Ianca Lira

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Cada pessoa desperta algo em nós. Não somos a mesma pessoa com cada um de nossos amigos. Isso não significa que somos falsos, não fazemos esforço algum para exprimirmos tais emoções. Vem de dentro, é espontâneo. Há pessoas que nos arrancam sorrisos, outras nos fazem refletir sobre questões comuns, e outras nos fazem sentir confiantes, leves, amados. Nos mostramos diferentes em cada situação. Ora somos extrovertidos, ora deprimidos. Nunca uma coisa só. Somos um misto de emoções, e de sentimentos intensificados e reprimidos. Somos uma fábrica de pensamentos, que refletem no nossa maneira de agir. Por vezes, queremos agir no calor do momento o que nos leva, muitas das vezes, a dolorosas frustrações. Nosso inconsciente é um dos nossos maiores inimigos. Não pedimos para pensar no que já está sendo pensado. Não temos controle nas lacunas do nosso inconsciente. Apenas uma consciência firme, sã e honesta, nos guiará pelos caminhos íngremes e tortuosos desta vida...

Ianca Lira
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Tens uns olhos negros e doces capazes de atormentar as profundezas de meu mar azul. Tens um toque angelical, uma sublimidade perfumada de amores e cores selvagens. Podes levar-me ao espaço,e mergulhar-me na imensidão transcendental do infinito. Tu me podes. Só tu.

Ianca Lira
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Um dia acordei mais cedo que o de costume;
Notei que pela manhã, as andorinhas cantavam mais alegres, esbanjando sutileza e sublimidade.
Percebi que o canto dos pássaros e o barulho do vento, formavam a mais bela sinfonia,
E que aguardavam ansiosamente a chegada da chuva.

As flores desabrochavam com mais vigor, perfumando docemente o ambiente.
Enquanto meus olhos percorriam cada detalhe, senti que meu coração exultava de felicidade.
Naquele momento, pude compreender a beleza da simplicidade e sua importância para mim.
Eu poderia ser eu mesma, ali eu seria o melhor de mim.

O sol havia nascido, tão belo e radiante quanto nos outros dias.
Um espetáculo belíssimo formou-se com a chegada das primeiras gotinhas de chuva.
O céu, com sua magnífica capa azul celeste, parecia observar com muito contentamento,
A suavidade daquele encontro, e a preciosidade indescritível daquela cena.


O cheiro de terra molhada, ouvir as lindas canções dos passarinhos, levavam-me a infância.
Poderia sentir sensações esquecidas, relembrar velhos momentos de travessuras.
Podia ouvir a voz do meu pai, ver minha irmãzinha com seus cachinhos dourados,
Brincando de bonecas, e a minha mãe preparando um delicioso chocolate.

Eu realmente não sentia com a mesma intensidade quando criança.
Tudo era intensificado, podia sentir as lágrimas rolarem em meu rosto.
Logo as enxuguei, e mansamente meu coração transbordou de alegria.
Logo compreendi que uma tempestade abre as portas para um maravilhoso dia,
E que a felicidade encontra-se na simplicidade de cada coração.

Ianca Lira
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O sol dormia sob as montanhas escuras do Oeste.
Enquanto eu ouvia sons de um velho piano, que entoava notas tristes e dramáticas.
Eu observava as constelações magníficas em um céu escuro e misterioso,
Fruto da arte, fonte de inspiração e ternura.

O resplendor envolvia-me, enquanto ouvia o bater do vento.
Uma brisa fria e reconfortante me levava para uma galáxia distante.
Aquela escuridão era o fundo perfeito para todos os meus planos.
Eu contava meus segredos, dividia minha vida com aquele universo
E as estrelas me faziam enxergar o lado bom de estar viva.

Eu poderia vê-las todas as noites, unir todos aqueles pontinhos
E formar minha própria constelação, admirá-las mesmo que estivessem,
Há milhares de anos luz de distância, e fossem apenas poeira estelar.
Mesmo assim, eu não me importava.

Começava a sentir as primeiras gotas de chuva.
Podia perceber o quanto imploravam para cair no chão
E poder seguir seu rumo, depois regressando para o seu lar.
Eu sentia-me ligada a tudo aquilo.
Eu sabia que era parte de algo muito maior
E estava certa, que eu fazia parte daquele universo.

A madrugada havia chegado, e o vento contorcia-se com mais força.
Ouve um momento em que uma luz maior irradiou o céu
E me cumprimentou com o mais belo sorriso.
Eu guardei aquele instante comigo;
De uma noite fria e cheia de mistérios e um céu perfeitamente estrelado.

Ianca Lira
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Sou feita de metades. Metade aversão, metade amor.

Ianca Lira
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Sabe qual o problema? São teus olhos, meu amor. Essa inocência selvagem e distinta do teu sorriso. Tu és meu problema, amor. Meu mais perfeito problema.

Ianca Lira
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Tenho razão em amar-te, pois tem o coração mais nobre e bondoso do mundo. Há um pouco de orgulho, o que o torna mais elegante e respeitável. Sorte tenho eu, por amar-te. Amo-te com toda intensidade da minha alma, e estimo muito tua sensibilidade e tua fala serena. Não existe outro que me encante além de ti, meu amor. Nunca haverá.

Ianca Lira
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Não te esqueças de mim, estrela brilhante.
Daquelas emoções e das doces noites.
Penso em ti, enquanto a noite dorme tranquila,
E sonho com teus olhos de anjos que vagam entre flores.

Ianca Lira
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Eu sempre te vejo, amor...
Nas esquinas..
Nas paredes do meu quarto.. Na ruas vazias...
E...
Dentro de mim.

Ianca Lira
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Teu sorriso é um mar tempestuoso,
Que me arrasta, e me lança contra a correnteza.
Mesmo sabendo que morrerei, sinto-me feliz. Porque minha viagem será nos teus braços, e teu sorriso lindo me acalmará. E a tua mão estará para sempre junto a minha.
Sempre!

Ianca Lira
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Qualquer coisa que tu me falas, ou me faz muito bem, ou me destrói intensamente.

Ianca Lira
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Teus olhos serenos em forma de versos,
Tua cor sensível e sublime,
Tua voz que fala em silêncio,
Torna-me incapaz de até mesmo,
Controlar as oscilações que tua presença deixou.

Ianca Lira
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Que o vento traga consigo o remédio, para curar a dor que tua partida causou.

Ianca Lira
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Em vão, eu te amei profundamente;
Mergulhei nessa emoção incerta, obscura;
E me perdi, eu juro.
Me perdi nessas tuas palavras inseguras;
Nessas tuas atitudes oscilantes;
Tua maneira me agride e teus gestos são espinhos;
Sinto dizer-te, mas seguramente afirmo;
Que as reticências, antes infinitas;
Puseram um fim na triste história;
Que as estrelas inventaram.

Ianca Lira
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Porque tu não dizes que me amas?
Porque tu ficas em silêncio quando mais preciso de ti?
Como poderia eu, ser feliz navegando em outros mares?
Meu sorriso transformaria-se em cinzas...
O que fazes nesse instante, amor?
Será que pensas em mim?
Meus olhos procuram teus olhos na imensidão dos céus..
Tens lembrado de mim nos teus sonhos?
Será que tu sentes meu coração a bater por ti?
Se existir uma incerteza, ela é tua.
Porque te amo, e hei de te amar até meu último suspiro..
Volta e diz-me mansamente, calmamente.. Como só tu fazes..
Que sou tua;
Que és meu;
Que tu me amas.

Ianca Lira
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Quem és tu que me procuras nos meus sonhos?
Que choras encostando minha face na tua?
Diz-me, porque em vão te procurei...
Eu pude sentir teu choro caindo na tua face linda..
Pude escutar teu coração a palpitar sob meu peito..
Quem és tu, que choras por mim?
Quem és tu, que encostas tua face em meu peito e chora?
Teus olhos são lindos meu amor, até quando choras..
Quando teus braços enlaçaram-me, meu corpo desfaleceu...
Tuas lágrimas foram cessando, e tu fostes me abraçando..
Eu cai em teus braços adormecida...
Enquanto tu me seguravas numa bela e fria noite...

Ianca Lira
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"Tu tens se tornado tão incerto a ponto de transformar-se da água pro vinho do dia para noite. Tu não deverias dizer-me palavras doces quando não pretendias ficar. Tenho andado pensativa estes dias em razão das tuas súbitas inconstâncias, e todas as noites arrependo-me do dia em que meus olhos encontraram os teus. Maldito o dia em que percebi que tu tinhas um algo a mais. O dia que entreguei minha mão à tua e vivi contigo noites efêmeras e frias. Quisera eu ter um coração livre e raso como o teu. Mas não. Meu coração fez-se teu, desde o dia que pus meus ligeiros olhos em teu olhos expressivo. E tem insistido nessa história de amor, que mais parece com dor, até o presente instante. E isso é uma droga!

Ianca Lira
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"Estamos tão distantes. Já não penso mais em nós juntos como antes, e já não tenho tanta disposição para nos dar uma nova chance. Havíamos feito juras, tu lembras? No entanto tudo foi se destruindo gradativamente e no no final eu só vejo-me em meio aos destroços de uma rua vazia. Pude observar teus modos e teus olhares vagando em outras dimensões, à procura de novas constelações em galáxias distantes. Tua ausência tornou-se nitidamente evasiva e teu intelecto tão restrito a pensar que não procuravas por ti. A verdade é que minha procura por ti não tem um limiar máximo. Eu te procuro na pessoa que tu és hoje. Eu tento te reconhecer em meio a teus disfarces, tuas palavras incolores e tua voz de risos. Será que procuras por mim? Será que o nosso orgulho é maior que o nosso amor? Fizeste-me tanto bem. Te digo mais. Sonhei até contigo esta noite. Pude sentir o toque das tuas mãos em minhas mãos. Tu tens se tornado tão ausente e tão presente em mim. Estarei sempre aqui, oh estrela. Esperando que tu acordes e brilhes no céu das minhas eternas noites."

Ianca Lira
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Foste um anjo de luz em meus sonhos..
Anjo que acalentou minhas noites frias...
Estes teus olhos meu amor...
Um par intenso, profundo, expressivo;
Negros como um céu sem estrelas, sem luar..
Para onde foi teu amor? Será que ainda vive?
Ou foi engano teu? Diz-me...
Não há dúvidas em mim...
Eu só queria tua certeza amor..
Esse tempo que me sufoca...
Parecem mil anos, um dia sem ti..
Deixa eu te olhar, meu amor..
Apenas te olhar...
Tocar-te seria um erro..
Pois na verdade, te vejo só em meus sonhos...
Nos meus sonhos, tu podes dizer-me..
Diz, meu amor... Diz-me chorando...
Que ainda tu me amas...
E que não vives sem meu amor..
Eu posso ouvir as lamentações do vento...
Do teu amor em silêncio..
Do meu amor infinito, contrito, aflito...

Ianca Lira
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Quando tu me pedes para ficar contigo;
É como se meu corpo já não me pertencesse mais.
Tu me dizes tão mansinho...
Fica mais um pouco, amor;
Sinto-me tão especial e saio de órbita por alguns segundos..
Como um planeta perdido, procurando o teu amor;
Na imensidão do infinito..

Ianca Lira
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O meu amor é assim tão imprudente?
Quando se está perto, sente temor;
Quando longe, anseia pela presença;
Quanta insanidade nos lábios dos dementes.
Santo Deus! Que Amor é este?

Sente um pulsar ao vê-lo em outros braços;
Um aperto terrível e mortal devorando os sentidos;
Destruindo cada átomo do meu corpo quente;
Sugando cada gota de alegria do meu peito ardente.
Santo Deus! Que Amor é este?

Quantos olhares rasgaram-lhe a pele;
Quantas dúvidas! Oh sim, dúvidas!
Doce voz; canção indecifrável aos meus sentidos;
Corpos lado a lado, porém vazios; intocáveis.
Inocentes sonhos reprimidos em máquinas ausentes.
Santo Deus! Que Amor é este?

Anseio um dia, em teu peito descansar a mente;
Beijar-lhe as cicatrizes; ah, as tuas marcas!
Tuas marcas são tão lindas, amor.
Desejo que tu me ames, assim como eu te amo.
Urgentemente e desesperadamente;
Santo Deus! Que Amor é este?

Ianca Lira

Tiveste que partir cedo em circunstâncias obscuras;
Negou-me um beijo; pude perceber o quão terrível eras.
Revi memórias passadas; tristes notas dramáticas da boca ecoam;
Puros olhos inocentes reprimidos por tua fatal indelicadeza.

Desconheço a incerteza que recobre os teus olhos;
Escura névoa que exala dos teus modos gentis.
Graves e furiosas estações que tu deixaste,
Presa à minha alma aflita; ainda tua.

Deixa-me e vai-te embora! Diga-me adeus!
Não me deixes a te esperar, quando tu não me queres.
Não te finjas; Peço-te só isto! Não me engane.
Tu expressa nestes teus olhos indiferença; fria e áspera.

Não me negues minha verdade, infinita sou;
Porque te ausentas tanto? Fale-me!
Posso juntar-me quando tu me destruíres.
Qual o motivo que me olhas? Não queres que eu te esqueça?

Quanto egoísmo! Tu queres todas que te tocam;
No teu ínfimo, queres também a mim; eu sei.
Mas eu nunca serei tua; não aceito tuas caras metades.
Um vapor de decepção assola meu corpo e sinto nojo de ti.

Tuas mãos; um dia acariciaram minha pele fria;
Enlaçaram meu corpo inerte e lânguido na floresta escura;
Tu sabias o que farias comigo; mesmo assim continuou.
E ainda continuas! Sabes fingir e mentir tão descaradamente!

Sei que tu não mandas em teu inconstante sentir;
Todavia poderia fazer-me o favor de negar-me teu ‘boa noite’?
Sejas um homem! Esquece-te que eu existo e deixa-me em paz!
Ser-lhe-ei profundamente agradecida. Adeus!

Ianca Lira
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Ouço teus passos firmes em minha direção,
Quando sentas ao meu lado vejo que tremes;
Um pálido pulsar emerge do canto esquerdo; até então inerte;
Chama acesa nas cavernas gélidas de um coração puro,
Trazendo rajadas de emoções bailando sob o vento de um céu escuro.
Quando tua mão alcança a minha; pertenço a ti desesperadamente.
Avalanches de pensamentos formam-se a cada segundo;
O toque sublime emerge das profundezas; fazendo-me tremer.
Noto o perfume que usas; doce e delicado.
Tu faz-me viajar nos mares calmos do amor...
Afogando-me nas correntezas frias e mortais...
Deixando-me morrer nas tuas ondas macias...
Deixando-me sofrer nas minhas noites vazias...

Ianca Lira
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Não tenho a intenção de tê-lo só para mim.
Quero vê-lo voar, vagando num horizonte distante;
Velejando em águas serenas, rumo às estrelas.

Ianca Lira
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Ontem à noite tu me ligaste; um sorriso nasceu em mim.
Viajei nos teus olhos; castanhos e doces.
Relembrei o dia que tu encostaste tua face na minha;
Meu ser transbordando em teus toques suaves
Navegando na subjetividade do teu amor,
Enquanto tua voz ecoava sublimemente
Dizendo-me que amavas o cheiro que exalava de mim.

Senti meu amor transbordando em toda magnitude.
Tu me olhavas de um modo tão teu; perdia-me nisto;
Expressavas uma intensidade de luz que meu peito ardia;
Nas noites de insônia; tu me vens à memória.
Deixo-me pensar em ti enquanto a noite dorme;
Encontro a cor dos teus belos olhos
Enquanto a fina neblina nasce fria em mim.

Um vento de lembranças circunda meu sentir; vem de ti, bem sei.
Revejo as tuas marcas envolvendo teu peito;
Cicatrizes deixadas em forma de versos;
Se tu soubesses, como as tenho amor.
É como se em parte, pertencessem a mim;
Amo você com todas as minhas forças; para ser sincera;
Desde o dia que meus olhos encontraram os teus,
Naquelas noites em que tu foste só meu.

Ianca Lira
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