Tag civilização
O último homem da cidade-mundo não quer mais viver - ele pode se agarrar à vida como um indivíduo, mas como um tipo, como um agregado, não, pois é uma característica desta existência coletiva que elimina o terror de morte.
O cérebro governa, porque a alma abdica. Os homens da cultura vivem inconscientemente, os homens da civilização, conscientemente. A Megalópole - cética, prática, artificial - sozinha representa a Civilização hoje. O campesinato do solo diante de seus portões não conta.
Atualmente, devido ao hábito do século XIX de superestimar o fator econômico, caracterizamos o conflito pelos termos superficiais socialismo e capitalismo. O que realmente está acontecendo por trás dessa fachada verbal é a última grande luta da alma faustiana.
Hoje, no final desta Cultura, o intelecto sem raízes abarca todas as paisagens e todas as possibilidades de pensamento. Mas entre esses limites está o tempo em que um homem considerou um pedaço de solo algo pelo qual vale a pena morrer.
Nossa civilização, tem uma ilusão, de se manter o cidadão padrão, não caio nessa irmão conversa fiada doidão, a construção do nosso ser, não para de crescer, logo mais vai entardecer e os meninos nada aprender, que estranho dizer, logo ao anoitecer, tantas pessoas na miséria, que não tem matéria, vivem com diarréia, e você aí na maior se sentindo o pior meu irmão, é melhor você se preparar para o pior, e de você ninguém terá pena, olha a altura daquela antena, nada vê tô igual o Datena, falando merda no horário da telenovela, ou sei lá acenda uma vela, reze por todos aqueles que são destratados, apanham são xingados de covarde, por que vocês não fazem sua parte.
Eu não tenho nada a ver, por que você veio me bater, não só com porradas, mas sim com palavras, que deixa um marco, isso é lamentável, inevitável, por favor essa vida não é rentável, então morra de forma amigável, condenável e maleável será que eu morri e renasci, sinceramente essa eu não entendi, vamos acabar por aqui..
Vocês vão encarar a natureza sozinhos. Longe da civilização. Vão encarar os perigos da vida selvagem por todo o percurso. Encontrarão animais selvagens. Talvez até doidos locais. Uma semana de aventura, diversão e muitas oportunidades. E tudo será off-line!
Pessoas más, de visão maligna, de pensamento obscuro hoje e sempre meu repúdio. E aos bandidos do turno que a lei e o tempo apaguem sua memória e só nos reste o aprendizado de que não podemos recuar por nenhum motivo, porque a alternativa a humanidade é a barbárie.
O esquecimento é uma questão central para a civilização. Por causa dele, a gente repete os mesmos erros.
A civilização moderna é muito materialista o que será um problema quando os bens de consumo tornarem-se escassos devido a diminuição dos recursos naturais.
Os valores indispensáveis para a vida humana – não somente para as civilizações, mas também para cada um dos indivíduos – são sete:
1) Uma consciência clara e definida da objetividade da inteligência humana. É preciso saber que a inteligência humana é objetiva;
2) É preciso saber que a vontade humana é livre;
3) É preciso saber que educando os teus instintos você será capaz de sentimentos nobres;
4) A inteligência humana opera sobre dois domínios diferentes: o domínio do imutável (necessário) e o domínio do contingente; mas não podemos esperar que ela tenha a mesma clareza no domínio do contingente como tem no domínio do necessário;
5) O sujeito precisa ter uma ideia do seu papel na humanidade e aprender a usar as circunstâncias concretas para a realização desse papel. Se ninguém, ou um número muito pequeno de indivíduos fizer isso, a sociedade será infeliz, e uma massa muito grande de infelicidade é uma das principais causas de revoluções e destruições civilizacionais. Quando muitas pessoas são infelizes, torna-se fácil manipulá-las;
6) O ser humano precisa conhecer as vidas plenamente realizadas;
7) Ele precisa estar cônscio da possibilidade da vida mística.
Se faltar alguma dessas coisas numa vida individual, o sujeito será privado de uma dimensão humana e certamente sairá prejudicado. Qualquer civilização tem de oferecer, numa dose mínima que seja, o acesso a essas sete informações. Se faltar alguma delas a civilização será incompleta e necessariamente será substituída por outra.
A civilização, no sentido real da palavra, não consiste na multiplicação, mas na vontade de espontânea limitação das necessidades. Só essa espontânea limitação acarreta a felicidade e a verdadeira satisfação. E aumenta a capacidade de servir.
O ser humano adorava o sol, a lua e as estrelas. Ficava assustado com o relâmpago, temia o trovão e não conseguia explicar a chuva... Depois que tornou-se devidamente "civilizado", busca explicações de porquê passou a ter medo de si mesmo.
Civilização secular é sólida e forte. É o caso da civilização ocidental. As demais devem trabalhar e muito. Principalmente, mudar a mentalidade. Isso se desejam trilhar o caminho certo para o desenvolvimento.
Que instituição ou faculdade humana abriria mão voluntariamente de governar os homens na direção do que acha Bom e Correto se tivesse oportunidade?
A história da humanidade se constitui por guerras, invasões, ocupações e colonizações, há quem diga que também havia amor entre uma coisa e outra.
Civilização! Grande palavra de que se abusa, e cujo sentido próprio é tornar civil, sociável, cortês. Há civilização pela religião, pelo pudor, pela benevolência, pela justiça, pois todos eles unem os homens; e há incivilização, ou volta à barbárie, pela contestação, a irreligião, a imprudência, a audácia, a ambição, o amor exclusivo de si mesmo, a procura desenfreada do lucro, pois todos esses separam os homens e limitam cada um a si mesmo. Joseph Joubert, Pensamentos
O Amor precisa ser praticado de acordo com nosso nível de compreensão da vida. Só assim evoluirá e modificará a realidade, ficando cada vez mais presente entre os seres humanos até se tornar a força mais importante da nossa civilização
MOMENTOS IDEAIS PARA ORAÇÕES, MEDITAÇÃO: Às 06:00hs e às 18:00hs.
Poucos aplaudem o grande espetáculo, a dádiva da vida. A "civilização" nos treinou para sobreviver, recuar, avançar, guerrear, trabalhar em equipe, vencer a qualquer custo, defender espaços, transpor diariamente obstáculos, para podermos prover nossas famílias e auxiliar os amigos queridos. Paradoxalmente, essa entrega total compromete a própria existência. O que fazer? Como "equilibrar" trabalho, família, escola, saúde, religião, convívio social, esportes, entretenimento?
(Juares de Marcos Jardim - Santo André / São Paulo - SP)
(© J. M. Jardim - Direitos reservados - Lei Federal 9610/98)
