Superficial
A troca do espiritual pelo carnal, do essencial pelo superficial e do amor pelo rancor, causam o atrofiamento do cérebo e um desvio de personalidade que beira a perca da identidade. E infelizmente, tenho visto muito isso ultimamente.
Não seria quem sou se não fosse a solidão da cela. Seria mais fútil, mais frívolo, mais superficial.
Nunca espere "amizade" profunda, de quem é meramente SUPERFICIAL. O que se deve esperar da "amizade", é a proporcionalidade com o nível do suposto "amigo". Em outras palavras,
Deve-se esperar "amizade" profunda, de pessoas profundas. "Amizade" mediana, dos médios e "amizade" superficial de quem apenas vive na superfície da vida.
Há também quem se julgue muito profundo, não se encontrando nem perto do nível da superficialidade!
🅰️
Sentenciou Lucius:
- Só se auto-compreende e é compreendido, quem é superficial. Quem é complexo, é incompreendido.
✨🧙🏽♂️✨
Às 08h24 in 25.11.2023
Sobre a antítese de Deus
A grosso e superficial modo, numa primeira vista ausente de exame mais aprofundado, parece que há um problema Teológico e Sociológico no cerne da Humanidade. Pois ao mesmo tempo que O Livro sacro, A Bíblia, revela-nos a intensidade do amor de Deus, também se pode perceber no dia a dia geral, como que um sentimento de indiferença ao que ocorre constantemente no Mundo inteiro.
Se por um lado temos a Bíblia que mostra um sentido teleológico da existência de cada ser ou de cada ente ( Ontologia) por outro lado de forma aparentemente empírica, temos um sentimento niilista. Uma existência sem nenhum sentido aparente, sem um início ideal, meio ou algum fim monumental, extraordinário ou com firme propósito. Sem nenhuma finalidade última que faça com que todos esses amontoados desconexões que se podem denominar de "ações Humanas ou Antropológicas" tenham de fato algum objetivo coletivo ou universal.
Colocando, assim, um conflito Teológico e Antropológico-Sociológico no mundo.
Porque, em linhas objetivas e diretas: se por um lado da moeda da História Geral temos o sublime, Ágape, altruísta e misterioso Amor Divino, por outro lado, o que acomete a Humanidade no cotidiano, isto é, os males que a afligem de forma implacável, dão a entender que Deus ou, ( panteisticamente falando) a Natureza, tem a facilidade de descartar sua criação, como se esta não fosse absolutamente nada, no plano cósmico-existencial.
Ou entendemos assim ou podemos chamar isso tudo de: O GRANDE ARCANO DO SENTIMENTO ANTITÉTICO DE DEUS.
Às 09h23 in 01.02.2024
Cada dia que passa o ser humano está se tornando vazio,raso,superficial,frio,sem nenhum conteúdo de grande valia pra te oferecer.
Estão cada vez autômatos ,condicionados e vivendo num mundo ilusório,de fantasias no qual não fazem parte de seus contextos.
Cuidado com o conhecimento superficial, perdemos facilmente o interesse por pessoas que tentam se passar pelo que não são..
Isto se aplica com mais prontidão, sobretudo quando se trata de atração intelectual!
Um Livro que trata de um tema complexo, apenas pelas linhas marginas, não atrai a atenção de um leitor arguto até o final...
Falo de livros e de pessoas.
Nada me inspira mais do que a raiva. Não essa raiva histérica, superficial, que grita sem saber por quê. Falo da raiva que nasce do abuso, da injustiça cotidiana, do silêncio imposto aos que ainda têm alma. A raiva que surge quando vejo gente boa sendo engolida por um sistema que premia a mentira, que endeusa o disfarce, que trata a hipocrisia como virtude social.
A indignação me dá vida. Me acorda. Me empurra pra escrita. Não sou movido a paz interior, nem a frases de autoajuda. O que me move é o desconforto. O que me guia é a vergonha de ver o mundo como está e fingir que está tudo bem. Eu não me adapto, não consigo. E não quero.
Escrever, pra mim, não é florescer: é rasgar. É reagir. É cuspir de volta o que me enfiaram goela abaixo. Minha arte não é gentil — é necessária. É a forma que encontrei de não enlouquecer. Porque se eu me calar, se eu aceitar, se eu sorrir junto, aí sim estarei perdido. A raiva me lembra que estou vivo. A indignação me prova que ainda sinto. E enquanto isso durar, ninguém vai me domesticar.
A religião pode até fazer uma espécie de reparação superficial na vida do pecador, mas só a conversão pode efetuar uma radical transformação na vida desse pecador.
Uma Geração Cristã Superficial
É lamentável assistir uma geração de pessoas que se dizem cristãs defendendo líderes de seitas só porque eles têm um diploma de ARQUEOLOGIA ou qualquer outra “logia”. É deprimente assistir e ler os comentários desses PSEUDOS cristãos tentando passar o pano para muitos hereges. Esses PSEUDOS cristãos não têm a mínima ideia do legado cristão no combate às heresias, onde muitos deram a vida pela defesa da fé Bíblica e Ortodoxa. É horroroso presenciar uma geração vazia, superficial, rasa, que tenta hibridizar heterodoxia com Ortodoxia. Só posso classificar essa gente de inimigos da cruz; discípulos de Simão o mago e seguidores de Jezabel.
Um diploma de bacharel em teologia, arqueologia, filosofia ou qualquer que seja a “logia” não torna um HEREGE em ORTODOXO!
A igreja brasileira está tomando o mesmo caminho da igreja na Europa e USA. Estamos ruindo por falta de conhecimento histórico, bíblico e teológico. Uma igreja que não conhece a basicalidade da fé. Uma igreja a semelhança de Ap 3.14-17:
“E ao anjo da igreja de Laodicéia escreve: Isto diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus: Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; quem dera foras frio ou quente! Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca. Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu;”
Pense nisso e cuidado com os falsos profetas!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
É um retrato fiel do amor moderno: superficial, fugaz e cheio de medo. Vivemos em uma era onde sentir virou risco, demonstrar virou fraqueza e desaparecer virou solução. Todos querem conexão, mas poucos têm coragem de se entregar. No fim, ficamos presos em um jogo de orgulho e silêncio, morrendo de vontade de sermos amados de verdade. E assim seguimos, cercados de opções, mas cada vez mais sozinhos. Porque sentir virou um ato de coragem em um mundo que finge não se importar.
Vivemos em um mundo que valoriza o rápido, o fácil, o superficial. Mas o verdadeiro amor está nas pequenas ações, nas imperfeições que escolhemos aceitar e no cuidado diário. Não é sobre encontrar alguém perfeito, é sobre encontrar alguém que faça questão de cuidar, de demonstrar, de fazer você sentir que é importante de verdade. Amor genuíno não precisa ser explicado. Ele é vivido. E quem ama de verdade, não complica, simplesmente cuida.
