Saudade de um Velho Amigo
Não aceito a forma como tudo acabou: nós dois, sentados num sofá velho em frente à lareira lendo um dos romances mais conhecido do mundo. Lembro-me ainda do último capítulo que você chorou, não pela morte dos personagens, mas pela história ter acabado ainda naquela noite. Você queria mais, queria que tivesse mais páginas, mais capítulos. Você queria dar mais vida aos personagens só pra passar mais tempo, agarrada com aquela fascinante história escrita por Shakespeare. É verdade que eu também não queria que a história tivesse chegado ao fim. Não naquela hora, naquele momento. Você parecia estar tão bem, que não me encomendava de passar quantas noites você quisesse lendo um só romance, afinal, quanto tempo mais teríamos juntos depois da última cena acabar? E foi isso que aconteceu… a última cena acabou, e você sumiu. Sumiu, sem dá a mínima importância pelo que aconteceu. Sem aos menos se importar com nossa história, quando, na verdade, se preocupávamos em dividir as tristezas de “Romeu e Julieta”. Mas nada adiantou, porque você foi embora. Não sei pra qual caminhou você se foi, ou por qual motivo você me abandonou, apenas sei que você deixou em uma noite de contos, lembranças pra serem lembradas em minhas tristes memórias.
As crianças em África são a esperança de que o amanhã e a prosperidade para este velho continente chegarão, ainda que, a vontade do oriente e do ocidente seja contrária.
Sou príncipe de Oyó
Guerreiro, eu sou nagô
Filho do fogo e do dendê
Sou bamba, meu velho
Bamba no Orô
Sou santo forte
Tropeço e não caio
Sou menino, trovoada
Filho do raio
Sou justo, senhor
Menino nobre
Meu nome, vos digo
Xerê de Cobre
Com o passar dos anos você não precisa ficar mais velho, mas pode continuar sendo um jovem por muito mais tempo, assim como existem jovens já muitos anos velhos.
6bala
Em 800 e e um bocado
Num velho oeste esquecido
Meu pai falava
Acostume com essa vida,
Só não siga a merda do caminho errado
1888 já era aprendiz do tio Bill
Com Jack seu companheiro
Enganavam todo o vilarejo
Com seu revólver seis balas
Uma coisa era óbvia
Jack pra um lado e eu pro outro
Com lágrimas a rolar
Um último confronto
Resurgindo do fundo do poço
Trazendo consigo esperança
Com seu revólver de justiça
Até hoje sigo Jack e sua companheira
Por todo o velho oeste
Com uma última promessa a cumprir
Envelhecer com Deus
Quando eu estiver velho e de cabelos grisalhos, ó Deus, não me abandone, até que eu declare Tua força para esta geração. - Salmos 71:18
Escritura de hoje : Salmo 71: 17-21
Nossos últimos anos podem ser vistos como uma era agradavelmente inútil, quando nos qualificamos para receber benefícios de aposentadoria, descontos para idosos e temos muito tempo livre para não fazer nada. Ou podemos vê-los como um tempo de grande oportunidade para ser usado por Deus. Ainda há muito o que fazer.
Podemos servir como mentores, ensinando sabedoria e virtude. Os idosos podem apontar os caminhos antigos da vida santa e incentivar os jovens a andar neles (Salmo 71:18; Jeremias 6:16).
Há poder no exemplo de uma vida comum vivida com a consciência da presença de Deus - vê-lo em tudo e fazer todas as coisas por ele. Esta é a marca da alma madura, silenciosa e humildemente, realizando tarefas comuns, vivendo em alegria e deixando para trás a fragrância do amor de Jesus.
Mesmo que nossa jornada leve a doenças e fraquezas, e estamos confinados em nossas casas e depois em nossas camas, nossos anos de serviço frutífero não precisam terminar. Ainda podemos orar. A oração é um dos privilégios especiais da enfermidade e, no final, pode ser seu maior benefício.
Acima de tudo, podemos amar. O amor continua sendo nosso último e melhor presente para Deus e para os outros.
Tutoria, sendo um exemplo de Deus, orando e amando. Essas são as oportunidades de envelhecer com Deus. —DHR
Refletir e orar
Ó Deus gracioso, não me desampares
Quando eu estiver velho e cinzento,
para que aqueles que me seguem
eu possa retratar o teu amor. - Anon.
Nunca nos aposentamos de ser úteis a Deus. David H. Roper
Não te preocupes com o envelhecimento!
Não fiques a dizer "Estou Velho".
Não posso isso, não posso aquilo...
Podes tudo o que quiseres,
talvez mais devagar, mas podes!
Amar? não posso...estou velho...
Ora não digas isso.
Amar não é só função do corpo;
amar é coisa da alma!
Ama-se sempre e mais , e mais...
Por isso, não repitas mais, estou velho.
Sempre que o dizes ou pensas,
o Universo te ouve
e fatalmente te sentirás mais velho
para amar, para viver,
e para usufruir dos dias
que ele ainda te reserva.
Cika Parolin
Velho Ano Novo
Quão novo é o velho Ano Novo?
O que te reservas a nova posse?
Se de repente ludibriando o povo
a inevitável politicalha acontece!
Abrigada a negociata no ministério
sem liberdade, poder, nem mando,
se ao povo não esconde o mistério,
a velha ditadura de firme comando!
Presumimos o novo velho tempo,
em que de novo o engano aborrece
e nem tudo na virada passa limpo!
Depois do brinde em tom de agrado
a nova liderança acenta no campo
e também nova grama e novo gado?
Feliz Ano Novo
e assim no tempo, o passe e repasse
indo e vindo, o velho e o novo, plano
numa magia, de esperança em enlace
desejo a você, amigo, feliz final de ano...
- Que venha de primeira classe!
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Cerrado goiano
Quer contar uma boa história? Ouça
o velho e bom barbeiro, a turma da fofoca, o pessoal do dominó e o padre da paróquia.
JUNTOS!
A população investe
movida a cuscuz com ovo
não importa o que reste
junta o velho e traz o novo
porque a força do nordeste
vem do braço do seu povo.
Quando alguém ataca com ofensas verbais um outro alguém, como velho (@) idiota, gordo(@) imbecil, feio (@)ignorante, pobre infeliz? Mesmo que se olhe no espelho e se ache melhor, obviamente que não, é simplesmente um alguém sem educação, desqualificada, de baixo nível e moral zero.
GATO DE MADAME
O sol sobre o mar vai sumindo,
E o velho e simpático bichano,
No seu descansar vai curtindo,
No seu bem-estar vai sonhando.
Sentindo a brisa pura do mar,
E o ar fresco do anoitecer,
Deixando a vida o levar,
Na sua mordomia de viver.
Bem nutrido e paciente,
Sem qualquer preocupação,
Nem quer saber onde vende
Ou quanto custa a ração.
Sem o que fazer na vida,
Fica sempre na espreitada,
De uma gatinha amiga,
Para as suas paqueradas.
Livre e solto, na gandaia,
Sabe na vida aproveitar,
Enquanto o dono trabalha,
Curte férias à beira mar
É privilégio de bichano de madame,
Apreciar essa beleza em volta sua,
Do contrário, levaria uma vida infame,
Por ventura fosse um simples gato de rua.
A poesia pela qual o filme está embrulhado, dentro da cena do velho navio encalhado no mar (que vai de encontro com a letra da música Vapor Barato). A simbologia desta imagem leva-nos a pensar que ela representa a impossibilidade de seguir ou retroceder, tal como os dois personagens que permanecem estáticos dentro do
contexto da clandestinidade, numa vida reticente, sendo corroída pelo tempo, como uma matéria bruta, como o velho navio enferrujado que não chegou ao destino final.
Uma vez que o mundo velho se foi,
O garoto anda no seu caminho.
Todos os rostos que ele conhecia.
Todos os rostos que ele lembrava.
Todos os rostos que ele via.
Em um mundo tão maravilhoso e lindo.
Onde eles o entram e deixam.
Tudo muda o tempo de flores.
E o garoto nunca foi mesmo.
O garoto nunca foi mesmo.
Nunca foi mesmo.
O velho preconceito
Chega deste preconceito,
já se arrastou demais no tempo.
Tá parecendo secular...
velho demais para se falar!
A história conta tudo do que foi,
que trataram ser humano que nem boi!
Essa coisa já passou...
já chega deste preconceito,
todo mundo tem direitos iguais!
Aliás, a bomba foi em Hiroshima
que devastou também a Nagasaki
e a guerra foi bem pior...
talvez não há bandeira levantada,
japonês fica em silêncio, sem dizer nada,
porque tem outro jeito de pensar.
O carinho é importante, o respeito é relevante,
mas, a ferida tem que estar sarada,
pra não sentir nada...
porque quer a guerra...
quem tem a bandeira levantada!
Já chega deste preconceito,
já se arrastou demais no tempo.
Tá parecendo secular...
velho demais para se falar!
Vá a luta sem se machucar,
sem pedir piedade pra ninguém...
afinal todo direito todo mundo têm,
mas igualdade é utopia
e ser vítima do passado não faz bem!
Chega deste preconceito,
já se arrastou demais no tempo.
Tá parecendo secular...
velho demais para se falar!
Olho, pele, cabelo... tudo é relativo,
e pra quem é ativo
usa o preconceito reativo:
- Aquele que não pede
e nem deve nada pra ninguém!
Guarda o sorriso do teu rosto,
esconda qualquer desgosto
e siga em frente sem parar,
não de ouvidos aos ecos tolos
são sons de bobos à falar.
Chega deste preconceito,
já se arrastou demais no tempo.
Tá parecendo secular...
velho demais para se falar!
Silencie o teu verbo,
o passado não tem culpa
da preguiça de ninguém,
se você quer ser alguém
todo mundo quer também,
portanto...
não adianta querer ajuda de ninguém!
Vá á luta com inteligência,
é isso que cala a boca da ignorância!
A vaidade é complicada:
- Tem a branca desbotada;
- Tem a negra debochada;
- A parda descarada;
- A japonesa sem dizer nada;
- A loira burra de morrer...
e se for pra crê tudo é preconceito,
mas se falar em direito cadê a cota pra mim?
Quantos por cento de raça
tem que aparecer numa novela,
eu não queria dizer dela...
Mas, tô dizendo por pirraça
porque não é justo e é sem razão,
querer separar as raças desta Nação!
Até parece que o índio não é gente,
porque são tratados de um jeito diferente...
Por que não tem índio na minha escola?
Por que não tem índio jogando bola,
se eram eles os donos da terra,
que o branco tomou por invasão?
Já estou cansada (o) deste preconceito
e se for ver direito todo mundo têm,
então cadê a minha cota pro ENEM?
Porque até isso tem também!
Chega deste preconceito,
já se arrastou demais no tempo.
Tá parecendo secular...
velho demais para se falar!
Maria Lu T S Nishimura
És bela, eu velho;
Tens amor, eu tédio.
Que adianta seres
Bela, se a beleza
É coisa externa que
Não está no coração?
E minha velhice
Não te interessa
Já que, na vida,
Seguimos destinos
Opostos.
Tens amor, bem sei
É próprio da idade,
Que amor é
Tão somente impulso
Da natureza cega,
Para perpetuar
A miséria amarga
De nosso próprio
Infortúnio.
És bela, fui moço,
Tens amor, eu... medo.
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