Produção
"A IA acelera a produção, mas a estratégia pedagógica é uma prerrogativa humana"
(PERRONE FILHO, 2023)
A alma não se revela no barulho da produção, mas na quietude da observação. Às vezes, o ato mais revolucionário que você pode praticar é parar, para que o seu propósito possa finalmente alcançá-lo.
Na indústria, um equipamento que não se atualiza torna-se um gargalo de produção. Mas, na vida, a pressa pela atualização constante muitas vezes descarta o que é estrutural.
Não confunda 'versão nova' com 'eficiência real'. O mundo tenta nos convencer de que a nossa experiência é um hardware ultrapassado, mas se esquece de que as leis da física — e as leis de 'gente' — não mudam com o último software.
A verdadeira maestria não está em correr atrás de cada nova ferramenta, mas em garantir que a sua unidade de processamento central (o caráter) mantenha a integridade.
Ser moderno é opcional; ser íntegro é o que mantém o sistema operando quando a energia de todos os outros acaba.
Não se descarte. O que eles chamam de 'velho', o mercado de alta performance chama de 'testado sob estresse'.
Grande parte da produção artística dos novos artistas plásticos joalheiros e do próprio precursor do conceito da arte jóia assinada no Brasil, se perdeu. Muito por que nunca existiu uma publicação e catalogação dos contrastes e marcas destes artista que na sua grande maioria usavam a prata, madeiras e gemas sem muita cristalização e materiais orgânicos petrificados. Sendo assim, com o advento do comercio irregular no Brasil, de metais preciosos advindos do "garimpo do asfalto" as jóias de prata, pelo metal e materiais em si, passaram a ter pouco valor e vergonhosamente eram acumuladas a centenas para levarem ao fogo. Muita vezes eu e Caio, comentávamos este triste destino, raro algumas exceções.
Ser pesquisador-doutor é transformar perguntas em caminhos rigorosos de produção de conhecimento científico.
Primeiro bovino: produção agrícola e incentivo à força motriz nos engenhos.
O segundo: era criado pelos conquistadores (missões jesuíticas).
Deus manda a chuva para aumentar a produção de alimentos, recuperar os mananciais e para as mulheres reclamarem que a roupa não enxuga
Nós abrimos fronteiras para a produção de soja, algodão e cana e levamos a ferrovia a Mato Grosso vinte anos atrás.
amos nos Divertir?
Não é para montar uma linha de produção, catalogar pequenos defeitos, retornar para a esteira. Não leve a vida tão à sério, estou falando de diversão. Tem gente que mesmo numa programação leve e de curtição, se zanga, se aborrece, se irrita e quer transformar os momentos de lazer nos piores momentos corporativos, cheios de sisos. Não esforça para perdoar uma freada brusca do cônjuge, uma intolerância do motorista ao lado. Não se esforça para retornar a harmonia rapidamente. Tudo irrita, tudo magoa, nada se apaga, nada se releva. Era para ser uma noite prazerosa, mas foi inevitável a guerra, pois até você ficar quietinha, irritava e se você fala, irrita ainda mais. A confiança vira xeque no relacionamento. E quando você tenta explicar que tudo foi excesso, o famoso tempestade em copo de requeijão, ele já entende que você quer doutriná-lo a aprender a viver a vida, confundindo o meio do capítulo com o final da história. Nada pode ser mais superficial, artificial do que perder o foco do que era "saímos para nos divertir". A exclusiva briga e a permanente discussão vira algo mais relevante do que o propósito de sair para passear. Nunca tinha pensado dessa forma? Eu também, não.
A grande diversidade dos meios de produção existente e em operação, reflete a crescente e famigerada febre consumista, que fomenta a avareza voraz nutrida pelos patrões.
Com o atual modo de produção, e no que se refere tanto às conseqüências naturais como às conseqüência sociais dos atos realizados pelos homens, o que interessa prioritariamente são apenas os primeiros resultados, os mais palpáveis.
Assenhoraram-se do capital e dos meios de produção como autênticos senhores feudais.
E apartaram-se do povo como o Diabo foge da cruz.
A professora Lúcia Santaella, em “Produção de Linguagem e
Ideologia”, nos fala do uso da ideologia dominante, mostrando que a visão
política de uma sociedade se faz pelos determinantes econômicos, e que a
construção se ergue por elementos de dominação, sendo a própria arquitetura
política um meio de poder.
