Regina Navarro Lins

Encontrados 10 pensamentos de Regina Navarro Lins

Os modelos aniquilam as singularidades

Regina Navarro Lins
Inserida por jeancdapaz

Ninguém se apaixona por alguém de carne e osso. Apaixona-se por uma ilusão, uma figura projetada, muitas vezes até um reflexo do que o próprio apaixonado gostaria de ser.

Regina Navarro Lins
Inserida por JuNobre

O amor romântico é regido pela impossibilidade. Quanto mais difícil, mais apaixonada a pessoa fica pelo outro.

Regina Navarro Lins
Inserida por PriSpinardi

Ainda não se produziu nenhuma substância química com propriedades afrodisíacas comparável ao estar apaixonado (da).

Regina Navarro Lins
Inserida por PriSpinardi

Apesar de a mulher ter se emancipado em vários aspectos, a maior expectativa que ainda hoje se tem em relação a ela é que seja mãe.

Regina Navarro Lins
Inserida por PriSpinardi

Saber que o outro depende de si, e que não vai fazer nada para não o perder, faz com que as pessoas não conquistem nem tentem seduzir.

Regina Navarro Lins
Inserida por pensador

As relações amorosas devem existir porque há prazer em estar junto, e não por necessidade. É importante que não haja a expectativa de fusão com o outro; cada pessoa tem que sentir inteira, e não uma metade buscando alguém para completá-la.

Regina Navarro Lins
Inserida por pensador

Quando falo em amor romântico, não estou falando de mandar flores, mas de um amor idealizado, irreal. Você conhece uma pessoa, idealiza e lhe atribui características que ela não tem. Passa a vida toda querendo mudá-la e, no fim, percebe que é impossível. Para piorar, o amor romântico prega uma grande mentira, que é “quem ama não sente desejo por mais ninguém”. Nessa concepção enganosa de amor, não nos apaixonamos pelo outro, mas pela própria paixão.

Regina Navarro Lins
Inserida por pensador

Até 5 mil anos atrás, os homens não sabiam que tinham participação na geração de uma criança. Para eles, a fertilidade era exclusivamente feminina. Durante milênios, a ideia de casal foi desconhecida. Viviam todos juntos. Quando os homens abandonaram a caça e domesticaram os animais, perceberam que, se as ovelhas se separassem dos carneiros, não geravam cordeiros; porém, após o carneiro cobrir a ovelha, nasciam filhotes. A contribuição do macho para a procriação foi, enfim, descoberta. E ela coincidiu com o surgimento da propriedade privada. O homem passou a dizer “minha terra”, “meu rebanho” e aprisionou a mulher para não correr o risco de deixar a sua herança para o filho de outro, caso ela pulasse cerca.

Regina Navarro Lins
Inserida por pensador

⁠a vida tem que ser vivida....hoje...aqui e agora... amanhã pode ser tarde demais!!!

Regina Navarro Lins
Inserida por regina_celi_castelani