Sinto falta do seu Corpo
SINTO-ME
Sinto-me incurável
Carne seca sem sangue
No vomito do esquecimento
Dói-me o corpo desta miserável conciencia
A Mente deixa-me tão vulnerável
Mas a dor que sinto na alma é profunda
O corpo esta doente, fragil, instável
Por mais que a dor me devore, o abominável
Sentido deixa-me como se a carne nada padeceçe
Fujo do de mim não sei porque
Mas sinto o lúgubre a fragilar-me a carne
Fúnebre pavorosa mente no escuro
Mente escravisada por alguem mais sombrio
Que eu sem dúvida, silencioso aterrador
Por mal dos meus pecados só a fé que tenho
Me mante vivo nesta maldita vida em que
O corpo sobrevive a tantos demonios.
🌺 🌺2018
Eu já não sinto mas dor.
Coisas que meu corpo passa aqui em cima, minha alma sofre o dobro lá em baixo
CONCRETO
sinto na pele
o toque
frio
tenaz
concreto
meu corpo sucumbe
mas não o coração, que sem noção insiste
tampouco a mente, que brava mente resiste
na sensação de um tempo estagnado
não mais suporto esta pressão
que só aumenta e atormenta
tempo, por que não passa?
venha logo e me leve deste inferno
por que esta eternidade?
será esta sua última maldade?
ah, não mais importa
pois agora eu realizo
meu iminente e certo fim
neste eminente instante
que, de agora em diante, será eterno, constante
minha mente inebria-se
e se entrega ao coração
que pulsa lentamente
e mantém a mente tão lenta quanto vazia
solto meu último suspiro
e, assim, não mais respiro
esmagado, morro sozinho
sob o peso do concreto
quisera eu não houvesse peso
quisera eu fosse abstrato
Não preciso ver o teu rosto
Te sinto na pele
no corpo e na alma
... E de olhos vendados
vejo transladar milhares de constelações
no prazer que tuas mãos e tua boca despertam em mim.
Amo-te cegamente
no alfa e no ômega
do âmago do amor que fazemos.
sinto no teu corpo um templo de prazer
tua voz e poço de desejos sem fim,
a fronteira dos teus desejos...
são sonhos perfeitos...
a dor é uma sentença do qual...
teu espírito e soma do meu prazer,
em um distúrbio, evoluções,
contribuem no deleite do teu corpo nu.
por celso roberto nadilo
E nesta
espera
infinda
tudo que sinto
desce
pelo meu corpo
até os pés...
Cimentada
imóvel
até você chegar...
ou não...
mel - ((*_*))
Já não posso mais conter
Até sinto o meu corpo tremer
Queria correr para os teus braços
Tal é o meu medo de te perder
Quero teus abraços apertados
Falar-te dos meus desejos
Falar-te dos meus medos
Cobrir-te o rosto de beijos
Quero que me acolhas com carinho
E me ouças com atenção
Palavras do muito que te amo
Que saem do meu coração
Da minha entrega total
São palavras de muito amor
que ao ouvido te irei falar
Sussurradas com muito calor
Esta tão longa distância
Sabendo que por ti sou amado
Quem sabe se um dia
Não andamos de mãos dadas
Caminhando lado a lado
Sinto a chuva a cair.
Sinto...
Sinto o meu corpo.
A minha alma.
A flutuar no vazio.
No vazio da noite.
Esquecida.
Com ela as letras perdidas.
Palavras feitas em poemas.
Escritas num livro.
Num livro branco.
De diversas cores.
Disfarçado de amores ou desamores.
Lá fora cai a chuva, onde molha as flores.
Molha os nossos pensamentos.
Fazendo-nos sonhar.
Amar
Sentir
Os pingos da chuva batem...
Nos vidros da janela
Cá dentro sentados à lareira.
Tu e eu.
Abraçados aquecemos os nossos corações!
Posso nunca tocar teu corpo mas sua alma sei que já toquei. Sinto, o nosso amor nasceu muito antes que nós !
Sinto-me desprendida de meu corpo!
Não me reconheço no espelho!
To com medo de sentir medo!
Uma avalanche de impotência me abateu!
Procuro lembrar como é ter esperança, me parece em vão!
Minha alma foi abandonada pela fé!
To confusa sobre o que vim fazer aqui, nesta vida!
Vejo os sorrisos e não me contamino mais!
Não acho mais aquela força, que sempre me dava às mãos!
Algo precioso que me motivava esta se desintegrando !
Suporto tudo nesta batalha, menos virar uma VEGETATIVA SOCIAL!
Preciso dormir e torcer pra que essas sensações passem... e seja apenas um pesadelo.
Chuva
Quando a chuva toca meu corpo sinto como se mergulha-se em um coma profundo, meus medos somem, meu frio passa,minha sede para, então meus olhos se fecham e eu mergulho em pensamentos meus, no meu mundo, onde só quem eu escolho pode entrar, queria que cada um, uma vez na vida sentisse a chuva tocar seu corpo.
Me sinto partido, diversos portais abertos numa única explosão da percepção, claramente o corpo deixando o ser, os meus corpos estão em diversas dimensões, espaços de tempo altamente confusos, aleatórios, inexistentes... Por vezes, a definição da matéria é outra, mas ainda presentes na espécie, soltei um pequeno olhar sobre todos os tempos em tempos de tempos espasmódicos.É certo que morri por um tempo, tempo que não mais me pertence e de um smpre tempo antes de todos os tempos, atemporal e que me foi expandido. mais que ao simples olhar do futuro, este não existe, é uma espiral, quase que um terno retorno, existindo infinitamente, todos nossos atos, o tempo finaliza qualquer oportunidade de um olhar com acuidade de nossas vidas.
Me sinto viva,
Sinto que meu corpo te deseja,
Sinto que minha alma sonha
E que meu espírito acredita...
Eu respiro, sinto e vejo mentiras. A mentira cobre meu corpo como pó e reveste as paredes da minha vida. Está descascando vejo a verdade e dói aos olhos tal pureza. Preciso de um único ser constituido de verdade para me proteger desse mal. Estou com medo como uma criança encolhida na cama em meio às lágrimas preciso da verdade, Alguém de verdade. Preciso de você. Por favor não me deixe desacreditar, não deixe a maldade me alcançar não deixe a mágua ficar. Me traga amor, seu amor.
— Lágrimas na madrugada.
UM PENSAMENTO
Eu me sinto completa ao passo que a inquietude beira meu corpo
Corpo este feito criança que ainda não sabe os primeiros passos
Dobro-me em constantes convulsões terrenas, destas que as perdas não são sentidas, são partidas
Como criança que precisa de ensinamentos para dar os primeiros passos, eu preciso da seguranças dos seus
Quero transpor a liberdade e desfrutar dela de modo errôneo, pensante e sentido
Que minha rebeldia seja arrancada de mim, que minha voz não seja floresta noturna, somente verde escuro
Que sejam casa!
Que seja fruta
Que seja cheiro
Que seja casa, desta que nunca parto, mas sempre volto.
Sinto-me tão só...
Tenho um vazio....
Que corroí-me o corpo.....
Cada gesto.....
cada palavra....
Caí em silêncio na minha alma...
Numa dor.....
Que corroí e mata...
Trespassa-me a alma...
Num silêncio agudo....
Onde eu escondo-me.....
Para o resto do mundo..
Estou e sinto-me só..!!
Anseio-te com o aroma de rosmaninho.....
Na nossa cama...de ferro...preto....
Sinto o teu corpo ausente....
Distante.....com uma solidão instalada...
Oprime-me e induz-me.....a uma insônia inquietante...
Adormeces......meu anjo....meu amor.....
Mesmo com o vento a assobiar no nosso quarto..
Eu sei, sou como as folhas no outono...secas..
Brilhantes...de todas as cores.....apesar disso....
Sinto-te ausente......distante....
Como um relógio parado....sem corda....
Com os ponteiros a percorrer.....as horas da nossa noite...
De um presente....de um passado......feito de insônias...
Pelas madrugadas....
Perdi a coragem...de dizer-te...fazes-me falta..
Tentei dizer com o meu coração o que sentia.....
Em forma de versos.....cálidos.....quentes e espontâneos....
Desfolhados pelo tempo.....quimera ilusão ...
Espero-te com os meus lábios....
Ofereço-te os meus braços.....anseio-te com aroma de rosmaninho.!!!
"Mesmo de longe, sinto teu perfume derramado em meu corpo!
Teus sussurros de amor e teus beijos molhados!
Enfim, que sou amado!"(josé valdir pereira)
