Poesia eu sou Asim sim Serei
Sou feita de sonhos, com uma música que toca aqui dentro da minha mente...que fala de amor, feita de gotas de realidade, de lágrimas que querem sorrir, de desejos de dias melhores...
Sou feita do bem que cura o mal, do amor que perdoa, da fé que salva, do silêncio que explica...
Sou a mão que tenta te levantar, o abraço que acalma.
Quero te dar sono em um momento turbulento e te fazer sorrir mesmos em dias de tempestade.
Te darei a semente... quero vê você colher seus frutos, quero vê vc vencer e principalmente vencer seus medos. Pois por mais alto que estejam os frutos, acredito que você é forte suficiente para alcança-los, lembre-se quanto maior for a distância, mas prazerosa será a chegada.
- Soll Alcantara
é abraço e beijo, é beijo xingado, um tapa se cala, feito calo em sapato, você é assim e assim sou eu sem você, é esquisito amor, é algo com dor que se torna indolor quando cheiro sua ilusão.
Ao amor, pipoca doce de parque, à nossa paixão essa doce ilusão que ninguém quer, e a você, meu amor, eu te dou meu coração, faça de mim o que quiser.
teu corpo seduz meus pensamentos insanos,
meus olhos é o fascínio do reflexo desse pecado,
sou o sangue desse esplendor açoitado,
que absolve meus desejos profanos,
até o fim, e para sempre,
como um segredo não revelado,
igual a um apaixonado,
preso em um horror para sempre,
o amor.
Não sou didático, só relato percepções que tenho do mundo, da vida e do viver.
Faço o que qualquer mortal faz, Observa.
A diferença reside apenas em transformar essas percepções em sinais gráficos, colocando-as no papel, arrumando, florindo e depois apresento-as ao mundo para que todos possam ver e sentir, como eu as sinto.
Não espero que concordem com elas, mas peço-lhes que as trate com carinho e simpatia assim como se trata uma criança, iniciando ainda os primeiro passos e expressando as primeiras palavras.
PANTERA NEGRA
Nela tudo me encanta:
Seu caminhar sedutor, sou sua mata.
Seu sussurro feroz é como ouvir Milton Nascimento...
Seu olhar de caçadora (caçadora de mim), que não espanta a caça: só dá o bote certo.
Sua cor preta tão reluzente, que distingue em meio as tigresas.
Sua boca: que preza! Me deixa comido (mas ainda sinto fome)
Tem um bom faro,
Que me encontrou.
Eu inverti a Cadeia Alimentar:
Fui caçar a Pantera Negra.
Até o eu-lírico do Milton,
Que só falta falar a língua dos anjos, tentou resumir:
"Por tanto amor
Por tanta emoção
A vida me fez assim
Doce ou atroz
Manso ou feroz
Eu, caçador de mim"
" Sou romântica,
ao extremo,pois
quando me entrego é
por inteiro.
Sou intensa,sou feliz.
Vou espalhando sorrisos
Aqui e ali."
Tati-10.10.2012
Sou dessas pessoas que troca noites de sono por noites com você. "Iiiih, mas de novo esse assunto?"
É que ainda nem falei da nossa química.
E se pudesse sentir, a distância deixaria de existir.
Eu vou te contar e quase não vai dar pra acreditar, mas a gente divide a mesma cama toda noite e conjugamos o verbo amar.
De nossos olhares saiu faísca quando nos encaramos pela primeira vez, foi difícil controlar.
É como se você fosse o fogo e eu fosse uma palha fácil de queimar.
Como se você fosse aquela palavra que faltava pra completar a minha frase.
A nota musical da minha composição.
Aquela melodia que faz a letra ter sentido, faz a música mais bonita.
Faz meu texto, poesia.
Como o cantor e o violão.
Como o poeta e a madrugada.
Ontem, a noite me contou que um sem o outro não é nada, pode até ser, mas numa versão que falta.
Falta açucar no café.
Falta gelo na bebida.
Falta no sorriso, alegria.
E no sonho falta a fé.
Falta a lógica na história toda.
E cada noite é uma química a mais, de um futuro que já vem.
TUAREGUE por Ádyla Maciel
Sou andarilho do tempo como os tuaregues do norte da África, apesar da bela paisagem odeio ter que partir tão cedo, assim tão escuro, antes do amanhecer. Nasci para percorrer os quatro cantos da terra, como os atletas superhumanos, como os monges e hippies, porém odeio atravessar o rio em dias de enchentes, mas amo ser água, águia, fênix porque o céu é bonito em qualquer lugar. Sempre amplo, sempre claro.
Dentro do peito
pelo meu modo e jeito
sou apenas o que me interessa
tenho um coração rebelde
cheio de possibilidades.
Não sou um robô
não tenho código postal
uso meu pulso avulso, acústico
meu disco é sem risco e tal...
sou apenas versador
tenho força e tração
de poesia e coração
cheia de energia Sô platô.
Sô mesmo!
Sô extremo
Quando boa sou serena
Mais poética mais amena
Inspirada Sô poema
Mas quando neura
Sô poeira
Surto Sô furacão
E susto até o vento
Por exclusão
Recolho-me em tempestade
E sossego meu coração.
Sobre o amor, na língua portuguesa sou muito mais o sentimento de Luís de Camões do que o de Fernando Pessoa. O meu "Amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói, e não se sente; é um contentamento descontente,
é dor que desatina sem doer."
Sou a rosa do deserto, florescendo no calor,
Forte e delicada, num mundo hostil e intrépido.
Minhas pétalas, escudos contra o sol inclemente,
Minha fragrância, promessa ardente.
No coração árido das dunas, meu esplendor,
Resistindo aos ventos cortantes,
Sou a força oculta no deserto, minha alma é selvagem,
Livro "Entre Pétalas, Desejos e Paixões"
Todos os Registros CBL
Raparigar é a melhor coisa do mundo
Sou raparigueiro
Sou vagabundo
Raparigar
É a melhor coisa do mundo.
Chegou fim de semana
Eu quero é farriar
Com a mulherada
Sem hora pra parar,
To tomando Wisk com red bull
Cerveja gelada
Tira gosto é Embu,
Na minha mesa
Não pode faltar
Uma linda gata
Com um belo olhar,
Eu já to bebin
Agora to facin,
Vou enche a cara
eu vou raparigar.
Sou raparigueiro
Sou vagabundo
Raparigar
É a melhor coisa do mundo.
Sou raparigueiro
Sou vagabundo
Raparigar
É a melhor coisa do mundo.
Na minha mesa
Não pode faltar
Uma linda gata
Com um belo olhar,
Eu já to bebin
Agora to facin,
Vou enche a cara
Eu vou raparigar.
Sou raparigueiro
Sou vagabundo
Raparigar
É a melhor coisa do mundo.
Compositor, Antonio Luis
SOU BICHO SOUTO
Cheguei na farra pra beber
A turma toda vai conhecer
O boizim da pregação
Onde eu chego eu agito
As mina se amarra
Com champanhe e meu carrão
Ela dão de graça
Na balada sou boizim
Gastando meu din din
É tudo no cartão
Cartão sem limites
No meio das mulher eu viro bicho
Sou bicho souto
sou bicho Souto
Catando a mulherada
Com carro e dinheiro,
Pego dez na balada
Uma me pucha e me beija
Outra me agarra e deseja
A terceira e Quinta
Paro no motel lá na esquina
Sou bicho souto
sou bicho Souto
Catando a mulherada
Com carro e dinheiro.
Pego dez na balada
Poeta Antônio Luis
12:05 AM 22 de fevereiro de 2015
Sou apenas um sertanejo
cheio de inspiração.
Não tenho grana no bolso,
mas tenho no coração
um cofre cheio de amor
por alguém que é a flor
mais linda do meu sertão.
Nas asas do vento...
Nas manhãs sempre acordo com a sensação
Que sou pássaro sobrevoando o céu...
Em meus lábios um sorriso ao pensar
Num provável reencontro de sentires
...mas só encontro as asas do vento...
Arrancando meus sonhos em meio a tempestades
Sem conseguir acalmar a dor... Da solidão...
Queria lembrar estes sonhos ao amanhecer
Mas... Perco-me em pensamentos e sentires...
Fecho os olhos a divagar sobre as lembranças...
Muitas vezes felizes...
Minha inquieta alma não me deixa ver onde jaz
A verdade ou a ilusão... E eu sigo voejando nas manhãs
Em devaneios...levada pelo vento!
Sou pássaro que passa em revoada...
Migrando em firmamentos azuis...
No crepúsculo de um dia de outono
Fui nativa hoje sou partida
Fui amor hoje desamor...
Puro desencanto
Pássaro cativo... De uma saudade que a brisa levou...
Sou poesia em rimas a cantar...
Um pássaro que tem alma delirante... Onde a poesia é
Meu respirar constante... Cuja alvorada brota junto
Ao meu poente!
E toco meu piano loucamente...
Prisioneira que sou dessas melodias...
Que me levam a um voo imaginário...
E sonho... E fantasio... E devaneio...
Enquanto meus dedos deslizam sobre o teclado
E as notas musicais invadem a sala e o meu ser...
E caio numa bruma interior
Nas bordas destes sonhos perco-me em ilusões loucas...
E penso que preciso despertar do silencio das lembranças...
Ficar para sempre cingido aos sentires
Gritar e responder ao chamar de tua alma...
Afogar a solidão na insolência de minhas mãos...
Assim posso escutar teu coração ardente... E sinto que a minha loucura tomou conta da razão...!
Até o ultimo arrepio...
Prisioneira que sou
Do teu amor...
Um pássaro sem voo... Sem partida...
Como num sonho entre brumas...
Procuro por ti... Em algum lugar
No firmamento... Entre céus...
Talvez...
Onde perdi também a alma e a paixão...
Já me reinventei dentro de todas as viagens...
Por entre mares... Por sobre as ondas
Sem chegar nem partir... Sempre no mesmo lugar
A te procurar... Até o ultimo arrepio...
Mas apenas um olhar pra trás onde
Somente um vazio e as palavras que versam
Quais gritos de amor... Nas rimas do meu poema...
A tua ausência e nada mais...!
