Poesia sobre Flores

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Jardim do Amor


No jardim onde as flores ardentes floresciam, com a alma alimentada por histórias em livros que se liam.
A fonte cantava serena, bem no meio do jardim.
Sentada ao banco a pintar, vendo o infinito e o fim, cada pincelada era um suspiro, a cor que ia vibrar, pois ali, em silêncio e arte, sentia o seu amor pulsar.

" Há palavras que chegam como flores.
Outras, como estrelas.
A tua chegou como um jardim inteiro com um universo a disposição,
lembrando-me que a gentileza é uma das mais raras formas de beleza. "

À ti flores
À ti, reservo o mais sincero amor
À ti, entrego meu coração sem nenhuma restrição
Para ti, trago dos céus, o mais belo bouquet de estrelas
Em ti vejo a mais bela entre as belas
De ti os mais doces beijo


"Caio Camara Cesar"

Certa vez nossa florista sugeriu que eu te enviasse flores.
Agradeci, mas disse não.
Não quis que nosso amor fosse banalizado por atos bonitos, mas repetitivos.
Mas, confesso:
Tive vontade de aceitar a sugestão.
Flores representam a chama e o sentimento dos amantes.
São efêmeras, coloridas, perfumadas...
E têm espinhos...
Como o amor...

Reze com fé, mas nunca durma longe do seu revólver
os anjos portam espadas e não flores, ou seja até Deus sabe que nem tudo se resolve na conversa

O que florece
De flor em flores,
Sob o sol de um janeiro ardente
Rega,
Florescem,
Silêncio
Ecoa todos os sonhos.

Os pensamentos são como as flores, delicados e preciosos. Aqueles que apanhamos de manhã, com a mente fresca e o coração aberto, podem se manter viçosos e inspiradores ao longo do dia.


Que possamos cultivar pensamentos positivos e belos, regando-os com gratidão e fé, para que eles floresçam e nos tragam alegria e paz! 🌻

Quando mandava flores ela sempre dizia: “O cartão é você que tem que escrever. Você é a dona das palavras.”
Debbie Villela

Não me traga flores, porque elas secam e viram pó. Não me traga perfumes, porque o cheiro não dura muito tempo.
Não me traga poemas, porque o tempo os apaga. Não me traga músicas, porque o vento as leva. Traga-me seu coração e, com ele, seu amor, porque esse sim se eterniza.

Quem sou Eu ? #3

A ideia é flores, mas não me dei muito bem com essas coisas mundanas. No entanto, meu ego, sim.
Aprendi a amar quem me ama e a respeitar quem me odeia. Isso sempre fez parte do meu caos.
“E diretamente do fundo do caos, procuro meus cais no mundo de cães; humanos são maus.” E, na mente, as dores do sentimento mais dolorido: ou sinto tudo ou sinto nada. Eu até mostrei quem eu era de verdade, mas fiquei em dúvida se era um personagem ou um Renan real. Mas, afinal, quem sou eu?
Quando conhecer meu caos, talvez entenderá toda a verdade. Esse não é e nunca será um dos meus maiores demônios, porém será o reflexo de um quarto organizado e de uma vida bagunçada. Até criei classes indiscutíveis. Minha impaciência me permite gritar em silêncio, mas o choro do silêncio é o mais ensurdecedor.
Encontrei intimidade com meus demônios, mas não a encontrei com Jesus Cristo. Domingo após domingo, serviu como um exercício físico, e não como o sacrifício de um filho apaixonado por seu pai. Sim, essa crônica tem tudo a ver comigo...


Quem sou eu no meu caos?
Tchau, te aguardo numa próxima. 🤟

Uns semeiam flores e descobrem belezas, perfumes e frutos.
Outros semeiam espinhos e se ferem nas suas pontas agudas.
Ninguém vive sem semear, seja o bem seja o mal...
Felizes são aqueles que, por onde passam, deixam sementes
de amor, de bondade, de afeto.

A NOITE CHEGA

A noite chega e traz com ela o perfume das flores. Traz as lembranças de um passado, a calmaria, o momento em que o silêncio se aloja e as vozes da noite se reúnem para um aparte. Por trás da escuridão, a luz se intensifica trazida pela lua que dormia no colo do horizonte. Os pássaros que em revoada anunciavam o dia, agora descansam. Assim são as noites, intensas como nossos sonhos, bela como as águas serenas e perfumadas como as flores primaveris.

Por que não falar das flores


Pelos campos há fome em grandes plantações, e é exatamente onde o solo está mais seco de justiça que os passos dela se fazem sentir. Ela não marcha ao lado daqueles que ditam as regras opressoras, nem compactua com as leis que esmagam os esquecidos. A Senhora da Rosa Vermelha caminha pelas margens, recolhendo as lágrimas dos excluídos, acolhendo as vozes silenciadas e estendendo a mão para todos aqueles a quem o mundo, em sua hipocrisia, virou as costas.


Por que não falar das flores? Porque a flor que ela carrega não é um enfeite passivo ou frágil; é um manifesto vivo de sobrevivência. Suas pétalas vibrantes e aveludadas são o abraço incondicional que devolve o amor-próprio e a dignidade a quem foi ferido e humilhado pela sociedade. É o afago quente que conforta o injustiçado. Mas são nos seus espinhos, ocultos, rústicos e implacáveis, que reside a verdadeira lei das sombras. Com eles, ela corta as amarras da opressão, sangra a falsidade dos covardes e devolve a maldade exatamente para a mão de quem a cultivou.


Para esta guardiã, a dor de um protegido não é um destino, é o combustível para o resgate da própria força. Ela não tolera abusadores nem aceita que os seus permaneçam prostrados. Nos ventos que acompanham seu caminhar, ela desfaz as tramas da injustiça e sussurra no espírito de quem vacila o chamado urgente para a ação. Vem, vamos embora, que esperar não é saber.


Quando a escuridão do preconceito tenta dobrar os joelhos dos menos favorecidos, o perfume denso e inebriante do seu mistério anuncia que a balança invisível começou a se mover. Sob o manto da Senhora da Rosa Vermelha, o oprimido enxuga o rosto, ergue a cabeça e descobre que a libertação nasce de dentro, pois quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

FLORES DO JARDIM
Composição: Góis Del Valle

O amor não nasce em vão.
Paixão ou solidão dentro do peito,
palavras lá no chão são frases,
Como rosas no jardim.

Se eu não abro mão
das coisas que criei
aqui por dentro...

Razões pra chorar,
razões pra sorrir:
são coisas que o coração faz.
Momentos assim,
pra mim, são sem fim:
são coisas que o coração faz.

E quando a ilusão
enche o peito e dilacera o coração,
se eu não me amasse, o que seria dos
meus sentimentos?

Razões pra chorar,
razões pra sorrir:
são coisas que o coração faz.
Momentos assim,
pra mim, são sem fim:
são coisas que o coração faz.

Se eu pudesse, arrancaria toda dor de ti
Se eu pudesse, traria só as belezas das flores para seus olhos
Se eu pudesse, traria mais sorrisos belos em seus lábios
Se eu pudesse, faria o sol brilhar mais
Se eu pudesse, roubaria a lua p ti contemplar
Se eu pudesse, traria suave musica para seus ouvidos
Se eu pudesse, faria as ondas do mar acariciar seus pés
Ser eu pudesse, andaria de mãos dada contigo, até mesmo na chuva
Se pudesse, dançaria descalça para ti
Se eu pudesse, te abraçaria agora e diria: vai ficar tudo bem.

—By Coelhinha

"Você há de desaparecer quando as flores desabrocharem, pois todo fim engendra um começo"
-Cyrene

A Dinâmica das Coisas

Ira aditivada à raiva, vira ódio;
Doce regado com flores, transforma-se em mel;
Rima adicionada ao mote, faz nascer poesia;
Dia adentrando a noite, é a própria vida;
Paz vinculada à alegria, fortalece a esperança;
Mania incitada pela rotina, cria clichês;
Natureza aliada à preservação, é sustentabilidade;
Sistemática minuciosa, faz a ordem;
Métrica delineada com precisão, rega a simetria;
Fala eminentemente retórica, faz surgir a eloquência;
Vida inteira dedicada ao Pai Celestial: Fé.

(Prof.: Elmo Alves Tôrres)

Flores, Espinhos e a Luz de Tutancâmon


A saúde mental floresce como lótus no Nilo antigo, mas carrega espinhos que ferem a alma. Tutancâmon, menino-faraó de ouro e maldições, viveu frágil e real ossos tortos, intrigas palacianas, provando que viver é melhor que sonhar; Sonhos são vapores, de névoa; a vida, com espinhos, corta fundo, mas liberta.
Liberdade não é palácio vazio, ecoando ausências. É escolher espinhos para colher flores: enfrentar ansiedade, restaurar a mente com coragem cotidiana. Neste Natal, sob luzes como estrelas do deserto, celebramos a vida palpável, dor e graça, onde esperança brota entre provações. Viver é erguer-se, livre e inteiro.
Cuide da mente como uma coroa, colha flores sem temer espinhos.

Existe uma velha parábola sobre um jardim lindo por fora, cheio de flores coloridas na entrada, mas com as raízes completamente podres por baixo da terra. De longe, impressiona. De perto, desmorona ao primeiro vento forte. O Brasil, muitas vezes, parece exatamente esse jardim.
Na superfície, discursos bonitos, propaganda colorida, promessas de campanha. Mas embaixo da terra, a realidade é outra: violência gratuita tirando vidas todos os dias, como se sangue nas ruas já fosse paisagem normal. Guerras urbanas travadas entre facções enquanto o poder público assiste de longe, fingindo não perceber.
A educação, que deveria ser raiz forte, está sucateada, professores mal pagos tentando florescer em solo seco. A saúde vive eternamente em sala vermelha, emergência constante, sem estrutura para cuidar de quem mais precisa. O judiciário, que deveria julgar com justiça, muitas vezes emperra, decide tarde, protege quem tem poder e esquece quem tem fome.
E ainda assim, mesmo diante desse caos visível e doloroso, uma parte do povo insiste em acreditar que o Brasil tem jeito. Talvez essa teimosia seja exatamente o que sustenta o país de pé: não é o governo que salva, é o povo mesmo que resiste, planta de novo, mesmo sabendo que a colheita ainda está distante.

Quando foi a última vez que você recebeu flores?
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Quando foi a última vez que você deu?
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