Prosa Poetica
EU & VOCÊ!
Sintetizando nosso laço! Somos a expressão poética da afabilidade! Fazemos parte daquele grupo de pessoas que vem colorir o mundo com sentimentos bons, trazendo para tudo que nos cerca os tons da felicidade, nos despimos da matérialidade, convidamos sem pudor alma para dançar... E às vezes, mesmo frente aos poderosos argumentos da razão, voz cala, rendida aos apelos expressivos desta cumplicidade, nosso olhar se afina ao envolvimento, uma linguagem de silêncio, conexão e entendimento, estamos vinculados, inércia dos encantados, calados sentindo acordes melodiosos, cifras magicas, despertar da emoção , magia do amor, tocadas em nosso coração.
*Viagem poética*
Que doçura!
Um poeta na sua fartura
de palavras e fantasia,
nos leva a passear em novos horizontes,
onde flores se transformam em amizades!
A cada passo no meio da paisagem,
o poeta enriquece a sua linguagem,
olhando o céu, ele viaja em nuvens,
fazendo delas seu meio de transporte,
e nestas viagens
ele contorna tudo do Sul ao Norte,
sem previsão de volta.
Manchete Poética (|||)
Hoje, na delegacia dos sentimentos,
Compareceram os reus confessos,
"ciúme e desconfiança",
Com sendo os assassinos do amor.
O casal que alimentava
este sentimento
foram ao enterro,
para sepulta-lo com dignidade.
Mas prometeram,
acabarem com a saturação,
que aflingiam as terras dos seus corações,
fazendo uma rotação de cultura.
Plantando um outro sentimento
nas terras dos seus corações:
O sentimento da amizade!...
Voos de fantasia...
Busco-te numa estrela poética
Em estrofes... rabiscos...versos e rimas...
Convoco o vento forte...
Para que me leve nas suas asas
e nesses meus voos de fantasia
saboreio o vai e vem das marés...
E volto a sonhar e te vejo
E fico encantada...enamorada
Ao ver o sol deitar-se...
E neste entardecer
Fico a recitar poesias loucas
Com palavras cheias de paixão...
As palavras dançam...numa harmonia encenada
Nossos corpos unidos...na minha visão de ilusão!
Tem dias que acordo atacada por uma veia poética onde sou capaz de escrever mil poemas de amor ao me sentir perdidamente apaixonada pelo indivisível...algo hipotético que acho que foi vivido em outras encarnações...daí me ponho a ouvir melodias que me fazem lembrar alguma coisa, um não sei quê...de encantamento
de misterioso...não sei dizer...talvez escrever...escrever...escrever...fechar os olhos e levitar literalmente sobre todas as palavras escritas ...talvez para anjos e arcanjos..e debruço-me sobre meus poemas, meus escritos e procuro descobrir vidas que vivi...
ou talvez pedaços de vida vivida em minha infância e adolescência que hoje me parecem tão distantes ...e que o tempo levou e não trouxe de volta...o tempo não volta!
E me vejo chorando com saudades de algum pedaço vivido amarelado pelo tempo...mas não apagado pois permanece em minha memória e meu coração!
Amigos versus Solidão
(versão poética do texto original)
Amigos... você pode ter aos montes,
Sorrisos fartos, promessas em horizontes.
Mas espere a dor bater à porta do seu chão,
E verás quem fica... e quem foge sem razão.
Na hora da necessidade — seja física ou material,
Ou quando o peito aperta em dor emocional —
Descobrirá, com clareza e sem ilusão,
Quantos amigos são de fato… e quantos são só multidão.
Por isso, esteja sempre preparado, com sabedoria,
Pois a vida é feita de mais que só alegria.
O homem precisa ser forte, firme na direção,
Autossuficiente, com alma e coração.
Nos dias bons, sorria com gratidão.
Nos dias maus, mantenha a firmeza na mão.
Na bonança, celebre com humildade e fé,
Na escassez, mantenha os pés firmes em pé.
Mas sobretudo, em meio ao mar da solidão,
Onde o eco da alma responde a própria canção,
Lembre-se: nem todo amigo será farol na escuridão,
E às vezes, é preciso ser sua própria salvação.
Resgate de uma veia poética
As veias são assim meia murchas
Elas não recebem muito carinho, murcham
Igual as plantas que não recebem água
A água é a vida das veias
Veias cheias de humor também são poéticas
São murchas, mas fofinhas
Eu tenho um pouco disso
De veio e poético
mas esqueço disso as vezes
Contatinho venoso
Bobeando o coração
Ao tentar entender
O que chamou a atenção
Se foi o jeito de viver
Ou a calada sugestão
A vaca do karatê
E sua simples perfeição
Poética
De repente viu-se só
só sem os seus sonhos
sem os irmãos de outrora
nem mesmo engano teria.
De repente viu-se só
sentia-se o triste fim
sentia dissolver-se ali
seria mesmo o seu fim.
Pensou não ser ninguém
até sou poética desconhecia
seus versos em despedida
de sua vida saiam...
Enfim não era ninguém
decidiu-se ser mesmo só
no enlace dos seus versos
melhor seria, morrer só.
ALMA POÉTICA
O poeta pôs-se a dizer que a dor da alma,
Antagônica à física, remedia-se com a suavidade do silêncio e, a amorosa companhia noturna.
Ou, quiçá, uma moda do Jonh Cale para aplacar seus males.
E, que o poema não!
O poema, apenas lhe oferecerá carinho.
Ah, o poema!
Esse sim, é lenitivo à alma e os males que aflige o poeta.
(Sonolência poética) 09/04/21
Penso em você,
Já é noite,
Me encontro cansado,
Dormir é bom,
Melhor ainda se eu sonhar com você ao meu lado,
O mundo é simples,
Nós é quem complicamos as coisas,
Facilita pra gente,
E deixa a química rolar solta,
A vergonha que eu tinha,
Se foi com a última gota,
Pra finalizar,
Virou fumaça e saiu pela boca,
Atiçou minha mente,
Me deixou sorridente,
Fiz versos por amor,
Sei que hoje durmo contente.
Adner Fabrício
De forma poética
Passo uma idéia patética
Pro papel, busco inspiração, olho pro céu.
Um tonel de solidão
Em todos os cantos
Cada qual na sua função
Escondendo os prantos.
Letras tortas, papel reciclado
Falo de poesia sem sentir
Faltam sentimentos em todos os lados
Ódio ou frieza, não sei distinguir.
Carta Poética do Pai
Sussurros no silêncio da alma cansada,
Uma voz suave, na noite, foi despertada.
"Diferenças são traços, não há erro em ser quem és,
Minha obra favorita és tu, como jamais serás."
Não corras, oh, alma, atrás de sombras vazias,
Pois em tuas cores, reside a poesia.
Teu ser é uma tela, um quadro sem igual,
A beleza está em ti, és uma pérola real.
A vida é uma jornada, aventuras a seguir,
Mas tua saúde, querido(a), é o que há de porvir.
Cuida de ti mesmo(a), para a estrada percorrer,
Comigo, tua vida, juntos, iremos tecer.
Prometo-te horizontes, prometo-te o céu,
Em tuas diferenças, o verdadeiro papel.
Então, aceita quem és, és perfeito(a) assim,
Minha criação única, um ser sem fim.
Nossos dias à frente são um convite a sonhar,
Em tuas cores, teus traços, haverá o brilho a brilhar.
Aceita-te, ama-te, e verás com clareza,
Que a vida é bela, na diversidade, na pureza.
"Assassinei o português,
porém com uma licença
poética, o leitor não
gostou e me criticou.
Pena que não intendeu
a moral, e eu jamais
queria abalar algum
lado sentimental. Aceite
minhas desculpas querido
leitor, este poema é especialmente
para ti, quero me redimir, saiba que você
leitor é sempre importante, quero manter
uma harmonia constante"....
Autoproclamação da Independência Poética
Eu sou o maior poeta
Que tive a honra de conhecer.
Eu sei o maior poeta
Que tive a honra de conhecer.
Não sei se o maior poeta
Que tive a honra de conhecer,
Cessou no maior poeta
Que tive a honra de conhecer.
Ao mentir para si mesmo
Fala inverdades diante outros.
Agora o poeta está morto,
Vida longa à poesia.
A solidão da comunhão poética dissipa-se com a chegada dos sentimentos sólidos e verdadeiros ao coração ferido.
Fortaleceu a sensibilidade afastando a verdade inventada em um tempo moderno.
E com firmeza e clareza releio o poema concreto para que teu coração possa reluzir diante de meus olhos com ternura e satisfação ao meu querer.
O romance em algarismo decifra o infinito de um sentimento em consciência poética que transborda o coração que se mostra carente.
Sua companhia se faz eminente ao meu ser, Que de tão exata se manteve na imensidão dos sentimentos oblíquos.
A relação se pôs com tamanha importância para a pulsação de um coração alado que em batimentos voa para o infinito.
Minhas palavras me definem como as entrelinhas dos meus sentimentos e com margem poética que reflete o instalo das minhas inspirações;
Sinto o sopro da brisa em minhas entranhas acalentando a minha face com suave existência da felicidade;
Portanto avanço com ousadia na vida para descobrir sensações nunca sentida que me faça saltar por tantos corações carentes;
Quando me olho no espelho
vejo que sou arte, sou defeito
Sou palavra poética e às
vezes não me sinto por inteiro
Me constranjo pela emoção
e me encorajo de coração
O vazio que me toma me
devolve tudo em razão
Sou filho da insistência
sou fé e resistência
Eu caminho no prazo
pelos becos da paciência
Às vezes eu sou ódio
às vezes eu sou amor
Mas eu sei que sou
imperfeito... Prazer!
Sou humano;
Quantos Hitlers nesse hit ? (licença poética)
Os palácios de ouro, suor do infinit’,
Enquanto a fome morde o grão proibit,
Sangue no contrato, cláusula maldit,
O poder? Um veneno lentamente sorvit.
Eles assinam paz com tinta de conflit,
Sob o holofote, sorriso de granit,
Mas nos porões do mundo, ecoa o grit’:
Quantos corpos cabem no vosso édit ?
O discurso é um véu, tecido do mentit,
A verdade? Afogada no rio do omit,
Enquanto o fogo consome o último refúgit,
O jogo sujo do poder não tem pudit!
Guerras por petróleo, o mapa se reescrevit,
O planeta arde, e o tratado? Adiit ...
São réplicas do mal, em traje de gala vestit.
Oh, farsa infinita! O mesmo script maldit,
O mesmo olhar de águia sobre o abit,
A mesma semente do caos, germinadit ...
Se minha licença poética te agride,
Sai da frente porque não tenho limít !
Trumpit no palco, discurso de ódiit,
Satanyarrit esfregando o cetro maldit,
Bolsonarrit? Sangue no chão, legitimit ...
Todos farinha do mesmo saco podrit !
Olha o jantar dos senhores do conflit:
Cada migalha, um país em colapit,
Cada sorriso, um tratado corrompit,
Cada aperto de mão, um povo sugadit !
Não me venham com bandeira de unit,
É fogo no morro, grana no refugit,
É o planeta gritando: "Basta, maldit!
Enquanto assinam leis pra proteger o ilícit !
São frutos da mesma árvore do infindit,
Cópias do horror, só que em design revisit,
Máscaras de chumbo sobre o mesmo grit’:
Mais quantos Hitlers nesse mesmíssimo hit?
POÉTICA
Disperso meu olhar em ouro turvo
Desperto aturdido e atônito
Ainda existo, ainda existe o mundo
Das coisas vãs e supérfluas, antônimo
Quem se dedica a tal amor profundo
Nuvens magentas salpicam o horizonte;
O outono dourado dos faustos mitos
Desfolham sem alardes as florestas
A calmaria duma brisa no infinito
Sussurra a estação dourando em festa
A relva tem a idade dos delírios
Pluma leve pros tombos do passado
Momentos lacônicos de paixão suavizados
Pela insanidade de um lírico visionário
