Selvagem
❝ ...Ela tem um Espírito livre e
totalmente selvagem. Sua
alma é doce, seu olhar me
alimenta. Ela é puro encanto,
seus gestos suas palavras, sua
vós, seu aroma... Me caça, me acha,
me ame, me leva para toca.....❞
Seu Eterno Lobo Selvagem.
Sabe qual o problema? São teus olhos, meu amor. Essa inocência selvagem e distinta do teu sorriso. Tu és meu problema, amor. Meu mais perfeito problema.
ALMA SELVAGEM.
Oh! Minha liberdade!
Dessa estrada longa e comprida vida!
Porque me prendeste?
Porque não me deste a liberdade dos pássaros, para que eu pudesse imprimir meus cantos livres e soltos. Voar, suavemente, ao sabor dos sopros dos ventos, sob os raios do sol, sob os pingos das chuvas e as brisas das brancas nuvens do céu.
Porque não me deste a liberdade de um potro selvagem, alimentando-me da verde relva, singrando, livremente, os pântanos, prados e planí¬cies, em galopes flutuantes e sem medos dos desertos da vida.
Enfim, a liberdade e a força dos animais, na busca de alimentar e realizar a vida de sonhos de alegrias, de vontades e de amores, sem o compromisso de se sentir presos pelo destino.
Oh! Liberdade!
Hoje, alquebrado pelo tempo, desgastado pelo vento, já não me resta mais tempo.
Tu vida o levaste!
Hoje, de um passado distante, só resta o lamento da liberdade que não me deste e do tempo que se foi e que, só agora percebi, passou.
Oh! Doce e querida vida!
Porque não me deste a liberdade dos livres animais, para voar como os pássaros e galopar como um o potro xucro pelas pradarias orvalhadas ou pelas areias desérticas, com a minha alma selvagem.
Mas se tudo já estava previsto e escrito que se cumpra o meu destino. É a vida!
Natureza humana
Em meio a natureza embrutecida, rude, selvagem,
Mas de beleza esplêndida.
Uma semente esquecida entre tantas outras,
Surge uma árvore aguerida, em constante luta pela vida.
Em seu desenvolvimento, se depara com seres que a explora,
Levam seus frutos sem a reconhecer, seus galhos são festas.
Sem se encomodar lhes oferta abrigo e encantamento,
Tendo a esperança de seu reconhecimento.
Mas tudo se torna em vão.
Seu reconhecimento não se apresenta,
Quando numa estação suas folhas caem é vista como inútil,
E tudo que fez é visto com ingratidão,
Esquecem seu amparo.
Descidem por fim, a derrubarem,
Até em sua morte e explorada!
A árvore só lhe cabe observar, com amargura, e com uma tristeza singela
Que o machado que lhe vai cortar, tem madeira igual a ela,
Se assemelha a quem lhe tira a vida, pois tem sua vida esquecida.
A ação selvagem geralmente é instantânea e instintiva, dura poucos segundos. A reação ao selvagem pode durar muito, anos. O agente um dia talvez racionalize o significado daqueles segundos no decorrer dos anos. Os reagentes provavelmente jamais compreenderão a parte bestial desencadeante da ação.
Uma fragrância selvagem é sentida no ar...
Agrada a minha alma... Acorda-me os sentidos...
Sou apenas um ser que abraça o vento
Nele te sinto...Perdidamente...!
Lunaticamente caos cromatizado em beleza selvagem respirando, essência da vida, exalando poesia... Os opostos que encontram na linha do horizonte aos olhos de um Deus que dança.
Disse um mero reprodutor da verdade.
Pato selvagem:
Era uma vez um bando de patos selvagens que voava nas alturas. Lá de cima se via muito longe, campos verdes, lagos azuis, montanhas misteriosas e os pores de sol eram maravilhosos. Mas voar nas alturas era cansativo. Ao final do dia os patos estavam exaustos.
Aconteceu que um dos patos, quando voava nas alturas, olhou para baixo e viu um pequeno sítio, casinha com chaminé, vacas, cavalos, galinhas… e um bando de patos deitados debaixo de uma árvore.
Como pareciam felizes! Não precisavam trabalhar. Havia milho em abundância.
O pato selvagem, cansado, teve inveja deles. Disse adeus aos companheiros, baixou seu voo e juntou-se aos patos domésticos.
Ah! Como era boa a vida, sem precisar fazer força. Ele gostou, fez amizades. O tempo passou. Primavera, verão, outono, inverno…
Chegou de novo o tempo da migração dos patos selvagens. E eles passavam grasnando, nas alturas…
De repente o pato que fora selvagem começou a sentir uma dor no seu coração, uma saudade daquele mundo selvagem e belo, as coisas que ele via e não via mais: os campos, os lagos, as montanhas, os pores de sol. Aqui em baixo a vida era fácil, mas os horizontes eram tão curtos! Só se via perto!
E a dor foi crescendo no seu peito até que não aguentou mais. Resolveu voltar a juntar-se aos patos selvagens. Abriu suas asas, bateu-as com força, como nos velhos tempos. Ele queria voar! Mas caiu e quase quebrou o pescoço. Estava pesado demais para o voo. Havia engordado com a boa vida… E assim passou o resto de sua vida, gordo e pesado, olhando para os céus, com nostalgia das alturas…
(Ostra feliz não faz pérola)
Esse coração selvagem,
cheio de coragem.
Mesmo não sendo amado,
é um eterno apaixonado.
Tão logo te conheceu,
e logo te escolheu.
Coração irreverente,
não obedece a gente.
Sabe que não dará certo,
mas te quer por perto.
Cheio de manias,
diz que você provoca alegria.
Coração de adolescente,
sem você fica doente.
Sergio Fornasari
Sem amor...
Jogue terra em min e nascerá uma planta selvagem, mas que se “foda-se o mundo”, tenho uma filha nele e é algo a se preocupar.
Não cresci em berço de ouro e nem tive nada na mão e sem amor nenhum, já fui ao inferno e voltei, tenho provas mas sobrevivi.
Estou cansado desse mundo bastardo, agora só tenho que me preocupar em ser feliz, pois as batalhas já foram travadas e muitas delas vencidas, mas o passado já morreu, vivo apenas o presente da melhor forma possível.
Hoje chego perto do fogo que a anos me consome, sei que irei me queimar, andando nas ruas cheias de garrafas quebradas pisando em cacos de vidros, nada mais me fere, nada mais me machuca.
Chega!!! Hoje vivo em uma nova realidade, as vezes me sinto em uma “cela”, então solto a fera que está dentro de mim...
Esse mundo sujo no qual vivemos, cruel e traiçoeiro temos que tomar cuidado e ser fortes, pois não me ajoelho para ninguém, só quero ser feliz e seguir em frente reunindo forças, essa vida só tenho a agradecer pois me tornou forte e aguentar firme e quando cair se levantar e ser forte, apenas forte.
A cada dia vivo novamente querendo apenas ser feliz, o que busquei na minha vida inteira.
Solto minha fúria escrevendo, assim me torno mais forte. Então não ligo para mais nada a não ser fazer minha parte nessa vida dura onde temos que apenas olhar para frente e nunca para trás.
Mandarei a cada dia mais versos e pensamentos para todos lerem, sendo muitos deles apenas rabiscos em papeis, mas irei reescrever e começar do zero novamente.
Pensei muito, e muitos quiseram me derrubar, mas estou de pé e isso não me faz a menor diferença é como um ataque de adrenalina que me deixa mais forte, meu coração a mil mas com as pernas no chão como uma raiz forte.
Enquanto tiver forças para escrever e ser capaz de me expressar ninguém vai me calar ou derrubar, chega de me colocarem no chão.
...Onde estavam todos quando fui derrubado e precisei me levantar??? Onde estava o amor?
É tarde demais para falar de arrependimentos, fácil ser chutado quando você está no chão, mas você é forte e se levantará reunindo forçar pois você é capaz... você é capaz.
O teu coração selvagem me arrasta,
Desejo-te noite e dia,
E sempre que eu te encontro os nossos olhos fazem amor.
PRIMITIVA E SELVAGEM
Acredito que há uma força no mundo que vive dentro de cada pessoa. Algo primitivo e selvagem que acorda quando precisamos de uma ajuda para sobreviver. Como flores selvagens que brotam depois que o fogo consumiu a floresta toda.A maioria das pessoas têm medo e mantém isso enterrado no fundo de si mesmas. Mas, sempre haverá algumas pessoas que terão a coragem de amar o que há de selvagem em nós.Seres especiais, igualmente, maravilhosamente, primitivos e selvagens!
Instinto Selvagem
( O Libido )
Suas pernas cruzadas
me faz desconcertar
que vergonha
não pude disfarçar o olhar
súbita adrenalina
as mão em suor frio
impossível controlar
e quando penso que consigo
levanto os olhos por puro instinto
vejo pernas a descruzar
levanto um pouco mais o olhar
chego aos seios sendo expulsos do decote
quase tenho um troço
sinto a carne latejar
que vergonha foi aquela
quando a olhar o olhar dela
transpassando o meu olhar
que vergonha, que vergonha !
muito além de um substantivo
tão pois então instinto
apaixonante-mente
libido.
Você vive uma vida selvagem
dentro de mim ... uma vida plena
de exploração,
cruzadas, a ascensão dos impérios
e o cheiro da minha pele.
