Relacoes Interpessoais
Toda relação afetiva entre homens e mulheres são apenas relaçôes de interesses e conveniências . Quando um lado não deseja mais, ele interrompe o relacionamento sem levar em consideração o sentimento real de um para com outro. Amor é apenas uma palavra que designa o sentimento de forma poetica e não real na prática. Por amor, alguns abrem mão do relacionamento dizendo que o fez por amar ou proteger o outro. Como assim? A pessoa faz o outro se mostrar por interior, cobrando provas de amor e lealdade. Quando percebe que tem o controle dos sentimentos do outro , ele decide puní- lo com o término da relação.
"Há momentos em que a resiliência da água em contornar a pedra não basta; nas relações humanas as vezes é preciso a coragem do cinzel, pois certas liberdades só nascem do impacto que rompe e destrói o obstáculo."
“O comportamento humano não deve ser apenas interpretado; precisa ser compreendido nas relações que o produzem e o sustentam.”
Do livro Behaviorismo — Das Bases Clássicas às Aplicações Contemporâneas, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Tem relações que a gente precisa aprender a soltar não porque foram pequenas, mas porque continuar nelas custa a nossa paz.”
Dr Ederson Dantas psicanalista CBO 2515-50
Tem relações que já nascem fadadas ao fracasso, pois não começam como deveriam: leves. Não são todas as pessoas que iniciam uma relação do zero, com o coração vazio e a alma transparente. Muitas começam com os pesos e resquícios de um outro amor e a esperança de uma volta. Nesse caso a relação que deveria ser a dois, começa com 3 e, às vezes, até 4 pessoas: a que estão e a que querem esquecer.
A cada dia que passa as relações humanas tornam-se mais complexas - até as ALMAS GÊMEAS estão
se tornando
ALMAS ALGEMADAS.
As relações podem ser medidas pelo valor que as pessoas geram em sua vida. As melhores relações são feitas sem esperar valor algum.
As pessoas sentem falta de relações humanas constantes e objetivos duráveis.
Amigos querem saber como vão minhas relações com a inteligência artificial. As melhores possíveis, respondo. Não dou bola para ela nem ela para mim, e somos felizes.
Vamos nos atentar as relações que estabelecemos! Respeitar, amar e suportar em oração, é obedecer as Ordenanças de Cristo! Mas para conviver, construir intimidade, edificar e passar o caminho junto, para isso devemos ser seletivos mantendo autopreservação! Não vejo como insistir em relações que no mínimo não se consegue conversar sobre tudo e por um bom tempo; como se diz, "o que sobrará para o fim da vida serão as boas conversas"! Reflitamos, feliz dia novo!
Prevenir é melhor do que remediar; e se acontecesse mal, sempre proteja as suas relações e seus hábitos preocupantes/apertados da saúde para evitar danos e desconfortos; e se acontecesse bem, sempre conserva as suas condições saudáveis no bem-estar para evitar danos e desconfortos; Juntos somam não uma salvação e milagre, mas um tratamento e descomplicação da vida.
Os desafios das relações e conjecturas da razão transformam a paz da incerteza na inquietude da perseguição, muitas vezes da verdade que não foi feita para ser descoberta.
Relações que viraram aba anônima
A triste realidade do século XXI: diante de tantas informações oferecidas pela era da tecnologia, as pessoas estão cada vez mais conectadas à tela de um celular do que a um toque humano. Onde fazer e desfazer vínculos de amizades ou de relacionamentos é bem mais prático. Pois não exige sentimentos e nem comprometimento. É simplesmente digitar ou gravar e enviar. Porque uma tela exige menos coragem do que um olho no olho.
— Van Escher
As cicatrizes de relações que deram errado, sempre vão estar como uma cicatriz física em nosso corpo, aconteceu, sangrou, demorou a cicatrizar e parar de doer, mais sempre vai estar la quando olharmos para ela, e vamos lembrar de tudo que aconteceu sim! Sei que não podemos culpar o novo por um erro do passado, mas vai depender dessa nova pessoa que deixamos entrar na nossa vida, não permitir que olhemos para nossas feridas e não nos causar novas.
Entre a exaustão das relações e a falsidade disfarçada de convivência, desenvolvi uma aversão silenciosa à sociedade humana — não por falta de amor, mas por excesso de decepção, como quem ainda sente, mas já não suporta se aproximar.
Sua vida só saberá o que é harmônia quando aprender a afinar suas relações, equalizar seus sentimentos e masterizar os melhores momentos.
Os Opostos se atraem, mas o que sustenta as relações é o atrevimento respeitoso das Diferenças em flertar com as Semelhanças.
Há um fascínio inicial no contraste — como se o outro trouxesse respostas prontas para perguntas que ainda nem sequer sabíamos formular.
O que é distante intriga, o que é diferente seduz, e nesse jogo de espelhos invertidos, encontramos um entusiasmo quase ingênuo de descoberta.
Mas o tempo, esse artesão silencioso, vai revelando que o encanto não se mantém apenas na surpresa.
Ele precisa de algo mais sólido para não se deixar sufocar pela agridoce rotina.
É então que as diferenças deixam de ser espetáculo e passam a nos cobrar diálogo.
Não basta coexistir: é preciso traduzir-se.
O outro não é um território a ser conquistado, mas um universo a ser compreendido — e isso pede muita escuta, paciência e, sobretudo, muita humildade.
O verdadeiro encontro acontece quando ninguém precisa se diminuir a pretexto de caber no mundo do outro, mas ambos se permitem expandir.
As semelhanças, por sua vez, são o chão firme.
São elas que oferecem abrigo quando as divergências cansam.
São os pontos de repouso, onde reconhecemos algo familiar em meio ao desconhecido.
Não anulam as diferenças, mas criam pontes para que elas não se tornem abismos.
Sustentar uma relação, então, é uma arte bastante delicada: é ousar discordar sem ferir, é afirmar-se sem anular, é permitir que o outro exista em sua inteireza sem se sentir ameaçado com tão nobre atitude.
É compreender que amar não é encontrar alguém igual, nem alguém completamente oposto — mas alguém com quem seja possível negociar sentidos, reinventar caminhos e, principalmente, permanecer curioso.
Porque, no fim, o que mantém duas pessoas não é a ausência de conflitos, mas a coragem de transformá-los em conversa.
E talvez seja nesse atrevimento respeitoso — esse quase risco calculado de se expor e acolher — que mora a mais bela e verdadeira intimidade.
Relações mornas são como estômagos cheios de nada: pesam, mas não alimentam. É hora de abrir espaço para o que ferve.
