Sociedade poesia
Da vida que te faz,
existe uma variedade;
do tanto que te molda,
um servo da sociedade.
Onde está minha pessoa,
perdida dentro do corpo?
O que realmente aparece
é a casca de muitos desgostos.
Do tanto que te domina,
não parece, mas acostuma.
Entre os altos e baixos da vida,
existe a breve luz da lua.
Repetição: insuportável. Não aguento; é intragável, nojento, repulsivo.
Como sociedade, evoluímos: em tecnologia, em ciência, em sabedoria. Mas não nos livramos dessa maldição eterna, dessa praga indissociável do âmago do homem. Como a serpente Ouroboros, que se devora eternamente. Estamos perpetuamente num ciclo infernal: constante, infinito, desgastante.
Em prisões, estudamos. Nos mesmos domínios, trabalhamos para nossos senhores. Nas mesmas zonas, somos escravizados por nossos vícios. Sem dúvida, o verdadeiro mal da humanidade é o vínculo: imaterial, psicológico, inapagável. Vínculos são as correntes que nos prendem, nos aprisionam, nos suprimem.
Quando quebramos essas correntes, a verdadeira liberdade é encontrada. Porém, com essa liberdade irrestrita, surge uma corrupção que destrói a alma: a solidão.
Vazio insuportável. Um vácuo que nos força a preenchê-lo.
E nesse bizarro paradoxo, corremos para ocupar esse vazio com mais vínculos, nossa maior fraqueza. Por isso, forte não é o homem que acumula laços, mas aquele que aprende a viver no vazio, sem amarras, pois preenche a própria alma com nada além de sua vontade.
As amizades que escolhemos
refletem diretamente
a sociedade em que vivemos
e o tipo de pessoa que somos.
Envelhecer com dignidade é um direito, não deveria ser um privilégio: criar uma sociedade que valorize e apoie os idosos é uma responsabilidade que exige ação coletiva para garantir igualdade e justiça para todos.
A sociedade, essa máquina emperrada, se arrasta doente, atolada na lama grossa da burocracia, onde o homem, sem alma nem rosto, vira papel, e carimba o desgosto.
Vive sobre pressão, enterra o indivíduo com suas próprias mãos.
Voam pra lá em jatos modernos,
barrigas cheias, discursos eternos,
prometem o céu em reuniões secretas,
enquanto aqui, o povo mastiga promessas.
Poucas coisas me perturbam tanto quanto habitar uma sociedade onde impera a uniformidade — de rostos, de vozes, de pensamentos.
As opiniões deixaram de ser fruto da reflexão para se tornarem ecos de narrativas alheias.
Vivemos sob o peso de uma lógica perversa: “Se muitos dizem, então deve ser verdade.”
É angustiante cruzar com tantas pessoas e, em cada uma, encontrar o mesmo vazio — a mesma ausência de profundidade.
Seres humanos reduzidos à superfície do que poderiam ser.
Já não experimentamos a liberdade em sua essência; vivemos apenas a ilusão de estarmos livres, enquanto somos conduzidos, silenciosamente, por ideias que nem mesmo nos pertencem.
Hoje, não são grades que nos aprisionam, mas discursos repetidos, dogmas disfarçados de opinião.
Questionar se tornou ousadia. Pensar diferente, quase uma heresia.
Buscar a verdade — essa que exige coragem e solidão — parece um ato subversivo.
E nada me causa mais inquietação do que ser confundido com essa massa amorfa que abdica de pensar.
Antigamente, muitas coisas aconteciam e ninguém ficava sabendo. Hoje, vivemos em uma sociedade hiperconectada digitalmente, onde é raro alguém de fato conhecer o outro — mas há uma ilusão gigantesca de que ver posts, stories e feeds é o mesmo que saber quem a pessoa é.
Com isso, recebemos laudos genéricos sobre tudo, formamos opiniões com base em fake news e, dia após dia, perdemos a oportunidade de viver uma vida real — uma vida onde tudo está sujeito a mudanças, dores e amadurecimento.
A dor faz parte do crescimento. É nela que, muitas vezes, as pessoas descobrem do que são feitas, e onde realmente podem aprender a amar.
Enfim, meus sentimentos.
A sociedade está psicoadaptada na mesmice e encarcerada na síndrome da matéria, desconhecendo o
seu íntimo, olhando somente para fora, toda encantada, com as ilusões nefastas.
Sociedade X Indigentes
Os ébrios que andam pelas ruas de alguém
Cantando as músicas que não ouvem
Ouvindo os que falam sem língua e virgulas
Partindo para lugares que ninguém vai e virá
Desbravar o estado de suas mentes retidas
Ao tempo dos relógios, humanos de ternos
Olhando em pulsos vazios, sem alma e vida
Como aqueles esfomeados, ponteiros de vossos dias
São os atenuadores da saudade
Os amigos do esquecimento
Apoiadores convictos do real
O acaso de pessoas indigentes
Conhecem a mentira e a verdade
Não previnem o manhã "raquítico"
Pouco reagem ao descuido da tempestade
E desde sempre é a maioria que existe
Para nada existir, em motivo do povo
Decreto-Lei em prol da Sociedade...
Em virtude de reclamações
Impostas pela sociedade faço
Valer o Decreto-Lei cujo os
Itens seguem abaixo;
A partir desta data ficam
Proibidas para ambos os sexos.,
A tristeza e a melancolia que
Outrora perduravam até os dias
de hoje, bem como; Errar e não
Se arrepender, olhar e fingir não
Ver, seguir enfrente mesmo
Sabendo que lá atras, alguém
Ficou sozinho [a] chorando a sua
Ausência. E foram extintas, a
Mentira, a injuria, e a difamação;
Sendo assim. Eu, em nome da
Sociedade faço valer o Decreto
Proibindo tais Praticas abusivas
- E as demais que por ventura
Assimilarem as questões
Mencionadas neste Decreto.
O estado educando a sociedade
Em 1970 a polícia educava com cacetete
Nas costas da classe trabalhadora.
Esta é apenas uma data
Próxima a data de hoje.
Em 2013 a polícia educava
Com cacetete, gás lacrimogêneo,
Bala de borracha, não que naquela
Outra época não tivesse isso.
Em 2014 a polícia educou
Da mesma forma, censuraram
Uma grande parte da sociedade.
Em 2015, também.
Em 2016 calaram a voz do povo,
Manifestante pode ser preso
Como se fosse terrorista,
É proibido grafite nas ruas
Manifestando-se contra o governo,
É proibido reunir-se na praça,
Durante as olimpíadas
Que já passou, tudo ainda
Continua proíbido.
Ser advogado.
Ser advogado é ter coragem e determinação para defender a sociedade com sede de justiça.
Ser advogado é lutar até os últimos minutos em favor de seu cliente mesmo que as chances são mínimas.
Temos que enfrentar com coragem e determinação as violações de prerrogativas que estamos sofrendo. É um absurdo condenar o advogado em conjunto com seu cliente sob alegação de litigância de má-fé. Cabe ao órgão OAB apurar os fatos e não a justiça impor uma condenação ao profissional do direito que acreditou em seu cliente.
É na família
A família é a célula da sociedade, dessa forma podemos dizer: É na família que aprendemos os primeiros passos como pessoa. Valorize sua familia!
“O status da sociedade moderna tipifica ouro e prata como moeda de caráter, oh quão pobre sou eu perante esse olhar.”
Giovane Silva Santos
Rousseau e Pelágio afirmaram que: "O homem é bom por natureza. É a sociedade que o corrompe".
Contudo, a realidade é esta: O homem é mau por natureza. A sociedade é apenas um reflexo, em larga escala, do que sua natureza corrompida é capaz de fazer.
O SILÊNCIO é uma das linguagens mais culta e importantes da sociedade.
Somente os sábios sabem usá-la corretamente.
A luta é diária
O próximo nega a mão.
A sociedade impõe regras.
Viagem no submundo de um porão.
Homens na contramão.
O que era pra ser belo é um templo de feras.
As gaiolas tentam demandar a prisão.
As grades e algemas colocando força.
Correntes violentas arrebentando o coração.
O cântico constrangedor, veja a canção.
Como roubado a pureza de uma moça.
A luta é diária.
Precisa se, mais que necessária.
Gritar, chorar, clamar, chamar.
Voltar se pela condição.
Conquistar à atenção.
De quem pode salvar.
O mundo é tribulado.
O campo é minado.
Por onde deseja pisar.
O que pretende conquistar.
Logo se percebe uma forte muralha.
O mar fechado e a maré alta.
Um deserto escaldante.
Faraó e o chicote estalando.
Oh altíssimo, por isso o tenho.
Como íntimo amigo.
Quebrar os grilhões sedentos.
Fazer mais que imagino.
As muralhas descer, o mar se abrir.
O deserto perecer, o faraó ferir.
Acalmar o mar.
Minha rede vou jogar.
De pé continuar.
Na fé perseverar.
Se vai pra longe a vida presidiária.
Vencer.
Na luta diária.
Giovane Silva Santos
E se a lua fosse a base da solidão?
Mostrando a sociedade, q mesmo sozinha, ela brilha.
E se ela não existisse, a noite também séria a mesma coisa?
A lua brilha, e por trás desse brilho, terá uma tristeza,ela é apenas a base de uma pessoa.
Se ela pedisse ajuda, quem iria salva-la?
Não seria ninguém, pq quando vc mais precisa todos viram as Costas.
Um VENTUROSO 2021 pra você, pra sua família, seus amigos, seus vizinhos e pra toda a sociedade.
Um abraço!
