Prisioneiros
Somos um avião ou meros passageiros? os pensamentos prisioneiros decolam na pulsão…
Nos sonhos há versos sem trilha, sem rima, nem nexo, mas é o ouro, o próprio tesouro da constelação… Os rabiscos da linguagem dão forma, daquilo que a gente não conhece.
Somos produtos do nosso passado, mas não somos prisioneiros dele. Para o próprio bem, aprenda com o passado... E, então, o esqueça! ;)
A ignorância desmedida nos torna prisioneiros da burrice, assim sendo, nos transformamos em agressores-intolerantes!
Um rosto de marfim
A noite dorme! O coração repousa! Somos todos prisioneiros da noite quando fingimos dormir.
Para que se calar no silêncio da noite se há gritos em nossa alma? Perturbados e inacabados são os desejos de quem suplica, num gemido, a falta do seu amor numa noite calada!
É preciso paz para suportar a dimensão do adeus, que agora mora, em um terno rosto de marfim! Rosto, rostos que ninguém os vê ou tão pouco os compreendem! São apenas rostos castos, que nem se quer, confessam o sofrimento perpetuado na face. Rostos que dormem inquietos, incompletos, que só dormem para não incomodar o silêncio da noite!
Jesus, durante o seu ministério, sempre esteve cercado de pobres, prisioneiros, cegos, oprimidos e os menos desfavorecidos. Jesus desenvolveu como servo, a práxis do serviço de forma inclusiva.
O maior desafio de um homem livre, é exercer sua liberdade, sem que os ainda prisioneiros não fiquem escandalizados com ele.
O menor dos prisioneiros e o maior crime praticado contra o próximo, poderá ser absolvido pela fé e obediência à Palavra de Deus e, ainda celebrar na penitenciária, a sua salvação em Jesus.
Difícil viver livre e por inteiro se somos carcereiros, prisioneiros e reféns de nossas antigas mentiras e de nossos novos medos. A vida é eternamente possível no agora pois o ontem e o amanhã são imutáveis.
Somos prisioneiros e reféns de nossos medos e libertadores audaciosos e inimagináveis de nossos sonhos, no mundo do faz de conta.
Vamos ser livres, livres, livres...
livres da impossibilidade de ser
somos prisioneiros até da nossa própria liberdade...
Não somos reféns da mentalidade de escassez nem prisioneiros da ideia de abundância. Aprender a se equilibrar em tempos de recursos limitados e de fartura, exercitando a empatia e reconhecendo a ciclicidade dos tempos, nos permite crescer de forma sustentável diante de qualquer desafio.
Somos eternos prisioneiros
- vez em quando nos soltamos -
mas com dependência doentia
ao cárcere logo voltamos.
- Relacionados
- Que minha Solidão me Sirva de Companhia
