Pensamentos Mais Recentes

Você não está perdido, só está cansado.

Nem tudo que desacelera está quebrado, às vezes só precisa de outro ritmo.

Ignorar o cansaço não faz ele ir embora, só faz ele crescer em silêncio.

Continuar também é ajustar o que você não pode mais carregar do mesmo jeito.

O candidato 


Lá vai ele, parece bem disposto; 
trajando um terno super alinhado 
em contraste ao suvaco suado, 
Sem perder o sorriso no rosto!


Afundou o pé na lama com gosto! 
Talentoso, parece bem adaptado, 
cada gesto um disfarce calculado, 
a atenuar seu privilégio exposto...


Diz entender da vida sofrida...
Se afirma gente como a gente!
Se diz dos nossos! Pra toda vida!


Mas tudo soa tão incoerente...
Se não ostenta restos de comida 
presos nos buracos do dente.

Heteroliderança à partir do Heteroconhecimento:


Autoliderança é o domínio de si.


Heteroliderança é despertar o protagonismo do outro!

Auto-psicossociologia

Espero que não me leve a mal...
O poeta, fingidor por natureza,
tem nas palavras tal destreza
de, sem ser, tornar-se pessoal...

Suas dores: cálculo intencional,
destilam lâminas com sutileza,
e nos conduzem, sem defesa,
à própria incisão emocional...

O mero comum intelectualizado,
sangra versos que julga seus,
e unge o próprio ego exaltado...

E o poeta ri... Artífice dos véus...
vê-se no espelho do flagelado
e brinda, frio, ao caos que ergueu.

Utopia de vida

Pôr do sol.
Laranja no céu.
O mar repete.

Clichê.

É alma na poesia.
Na mesa de café, não.
Estou apaixonado.

E isso falha.

Elegância ao rejeitado.
É o que se espera.

O sol some.
Caminho sem direção.

Arcaico.

A noite cobre.
Nenhum direito ao belo.
Nem estrelas.

Incertezas não rondam.
Atacam.

Frio.
Estranho.
Um riso curto.
Deboche.
Enterro da alegria.

Passos lentos.
Sem destino.

Mais um dia igual.
Eu igual.
Arcaico.

Quis um amor.
Recebi linguagem.
e só.

No hebraico não existe j tem som de y e i,não existe ser e estar no presente e existe passado e futuro no hebraico,na escrita hebraica e nas letras não tem vogais e tem consoantes,no hebraico não tem hiato e nem tritongo e tem ditongo.Mispah e Yaverim e Yavá,não é Mispah e Javerim,Porquê não existe j no hebraico e não e´Javá porquê não existe j no hebraico.Não é eu sou quem eu sou,e eu serei quem eu serei em hebraico,porque não existe ser e estar no presente,e não é Ouve Yisrael,o eterno e´nosso D'us,o eterno é um,echad,e é Ouve yisrael,o eterno será nosso D'us,O eterno sera um,echad,porquê não existe ser e estar no presente e existe passado e futuro no hebraico.

A gente vive como se tivesse tempo de sobra. E o tempo… anda de fininho, pregando peça na gente. Poucas coisas nos humanizam tanto quanto o luto. É um choque seco, direto. Um corte na ilusão de que tudo pode esperar, de que dá pra deixar pra amanhã. Porque, quando a perda chega, de repente, o amanhã que a gente guardava com tanto cuidado… não existe mais.

A gente passa a vida fazendo planos como se o calendário fosse o nosso aliado, como se o relógio estivesse do nosso lado. E o luto escancara isso sem delicadeza nenhuma. Perder alguém muda o jeito como a gente enxerga o tempo. Você percebe que ele não era tão longo quanto parecia. Que aquela conversa podia ter acontecido. Que aquele abraço podia ter sido dado. Que aquele café não precisava ter esfriado.

É como se o relógio risse da nossa pressa. A gente corre para tudo… menos para o amor, menos para o afeto. E aí, quando não dá mais, a gente entende. Entende tarde. Entende na dor.

O luto humaniza porque tira a gente do automático. Ele quebra essa ideia de controle que a gente insiste em ter. Ele lembra que a vida não é um projeto infinito. É uma travessia. Uma viagem.

O tempo não avisa quando vai acabar. Mas sempre mostra, do jeito mais duro, que ele nunca foi garantido. Zero garantias.

Esteja preparado para receber a melhor notícia da sua vida e também a pior.

Raramente quem se autoelogia é levado a sério; o valor não precisa de aplausos.

Microbium.....um.....
Microbium.....dois...
MIcrobium.....mil....
Microbium.....mihão...
Microbium.....Bilhão...


Microbium seja ele....


Microbium...ão....

O CÉU E O INFERNO — SEGUNDA PARTE. AUGUSTE MICHEL.
Há neste episódio uma das mais densas ilustrações da psicologia espiritual delineada pela O Céu e o Inferno. Não se trata apenas de um relato mediúnico, mas de um documento experimental daquilo que a doutrina denomina de persistência vibratória do apego e da simbiose fluídica entre o Espírito e os despojos corporais.
Auguste Michel, homem entregue aos prazeres sensoriais e à exterioridade mundana, construiu durante a vida uma estrutura psíquica fortemente ancorada na matéria. Não havia nele perversidade deliberada, mas uma esterilidade moral que, sob a ótica espírita, é igualmente grave. Sua consciência permaneceu inativa diante das finalidades superiores da existência, o que produziu, após a morte, um fenômeno clássico descrito na literatura kardeciana: a perturbação espiritual prolongada.
O que se observa em suas comunicações é a incapacidade de dissociação imediata entre o perispírito e o corpo físico. A morte orgânica não implicou libertação automática. Ao contrário, o Espírito permaneceu em estado de aderência psíquica ao cadáver, como se este ainda fosse o seu eixo de identidade. Essa condição não é simbólica, mas efetivamente real no plano fluídico. O perispírito, impregnado de hábitos materiais, conserva impressões sensoriais que o fazem experimentar uma espécie de eco da dor física, ainda que o corpo já esteja inerte.
A frase “ainda estou preso ao meu corpo” não deve ser compreendida como metáfora. Trata-se de uma ligação vibratória sustentada por afinidade. Quanto mais o indivíduo vive exclusivamente para o corpo, mais densos se tornam os laços que o prendem a ele após a morte. A matéria não o retém por força própria, mas pela sintonia que o próprio Espírito cultivou durante a existência.
Essa simbiose revela um princípio fundamental da filosofia espírita: o Espírito não abandona instantaneamente aquilo com que se identificou profundamente. O corpo torna-se, por assim dizer, um polo de atração psíquica. O túmulo, nesse contexto, converte-se em um ponto de fixação mental, um centro de gravidade fluídica para o Espírito perturbado.
É nesse cenário que se evidencia o papel da prece.
A insistência de Auguste Michel para que se orasse junto ao local onde seu corpo jazia não era um capricho, mas uma necessidade vibratória. A prece, segundo a doutrina, não é apenas um ato devocional, mas uma emissão de forças psíquicas organizadas, capazes de atuar sobre o perispírito. Quando realizada nas proximidades do corpo, essa ação torna-se mais incisiva, pois incide diretamente sobre o foco de ligação entre Espírito e matéria.
A observação doutrinária é clara ao sugerir uma ação de natureza quase magnética. A prece eleva o padrão vibratório do ambiente e, simultaneamente, enfraquece os liames inferiores que mantêm o Espírito aprisionado. Há, portanto, uma dupla eficácia. Moral, porque desperta no Espírito o arrependimento e a lucidez. Material, porque atua sobre os fluidos que sustentam a ligação ao corpo.
Quando finalmente o médium atende ao apelo e ora junto ao túmulo, o resultado torna-se evidente. O Espírito relata alívio, maior clareza e início do desligamento. Com o tempo, ele declara-se livre da cadeia que o prendia, embora ainda sujeito às consequências morais de sua vida estéril.
Este ponto é crucial. A libertação do corpo não equivale à redenção espiritual. O sofrimento subsequente não é mais físico nem fluídico, mas moral. Surge então a consciência do tempo perdido, da inutilidade das faculdades desperdiçadas, da ausência de obras meritórias. É o despertar da responsabilidade.
MORAL DO ACONTECIDO
A narrativa demonstra, com rigor filosófico e psicológico, três princípios fundamentais.
Primeiro. O apego à matéria densifica o Espírito e prolonga sua perturbação após a morte. Viver exclusivamente para o corpo é preparar para si mesmo uma libertação dolorosa e lenta.
Segundo. A prece possui eficácia real. Não é um gesto vazio, mas uma intervenção ativa no campo espiritual. Pode aliviar, esclarecer e até mesmo acelerar o processo de desligamento do Espírito, sobretudo quando associada à caridade sincera.
Terceiro. A ausência de mal não equivale à prática do bem. A neutralidade moral gera estagnação, e esta, por sua vez, conduz ao sofrimento pela consciência do vazio existencial.
Há, portanto, uma advertência silenciosa neste caso. A vida não deve ser apenas evitadora do erro, mas produtora do bem. O Espírito que não constrói valores superiores permanece, após a morte, desorientado, sem referências elevadas que o sustentem.
E assim se conclui que a morte não transforma o homem, apenas revela aquilo que ele fez de si mesmo.
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Os desejos são velas; os temores, âncoras.

Inserida por MauricioCCantelli

A Aliança das Três Gerações
O mundo repete um ditado amargo e cruel:
Que um pai cuida de muitos, mas poucos são fiéis.
Dizem que o filho se esquece de quem o gerou,
Mas essa mentira, sua casa já derrubou.


Na sua fortaleza, a regra é outra, é divina:
Onde a mãe é guerreira e a lição é o que ensina.
Você não caminha sozinha nesse zelo e cuidado,
Pois tem filhos que marcham com amor ao seu lado.


Eles são netos que trazem o zelo no olhar,
Não veem "peso", mas raízes prontas para amar.
Enquanto muitos abandonam e deixam ao léu,
Seus filhos constroem para os avós um pedaço do céu.


É a prova final de que sua semeadura foi certa:
A porta da honra está sempre ali, bem aberta.
Pois cuidar de quem foi nosso primeiro abrigo,
É o maior dos tesouros que levamos conosco.


Guerreira de luz, de fibra e de manto,
Que enxuga as lágrimas e transforma em canto.
Seu legado está salvo, a receita está feita:
Amor que respeita é a colheita perfeita.⁠


            -------------------- Eliana Angel Wolf

*
Na cruz de Cristo sou acolhido, encontro amor, perdão, salvação e glória.
At the cross of Christ I am welcomed, I find love, forgiveness, salvation and glory.
F. Meirinho

Problemas alheios são fáceis; os nossos exigem silêncio e resistência às críticas.

"Feliz, alegre e otimistas são os Amantes"

No final, o que fica não são as coisas que você teve. São as pessoas que estiveram.

O Alicerce da Guerreira


Na imagem daquela que luta e brilha,
Existe um segredo que a alma sustenta:
Ela cuida das raízes de sua semente,
E do tronco antigo que a vida alimenta.


Se o tempo pesa e eles julgam ser fardo,
Ela responde com o abraço mais forte.
Pois quem deu a vida não pode ser peso;
É bússola, é guia, é o norte da sorte.


Seus filhos observam com olhos de mestre,
Aprendem que o amor é feito de respeito.
Honram o cabelo branco e o passo lento,
Pois o exemplo da mãe já mora no peito.


Não é sacrifício, é o ciclo da vida,
Onde o diamante protege o seu chão.
Entre gerações, a luz é mantida,
Pois cuidar de quem foi, é a maior oração.


Força de loba que guarda o seu ninho,
Fé de quem sabe que nunca erra o caminho.
Pois de todas as batalhas que a vida aceita,
Amar quem nos deu tudo... é a receita.


------------- Eliana Angel Wolf

"O Amor nos faz ver coisas extraordinárias"

"Amor gostoso é aquele que encontra sem procurar"

Oração da Gratidão e do Amparo
"Senhor, hoje minha oração é um suspiro de gratidão. Obrigada por me permitir ter meus pais ao meu lado, por segurar as mãos que um dia guiaram as minhas.


Agradeço pela vida deles e peço que o Senhor os cubra com Teu manto de conforto, aliviando qualquer dor ou cansaço que a idade traga. Me dê, Pai, a paciência que nasce do amor, a força para os dias pesados e a doçura para retribuir todo o cuidado que recebi.


Obrigada por confiar a mim essa missão tão sagrada. Que em nossa casa nunca falte o respeito, o carinho e a Tua paz. Que eu seja o porto seguro deles, assim como o Senhor é o meu. Amém."
--------- Eliana Angel Wolf

Os idosos são bibliotecas vivas e, infelizmente, muitos são esquecidos. Ser o amparo deles é uma "missão de guerra" silenciosa, que não ganha medalhas, mas que enche a alma de uma luz que ninguém apaga.


--------- Eliana Angel Wolf⁠