Que o Ventos nos Leve
São tempos difíceis eles disseram
Eu queria saber que maus ventos foram estes que vieram
Trouxeram a solidão e com ela gente que a venera
Encare o espaço em branco como lágrimas
Que te mostrarei o lado colorido
Colorindo estas páginas
Do tal livro da vida... quem sabe
Um dia esse livro nos trará a chave
E em um mundo deserto acharemos o sentido
Junto com ele, algo, que sempre esteve escondido.
O destino é como o vento que soa aos quatros ventos trazendo apenas momentos. Apagando pegadas na areia que ao toque da agua candeia lembrando que as nossas decisões a ele não se pareia.
A primeira Luz
Acalma-me olhar e sentir
Essa tarde que se estende
Ventos frios, faces amigas
Expande-me, olhar para o azul
Nele, encontrar a paz almejada
Pássaros, flores,
Ouça o som aqui e agora,
Das nossas almas,
Há ternura, alegria e contemplação
Há um imenso e doce carinho
Que sopram até os nossos corações
Não há pressa, porquês,
Para que, início ou fim
Somente o agora
Cheio de doçura,
Colo e acalento
Onde brilham nossos olhos
Espíritos aprendizes e atentos...
Onde completam-se as respirações
E rapidamente despimos quaisquer ilusões
Trazendo-nos silenciosamente
Muitas inspirações perenes...
Tudo é tão farto, completo,
Novo e belo
Tudo é tão leve,
Breve e inocente.
SOMBRA DOS VENTOS
Cansado de ser marinheiro nauseado
De remar à unha rumo a dezembros nublados
Pus-me ao solo encravado
Aqui ando e corro descalço
Meu superego, campo farto de hectares
Da primeira à última porteira
Posse tenho das poças em que tanto afogo
Eu quem afaga a cada seca desse cerrado
Eu quem afaga
Espelho de faca
Plantarei um pássaro
Para asas fazerem sombra em meu quintal
Sujo, eivado, de esgalho (ou da migalha)
O soalho de meu quintal...
Solo, sujo, sol e chão
Farto de folhas de feridas que secaram
No outono que se foi.
Não como a sorte que nasce nos trevos
Nas vielas dos meus dedos...
A minha sorte - eu tenho outras -
Ainda é cedo
Pra mostrar
Quero (mais do que posso); vê lá se posso
Oh, esperança tão teimosa
Quero comprar uma rede
Pra me balançar
E voar em vento
Pra mo'da vida não parar
A minha sorte - eu tenho outras -
Ainda é cedo
Pra mostrar
Quando vai ser a segunda descoberta de Cabo Verde, sem garantias de mastros e ventos arrogantes, e marés traiçoeiras, é preciso descobrir este país. Mais uma vez.
As lágrimas são verdadeiras, que a rosa dos ventos aponte uma direção, resposta. Só pra não deixar dúvidas...
A MALA DO MALA
O mala, com a mala, embala
... Pelas marés do mar,
pelos ventos em sua cara...
Já é costume o mala,
carregar a mala, com ela um dia...
O mala em sua ingeria, levou bala
agora, o mala com essa mala
as vezes fica mudo
as vezes se cala, não fala
e nós e que pagamos o preço
pelos adereços d'essa mala.
Essa mala, já levou bala
navegou pelo ar
flutuou pelas águas
e o seu dono, não esta nem ai!
Se essa mala afundar, ele cala,
pois na mala, nada é dele,
e o povo, só sabe reclamar sem cara.
O dono da mala, se apertar encara
pois sabe, que tudo se resolve na fala
e agora, ele tem a proteção da mala!
Com a mala, ele compra tudo
o mundo e as poses de cambraias
e depois, poderá mudar de lugar
desde que tenha...
As chaves da mala.
Antonio Montes
Irmão a luta é estranha,
A caminhada nos desgasta.
E os ventos que sopram contrário,
São como navalha...
Sua presença foi bálsamo de alegrias.
Seu sorriso no cotidiano contágia.
Sua escolha foi iluminar outros planos,
Pois nossa atmosfera carregada de maldades, não suportava a leveza de sua alma!
Fica pra nós a lembrança do ser lindo, que nos deixa!
A esperança de que o sofrimento pereça,
Mas nossos olhos cheios de lágrimas.
Não mais brilharão diante de suas risadas.
Deixará saudades!
Obrigado pela sua amizade
"Os ventos da chuva forte, vão além do medo, libertação do seu interior, busca para mudar o impossível, somos muito mais do que olhares de desaprovação. Pois temos a capacidade de virar o jogo e vencer"!
Assobio canções como em cascatas,
vozes de todos os ventos acompanham,
e voando de encontro às estrelas,
num bailado louco vibra meu coração com medo...
nesta hora de mágica e desafiante viagem
vejo nuvens revoltas me acenando,
junto a elas, clarões abrem portas,
onde entro e me refugio por um momento,
alma em silêncio, corpo em suave transe,
será isto a vida? ou será isto a morte?
Mãe!
Mãe dos ventos!
Mãe dos raios!
Minha mãe!
Mãe da Abayomi!
Mãe de todos nós!
Guerreira mulher, mãe.
Quente como um acarajé.
Dona do dendê,
E como herdei esse dendê...
Da minha mãe
Tbm herdei a força de um búfalo
E dos 9, herdei o amor de ser seu filho.
Eparrey Oyá!❤⚡
Morre, em mim, você
se extingue em mim
o olhar sedento
entreguei aos ventos
todo o meu fervor
em mim morre o amor
histórias em destempo
decurso de tempo
que venceu o querer
morre em mim a dor
saudades, castigo
hoje estou comigo
morre, em mim, você...
Amor?
Vagando por aí, estão infinitas declarações de amor, perdidas aos ventos, cantadas em melodias, escondidas em páginas de livros em gigantescas prateleiras, iluminando telões de cinemas ou até mesmo perdidas nos labirintos da memória. Algumas delas ainda caminham juntas a se perder de vista, outras acabaram em desunião, uma era ar e a outra era mar, eis que num ponto se finda.
Amar requer certos sacrifícios, requer maturidade, paciência, cumplicidade, alegria. Amar requer amor, óbvio, tão óbvio, que já vi muitos amores sem sequer um pingo de amor. Amar requer superar as quatro estações, o florescer da primavera bem como resistir a forte ventania do outono, o frio do inverno e a euforia do verão. Penso que sei algo sobre o amor e relaciono certas características desses períodos ao dia a dia da vida, mas talvez eu não saiba nada, apenas crio suposições e um conceito próprio que ninguém precisa concordar.
Que seja amor próprio, correspondido, não correspondido, amor de mãe, de irmão, amigo, amor, o centro de um mosaico colorido. Dos mais complexos sentimentos, este é meu eleito, o amor. Ou seria amar? Sendo o amor simples demais. Não sei responder tais questões, sei apenas que é preciso saber pelo que/por quem lutar, até onde se pode ir, quais empecilhos lhe serão inaceitáveis e quais serão as qualidades primordiais. Qual guerra está disposto a encarar? Até que ponto vale a pena? Onde está o amor? Onde?
Feito Flor
Carecendo entender, quando as flores.
Estão abordando livremente os ventos.
Roçando rosto secreto, alçando olores.
Repudiadas obras, em raros momentos.
Revirado conceito, ateando uma razão.
Quando nenhuma memória esquecida.
Apenas infindável, consumada missão.
Uma rajada forte, na emoção sacudida.
Apreciando na noite, dormindo no riso.
Entendendo o tempo, em filme colorido.
Afeição abordando um coração indeciso.
Premiando maneiras, ou tempo perdido.
Conta brilhante no olhar, brilho diferente.
Borboleta colorida, semelhado doutrinar.
Flor desabrochada ,em mesma semente.
Amor feito flor, existe para desabrochar.
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