Coleção pessoal de marcusdeminco

1 - 20 do total de 160 pensamentos na coleção de marcusdeminco

Que Nunca Nos Falte:
Paz, Amor & Alegria. Nem Café Para Embalar O Dia...

Marcus Deminco
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De: mim
Para: minha intuição

Querida Intuição,
Sinto muito reconhecer, mas dessa vez você nos iludiu!

Marcus Deminco
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Todas as verdades que – por algum motivo eu nunca pude dizer – dialogam comigo até hoje.

Marcus Deminco
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Às vezes precisamos tropeçar e dar com a cara no chão somente para sabermos exatamente onde estamos pisando.

Marcus Deminco
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Amo Cheiros...
de livro novo,
terra molhada
& café fresco...

Marcus Deminco
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SEJAMOS!
Livres Para Sonhar;
Leves Para Voar;
&
Loucos Para Amar.

Marcus Deminco
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O destino mais delicado de encontrar & que jamais poderá ser localizado em qualquer GPS do mundo: é o universo do outro.

Marcus Deminco
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As pessoas mais bonitas & que sempre estão na moda: são aquelas que ficam ainda mais lindas quando saem vestidas com aquilo que verdadeiramente são.

Marcus Deminco
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PERSISTA! Pois, é justamente na natureza de tudo aquilo que se revela difícil onde brota toda força, Fé, esperança e determinação de um homem.

Marcus Deminco
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Para todos que envelhecem o tempo traz as rugas, mas para poucos enrugados ele suscita a sabedoria

Marcus Deminco

Amo cheiros: de livro novo, carro zero, terra molhada e café fresco.

Marcus Deminco
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As pessoas mais ociosas e passivas são sempre as mais propensas e menos temerosas para atirar pedras.

Marcus Deminco
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O universo é muito precioso para todo encontro ser apenas uma coincidência.

Marcus Deminco
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Somente quando você se esquece do erro e ignora a culpa começa a compreender a lição.

Marcus Deminco
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* RECOMEÇO *

Eu já acreditei naquilo que não existia enquanto duvidava do que era óbvio, e insistia no que nunca aconteceu. Já escolhi os atalhos tortos dos lados opostos e andei pelos caminhos errados na contramão do destino. Apostei o que não tinha, amei quem não merecia e fui amado por quem nunca desejei. Perdi as contas de quantas vezes eu errei: Já errei por intuição, errei também por escolha, e ainda errei por teimosia. Já segui meus instintos, ao passo que desobedecia as minhas certezas. Andei com as pessoas erradas, e também fui a companhia inadequada na vida de alguém. Caí, levantei, me perdi, me larguei, me puni, me critiquei, me amei, e muitas vezes tropecei até na largura dos meus próprios sentimentos. Eu já menti para poupar alguém, mas também já menti para me proteger das consequências da sinceridade. Eu já me embolei e fiz tudo errado inúmeras vezes. Isso, sem contar todas nas outras tantas vezes em que eu fiz tudo ao contrário no meu afã de acertar. Já fui muita vontade somente em hipóteses, e desejos em inertes quereres. Mas, nunca, em momento algum, eu me senti um fracassado, muito menos me dei como derrotado. Pois, o verdadeiro perdedor é aquele que desiste de sonhar, e eu jamais deixei de acreditar em recomeços.

Marcus Deminco
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INCOMPLETUDE
Fica-se sempre um copo pela metade
Uma canção jamais cantada
A promessa prometida
A virgem desonrada

Fica-se sempre um beijo não beijado
Uma palavra por dizer
O amor contemplado
O desejo sem prazer

Fica-se sempre o verso não escrito,
de uma prosa não rimada.
A fantasia sem espírito.
Da aventura desalmada.

Fica-se sempre uma vontade inacabada
de algo que não se possa entender
Meia falsa verdade justificada
Na passividade falta do que desfazer

Marcus Deminco
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Que jamais, em tempo algum,o teu coração acalente ódio.
Que o canto da maturidade jamais asfixie a tua criança interior.
Que o teu sorriso seja sempre verdadeiro.
Que as perdas do teu caminho sejam sempre encaradas como lições de vida.
Que a musica seja tua companheira de momentos secretos contigo mesmo.
Que os teus momentos de amor contenham a magia de tua alma eterna em cada beijo.
Que os teus olhos sejam dois sóis olhando a luz da vida em cada amanhecer.
Que cada dia seja um novo recomeço, onde tua alma dance na luz.
Que em cada passo teu fiquem marcas luminosas de tua passagem em cada coração.
Que em cada amigo o teu coração faça festa, que celebre o canto da amizade profunda que liga as almas afins.
Que em teus momentos de solidão e cansaço, esteja sempre presente em teu coração a lembrança de que tudo passa e se transforma, quando a alma é grande e generosa.
Que o teu coração voe contente nas asas da espiritualidade consciente, para que tu percebas a ternura invisível, tocando o centro do teu ser eterno.
Que um suave acalanto te acompanhe, na terra ou no espaço, e por onde quer que o imanente invisível leve o teu viver. Que o teu coração sinta a presença secreta do inefável!
Que os teus pensamentos e os teus amores, o teu viver e a tua passagem pela vida, sejam sempre abençoados por aquele amor que ama sem nome.
Aquele amor que não se explica, só se sente. Que esse amor seja o teu acalento secreto, viajando eternamente no centro do teu ser.
Que a estrada se abra à sua frente. Que o vento sopre levemente às suas costas.
Que o sol brilhe morno e suave em sua face.
Que respondas ao chamado do teu Dom e encontre a coragem para seguir-lhe o caminho. Que a chama da raiva te liberte da falsidade.
Que o ardor do coração mantenha a tua presença flamejante e que a ansiedade jamais te ronde.
Que a tua dignidade exterior reflita uma dignidade interior da alma.
Que tenhas vagar para celebrar os milagres silenciosos que não buscam atenção.
Que sejas consolado na simetria secreta da tua alma.
Que sintas cada dia como uma dádiva sagrada tecida em torno do cerne do assombro.
Que a chuva caía de mansinho em seus campos...
E, até que nos encontremos de novo...
Que os Deuses lhe guardem na palma de Suas mãos.
Que despertes para o mistério de estar aqui e compreendas a silenciosa imensidão da tua presença.
Que tenhas alegria e paz no templo dos teus sentidos.
Que recebas grande encorajamento quando novas fronteiras acenam.
Que este amor transforme os teus dramas em luz, a tua tristeza em celebração, e os teus passos cansados em alegres passos de dança renovadora.
Que jamais, em tempo algum, tu esqueças da Presença que está em ti e em todos os seres.
Que o teu viver seja pleno de Paz e Luz!

Oração Celta
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Tags: oração celta

AS DORES QUE NÃO SÃO NOSSAS

Em um mundo onde muitos olham e poucos enxergam além do que precisam ver, cada vez menos os olhos conseguem reparar o que dizem os outros tantos olhos que invisivelmente passam entre si sem jamais terem se visto. Talvez porque todos pareçam suficientemente fortes para lidarem com as dores que não lhes ferem. Pois, normalmente, ninguém levará das feridas alheias qualquer cicatriz. Raros, porém, são aqueles que conseguem sentir as nossas angústias. Muitos, sequer, enxergam as nossas fraquezas, e dos poucos que enxergam, muitas vezes, serão ainda piores ao usá-las com deszelo. A maioria não escuta os nossos suplícios, mesmo quando a delicadeza nos força a discrição acanhada em meios desabafos para admiti-las. Quase ninguém enxuga os nossos maiores prantos internos, pois só são capazes de nos fitar pelo lado de fora, enquanto nos inundamos por dentro para deixar-lhes em sorrisos, o otimismo vital da vida que não recebemos dos seus olhares desatentos e insensíveis. Ainda assim, a imensa maioria desses mesmos cegos, surdos, mudos e omissos, enxergarão sempre os nossos menores deslizes.

Marcus Deminco
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A VERDADEIRA IMAGINAÇÃO CRIADORA

Existe uma grande distância entre aquilo que se lê e aquilo que se entende, e é justamente, ao entreato desses longínquos lugares, onde reside a fantasia. Não existem palavras sem imaginação, nem imaginação passiva ao que se traduz em realidade. Pois, em todas as mentes onde sobram juízos, costumam faltar delírios, e sem delirar não se pode caminhar por lugares desconhecidos, conversar com pessoas inexistentes, muito menos dançar despudoradamente, as canções mudas que embalam os bailes jubilosos das maiores quimeras. Tanto por não conseguirem escutar as melodias, quanto pela falta de audácia para despir-se diante da orquestra dos comedimentos que vigiam a prudência dos sensatos para jamais ousarem agir em desigualdade com as convenções sociais que certas formalidades sem forma alguma os impõem.
Ao passo em que se calam e aceitam, se nutrem da única ilusão que não alimenta a alma: comem no prato opaco e sem cor da conveniência, tudo o que seus pares lhe põem goela abaixo, e se fartam da satisfação famélica de ser igual. E mesmo sem jamais serem capazes de distinguir os sabores dos dissabores, arrotam contentes e conformados, ainda com toda fome do mundo inteiro que jamais degustarão.
Na pequenez que se minoram as almas dos acovardados, o mundo inteiro se reduz em proporcionalmente. E enquanto os desvairados sabem que — muitas vezes é preciso perder o teto para enxergar o céu — para os que não avistam o infinito, as distâncias de algumas estrelas lhes escapam à vista. Geralmente, são os brilhos que resplandecem das estrelas mais iluminadas. Entretanto, pelo limite da normalidade serão sempre invisíveis aos olhos opacos dos insensíveis.
A verdadeira imaginação criadora, não se limita ao confinamento de caminhar somente até o limítrofe demarcado pelas palavras que encerram um conto. Mas, em descobrir com novos olhos que — ao chegar naquilo que muitos compreenderão apenas como final — serão capazes de perceber que um ponto, não é nada mais que uma regra ortográfica, e as regras só servem mesmo para os mais obedientes.
Nesse trecho dependerá somente dele delimitar-se. Satisfeito com o que foi lido, ou açorado para desbravar novos sonhos por traz do ponto, fará da sua curiosidade o eufemismo dos transgressores para esboroar as fronteiras invisíveis e seguir além daquilo que foi lido.
Entretanto, é preciso ter bastante cuidado com as palavras. Ao menos, para aqueles que não as consideram tão somente como um mero conjunto representativo de signos com a serventia de expressar um pensamento, ou manifestar uma ideia. Afinal, os pensamentos e as ideias, quando não pronunciadas estarão guardadas para sempre no porão daqueles que não a disseram, enquanto, do contrário, as palavras depois de tomadas vida, permanecerão vivamente soltas e o seu poder dependerá sempre de quem usá-las. As palavras contêm vida ou morte, conquista ou derrota, audácia ou temor, felicidade ou tristeza. Proferidas então, possuem um desmedido poder sobre a vida do outro, podem segregar ou aproximar, construir muros ou estreitar laços, gerar amizades ou destruí-las. Algumas são sedutoras, traiçoeiras e perniciosas.
Muitas vezes, as palavras são como belas melodias que entorpecem os ouvidos surdos pela avidez de escutar aquilo que precisa para acalentar a alma, minorar as angústias, ou remediar as desilusões. Lê-se, portanto, nem sempre aquilo que está realmente escrito, mas o que se tomou por necessidade.
E ainda que, o entendimento humano seja fruto da percepção individual daquilo que vivenciamos, existem muitos olhos enceguecidos pelos anseios sôfregos de enxergarem tudo àquilo que vislumbram decifrar no conteúdo escrito, de uma carta em branco que ninguém jamais escreveu. Portanto, na verdade fantasiosa – onde só é permitida com legitimidade – dentro do universo letrado, não são as expressões mais suntuosas, os fraseados dispostos em adornados, nem os textos mais eruditos que aferem o valor de uma expressão. O escambo volátil que avalia o seu verdadeiro valimento deverá ser medido sempre na significância única de quem a tomou posse em sua manifestação corrente.
Pois, quão mais grandioso o sentimento inexprimível é guardado no silêncio de dentro, mas diminuto ainda serão as palavras capazes de trazê-las para fora. Contudo, quanto menor for o sentimento, maiores serão as verbalizações disponíveis em descrevê-lo. Assim como toda compreensão que detemos sobre alguma coisa, inexoravelmente – pela própria condição imutável de coisa – será sempre um escravo volátil do tempo, e a sua opinião subordinada às porvindouras e diferentes experiências entre nós e essa mesma coisa.
Valiosas mesmo são as compreensões que não detemos diante dos maiores sentimentos, mas que ao despimos a racionalidade apenas para senti-los, toda e qualquer tentativa de compreensão se torna indispensável. Pois, a beleza que raras vezes se revela além dos limites dos olhos, sente-se com tamanha intensidade que, depois de fitá-la de onde poucos conseguiram vê-la, até mesmo de olhos fechados torna-se capaz de enxergá-la novamente.

Marcus Deminco
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DA MÁGOA AO AMOR

Um dia, inesperadamente, e sem qualquer motivo que nos apresente como lógico, alguém será capaz de nos magoar com tamanha intensidade que, receosos passaremos a ter medo de sofrer novamente. E, compelido pelo medo, deixaremos de semear a crença no amor por algum tempo indefinido da nossa caminhada. Até chegar um dia em que, desarmados, conseguiremos notar que o sentimento é indomável quando o amor surge de verdade. Então compreendemos que não é o comum, nem o oposto que nos atrai. Mas, o imprevisível encontro sem hora marcada. Portanto, atire-se na vida sempre de cabeça, só vivem com capacetes os precavidos, e não se pode amar com meia prudência, nem sensatez que não seja insana.

Marcus Deminco
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