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A ditadura…
Por ser governar, sem aval do povo;
Nem sei, como ainda existe, cá em nós?!
Devido a em tal: faltar a de nós voz;
E nela haver tanto roubar; a um POVO!
Não passa de um poder: tido entre injustos;
Para ao pobre povo, escravizar;
Daí termos que a tal, desenraizar!...
Pra pós tal, nos considerarmos; JUSTOS.
Ai que dor sinto em mim, no ver fortunas;
Roubadas, da de nós: tanta pobreza;
Nas mãos, de uma dúzia de ditadores!...
Devido a haver em nós tantas lacunas;
Quem em nós transformam: força em fraqueza;
Que tão alimenta, esses tais estupores.
Com mágoa, mas também esperança;
Nutricionistas ditadores que ditam o cardápio para o povo brasileiro
Ser livre para voar, falar e comer.
Assim seria nesse pátria.
Da constituição e do saber.
É regrado do que se pode encher.
Pois recomendam bariátrica.
Alguns nutricionistas permitem abobrinhas.
Buchada a vontade.
Até na vida dos porcos e das porquinhas.
Lavagem com ração e sem razão.
Pode se empanturrar de farinha.
Uma viagem na maionese.
Catchupe para as menininhas
É liberado o fruto da árvore da sabedoria.
Para que o povo alimente do orgulho que o mataria.
É proibido manga.
Não pode experimentar mel.
Chá de pega pega.
Proibido leite materno.
Na verdade é proibido abrir a boca.
Eu é que diga se posso comer galinha desse poleiro, vem logo a espingarda e o tiro é certeiro, a constituição é lenta e o canhão ligeiro, nutricionista ditadores que ditam o cardápio do povo brasileiro.
Giovane Silva Santos
O Brasil é um exemplo claríssimo da desproporção entre CIA e KGB. Enquanto há meio século a mídia inteira grita contra a intervenção da CIA no golpe de 1964 sem poder apontar UM NOME SEQUER de agente americano lotado no Brasil na época, mais de TRÊS MIL agentes soviéticos infiltrados em altos escalões do governo brasileiro já foram identificados, e até hoje ninguém reclama de 'intervenção da KGB'.
Ditadores nunca se dão por contentes, pois nunca vão ficar satisfeitos com seus ganhos territoriais.
Fazer silêncio diante de uma nação que foi esfacelada pela violência no passado e continua reproduzindo seus métodos de tortura e exclusão do período do arbítrio é compactuar com crimes dos quais podemos nos tornar vítimas. Pior que isso: reeditar nas ruas do país marchas pela ordem clamando o retorno da ditadura é desconhecer os anos de sombra que envolveram o Brasil.
Quem era eu para entender as coisas profundamente? Estava desarmado teoricamente, ressentido, e não havia outro caminho na nossa frente, exceto prosperar e esquecer o baque que o país estava sofrendo.
No começo, foi bastante complicado. O Brasil estava no fim da ditadura militar, então as importações não estavam chegando e era difícil encontrar bons produtos para a culinária francesa. Talvez a minha sorte tenha sido essa. A escassez de produtos me forçou a descobrir frutas, legumes e especiarias brasileiras que eu não conhecia.
Já nos disseram isso na ditadura militar, nos governos do Collor e do FHC. Nós mantivemos a esperança, porque sabemos que temos razão e mostramos isso sempre que as eleições foram democráticas e disputadas por todos, sem exclusão. A esperança nunca morre, se o povo se recorda que foi feliz, acredita na liderança de quem o fez feliz.
A nova ditadura: pela ditadura do sabor eu me distancio da saúde quando me aproximo das calorias. Já pela ditadura da beleza, eu me aproximo da magreza mas me distancio do salário...
Eles falam de marxismo cultural e doutrinação, para esconder a ditadura do consumo, a sociedade está doente, só quem compra é gente.
"Como é sabido, o Brasil conheceu curtos períodos de liberdade separados por longos períodos de arbítrio. Entre 1930 e 1935, ocorreu um desses excepcionais períodos de liberdade. O pensamento retrógrado costuma batizar de agitação tudo o que acontece em tais períodos, porque neles tudo é posto em questão, debatido, controvertido, contestado. A fecundidade desses períodos provém justamente dessa fisionomia tormentosa, em que as contradições da sociedade afloram, tornam-se ajudas e manifestam-se de muitas maneiras, algumas assumindo mesmo forma ameaçadora e inquietante" (O populismo: a confusão conceitual)
"Para a conquista do poder, em 1930, a burguesia, seguindo a ordem natural da composição política, não só se voltou para a classe trabalhadora, particularmente o proletariado, como se comprometeu na concessão de espaço e de direitos àquela classe. O curto período de liberdade, até 1935, com o afloramento das contradições da sociedade brasileira, assiste justamente à luta de classes em torno desse espaço e desses direitos" (O populismo: a confusão conceitual)
Não se constrói uma democracia sem a participação de todos na política, como também o processo eleitoral não pode estar vetado a "alguns".
Tirem os livros dos jovens e eles sonharão. Tirem os sonhos e eles escreverão os seus próprios livros.
"Antes diziam que a mídia era o 4° poder, porém isso é coisa do passado. Hoje a mídia é um segundo Estado, que não é eleito, mas se coloca em disputa com o poder constituído."
A pior ditadura é aquela que se traveste de democracia. O pior ditador é aquele que esconde no interesse coletivo seu desejo mais obscuro pelo poder.
RETORNAR… POR QUÊ?
As pernas andam no passo que pode
Enquanto a angústia foge do compasso
Coração acelera sem trégua
Neste panorama sono corre légua.
Mas os sonhos não adormecem
Porque o meu pensar sobressai nas palavras.
E neste emaranhado de verbetes
Como não questionar a sabedoria da natureza?
O cacto rústico cheio de espinho
Não agride a sensível suculenta
Não há conflito com a suave rosa
Nem disputa de aroma com o jasmim.
Sua raiz pregada no chão
Extrai o melhor da aridez do sertão
Não se contamina com a impureza
E tudo converge para a perfeição da natureza.
Não sou de grupo codinome
Nem sou conhecida por cognome
Somos José, Maria, João, Genuzi... Sem sobrenome
Sou ativista. E, me apresento com nome?
Lembrem-se: - Os direitos trabalhistas
Foram conquistas
Não de um militante exangue
Mas a preço exorbitante de sangue.
Retorno a década de sessenta
E a memória retrata Pietá
Que ampara uma pessoa querida
Sem o sopro de vida.
E quando a estátua se materializa
Protagoniza a própria Pietá
Nas famílias sem brasão nem divisa
Que na sua dor não aprecia o voo da borboleta.
Sobressaiu a minha mesquinhez
E retornou a minha lucidez
Pensei nas angústias de Severino, Joana, José, Maria...
Que não é estátua com avaria.
Não somos oriundos do regime teocrático
Estamos em um regime democrático
Por que ressuscitar a ditadura
Era de sofrimento e tortura?
Veja a junção de rosa e cacto
Que jamais fizeram pacto
Então, analise e converse sobre a história
Porque foi delineada outra trajetória.
Despedem-se do verde quando chega o momento
Porque cada um tem o seu espaço
Cumprem suas funções de florir em seu tempo
Simples assim companheiro: - Dê-me um abraço.
O virus obscurantista da malditadura de 64, retorna em 2019 disfarçado de democracia. Vacinemos (-nos)!
Quando se fala de DITADURA DE DIRETA, todo mundo “sabe o que é” só que, não. Mas essa DITADURA DE ESQUERDA que domina a maioria dos meios de comunicação e que influencia as pessoas como gado, essa é foda de enfrentar.
Trilhando caminhos de tortura
Vou me envolvendo em amor
Sangra olhos de quem ama
Esbarrar em tanta dor.
Quando vejo multidões em carreatas, passeatas, comícios e afins em prol de algum político a única coisa que me conforta é que a censura da ditadura é pior
Se sou feliz? Claro. Passei pela ditadura até o tempo atual. Veremos o que esse neofascismo vai nos presentear.
