Produção
Minha produção intelectual reflete minha intensa interação com a comunidade científica, visando incentivar o pensamento racional entre as pessoas. Compreendo que contribuir positivamente é um desafio e uma meta que busco atingir em larga escala. Inspirado por minhas próprias lutas, busco agora disseminar o bem de forma autônoma, como uma resposta às minhas dificuldades. A centralidade da redenção divina em meu trabalho se traduz em conceitos poderosos. Minha paixão, antes contida por barreiras mentais, se expande para nutrir minha expressão escrita, estimulando o amor essencial à medida que nos conectamos espiritualmente à fonte de nossa inspiração. Ao abordar o tema do sofrimento, tanto físico quanto moral, reconheço a importância de discuti-los em conjunto para promover uma compreensão completa.
O capitalismo não pode imaginar um mundo em que a produção seja dissociada do trabalho e dos salários.
A semiótica, em sua produção de sentidos, de significados, e da criação de uma imagem, que se configura através da análise do observador e do que é observado, nos mostra o quanto a fotografia é uma ferramenta poderosa para a auto percepção do ser humano. Com poderes absurdamente terapêuticos. Enquanto fotógrafos, ajudamos o outro a se descobrir através do nosso olhar. É terapêutico, é sinergético e tem o poder de curar. Se uma imagem se produz no seu cérebro após ver algo, é tudo explicado pela semiótica, esta ciência de todas as formas incríveis da linguagem. Por isso para cada ser humano, o significado de uma imagem produz diferentes percepções. A interpretação de um texto também. Ao fotografar uma mulher que se dedicou uma vida inteira a cuidar do outro, ela me disse, que tinha, certeza, de que não estavam ficando boas as fotos. Era uma externa. Ao pôr do sol. Parei por um instante, mostrei no visor o que eu estava vendo, uma captura que havia acabado de fazer dela. Ela se espantou. Chorou. Me disse, essa sou eu? E nesse momento, nesse exato momento, ela se vendo, ali, crua, sem edição, somente ela ao sol, foi ali, bem ali, que algo mudou, que uma chave virou, para sempre. Ela se ressignificou. Pois se permitiu. A imagem que ela havia formado de si ao longo dos anos, não vinha do olhar dela, e, sim, da falta do olhar do outro que a legitimasse como bela. Como seres sociais que somos, precisamos sim, além do espelho, daquele olhar que acolhe, daquele olhar que não julga, e nos devolve à nossa essência. E ali ela se viu. Solta e bela. Coberta pelo sol e pelo amor.
Adriana Adam
RP 3694
O padrão ético satisfatório de um negócio exige a produção de resultados que beneficiem toda a sociedade.
Pensar em uma alternativa de futuro diferente, um novo modo de produção e consumo, passa por vencer e superar a obsolescência programada.
O calvinismo é como uma fábrica com uma linha de produção sofisticada, onde heresias e blasfêmias são produzidas em larga escala.
A boa ganância é aquela em se aplica o dinheiro em produção para enriquecer, mas acaba distribuindo a riqueza com pessoas que oferecem a mão de obras, que se transforma em riqueza solidária não intencional.
No exercício especular, da produção da linguagem, há que se cuidar para não cair no “canto das sereias” dos oráculos virtuais. O discurso autoral, deve estar livre de contaminações. É preciso pensar que o sujeito que lê, também escreve. Cada pessoa tem uma carga de conhecimentos que carrega para o texto. A comunicação é um milagre.
O Pelé eleva a produção de um time a dois patamares. Porque não é que o Pelé faça a diferença, o Pelé foi a diferença.
Onde está a crise da música brasileira?
“Há uma crise na produção musical, mas isso não é culpa da gravadora. É uma crise de criatividade.” (Alexandre Schiavo).
Muitos alegam que a falta de criatividade do músico brasileiro. Penso que, na verdade, o que falta é oportunidade para música de boa qualidade.
Acredito que a indústria fonográfica, ávida por lucros, prefere buscar uma produção barata e de rendimento fácil na internet, através dos campeões de acessos do canal YouTube.
Porém, passados meses, aquele novo hit já não é mais o top 1 das paradas musicais, dando lugar a outro que ficará alguns meses também.
Nesse círculo vicioso, vence a música que atinge mais visualizações em detrimento daquela de melhor qualidade.
Claro, isso não significa que o fato de ter se popularizado por causa da internet faz do artista mais ou menos talentoso. Afinal, apesar de poucas, existem bandas nascidas na internet com grande conceito crítico.
Entretanto, com a dispersão inerente à internet, acaba criando um buraco enorme, onde muita gente boa se perde.
A seleção sendo feita por número de visualizações, num país carente de senso crítico, vencerá "Quadradinho de oito" e o "funk LecLecLec," por exemplo.
Fico pensando: o que seria de Chico Buarque, Raul Seixas, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Renato Russo, Noel Rosa, Djavan, Guilherme Arantes, Milton Nascimento e outros grandes representantes da boa música brasileira se tivessem iniciado suas carreiras nos dias atuais?
Acho que todos estariam no ostracismo, passando fome, teriam que procurar outra forma de ganhar dinheiro.
Por fim, acredito que não há crise de criatividade, e sim falta de oportunidade.
Em meio a esta produção sedutora carioca, tem gente insegura e inquieta mostrando alguma felicidade.
Temos que romper com a lógica de produção e desenvolvimento do capitalismo. Questionar a lógica do crescimento econômico infinito.
A prática da leitura e da produção textual refletem na cultura e na linguagem, contribuindo à formação humana na perspectiva integral em que os sujeitos aprendem a construir formas de pensar, além de articulações linguísticas capazes de recriarem novas condições sociais.
Extrato do livro: "Fábulas para se ler além da escola", Editora Schreiben
Mentiras que viraram "verdades" sobre produção acadêmica:
- Precisa ser Doutor
- Precisa demorar meses pra escrever um artigo de qualidade
- Precisa ser vinculado a uma universidade
- Precisa ter um orientador
- Precisa aceitar os caprichos dos assediadores e julgadores
Perdoe-se!
A sua frustração na produção acadêmica é bem provável que tenha como causa:
- Quem poderia te ensinar não quer
- Quem poderia te ensinar não sabe
- Quem poderia te ensinar quer o seu fracasso
A sua responsabilidade é quebrar essa corrente agora!
Se você quiser saber os valores de alguém, não procure no Lattes ou na produção acadêmica dele.
Basta analisar como ele trata os outros!
Em breve teremos siderúrgicas especializadas na produção de ligas, perfis, chapas e compósitos científicos nanotecnologicos para aplicações nos projetos da nova engenharia.
Já existe demanda por siderúrgicas nanotecnológicas especializadas na produção de ligas, perfis, chapas e compósitos baseados em nanotecnologia para a nova engenharia de nova geração.
