Poesias sobre Pássaros
Sentado olhando um pássaro a cantar,
no seu gorgeio, ouvi o tirintar das notas agudas a me encantar.
Torvelinos pensamentos a me tocar!
Como pode um ser assim cantar?
Sem morada fixa,ameçado pela vida, e com pequenos filhotes a cuidar.
A natureza é pródiga, ensina a sofrer e ensina a cantar.
Sofrimento em notas musicais.
Que melodia linda eu disse.
Mesmo sabendo que era o cântigo da dor, das lutas e dos sofrimentos.
Exemplificação melódica da vida.
V inda da
i mensidão
d ádiva de Deus,que apura nosso
a mor
Queria ser livre,
tal qual um passarinho,
Para vou e pousar em teu colo,
E ali contruir meu ninho.
Mas o destino, foi cruel
E me aprisionou em uma gaiola,
Só me resta olhar pro céu,
Imaginar seus beijos,
Pois é só o que me consola.
Felizmente meus pensamentos
São livres, e voam em sua direção,
sinto-me em teus braços,
Ouço as batidas do seu coração.
Ontem fui dormir na esperança de acordar e vê o sol raiando pra mim, de ver os pássaros cantando anunciando um início de um tempo melhor, mas ao acordar me dei com a realidade e vi que nada mudou e que eu continuo esperando algo novo, algo que possa me fazer feliz.
Às vezes eu começo a acreditar em destino, e que o meu é ficar só... trancado no meu mundo, imaginando coisas que jamais poderão acontecer.
Não é questão de lutar, até por que se lutar resolvesse eu estaria feliz e vendo todos os meus sonhos realizados, mas parece que quanto mais eu luto, mais eu percebo que sou um mero sonhador esperando por um sonho impossível.
“Espere. Tenha paciência...” Não dá mais. Eu esperei demais, acreditei demais, lutei demais e de que adiantou? Nada. Talvez até tenha adiantado. Eu pude perceber que meu destino é viver meus sonhos apenas aqui, na minha mente onde tudo é possível, onde tudo é perfeito e onde a realidade imaginária não pode me negar um sorriso....
Chorar não resolve mais. O jeito é se acostumar com a dura realidade e talvez acreditar, por mais difícil que seja, que um dia o sol vai resolver brilhar pra mim.
Durante muito tempo,
Andei só em meio à escuridão
Pensei que ali eu passaria a eternidade.
Sem amor, sem verdades.
Até que num dia qualquer
Meus olhos encontraram os seus.
Então não me encontrava mais sozinha,
Você veio como o amanhecer,
Trouxe luz e calor, me fez renascer.
Ontem, hoje e amanhã
Nunca serão iguais,
E a única certeza que carrego dentro de mim
É do meu amor por você,
Que a cada dia que passa aumenta.
Às vezes sinto medo.
Medo de não valorizar esse sentimento
E com equívocos magoar você.
E se um dia isso acontecer,
O fim dessa historia, será o meu também.
Pois não vou aprender a conviver apenas
com as lembranças de nós dois.
Quero-te hoje
Amanhã
E sempre.
Hoje acordei com o canto de pássaros.
Que privilégio ter mais uma oportunidade de agradecer pela vida. Ter a resiliência para ressignificar e refletir sobre meus atos para com o próximo e trazer a tona meu amor próprio.
Vem cá passarinho;
não cai no chao
cai aqui na minha mão.
Vem cá menina; coração
Vem cá ser meu poema,
porque não?
Vem cá seu meu tudo,
ser o fim do meu às vezes
Vem cá pra vida inteira.
Vem cá do seu jeito.
Vem cá a sua maneira.
canto em qualquer canto a felicidade
de um amor que sequer ama de verdade
como um pássaro a voar em liberdade
a última lágrima tortura a alma
e hoje só resta a tal da saudade.
E no horizonte os pássaros açambarcavam o infinito,
Como no beijo dos enamorados em plena lua de mel,
Nas delicadezas que se jogam ao léu,
No beijo enterno sonhado em um manuscrito.
Meu quintal me encanta
Ouvir os pássaros a brisa de um dia que se inicia
Aquela sensação de paz que minha criança interior busca.
Amo meu quintal
Posso olhar pro céu e ver as estrelas piscando pra mim
Imaginar por um tempo que a dor nunca existiu
Fazer minha criança sorrir.
Aaah o meu quintal
Correr com meu cachorro, a inocência sem ser roubada...
Aprenda a fazer parte do meu quintal, a única forma de chegar até mim, a única forma de tocar meu coração, a forma mais simples de me dizer te amo... E quem sabe um dia dentro do meu quintal, eu não tenha mais medo de me abrir por completo, talvez eu possa amar.
Há um pássaro negro empoeirado na minha janela eu ouço ele chamando...
O sol queima com seus olhos flamejantes ele lê a minha alma
Espero o dia ruí... a tarde baunilha aveludada, apresado o laranjado alimenta dela derretendo o breu do céu
A noite cai de alturas impossíveis...
Os corvos voar com a escuridão... e sussurram nós te daremos Assas (liberdade)
Planta nas minhas asas sementes de uma ideia você tocará as mãos de dele...
Sobre uma manta feita de sombras tecidas sob o véu da noite
Queria voar ate o paraíso e planar
Estes anjos transformaram minhas asas em cera... com a asas tecidas pela escuridão; as asas que foram quebradas por que não deixei eles entrar...
Sinto o gosto de metal na boca o cheiro de maça verde e a relva do campo
O sol nascer sem eu querê...
Escondo minha face sobre facetas neutras as sombras ainda é minha compassar predileta
Por muito tempo havia segredos em minha mente, a escuridão cambaleando nebulosos fantasmas ate parece o medos da infância
A pressão em alta não consigo me afastar
O mar libera ondas negras lágrimas de dragão eu tinha asas que não conseguiam voar
lágrimas congeladas senti-las paredes se movendo estou sendo arrastado para longe onde o tempo ainda não existe
By Charlanes Oliveira Santos
Deus é o meu único refúgio, assim como os pássaros, que em revoada buscam seu abrigo em dias de tempestade. Meu espírito repousa na mansidão da profundeza do seu Amor, assim como um rio que corre para imensidão do mar.
Dia cinza e nostálgico, as coisas parecem acontecer silenciosamente, os passáros cantam timidamente, na mente vagas lembranças, no peito saudades.
Saudade do que já vivi e do que ainda irei viver.
La fora a chuva passou, aqui dentro um fino chuvisco permanece.
Tou aqui perdida, me sentindo um passarinho sem asas... Ah sei la perdi o senso... Esse mes de dezembro hummm, vai ser o dia De pra mim. Tenho que decidir se fico ou saio da sua vida..
Afinal voce vai ficar noivo... nao sei ate onde as minhas forças vao...
Pobre passarinho
Vem devagar, de mansinho,
Em doces pezinhos de lã.
Sorrindo sobre o meu ninho,
Traz-me no bico o passarinho
Uma linda romã!
Com tal engodo, a avezinha
Fustiga-me sem piedade,
E deixo a minha casinha
À sua nova rainha
Por minha ingenuidade!
Da rosa não vi o espinho,
Nem romã, nem maldade,
E no entanto o pobrezinho
Não sou eu, é o passarinho
Que não tem dignidade!
Eu canto a alegria dessa manhã perfeita, a alegria do cantarolar dos pássaros que moram em meu quintal.Eu conto a alegria desse amanhecer, do bem-te-vi sorrindo porque me vê.
Eu canto a paz do Beija-flor roubando o pólen, o néctar do meu girassol e canto o aquecer do sol.
Nildinha Freitas
Hoje o pássaro da felicidade veio me visitar. Desceu do céu e se "sentou" na grama do jardim, feito dono de tudo e querendo um dedo de prosa comigo.
Cantou que estava feliz em me ver, parecia sorrir com o bico.
Hoje o pássaro da felicidade veio me visitar e retocou minha alma com o bálsamo da fé e foi.
Nildinha Freitas
Tem gente que carrega o aroma das manhãs,
como o canto suave de um passarinho em liberdade,
trazendo vozes que dançam nas brisas,
a magia que se infiltra no peito e cura a dor.
Nesses seres, o condão da paz se revela,
como uma luz que atravessa nuvens densas,
e ao ouvir sus falas, o coração se aquieta,
encontrando alívio nas notas da sua presença.
Emoções são como pássaros,
buscando a liberdade de voar para fora.
Permitir-se senti-las e expressá-las
é como abrir uma gaiola dentro de si.
Acho que todos precisam de um lugar seguro
para soltar seus pássaros.
(Ester.C)
'TAPAJÓS'
Agitando pássaros.
Roça perplexão,
Calmaria.
Por do sol ardente.
Correntezas cultivando sementes,
ilhas...
Cético aos horizontes.
Rebelando Jacarés, Iemanjás,
Moradas.
Profundeza altruísta.
Talento anarquista,
Desenhada...
Inverno e verão contíguos,
Contemplativos,
Fazem de ti devoto.
Pupila de margens.
Belas paisagens.
Sobejo de botos...
Alimenta ribeirinhos.
Poemas.
Adjetivos.
Seio esplêndido.
Boquiaberto, cinzento.
Fugitivo!
És Tapajós.
Morada dos povos.
Sombrio.
Exageradamente modesto.
Infinitamente digesto,
Desafios...
Rio de almas.
Índios.
Banzeiros.
Sonetos de árvores
Quilômetros em artes
Chuvas, animais, mosteiros...
