Coleção pessoal de JaniaradeLimaMedeiro

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Teu olhar.
Teu sorriso.
Minha gratidão.
Memórias eternizadas no coração.

Minha vida perdeu a cor
Desde o dia em que você se foi
Ficou no peito essa dor
Que o tempo não destrói.


Nosso amor foi tão profundo
Difícil até de explicar
Você era o meu mundo
Meu jeito doce de sonhar.


Por onde quer que você vá
Meu coração vai te chamar
No canto dos beija-flores no ar
Meu amor vai te encontrar.


Quero que você possa saber
Mesmo distante de mim
Que eu não consigo esquecer
Este amor não teve fim.

Se quer cozinhar bem, consulte um cozinheiro. Se deseja costurar com sucesso, aprenda com quem costura.
Se deseja ser feliz no amor, aconselhe-se com quem vive uma uma relação de desafios e superação.

Para aprender sobre amor verdadeiro, observe quem constrói junto, permanece com consciência e transforma dificuldades em amadurecimento, mantendo-se na mesma relação.

O amor que nasce da pureza do olhar e cresce na ingenuidade da razao, floresce no universo sem destruição.

Carrego o luto de um amor que vive em mim, mesmo após a morte da esperança de retorno.

A educação é um processo intersubjetivo por meio do qual o sujeito se constitui na relação com o outro, atravessado pela linguagem, pela cultura e pelos discursos.

Somos constituídos na e pela diferença, pois é na relação com o outro, com a linguagem e com a cultura que construímos nossas identidades e subjetividades.

Buscar a cura é ter coragem de enfrentar a dor mesmo depois do perdão, resgatando o amor-próprio, a paz e o autocuidado.

Eu aprendi que só amor não basta.
É preciso compartilhar sonhos, projetos e a vontade de caminhar juntos.

O perdão abre caminhos.
A cura ensina a recomeçar.

Há dores que o perdão acalma, mas só a cura transforma.

Quem desiste na caminhada não chega a viver aquilo para o qual estava se preparando.

O propósito floresce em quem aprende a permanecer mesmo nos dias em que ainda não consegue enxergar sentido no caminho.

Nem tudo que dói é o fim. Às vezes, é a travessia necessária entre quem fomos e quem estamos nos tornando.

Desadoro o peso do que me disseram ser obrigatório e me permito ser atravessada pelos gestos, tocada e inspirada pelo afeto.

Só amor não basta.
É preciso ter sonhos e projetos juntos.

Relações podem terminar mesmo existindo amor, especialmente quando duas pessoas não conseguem, naquele momento, transformar sentimento em equilíbrio. Mas, em razão do amor, uma reaproximação, tende a acontecer de forma mais sólida quando nasce de reflexão genuína, diálogo maduro e disposição concreta dos dois para reconstruir — e não apenas da saudade ou do sofrimento da perda.

Às vezes a dor, o orgulho, o medo, o cansaço emocional ou dificuldades de comunicação ficam mais altos do que o amor por um período. Mas o amor, se verdadeiro, retoma o fôlego, anadurece e reaparece.

Não culpe o outro apenas pelo que não deu certo.
Antes de julgar, procure compreender o que o levou a agir — ou até a não agir — da forma que você esperava.


Reflita sobre os sentimentos envolvidos, sobre o valor que essa pessoa teve — e tem — em sua vida. Nem toda distância nasce da falta de amor; às vezes, nasce do medo, das dores, das limitações e da dificuldade humana de lidar com as próprias emoções.


A vida é única para desperdiçar vínculos verdadeiros em guerras de orgulho, mágoa, silêncio e/ou impulsividade. Há pessoas que têm um valor raro — e isso merece ser reconsiderado com maturidade, escuta e sensibilidade.