Poesia de Moral
O imperativo moral pergunta aquilo que o contrato frequentemente esquece: “E se todos fizessem isso?”
A moral pode exigir heroísmo; o Direito precisa estabelecer padrões que possam ser aplicados sem depender de santos.
O Direito não evolui isoladamente: evolui junto com economia, ciência, tecnologia, moral e comportamento.
A seleção natural não é um modelo moral; transformar sobrevivência em justiça seria confundir descrição com prescrição.
A evolução biológica não possui finalidade moral; a evolução jurídica, ao contrário, envolve escolhas humanas sobre os fins que desejamos alcançar.
Nem toda falha moral pode ser convertida em crime sem que o Direito ultrapasse seus próprios limites.
Onde falta educação moral, o Direito frequentemente precisa ocupar espaços que não deveria ocupar sozinho.
Uma regra moral só alcança verdadeira universalidade quando pode ser aplicada também contra nossos próprios interesses.
A consciência moral é talvez o lugar onde a liberdade deixa de ser abstração e começa a adquirir responsabilidade.
O contrário do pecado talvez não seja a perfeição moral, mas a coragem de acreditar que a existência pode ser vivida para além daquilo que nossos próprios limites conseguem demonstrar.
A moral começa quando reconhecemos no sofrimento alheio algo que poderia ter sido nosso; a compaixão dissolve, por um instante, a confortável ficção de que existimos separados dos demais.
Entre absolver um culpado e condenar um inocente existe uma assimetria moral que nenhuma conveniência jurídica deveria ignorar.
É praticando atos justos que o indivíduo se torna justo; nenhuma teoria moral substitui a responsabilidade de agir.
Exigir dos outros aquilo que não somos capazes de exigir de nós mesmos é transformar a moral em instrumento de julgamento, e não de aperfeiçoamento.
A capacidade de sofrer constitui uma consideração moral fundamental e pode provocar questionamentos sobre os limites jurídicos da proteção.
A distância geográfica não elimina nossa responsabilidade moral nem necessariamente nossa responsabilidade humanitária.
A política perde seu fundamento quando o poder se separa completamente da responsabilidade moral por seus efeitos sobre a vida humana.
A religião pode oferecer sentido, consolo e orientação moral; o problema começa quando a crença pretende transformar sua verdade particular em medida obrigatória da consciência alheia.
O desejo não funciona como tribunal moral: alguém pode ser excelente e ainda assim não ser desejado.
428🙏🌹Quando a transformação do ser acontece, a ética e o moral nos abraça de tal forma que o orgulho se dissipa sentido na alma a mudança interior do ser, e traz de volta a essência do amor onde a plenitude da paz habita a vida da criatura... Esse é o agir de Deus em nossas vidas que nos mostra o verdadeiro caminho para a regeneração, sentindo a presença viva do criador na consciência no coração, que nos direciona no bom caminhar, na humildade, na prática do perdão em nós, ao próximo, e deixamos para traz a velha vestimenta, a couraça do orgulho, da prepotência,trazendo o novo que se aloja n"alma num despertar interior incrível, sentindo às vibrações do amor, da caridade, do perdão ao próximo e em si mesmo, e assim sentir a libertação do mal, da escravidão e a cura espiritual de nossos vícios carnais que estavam impregnado na alma libertada, deixando para traz a dor, o sofrimento e mazelas, onde a renovação íntima nós traz de volta a vida...🌹🙏BOM DIA FAMÍLIA. Ayache Vidal.
