Poesia sobre Flores
Outono
Brisa suave
Sopra em nós
Acalenta,
Faz repousar.
Voam beija-flores
Noutros ninhos
E lá se deixam ficar.
Fim de semana chegou… trazendo cores, alegrias e flores, para lembrar que a vida fica mais leve quando a amizade floresce junto com os nossos sorrisos.
Ian N.T
Sentar de frente pra janela,
ler um livro enquanto o sol entra devagar pela manhã…
ter flores por perto, silêncio na alma
e a leveza de quem aprendeu a encontrar felicidade nas pequenas coisas.
Ian N.T
A Menina que admirava as Flores
Ela parava no meio da pressa só pra ver o que nascia na calçada. Conversava com as pétalas como quem entende silêncio. Dizia que flor não tem medo mesmo sem plateia. E eu, que só passava reto, aprendi a demorar por causa dela
Seja sempre livre.
Ame seu ninho.
Viva o agora.
Prepare o solo.
Plante sementes .
Colha flores.
Contribua sempre para perfumar e frutificar a terra.
As Rimas
As rimas gostam de brincar,
fazem os versos dançar.
Coração com emoção,
flores com cores na canção.
Quando as palavras se encontram,
novos sentidos despertam.
Como folhas pelo chão,
levadas pela inspiração.
Autor: Sandro Sansão da Silva Costa.
Soneto (parte 3)
Carta para meu lírio
Lírios azuis, flores de sonho,
Ternura que o coração sente,
Amor que não morre, não some,
Lembranças que para sempre se sentem.
No jardim da memória,
Lírios azuis florescem,
Trazendo lembranças queridas,
De momentos de amor e paz.
Seu perfume suave e doce,
Enche o ar de ternura,
Lembrando momentos felizes,
De amor e alegria pura.
Lírios azuis, símbolo de amor,
Ternura que não acaba,
Lembranças que ficam,
Mesmo quando a distância separa.
Parede do meu quarto
Eu fiz uma parede de poesias
Nela estavam as pinturas das flores que me deu.
Ali, minha alma-escrita, no silêncio íntimo, universo todo meu.
Eu fiz uma parede de poesias para registrar a vida, que aos poucos se vai, mas a memória fica.
Versos como laços, amarrando nossas alegrias, teus abraços, iluminados em cada amanhecer.
"Reflexão de Vida"
Na vida, nem tudo são flores. Quem espera só os dias bons se frustra; mas quem entende que os dias difíceis também fazem parte, não é pego de surpresa.
Até porque a vida nunca facilita; ainda assim, ela ensina a superar os obstáculos.
Afinal, a existência das dificuldades não anula a existência do que é bom,
“Nem tudo nessa vida é como você sonhou.
Às vezes é preciso doer pra colher flores.
Pisar em espinhos pra encontrar sentido.
Se abandonar um pouco pra se reencontrar”
Abra janelas da alma
deixa o sol entrar,
deixa que vem
a brisa do mar.
Deixa nascer
você vai florescer,
é ainda mais fácil
quando permite acontecer.
BOA TARDE!
Permita que a vida te dê o encanto, assim como a primavera dá para as flores!
FELIZ SÁBADO!
01-06-17
A beleza das flores...
Todas as flores são belas, maravilhosas, mas a beleza maior está no seu olhar ao admira-las.
Está chegando uma nova estação, as flores que desabrocham perfumando a atmosfera
nas folhas novas que brotam anunciando a primavera.
Se eu ingerir flores
nasce um poema assim?
Poema de amores,
de amores sem fim??
Será?
Joelma Siqueira
Eu te desejo...
As coisas mais doces,
as mais lindas flores,
uma vida sem dores,
com as mais lindas cores...
Afetos e alegrias sem fim.
Joelma Siqueira
A trilogia "Flores do Pântano", de Michel F.M. (pseudônimo de Bruno Michel Ferraz Margoni) que inclui o título Coleção de Gravetos, aprofunda exatamente a dualidade presente no poema: a beleza que nasce do que é lamoso, denso e doloroso.
Ao conectar o poema à trilogia, percebemos que:
1. A Estética do Lodo
Assim como a "Flor do Pântano" precisa da lama para florescer, o "Santo-Anjo-Maldito" precisa do autoinpacto e do "miocárdio dilacerado" para criar. Na trilogia, Michel F.M. sugere que a arte não vem da alegria pura, mas da capacidade de transmutar o "pântano" da existência em algo que faça o mundo continuar pulsando.
2. O Artista como Colecionador de "Gravetos"
O título de um dos livros, Coleção de Gravetos, dialoga com a ideia de que o poeta não é um ser iluminado e intocável, mas alguém que junta os restos (os gravetos, as sobras, os sustos do palhaço) para acender o fogo que incendeia o próprio coração. A poesia aqui é um trabalho de catador de entulhos emocionais.
3. Anatomia e Pulsação
A trilogia reforça a linguagem biológica do autor. Se no poema ele fala em "miocárdio", em seus livros ele explora a "anatomia do impulso". O artista de Michel F.M. é um ser visceral: ele não observa a vida de longe; ele a sente nas vísceras e a devolve como arte, pagando o preço com a própria exaustão vital.
4. A Condenação e a Salvação
O termo "maldito" no poema ecoa a tradição dos poetas baudelairianos (frequentemente referenciados indiretamente em obras que usam a metáfora das "Flores"). A trilogia apresenta o pântano (a dor, o isolamento, a incompreensão) não como um lugar de onde se foge, mas como o único solo fértil para a verdadeira poesia.
As flores
Ainda tenho flores de
Outros amores para regar,
as Rego porque torço por
Cada florescer de uma flor
Que um dia tive o prazer de
Conhecer.
Meu jardim está destruído,
mas ele foi trancado há muito tempo.
Agora quero de volta as flores,
porque amo as borboletas.
Talvez elas saibam algo que eu estou aprendendo:
que recomeçar também é uma forma de florescer. 🦋🌷✨
