Pensamentos Mais Recentes

"A liberdade não é chuva que vem dos cumes mais altos,Ela é o próprio Cume a te esperar."

Urbano Leafa
Inserida por urbano_leafa

Ter assuntos para pensar é fácil.
Tudo tem um motivo, um porque e uma razão.
Basta pensar, formular a verdade dentro destes três fatos e proferi-las
O motivo te leva a se mover por uma causa.
O porque é um argumento relativo à outrem.
Razão é a arma da ação, que firma o tem que ser assim.

Marcos Vinicius Trindade
Inserida por MarcosViniTrindade

Se você ainda não consegue evitar a raiva. Esmurre o travesseiro isso é muito bom para sua saúde. Porém, melhor ainda é se esforçar para não ficar com raiva.

Damião Maximino
Inserida por Damiao1958

ESTARRECEM-ME OS CRITÉRIOS DO ENSINO NAS MÃOS DE PEDAGOGOS SHOW: IMPORTAM VENDER IDEIAS.

Claudeci Ferreira de Andrade
Inserida por Kllawdessy

"O que as pessoas pensam o que é religião?
A união de Dogma,A Desunião de razão?
A religião é apenas uma coleira social que nos impede de passear pelo mundo livre."

Urbano Leafa
Inserida por urbano_leafa

Tente construir oque será
Sem viver a sombra do que se foi
Monotonia e a destruidora do seu presente .

Hugo Leite
Inserida por HugoLeite

Deixe o passado onde ele está. Nada vai mudar o que já foi vivido.

Iolanda Brazão
Inserida por iolandabrazao

"Desmistifico o que penso que sou
E no pensar, a dúvida
Dos vários "eus" que se toma para si
A imagem turva e embaçada da identidade".

in "Uma busca pelo eu : antecedente e anacrônico".

Brenna Kelley F.Ramos
Inserida por BrennaKelley

A minha obediência é proveniente daquilo que aprendi e que vivi
E não pelo que dizem ou falam quando julgam de minha pessoa;

Julio Aukay
Inserida por JULIOAUKAY

Um amor verdadeiro é o que busco, mesmo que ainda não haja;

Julio Aukay
Inserida por JULIOAUKAY

Silenciou. Silenciou e todos à sua volta sabiam que era um sinal de alerta. Ligam-se os faróis de SOS, Estado de sítio, fujam para as colinas. Ela silenciou.
Entrou lentamente fazendo com que sua presença fosse percebida por todo o salão da cafeteria. Olhei pela janela e logo conheci o motivo que a trazia aqui, estava chovendo. Todo mundo sabe que chuva, café e cigarro são como pólvora para corações que ardem.
Deu meia volta em um dos saltos e se dirigiu à área externa, era uma varanda com plantas aéreas que faziam a ideia de um ambiente acolhedor. Dali fiquei a observar. Marlboro branco denunciava sua preocupação em não deixar odor, embora já não fizesse muito efeito, qualquer um poderia sentir a quilômetros de distância o cheiro da dor que queimava naquele peito.
Unhas e batom vermelhos, pediu um expresso duplo, ela nunca foi mulher de meios termos. Tragava como quem mais parecia beijar, talvez pela lembrança de alguém que refletia na fumaça. Era dia dos namorados e por isso ela decidiu silenciar. Passou a semana ouvindo e respondendo suas amigas sobre presentes e jantares daquele dia, sempre foi o estilo Amelie Poulain: Resolvia a vida amorosa de todo o universo, menos a sua. Optou assim por achar que sofreria menos, até sentir na pele o peso intenso daquele 12 de junho.
A chuva deu uma trégua, e como a mulher forte que era- ou demonstrava ser- engoliu o choro que estava prestes a sair, pagou a conta e cruzou novamente o salão para ir embora. Pausou me fitando com a porta semi aberta, desisti da minha tentativa de disfarçar lendo o livro e encarei, ela suspirou aliviada ao fechar a porta.
Duas almas boêmias sabem se reconhecer.

Camila Dias
Inserida por CamilaRibeiroDias

Por excelência os meus sentimentos extraordinariamente
Necessita se alojar em um coração sincero;

Julio Aukay
Inserida por JULIOAUKAY

Encontro

Mal saíra do Hotel Meridien, onde seus amigos paulistas o convidaram para uma caipirinha. Quase uma da tarde. Nada demais, apenas o fato de ele não tomar caipirinha. Mas era uma amizade que vinha de longe, e não seriam algumas doses que iriam separá-los. Deglutira galhardamente três doses com alguns salgados e, após ouvir as indefectíveis piadas cuja validade havia expirado, despediu-se dos casais amigos e decidiu andar um pouco.
Colhido pelo bafo quente, olhou para a direita e viu o mar indecentemente azul, que em algum ponto lon¬gínquo engolia um céu de um azul mais claro, apenas manchado de algumas nuvens esparsas de algodão de um branco duvidoso. Andar um pouco pela Avenida Atlântica e olhar as beldades em uniformes de conquista não eram o ideal naquele momento. Tinha dei¬xado trabalho no escritório e, apesar de o celular não reclamar nenhuma atenção, no momento, sabia dis¬por de menos de meia hora antes de enfrentar o mundo além túnel.
Além do túnel, acaba a Cidade Maravilhosa, era o seu bordão predileto. As malditas doses haviam tor¬nado seu andar ligeiramente menos decidido que de costume. Na verdade, não sabia como matar a meia hora. Lá longe o Posto Seis e o Forte pareciam chamá-lo. Resistiu ao apelo e, muito a contragosto, decidiu andar um pouco pela Gustavo Sampaio. Um pouco de sombra, já que os prédios projetavam suas silhuetas no asfalto e lá também havia gente, muita gente andando sem muita pressa, com o ar tranquilo e um “xacomigo” zombeteiro estampado no rosto.
Relembrou a sessão de piadas. Achava que deveria haver algum dispositivo legal, ou pelo menos um acordo, que determinasse prazos além dos quais as anedotas seriam arquivadas e frequentariam somente as páginas das coletâneas ditas humorísticas. Ter de dar risadas ao ouvir pela centésima vez a mesma piada, ou variações sobre o mesmo tema, poderia ser perigoso para a paciência dos ouvintes, ou reverter em agressão física em detrimento de um contador desatualizado. Até que seria uma boa ideia colocar avisos nesse sentido. Ou, então, seguindo o exemplo das churrascarias rodízio, introduzir o cartão de dupla face, a verde autorizando a continuação e a vermelha decretando o final da sessão. Muito compli¬cado. Como fazer no caso de divergência? Decidir por maioria simples. Ou, devido à importância do assun¬to, haveria de ter a concordância de pelo menos dois terços dos ouvintes? Os desempates seriam decididos pelo voto de Minerva do criminoso, isto é, do conta¬dor. E se houvesse daltônicos na platéia?
Será que há exame médico para garçons de rodízio, eliminando os daltônicos?
Mas, na falta de regulamentação, como resistir à sanha do contador de “causos”? Não dar risada? Interromper? Contar a sua versão? Esses expedientes eram ainda piores. Olhar a paisagem do terraço, sim, e acompanhar a gargalhada dos outros foi a solução encontrada. Providencialmente. A regulamentação ficaria adiada, procrastinada, decidiu com uma risa¬dinha interior.
E tem aquela do português que chega em casa... E aquela outra da freira que... Ah, a melhor de todas, acabaram de me contar: o Joãozinho pergunta para a professora...
Afinal, era um bom passatempo, com a vantagem de observar fisionomias alegres. As reações eram muitas vezes mais engraçadas que as piadas.
Será que eles também conheciam TODAS aquelas anedotas, ou somente algumas?
Esbarrou num transeunte, balbuciou uma desculpa qualquer e teve direito a um bem humorado:
– Ô meu, olha só, estou na preferencial!
O peso pesado já estava se afastando e as ideias voltando a se agrupar depois da desordem causada pelo baque.
A ligeira dor de cabeça pedia uma parada numa farmácia. E farmácia era o que não faltava na rua.
Entrou e aguardou que a balconista o notasse. Entre ser notado e a pergunta:
– O que deseja? se passaram alguns intermináveis segundos.
– Duas passagens para Paris em classe executiva. E ante o misto de espanto e divertimento da moça, completou:
– Bom, já que não tem, qualquer coisa para a dor de cabeça. Poderia tomar aqui mesmo? Tomou o analgésico, agradeceu e, instantes mais tarde, estava de volta à calçada esburacada.
Olhou para o Leme Palace e resolveu voltar cami-nhando pela Atlântica.
Evitou o segundo esbarrão da meia hora de folga.
Em frações de segundos, os olhares se cruzaram. Era uma beldade, outonal, mas, apreciador de Vivaldi, as quatro estações são arrebatadoras, pensou.
O andar sinuoso, os pequenos sulcos rodeando os olhos, carimbos ainda piedosos no passaporte da vida, cabelos cortados Chanel, ombros e decote plena¬mente apresentáveis e não apenas um tributo pago ao calor daquele verão, pernas bonitas, e medidas ten¬dendo à exuberância. O rosto comum, tinha o olhar faiscante a valorizá-lo.
Naquele instante, o tempo parou, não o suficiente, porém, para que, da extrema timidez dele, brotasse algo mais inteligente do que um sorriso vagamente encorajador. “Pergunte algo, as horas, o caminho para algum lugar, o nome da rua, qualquer coisa”, rebelou-se dentro dele uma voz indignada por jamais ter sido ouvida no passado.
Continuou, como que petrificado, enquanto, sem deixar de olhá-lo, ela passou por ele longe o suficiente para não tocá-lo, e perto o bastante para deixa-lo sentir o perfume discreto que a envolvia.
Ele continuou imóvel e virou a cabeça, contemplando a desconhecida, que continuava andando, afastando-se aos poucos. Alguns passos depois, ela virou a cabeça e o olhar, mesmo àquela distância, lançou um convite mudo ou, pelo menos, assim pa-recia.
Sem reação, ele a acompanhou com o olhar. Ela deu mais alguns passos e novamente olhou para trás. A voz interior estava se desesperando. Ele mesmo não entendia o porquê da sua imobilidade. A desconhe¬cida estava se afastando cada vez mais, confundia-se no oceano de cabeças e, mesmo assim, pareceu-lhe que lá longe uma cabeça estava se virando uma última vez para trás.
Era um adeus. Sentiu que o que se afastava não era uma desconhecida. Era um pedaço de si mesmo, de uma juventude da qual não havia sabido desfrutar e agora lhe acenava de longe, mergulhada num misto de lembranças e saudade.

Alexandru Solomon
Inserida por celsocolunista

A vida as vezes nos deixa sem muitas escolhas...se pudesse mudar algo,mudaria a distância entre nós;talvez a distância não seja literal,mas apenas uma barreira invisível que surgiu ao longo de nossa caminhada

Anderson Targino Mkb
Inserida por AndersonTarginomkb

Eu não trocaria minha filosofia por um emprego.
Eu não trocaria meu elevado raciocínio lógico e registrado por dinheiro.
Meus pensamentos são experiências e companhias do valer a pena.
O meu tempo gasto sem produção, foi o que mais compensou à mim.
Relendo meus pensamentos, me encontro.
Lembro-me de sentimentos que tive, momentos e aprendizados.
Sei quem eu sou, o que fazer e como agir.
Viajo para outro mundo explorando pensamentos de outros pensadores.
É fantástico, ser livre à examinar os sentimentos e compreender suas razões.
Cada pensador é uma raridade, que não perde tempo ao deixar tudo registrado.
O perder tempo, se torna ganhar tempo, mas à longo prazo.

Marcos Vinicius Trindade
Inserida por MarcosViniTrindade

Meus discursos não são inflamados, apenas são francos.

Danilo Martins
Inserida por danilomartins23

A dor.
Aí, doeu.
Aí, esta doendo.
Aí, vai doer!!!
- Mas calma, a dor começa porém passará.
Aiiiiii, eu vou morrer :'(
- Não agora, seja forte, respire, Mentalize coisas boas e espere, aguarde, pacientemente com fé e esperança.
É, a dor, quem nunca sentiu ?
Quem também, nunca causou dor em alguém ?
Eis sua novidade:
A dor é sua amiga.
Ela gosta de você e cuida de você.
Ela te alerta quando algo esta errado e pede mudanças.
Quem não muda, esta acomodado e não progride.
Então a dor é do bem e irmã da alteração.
Deixe o pranto, e se edifique na dor.
Use a dor à seu favor.
Eis o ditado: o que não mata, engorda.
E também a frase: Aceite, que dói menos.
Se estamos vivos, significa que estamos em constante mudanças.

Marcos Vinicius Trindade
Inserida por MarcosViniTrindade

Mães rainhas, mães guerreiras, mães vencedoras. Não é fácil conciliar a vida moderna com o papel de mãe, e ainda assim a maioria dessas bravas mulheres, o fazem com maestria. Espécie humana, julgue menos, cuspa menos, compreenda mais, contribua mais, reconheça mais, ame mais!

Danilo Martins
Inserida por danilomartins23

Não precisa ser vidente ou algo do tipo, e muito menos ter bola de cristal pra ver que uma coisa não vai dar certo. É ideal pôr amor nas coisas, desde um simples café da manhã, até mesmo aos mínimos detalhes de sua profissão. Onde o amor está ausente, o sucesso não se faz presente.

Danilo Martins
Inserida por danilomartins23

Não tenho medo das palavras difíceis; tenho medo de não saber usá-las.

Milton Chamarelli Filho

Não acredite somente porque ouviu, mas porque também foi testemunha.

Joao Carlos
Inserida por joao_carlos

Correr cada vez mais freneticamente atrás de dinheiro; eis o retrato mais revelador da miséria humana.

Paulo Cesar Paschoalini
Inserida por pirafraseando

A solidão é privilégio de poucos.

Paulo Satú
Inserida por paulo_satu

A Tua graça aqui...à desfrutar
A Tua presença, dá forças para caminhar,
me dá alegria, e me faz de emoção chorar...
O toque do Teu amor,
não encontro palavras para explicar...
Mas, sempre irei Te honrar
Te adorar.

Letras Em Versos de Edna

Edna Lima
Inserida por versos_de_edna

Nosso retrato.
Em uma simples fotografia, retratado nosso passado parado no tempo. Alí, no porta retratos. Retrato de que e eu sempre te amei, e sempre vou te amar.

Danielle Batista
Inserida por danielle_batista