Relacoes Interpessoais
É essa guerra incessante entre a carência e o amor próprio que nos leva a insistir em relações que não nos fazem bem. É possível ficar carente sem deixar o amor próprio de lado. É ele que vai te conduzir a tomar decisões prudentes e não forçar a barra, deixar as coisas acontecerem naturalmente. A carência, muitas vezes nos impede de enxergar nossos limites, cria ilusões e acaba nos tornando inconveniente, precipitando sentimentos que não existem. Muitas vezes, não estamos apaixonadas, estamos carentes. Muitas vezes, ele não está tão afim como pensamos ou o tempo dele é outro. Ele quer deixar rolar, mas nós, queremos saber logo no que vai dar. A nossa busca quando estivermos carentes, não deve ser de uma companhia, e sim, a busca da harmonia perfeita entre a carência e o amor próprio.
A neura e a possessividade acabam com inúmeras relações. Já foi mais fácil confiar e conviver, tá certo, mas se todos apenas aproveitassem cada minuto, sem tanta cobrança, sem tanto arriscar a perder por pouco, seríamos mais felizes.
Arte-educação. Isso muda o mundo. Quando se consegue estabelecer relações com a arte, muda-se a maneira de pensar, pela própria LIBERDADE que a arte nos dá de fazer uma determinada leitura, uma determinada associação. Defendo o contato com a arte como parte fundamental na educação pensante. Quando estimulamos "o ser sensível" através da arte, ressignificamos vários conceitos do cotidiano e a partir disso, pensamos todo nosso entorno de maneira diferente. E quando isso se torna uma prática comum, o indivíduo entende seu poder como ser único, valoriza e respeita diferenças, adquirindo liberdade total de expressão, produzindo conhecimento e não sendo um mero repetidor do que escuta. Pensar sobre arte, se relacionar com arte. Pra mim, essa é a saída e por isso é o que faço.
Amizade verdadeira é ligação indestrutível ! Amores, conhecidos, parentes são relações meramente humanas, sem a argamassa da amizade tudo pode desmoronar, deixando somente um vazio onde antes existia simples castelo de areia.
Me convença que as relações pautadas na hipocrisia elevam a qualidade emocional do ser humano, e não só a vaidade íntima das partes frente a plateia, e eu prometo me esforçar para aderir tal postura, como prática assídua, apesar de deprimente, e colaborar com a felicidade interior do outro.
Qual é o sentido de beijar, ter relaçoes sexuais e acabar tudo ali?? Só pra dizer que ficou com tal pessoa??
""Se existe algo nas relações cotidianas, que causa tédio e angústia, é você, obrigatoriamente, depender de terceiros, para solução de alguma coisa."
Abriram pra fazer o que não sabiam resolver das resoluções, nada nas relações, e, chamaram ardentes, pra ti enternecer pelo todo.
A paz começa no coração, afirma-se no lar, estende-se às ruas e se consolida nas relações com o povo e o mundo.
É impossível diante de tantas transformações das relações humanas, servir a propósitos mesquinhos, invejosos, soberbos e com duas medidas.
Ainda sobre "Ética nas Relações"
(...) Da mesma forma, temos a opção de afastar aquelas relações que não nos fazem bem e aprender a amar essas pessoas à distância. Muitas vezes, o afastamento é a opção mais ética que temos de libertá-las e nos libertar de relações em que todos saem perdendo. Isso não parece ser comum na cultura brasileira, apesar de ser uma opção ética e plenamente saudável.
Muitas relações acabam não pela ausência do respeito, mas pela inexistência da tentativa de compreender os sentimentos do outro.
As relações amorosas devem existir porque há prazer em estar junto, e não por necessidade. É importante que não haja a expectativa de fusão com o outro; cada pessoa tem que sentir inteira, e não uma metade buscando alguém para completá-la.
Que as relações pessoais sempre foram complexas não é novidade, porém hoje em dia isso se intensificou, é muita exigência, muito eu quero, para pouco eu sou, chega a ser engraçado a pessoa dizer que quer alguém carinhoso e ela mesmo não demostrar carinho, algo meio fora do padrão, o egoísmo chegou a um ponto tão alto hoje em dia que eu exijo que o outro seja como eu quero, mas não me esforço para ser melhor, afinal o que importa é estar satisfeito e não satisfazer.
Infiro os transeuntes e suas relações insociáveis...
Aquele que nos livros procurava esquecer o profundo ermo e o distúrbio inato e incurável.
