Praça
Sentado no banco da praça pensei por quantas flores eu já passei, notei a beleza do movimento das suas pétalas ocasionadas pela calma brisa, mas com pressa ou medo, talvez, não parei para sentir o perfume.
MÃE NATUREZA
Natureza....
Oh natureza....
No céu....
Na praça.....
Nos campos....
Mares e mantos....
Em florestas....
Você foi feita.....
E faz a festa....
Estrelas do mar....
Serena como o luar....
Natureza absoluta....
Passos em passos....
Clarão divino....
Sonhos vividos....
Nesse meu versejar....
No ar....
Tua fragância....
De flores que inebria.....
Desnorteia.....
E incendeia....
No fogo.....
Brasa dos vulcões.....
Chama do prazer....
Bendita sensação....
Tempestades...
Equilibra o planeta....
Meiga....
Rebelde e devassa....
Não há nada....
Quem possa,....
Não há nada...
Que te detenha....
Faz e desfaz...
A hora que achar...
Sem temer....
Mesmo corajosa....
Tem seu lado vaidosa....
Criação divina....
E inspiradora.....
Nasceu moldada para o amor.....
Amada natureza.....
És bela....
As vezes fera.....
Ah! Essa Natureza......
Impossível neste mundo...
Quem não admira....
Sua absoluta....
Grandeza....
Autor:José Ricardo
.
quem me dera
sonhar com os olhos abertos
me perder na multidão sem precisar voltar
sentar na praça durante um dia.
Simples assim...
Tudo aconteceu assim,
A conheci e me apaixonei,
E em um banco de praça de um Jardim.
Por você eu me encantei.
Em você me perdi e me entreguei,
Me entreguei de corpo e alma,
Em seu porto, atraquei.
Pois procurava por essa calma.
Jamais consegui resitir ao teu jeito,
Sempre fiquei emudecido ao teu lado,
Bebendo dos teus beijos em nosso leito,
Como é bom ser teu enamorado.
Hoje estou aprisionado,
Nessa tua prisão do amor,
Quero ser um condenado,
Mas jamais sentir a dor.
Dor da fria solidão ,
De desafetos e desamor,
Dor do fogo de uma paixão,
Dor,simplesmente dor.
Sou um réu confesso,
Amo-te em prosa e verso,
Cometi o maior crime do universo,
O de amar você em excesso.
Se esse crime for de morte,
Não reclamo,pois estou feliz,
Me considero com muita sorte,
Tu és a mulher que eu sempre quis.
Lourival Alves
Amanheceu
Levantei e fui tomar cafe
O restaurante ficava de frente aquela praça
Aquela que a gente ficava.
Olhei do lado de fora da janela
E lembrei de você, toda bela
Lembrei de todos os planos que fiz
Até os que você nunca soube.
Uma casinha na Irlanda
Um jardim com bem feita verde grama
Nossos filhos brincando de ciranda.
Eu e você, sentadas na varanda
Suas mãos na minha
“Não corram, crianças”, você manda.
Tantas coisas que estavam por vir
Por que você teve que partir?
A garçonete me interrompeu,
Perguntou se tudo estava bem
E uma lágrima pelo meu rosto desceu.
Na cadeira eu me acomodei,
O rosto eu sequei
E automaticamente soltei:
“Agnes morreu.”
"Ombros cansados"
De camiseta pink amassada
atravessa a praça
Um par de chinelo de dedo
levava a mão
A cidade parecia estar no lugar errado
Levava nas costas todos os pesos
De palavras não ditas
Das imagens vistas
E de todas as lágrimas escondidas
Tão, mais tão serena
Quanto aquele dia de passos leves
Como na época de criança
fazendo traquinagens
Só ali percebeu...
Que não era a cidade no lugar errado
O tempo todo era ela
Não queria mais nada
Apenas sentar-se no chão
Contar desenhos no céu
Ouvir o som do vento
e dos passarinhos
E aquilo teve um poder
imenso na vida dela
Era como se lavasse sua alma
E por um momento saiu
do seu próprio corpo
e flutuou leve no vento
E foi então que ela aprendeu a voar
Depois desse dia ela foi tão dela
Que nada mais prendeu sua paz
Autoria #Andrea_Domingues ©
Todos os direitos autorais reservados 19/06/2020 às 19:30 horas
Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues
"Vivo me lembrando de certa praça,E me perguntando o porquê das poses inúteis,sendo que a única coisa que eu precisava fazer era beija-la!"
Um bom exemplo de relações pessoais saudáveis é um encontro em uma praça de alimentação onde cada um vai à venda que quer, compra o que quer e todos comem juntos à mesa.
INFÂNCIA...
Bola de gude, queimada, esconde-esconde, praça e uns amigos. As avós gritando na porta de casa “tá na hora de entrar” e todo mundo saia batendo o pé forte porque queria ficar mais um pouco. Todo mundo tinha medo de entrar para beber água e não poder voltar mais. A infância não tem tempo ruim... a alegria esbanjada, sinceridade estampada e inocência exacerbada. Alguns amigos nós perdemos e outros ainda carregamos. O tempo não apaga as memórias das quedas da rede, das árvores, dos tropeços que arrancavam a “cabeça do dedo” e o medo de machucar para não ter que passar merthiolate. Se eu fosse dar outro nome para a infância, ele se tornaria vários adjetivos. Saudade, surra, queda, TV Globinho, medo do linha direta, casa, colo, beijo e abraço de vó. Pra quê melhor?
Olha meu amor a quanto tempo te espero pra confessar...
eu me lembro dos bom momentos na praça no baile na beira do mar....
Tudo parava , congelava quando eu te via, até hoje no meu quarto ainda guardo seu retrato amor......
Tá chegando o verão tô doidinha pra te amar, te espero na estação cheia de amor de pra dar, se o sol brilhar eu vou, se chover tem nada não.
seu lugar tá guardadinho dentro do meu coração...
Te Amo amor!
eu sou o mesmo de sempre...
Aquele que cruza tantas vezes por ti na praça
Aquele que olha e sempre te têm tanto para te dizer,
mas é de lamentar que tu nunca me escutes.
O Que Eu Quero? - Segunda Parte
Não quero muito
Apenas um banco de praça
Onde eu possa sentar,
Pensar e,
Escrever uma poesia.
PROBLEMÃO DE MEMÓRIA.
Uma velhinha de uns 70 anos estava sentada no banco da praça, chorando copiosamente. Um sujeito que passava pelo local se comoveu com a cena e perguntou:
- Minha senhora! Qual o motivo de tanto choro?
- Tenho um namorado de 22 anos em casa! - respondeu ela aos prantos - Ele faz amor comigo todas as manhãs, depois me traz café na cama: cereais, ovos mexidos, frutas...
- Mas por que a senhora está chorando?
- Ele também faz a minha sopa preferida, os meus bolinhos preferidos... Faz amor comigo a tarde toda...
- Mas... Por que o choro, minha senhora?
- No jantar ele me faz uma comida deliciosa com um vinho excelente e uma torta deliciosa de sobremesa e depois faz amor comigo até de madrugada!
- Então me diga! - gritou o sujeito, aflito - Por que cargas d'água a senhora está chorando?
Então a velhinha olhou para ele e disse:
- É que eu não consigo lembrar onde moro!!!
Havia um casal sentado no banco da praça. Fiquei intrigado com aquela conversa... Ora riam, ora choravam... A curiosidade é algo forte em mim, pois já sou um velho que joga pão aos pombos, e os velhos são invariavelmente curiosos... Que surpresa eu tive ao descobrir que o jovem casal ria alto por puro prazer da companhia um do outro. Alegria tão forte que descrevo como ‘magia’. E que no momento seguinte, choravam por saberem que ficariam separados por um longo tempo... Desfecho triste? Não. Amor verdadeiro sempre vale à pena.
Garota com olhos de Caleidoscópio e sorriso contagiante te espero sentado no banco, na praça de macinha de modelar.
Doce inocência
Onde estão nossas crianças?
Brincar,correr,pular,
Avisto poucas naquela praça.
Aquele menino de 10 anos brinca
com arma de brinquedo
Com balas de verdadeiras.
Aquela menina de 15 anos brinca
Com boneca de verdade
Enquanto a mãe lá dentro chora
Ao corrompimento de sua inocencia
A sua propia.
Não entendo por que os brinquedos
Estão no lixo
E nas mãos marcas de uma vida
Calejada.
Nas calçadas pequeninos
Sentam-se e assistem
Seus sonhos escorrendo
Junto com a água suja do boeiro
Que desagua em suas esperanças.
Com um olhar profundo
E triste,que escondem
Uma tragédia , uma solidão,
Um silêncio com em uma revolta amarga.
A cada esquina um colchão
Duro ,frio e as vezes amanhece
Umido pelas lágrimas que rolam
Durante á noite por não ter
Uma mão estendida ou um prato de comida.
Maldito olhar vazio e desesperado
Maldito descaso.
Minha cabeça descansada em uma
Cama macia e aconchegante
Enquanto um anjo corre por ai
Na noite vazia.
Meus pés no chão,mas logo
Calçarei o chinelo
Mas e aqueles pés seguidos
Com vestes rasgadas?
Passando pelo parque avisto
Aquele anjo sentado no chafariz
Sentei-me ao seu lado
E aqueles grandes olhos se voltaram
Para mim e sua boca emitiu um som
Tocante e rasgador : Onde esta Deus?
Senti por dentro a mesma dor e sofrimento
Por alguns segundos.
Maldito olhar vazio e desesperado
Maldito descaso.
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