Poesia de Medo
Mãe
é tudo na vida da gente;
É amor, é paz
e tem muito mais.
É amor e aconchego,
fico sem medo.
É amor e carinho,
assim como um ninho.
É tudo na minha vida,
minha mãe querida.
lembrei d uma conversa...
com 8 anos uma menina chegou em casa toda apavorada... joelho ralado!
e disse:
"Tia do céu, uma amiga disse que hoje a gente tem que tomar cuidado, que tudo vai dar errado, porque é sexta feira 13! Olha meu joelho, tropecei e cai, ela tava certa, será que os meninos já sabem disso? ! "
a tia que tava séria preparando o almoço até deu risada, e disse:
"Só você mesmo menina! O azar está na cabeça das pessoas, se você pensa que está com azar estará! Pensa como foi seu dia desde a hora que levantou. Não tomou seu banho e café quentinhos? Não foi pra escola e foi tudo bem? !
"Sim, mas olha quando voltei da escola, tropecei machuquei e tá doendo!"
"Mas, só aconteceu porque você estava com isso na cabeça, que nada daria certo! Esperava o que?!
a menina parou... pensou, pensou e ...:
- É mesmo! Verdade!"
É... !
Explica-me, que às vezes tenho medo que o sol luarento não dissolva a minha vidraça. Que deixe de ter, como agora, quando o vento que cessa e o sol que se revolta e se vai. Explica-me, que medo é esse de voltar à amar. Explica-me, porque os campos não são mais tão verdes, as ondas não são mais tão misteriosas e o amor não é mais um porto tão seguro. Mesmo sem compreender, quero continuar por aqui onde constantemente o orvalho se envolve ao chilreio trazendo o amanhecer. Por mais que pareça que o mundo conspira a não se amar vejo como o rigoroso inverno estende seu tapete gélido de neve por sobre às montanhas como presente para a primavera que esta por surgir além da próxima nuvem.
Se até mesmo o inverno com toda a sua magnificência saí do palco para deixar um novo espetáculo começar, talvez com o amor também seja assim: às vezes ele saí do palco para que possamos amadurecer e depois ele regressa para o seu grande ato triunfal.
Momentos terminam em um segundo.
Pessoas são únicas.
Alegrias e aprendizado são presentes.
A vida é para ser aproveitada.
A indecisão e o medo paralisa.
E o tempo vai passando...
Decida-se!
Atitude!
Caminhe...
Porque o tempo não para.
Lados da vida
Por que complicamos tudo?
Ao bem somos mudos
Enquanto louvamos o mal
Não parece normal
Levamos os problemas a sério
E prendemos as alegrias
Com todo o nosso mistério
Pioramos nossos dias
Adoramos o errado
Reprimimos o certo
Estamos do outro lado
Do fundo estamos perto
A vida depende de nós
Pode ser leve ou atroz
Escolhemos a nossa visão
Que seja a clara então
Somos nosso próprio mestre
Se escolhermos o melhor lado
Por mais que a vida nos teste
Teremos sempre a amado.
Direção
Nas águas do mar que navego,
Tenho medo das ondas que virão,
Das tempestades que terei que enfrentar,
Tenho medo da vida eu não nego.
Mas o leme está em minhas mãos,
Deus é minha bússola,
E cabe a mim seguir na direção,
Que me leve aonde eu quero chegar.
Se preciso for vou contra a correnteza,
Mas meu sonho, eu não vou deixar naufragar,
A minha vida vai transcorrer com a certeza,
Que eu chegarei aonde quero ancorar.
Não tenha medo;
Seja superior aos seus medos;
Tenha Fé, pois você é maior que
Qualquer obstáculo.
_rodrigosantospoeta
Não tenha medo
Não desanime,
Tenha Fé;
fale com DEUS,
Ele vai mostrar o caminho para você ser feliz.
Dias apóis dias 03/08/2014
Dias apóis dias
E noites claras em formas de ideias,
Trago a este mundo belos sonhos
E uma vida vivida ao medonho.
Tracei o meu futuro ao crescer
E tive o medo de regar ao seco a minha existência
Mas o destino no meu caminho avores fez crescer
Que só dá frutos de trirar a paciencia.
Lambosei-me em cada colheta amorosa
E depois, mendiguei por longos messes sem colher
Graças a bendita Dona Rosa
Que tudo deita no lixo atá a filha Julieta.
Hoje, sou policial desta realidade atual
Trago-voz leis e ideias sobre o bem e o mal
Sofrendo assim as inflações deste animais
Que também tocaram nas peles dos imortais.
Vagabundei neste mundo triste
Rasgando cada canto com lei-ser,
Deste olhar vazio e doente
De quem vive o sonho e sonha na vida.
Autor: Ezeqeuiel Barros
Estilo: Indo, vindo e vivendo.
O problema de levar muita pancada da vida é que você traumatiza e se torna meio arredio.
E quando vê braços levantados indo em sua direção, se assusta e desconfia. Ainda que depois perceba que, em alguns casos, se tratava apenas de um abraço.
Retornar ao lugar que outrora nos causou dor é como andar no caminho escuro e deserto, imerso em temor e agitação. É uma jornada repleta de incertezas e obstáculos, que nos faz reviver traumas e angústias já enterrados.
Ser solitário durante toda a jornada da vida não é senão um fardo a ser carregado, dia após dia. Não haver uma mão amiga que possa oferecer amparo e conforto quando a fadiga nos consome é uma provação que nos faz sentir como soldados em constante estado de alerta, numa guerra sem fim.
Essa solidão agonizante pode nos consumir e deixar cicatrizes profundas.
Aquele que tem o verdadeiro conhecimento,
não deveria ter medo de nada.
O medo é requinte de dúvida.
CHUVA POTENTE
.
Durante a noite, disparou
Trovão com chuva potente.
Era tanto relâmpago
Que de ateu virei crente.
Eu me tremendo de medo
Contando `AsHoraNosDedo´
Pro sol nascer, minha gente!
Ilha de pedra
Desesperou-se em fuga e remou forte, com muito peso de bagagem em tempestade naufragou
Flutuava sobre as águas inconstantes, adormeceu, o que sonhava em paz por instantes acordou
Não sabia onde estava, era frio incessante, doía nos ossos, sua alma amedrontou
O nascer do sol levava calor, sede, fome e esperança a quem se perguntava “quem sou?”
Não cessou seu inferno solitário, era muito quente, sua intensidade rugia e se desfazia
Não se pode ficar tanto tempo exposto ao sol, garganta seca, pouco gritava, pouco dizia
Neste mar de pedra não há abrigo que resfria, que agonia
Ali adiante haviam as águas e um vasto precipício de onde saltar
O medo das pedras afiadas exaltavam o grande risco de se detonar, machucar
O quão profundo e seguro seriam aquelas águas pra se mergulhar?
Quanto tempo sobreviveria ao sol a desidratar e queimar?
O impiedoso tempo indagava e obrigava uma escolha sábia tomar
Não se sabe como partiu
No fim desta história sabe-se apenas que foi o sol ou mar
Se eu entoco o meu medo de passar/andar por essas ruas
Eu percebo bem na hora que o meu santo/anjo me ajuda
A vida tem graça?
Tanta gente sofre, tanta gente morre.
Qual é a parte boa de tudo isso?
Em que fase a gente começa a ter respostas?
Tenho tanto medo de não viver bem.
Medo de estar fazendo tudo errado, de estar perdendo um tempo que nunca mais vai voltar.
Crio inúmeras coisas na minha cabeça, metas, objetivos, listas, etapas. Mas dificilmente cumpro, dificilmente consigo.
Penso que deve haver um porquê, de ser quem somos.
Deve haver uma explicação pra tudo, uma explicação que não temos acesso ainda, e que talvez esteja fragmentada ao longo da nossa vida.
Deve haver. Ainda está por vir.
Fragmento IX - Livre-arbítrio
Que livre sou, me diz minha vaidade, contudo, nasci preso ao vício e à corrente, que me impôs o meu Pai, a minha Mãe e essa serpente. Estou a contorcer-me com isso, como quem no ventre é enlaçado pelo cordão que o alimenta.
Se penso, é pensamento de herança; se creio, é fé que veio por deveras, porque, até onde sei, fui criado em fórmulas austeras de um mundo partido por falsa percepção.
Dizei-me vós, ó sábios de batina: sou livre, ou apenas um desobediente?
Se decidires ser lume, esteja pronto para enfrentar a escuridão.
Ser 'lume' é ser tipo uma luz, que dá esperança, conhecimento ou inspiração, sabe? A 'escuridão' é mais como o desconhecido, o medo ou a dúvida.
Por medo muitas pessoas constroem castelos em busca de segurança. Uma maneira de não enfrentarem seus dilemas frente a frente.
O paradoxo disto e que mais tarde estes castelos podem se tornar grandes prisões.
O que você faz com aquilo que te dá medo?
