Reflexões sobre o Casamento
A Filha do Nilo
Ao saber que seu marido havia sido brutalmente assassinado, Tidel parte em busca do corpo do falecido, que fora abandonado e escondido em uma arca a mercê no Rio Nilo. Seu desejo era apenas sepulta-lo de forma digna, embalsado dentro de um templo em homenagem ao Deus da Luz. Depois de alguns dias, Tidel encontra a arca e o corpo e leva-o para casa, para brevemente dar início a cerimônia de sepultamento. Ao saber da notícia, o assassino volta à casa de Tidel, furta o corpo e o esquarteja, atirando os pedaços pela extensão do Rio Nilo. Furiosa com tamanha maldade, ela retorna ao rio em busca dos restos mortais de seu amado e à medida que ia os encontrando, promovia os devidos rituais e os sepultava, regenerando, em espírito, o corpo do marido. Ao final dos sepultamentos, ele acorda em outra dimensão, nomeado como Deus dos Mortos, devido aos rituais da esposa que lhe proporcionou ressurgir a vida, orientando e zelando por aqueles que morriam nas águas ou as margens do Rio Nilo. Ao voltar para casa Tidel é surpreendida pela população que a caçava, julgada como bruxa, severa e sábia praticante de magia negra, então, ela foge novamente para o Rio Nilo, passando a viver sozinha e escondida. Seu marido ao vê-la vagando pelas águas noturnas, deu-lhe o poder de ver os mortos e vendo-o caiu em prantos e contou-lhe o que havia ocorrido, sensibilizado deu-lhe também a imortalidade, para que ninguém a fizesse mal. Depois de tempos desaparecida, Tidel foi dada como morta. Atualmente, vez ou outra aparece meio a água, para oferecer ajuda aos mortais, quando estes solicitavam, assustados com sua aparência surreal, apesar do rosto jovial e olhar sereno, eles agradecem e vão embora. Não mais, sendo reconhecida, devido suas características serem mudadas com ajuda de magia, Tidel, imortal, permanecesse entre o mundo dos vivos e dos mortos como A Filha do Nilo.
Eu não dormira com muito homens além de meu marido, mas notara que dormir, realmente dormir com alguém, dava aquela sensação de intimidade, como se seus sonhos fluíssem de você para se misturar com os dele e envolvessem a ambos em um manto de conhecimento inconsciente. Uma espécie de regressão, pensei.
A viajante do tempo, Outlander
O meu marido
saiu de casa no dia
25 de Janeiro. Levava uma bicicleta
a pedais, caixa de ferramenta de pedreiro,
vestia calças azuis de zuarte, camisa verde,
blusão cinzento, tipo militar, e calçava
botas de borracha e tinha chapéu cinzento
e levava na bicicleta um saco com uma manta
e uma pele de ovelha, um fogão a petróleo
e uma panela de esmalte azul.
Como não tive mais notícias, espero o pior.
Não tem Deus
Nem pátria amada
Nem marido
Nem patrão
O medo aqui não faz parte do seu vil vocabulário
Ela é tão singular
Só se contenta com plurais
"Sua fonte de amor não pode ser um emprego, um filho, um marido, um amigo. Porque essas fontes são passageiras. Sua fonte de amor precisa ser você, uma usina que emite amor e se alimenta dele. Um amor-próprio, sem que não dependa de mais ninguém".
O mundo hoje perdeu um grande homem,um grande pai,um bom irmão,bom tio,um excelente marido. Nossa tristeza por essa perda é imensa,mas mesmo com meu coração partido,e a tristeza que tomou conta do meu ser. Ainda sim ficarei feliz,pois sei que o céu ganhou um anjo,um ser que Deus escolheu a dedo para fazer parte do seu reino celeste. Sentiremos saudades. Sabemos que faras falta no mundo dos homens. Mas o céu recebe hoje não mais um homem,mas sim uma alma grandiosa.
Você não precisa de um marido para te dizer que está bonita. Afinal a sua autoestima é capaz de lhe transmitir através do espelho o quanto está bonita quando levanta com os cabelos bagunçados pela manhã.
Meu esposo
Meu amigo
Meu marido
Meu companheiro
Eu sou o café ele e o leite
Uma mistura
O fermento a farinha
O sal o açucar.
O arroz com feijao
O alface com azeite.
O pão com manteiga
Juntos somos um.
Deus uni homem e mulher como na bíblia
Deus uniste conhecemos
Deus uniu casamento
Deus unimos familia
Deus unistes o casal
Deus uniram foi a promessar
Para sermos um
Uma pequena poesia minha
Roger Tudão, meu amor, meu marido, meu melhor Amigo, você deve estar se perguntando...??? Porque isso, não é meu aniversário, não é nenhuma data comemorativa!!!
Então, vim neste fim de tarde lhe dizer o quanto eu te admiro, o quanto eu sou feliz em ter você na minha vida, o quanto eu agradeço a Deus por ser sua esposa.
Você é o melhor marido que eu poderia ter, você cuida de mim, me respeita, honra seu papel de homem da casa, com muita sabedoria.
Se eu pudesse pedir a Deus algo, seria viver eternamente este amor, este momento, pararia exatamente aqui.
Lembro-me de cada dia vivido ao seu lado, de cada sonho realizado, de cada sorriso dado, de cada carinho, de cada demonstração do seu amor.
Então, hoje esta mensagem é só para você saber da minha admiração e amor por você, tentando compensar sua dedicação a mim.
Você deve estar aí pensando, minha esposa é louca, mas sim, eu sou louca, mas por você.
Para mim, amar é provar em qualquer circunstância que ama, a gente já passou por cada coisa, cada derrota, cada aperto, mas permanecemos juntos, e pode ter certeza que permaneceremos até a volta de Cristo.
Sinta-se o homem mais feliz e amado deste mundo, pois você é.
O que me deixa mais feliz é saber que tudo isso é recíproco.
De sua esposa, que te ama, e que te admira.
Mary Helen
Por que eu estrago tudo em que tento me destacar? Minha família, meu marido e meu filho. Tudo. Eu perdi tudo que queria proteger.
Pra mim, quem está em crise com marido, mulher. por causa da pandemia onde são obrigados a ficar juntos, inclusive com os filhos que nunca quiseram criar, deixando esse trabalho para a escola, são fracassados que agora com o convívio forçado, os monstros interiores estão saindo para fora. Penso que esses infelizes de carteira atualizada, deveriam se lembrar do porquê ficaram juntos, do porquê quiseram ter filhos. Do porquê existem. Não é possível que uma união que deveria ser natural, possa ser destruída apenas porque existem restrições para se proteger e proteger outras pessoas. Esses malucos, passada a pandemia - e vai passar - vão poder exercer sua liberdade em sei-lá-o-quê. Por enquanto, respeite sua família e amigos e mais, avalie sua real importância em bares, reuniões, raves, noitadas de balada, etc. Vai perceber que você não é nada. Apenas mais um maluco que acha que isso serve de oxigênio para sua vida, enquanto que o verdadeiro oxigênio está na sua família, na qual você deveria gastar energia em se dar bem com ela. Se manca enquanto é tempo.
Temo com frequência o amanhã. E se eu acordar e não souber quem é meu marido? E se não souber onde estou nem me reconhecer no espelho? Quando deixarei de ser eu mesma?
Dia da mulher
Mulher forte, serena, guerreira, batalhadora... amável, apaixonada pelo marido e pelos filhos... você, mulher, tem jornada dupla de trabalho, e mesmo assim acha um jeito de ficar bonita... você, mulher, que gera, que dá a vida... você, mulher, que trabalha por um mundo melhor, eu te digo: Deus te fez perfeita em todos os sentidos, você é obra da criação... Mulher, você é mãe e às vezes pai...
Ela não precisa de amigo, precisa de marido. Um parceiro. Alguém legalmente obrigado a acompanhá-la na quimioterapia.
“Joel, marido da Janete, comprou uma lanchonete que virou um restaurante, ao lado do Rio Brilhante. Por conta da diabete e do joelho lesado, largou o serviço pesado. Nessa mudança de vida, passou a servir comida, de domingo e feriado. O movimento é bastante, mas o lucro é faltante, pelo excesso do fiado. Pra não fechar a empresa, Joel reduziu a despesa, e a carne que era de boi, com a carestia se foi. Agora a receita caseira é galinha passada da idade, que perdeu a utilidade na granja do fim da cidade. A carne é um tanto dura, mas Joel acrescenta à mistura, espremido de laranja pura - que amolece a musculatura e facilita a fervura. Um freguês quebrou a dentadura e outro engasgou com a nervura. O risco compensa no preço e movimenta o endereço. O prato não é enxugado e o pano que limpa a mesa, com pouca delicadeza, é sujo e todo rasgado. E tem o cheiro do toalete, que não incomoda a Janete, que usa o garfo da pia pra coçar a joanete. E assim o negócio vai indo. Uma hora vai aluindo e em outra vai fluindo. Tem gente que se revolta e volta, tem cliente que come e some. Aquilo que não mata o `home` e serve pra espantar a fome, não compromete o renome e a natureza descome. “
Marido
Quero me perder e me encontrar nos seus olhos
Quero te Beijar como se não houvesse amanhã
Quero me sentir segura em seus braços
Quero sentir o calor do seu corpo
Quero que me deseje, que me queira...
Quero te sentir dentro de mim
Quero me sentir completa com você
Quero que nossos corpos se unam enquanto fazemos Amor
Quero ter você
Quero dormir e acordar ao seu lado
Quero ser aquela que não conseguirá deixar para trás
Quero ser única, Quero ser a última
- Dezembro de 2017
Lá pras três da madrugada
A síndica embriagada
Resolveu escancarar
Numa briga com o marido
Num acorde sustenido
E o meu piano fora do lugar
Sonhos aposentados (parte 01)
Seu marido havia morrido, nem sabia quando, em que dia,
de que jeito, simplesmente morrera, sem anúncio fúnebre, sem
santinho em branco e preto, morreu sem dores, anestesiado, acima
dos lamentos.
Agora ele vivia de alma emprestada.
Deus sabe de quem, esperando sei lá o quê, talvez secar
esfarelar, virar húmus, voltar a terra.
Quis ressuscitá-lo à vida, abriu as janelas que deram vista às
montanhas ondulando, pés de café para que ele percebesse o ciclo
da vida, mas quando chegava cerrava todas as ventarolas com frio,
muito frio.
À noite, deitava com as mãos geladas, cruzadas sobre o peito,
era seu único movimento, e de madrugada exalava de sua boca um
hálito esquisito de fundo de baú, cheirando a curtume.
Agora, esposa tinha certeza, ele havia morrido mesmo.
Ele levantava, dizia exatamente a mesma coisa, vestia as
mesmas roupas, os mesmos sapatos, as mesmas meias. Caminhava
pelo mesmo corredor ao trabalho, dia a dia, cumprimentava as
mesmas pessoas com as mesmas faces doentias, os mesmos assuntos
e recortava e dizia as mesmas palavras. Não acrescentava, não
diminuía, era linear, hermético, impermeável, morno, quase frio,
pois ainda não estava completamente morto.
Sua face endurecera, não esboçava nada, nenhuma estação,
era dura como porcelana. Seus cabelos caíram e ralearam, a pele
ficou manchada de pintas que mais pareciam pequenas necroses.
Passou a ficar pálido, leite, quase transparente, às vezes
custava a perceber sua presença translúcida.
A casa também começou a mudar lá dentro; um frio intenso
que toda criação, gato, cachorro, papagaio, passarinho e pensamento só
ficavam e chegavam até a cozinha, onde o fogo a lenha espalhava calor.
Não podia mais amá-lo porque o frio dele cortava-lhe a pele,
e o calor dela derretia seu corpo.
Livro Pó de Anjo
Autora: Rosana Fleury
