de casinha, pique, esconder, amarelinha, elástico e criar bonecas de espiga de milho para brincar, aproveitando para aprender a fazer trancinhas nas espigas de milho.
E no quintal de 3 mil metros quadrados, no centro da cidade, com pomar de frutas, horta e muitos pássaros, minha avó fazia biscoitos em um forno feito de barro, pães de queijo, biscoitos de espremer, cultura esta que, com o tempo, foi ficando mais escassa e sendo substituída por moradias verticais, concretos e por tecnologia.
Em 1959, período em que o País vivia sob pressão da ditadura militar, Madalena estudou nas Escolas Normal e Professor Sílvio de Marcos; esta pertencia à Penha e hoje é o Colégio Tiradentes. Nas escolas havia regras; as alunas eram obrigadas a ir à escola de uniformes padronizados; tinham que usar boinas, meias brancas, sapatinhos e saia pretos, camisas brancas, gola marinheiro muito bem passada. A sala muito cheirosa, as meninas iam bem perfumadas. Durante a juventude, curtiu muito com os amigos. Gostava de frequentar a Recreativa e o Social, ir aos cinemas Garza e Riviera. Os jovens trajavam terno e gravatas, e as meninas, vestidos sociais, enfeitados de pérolas, os quais eram confeccionados por Madalena e pela mãe dela. Naquela época não se viam mulheres andando de calça feminina, comprida: era chamada de eslaque. Com 22 anos, Madalena conheceu o Lázaro, na Recreativa. Os bailes eram bem clássicos, com o som de umas bandas de Brasília, os Asteroides, banda patense que tocava Beatles, Elvis, Mutantes, Geraldo Vandré e outras músicas contemporâneas. Época do vaivém, em que os homens faziam um corredor no passeio, e as mulheres passavam de braços dados umas com as outras. O vaivém ia da General Osório à Olegário Maciel. Os postes de iluminação localizavam-se no meio das ruas. Os veículos tinham de desviar-se dos postes, pedestres e ciclistas. As motos mais sofisticadas eram as lambretas.
Lázaro andava de garupa com o amigo Dão, ambos de terno e gravata, curtindo a noite na pacata Patos de Minas.

O flagelo da perda de uma mãe é um pesadelo eterno, e o desprazer de nunca ter sentido o calor de uma mãe é estar em um Ártico Polar
Fábio Alves Borges

Inserida por FabioAlvesBorges

Quem se muda muito, uma hora se muda de vez!!!

Inserida por LuizEduardoDurso

Se você ama uma pessoa você não irá se importar com o que ela usa pra vestir ou com quem ela anda se ambos se amam isso não vai mudar nada.

Inserida por IcaroHennel

Queria que todos olhasse mundo com meus olhos assim não estávamos aqui seguindo para destruição... mais sempre acreditar que podemos muda o mundo

Inserida por Erivelton-fernandes

Ou você muda suas atitudes ou elas mudarão sua vida sempre a pior.

Inserida por regiellezinigatto

A vida muda o tempo todo. Não se preocupe com o seu passado, e nem subestime o seu presente. É possível escrever uma nova história, e alcançar objetivos que até então, pareciam inalcançáveis. Seja honesto contigo, trabalhe duro, e nunca desista dos seus sonhos.

Inserida por palacebulls

Troca-se a aparência, mudam-se todas as características. Com o passado nada acontece, pense enquanto é tempo, passado não muda.

Inserida por Meninas2Mulher

Faça a poda e regue sua mudinha conforme vocês, pais ou mães, entendem como adequado - e depois terão prazer em se responsabilizar pelos frutos que serão colhidos.

Inserida por fernandoguifer

É verdade, nos preparamos tanto para isso, tanto para aquilo, mas não tem mesmo jeito. Quando a gente menos espera, surge o inesperado e coloca tudo onde deve realmente ficar.

Inserida por marcusdeminco

O simples fato de você existir, muda o meu dia.

Inserida por brunaalmazan

Não subestime o poder da dúvida, pelo seu atual tamanho. O tamanho não muda. O que muda, é sua capacidade de poder senti-la.

Inserida por crowspike

E já cantaram isso: "Um sorriso, muda tudo, um sorriso muda o mundo", então abuse do seu sorriso, e mude seu mundo, modifique seu dia, comece sorrindo, seja você mesmo, mas, com um toque a mais, abuse da sua essência, do teu mais belo modo de viver. Hoje eu quero sorrisos, quero olhares brilhando de felicidade, pois, é na felicidade que encontramos boas maneiras de viver!

Inserida por naayalmeida

Estranhos Fatos

O que você pensa ser o destino,
É só um ponto, quando a vida pára,
Ninguém se importa, você passou como uma data,
Do lado esquerdo da folha, com minutos findos.

O fato é que o tempo muda, o destino muda a mente,
A mente muda as pessoas, e as pessoas não mudam os fatos,
E os fatos são o poder que aos outros nos mantém ingratos,
Mas é uma coisa abstrata, não podemos ser permanentes.

O destino é único, pois não tem clone, nem afine,
E não há ninguém com você, você está sozinho,
Todos são bons amigos, na parte boa do caminho,
Mas de fato, você é olhado como algo qualquer em uma vitrine.

Inserida por KrolChacon

Do nada chega, e muda tudo.

Inserida por eraldocosta13

Os filhos cresceram e chegou o momento que passei a me olhar com mais carinho e afeto.
Comecei a cuidar mais de mim. Voltei a estudar. Conheci pessoas. Fiz novos amigos. Tudo mudou! (tudo muda, a gente que não percebe quando está ocupada demais com tudo). Entendi que eu MUDEI! Nesse momento me sentir até um pouco egocêntrica. Então percebi que estava A M A N D O. É... isso mesmo! Me vi apaixonada por mim mesma!

Inserida por anasoares_

"Um olhar de misericórdia muda tudo!"

Inserida por MarcinhaRibeiro

Tempo gente...

Tem gente que nunca se viu,
com um pouco de tempo
uma afinidade que segue a vida toda.

Tempo gente,

Tem tempo que não passa de saudade da gente,
da gente que já foi, da gente que um dia nós fomos,
da gente que amamos, da gente que queríamos esquecer.

Tempo gente,

Tempo que muda, muda a vida,
muda tudo, muda até a gente,
tempo que vem, tempo que vai,
tempo que as vezes magoa e machuca,
tempo que era bom se voltasse atrás.

Tempo gente,

Gente que sorri um sol e te pensa tempestade,
gente do bem, gente do mal, gente diferente,
gente tão iluminada que carrega a lua e o sol em cada olhar,

Tempo gente,

Tempo tanto junto que os sentimentos mudam,
o "amor" acaba, o inseparável vira distância,
esse tempo gente, transforma a gente em estranhos.

Tempo gente,

Que as vezes o coração aperta e a gente queria de volta,
tempo gente que segue sem freio, trombando outra gente,
na cara da gente.

Tempo gente,

que eu queria pra gente um tempo,
um tempo pra gente, em todo esse pouco tempo gente.

Amorim Junior.

https://www.facebook.com/pages/Amorim-Junior-Escritor/228319517206327

Inserida por AmorimJunior

Tragédias e mais tragédias no meu Brasil. Nada muda. Tristes tempos pretéritos presentes.

Inserida por Epifaniasurbanas

Tem dias que você sente que andando pra frente não vai decolar.
Então você dá meia volta e muda sua rota, pra que assim possa livre voar.

Inserida por LayonSoares

O mundo muda o tempo todo e nós também mudamos! Mas, às vezes, são as atitudes das pessoas que nos fazem mudar!

Inserida por Marthasil

Há dores secas, como há cóleras mudas.

Machado de Assis
Iaiá Garcia (1878).
Inserida por Filigranas

A pintura é poesia muda; a poesia, pintura cega.

Leonardo da Vinci

Já a música é a pintura e poesia sonora.

Saíde Jailane

Inserida por SCJailane