Poesia Amor Nao Realizado Olavo Bilac
A poesia é a expressão mais bela que revela os sentimentos mais profundos, ela aflora emoções outroras adormecidas na alma. Poesia é amor.
A poesia tem por Pai, o próprio Criador e, para nos certificarmos disso, basta-nos prestar a atenção em Suas obras.
a poesia tem o aroma da rosa, é sonho, é essência da vida, é magia... é quietação do desassossego dos poetas...
Poesia é sentimento vivo, puro, é um pedaço de você que fala. Jamais conseguirás escrever um poema a alguém, se em ti não pulsa o sentimento que lhe dá a vida.
A poesia me serve como corrente recorrente de desejos reprimidos de amigos amantes inimigos e fantasmas que nem sei se reconheco, finge que não leu isso.
Para que ser você mesmo se você pode ser melhor, se tudo muda o tempo inteiro e se a vida é a poesia ritmada pela melodia de cada um, com os mais belos sonhos esperando-lhe para fazê-lo sorrir dizendo: Arrisque, Invente, Faça Valer a ``Tecla``’!
O que falar de poesias pensamento muitas vezes eu mim pego a pensa no imaginário tema que a poesia e e os pensamentos o qual eu adoro onde mi em descubro pequena frases determinado momento falam tudo o que sinto A maior fonte de expiração e o amor o qual mus doa mos a para ver ávida .ao acorda neste dia tam lindo sinto uma brisa suave que mim toca e mim faces lembra teus beijo o qual mim afogo no mar deste teu amor . kleriston
Esta é a poesia que me acalma a alma, sensibiliza, entendo-a como estímulo, de pessoa simples que sou, porque essa poesia fala muito de mim, da minha forma de ser e de viver. Eu vivo com ela no meu dia-a-dia, transmite-me uma enorme energia, leio-a e acredito que o bem vence o mal e me apazigua o coração. Com ela conquisto amizades, transformo a dor em alegria, sugiro justiça e respeito, procuro o que me faz bem e descubro as coisas belas da vida, lembrando-me que o meu sorriso é fundamental.
Vejo a poesia na lã, na linha, percebo o verso. Confecciono poesia, com a lã, na linha escrevo verso.
Nessa militância do cotidiano, faminta em conciliar razão, sentimento, poesia, idéia, forma, conteúdo, teoria, prática, comprometimento, análise, testemunho, discurso... Ufá se fosse fácil... Qualquer um seria... Escolhemos a transversal do tempo e é isso que nos legitima... Sempre entre o fértil e o fútil, porém sutil.
Nesse frio que anda fazendo, música de fundo, um bom vinho e poesia pra alegrar a alma faz minha minha vida ser de verdade.
A sua diferença - disse ele, é essa dor aí, que você tem. Que te permite divertir-se fazendo poesia. Na hora do jantar, no meio do set, você senta sozinha (agora sem cigarro) e passa a vida a limpo todos os dias. Pra sujar de novo, com essa tua dor, que rende músicas e caminhadas e esse seu jeito de andar e de amar que só a sinceridade suporta. Não, sei que as intenções são as melhores, mas não farei análise, não tomarei daime (obrigada pelo convite, João), não darei murros em travesseiros. Não mexam nas minhas dores. Elas gostam de andar por aí.
Gosto de vida com poesia, gente que retorna telefonema, Whirling Dervishes, flerte, me perder no meu próprio riso, música que não entendo, roupas que conversam, livros dos quais não me canso e, me cansar de tanto trabalhar. Gentilezas. Experimentar. Gosto de ser curiosa e escrever cartas. Gosto de dizer sim e obrigada. Gosto de papo cabeça, gente profunda e maluco beleza. E de impulsos, paixões, ficar na cama. "Room service". Gosto de ter segredos que se escondem nos meus lábios, e mistérios, desafios. Gosto de cerejas bem doces e oportunidades. Ouvir histórias, lendas e, batalhas épicas entre o bem e o mal. Certos sons e seus tons. Filmes. Fotos, abraços, tinta, teatro. Fogueiras. O mar. Gosto de imaginar. E escolher. Olhar dentro dos olhos de alguém. Física quântica, praia vazia. Gosto de compreender, do dom de ver, e de cílios que parecem vassouras. Gritar na montanha russa, filosofar e me sentir amada. As vezes ser olhada outras ignorada. Eu gosto de economizar água e de latim. E buscar a beleza em cada horror que me comove, eu gosto. E degraus que sobem ao desconhecido, jazz. Bibliotecas.Tambores tibetanos e dos sentidos das palavras. Gosto de saber que o Martin Luther King existiu. Gosto de solidão, caos e gente. Crianças sorrindo. Abu Simbel, luz de velas. Chopp gelado. Gosto de me apaixonar, acreditar, tentar, falar e ouvir. E falar mais um pouco, sozinha. Acordar. Eu gosto do céu. Gosto de aprender logo depois de errar. Gosto de como pétala, abrir, e depois fechar.
Encontro no silêncio da noite o abandono das palavras, a perca do irreal, a poesia se desprende do poeta, o sonho se faz acordar, me perco na lucidez de um mundo onde sou mortal. Procuro todas as noites, por um sinal, de uma chama que me aqueça e que me remeta aos mesmos sonhos de um infinito em minhas mãos, uma procura sem fim..
Papel fenece, levando assim a poesia que outrora lhe compus. Prefiro antes gravá-las na pedra. Na dura pedra que é seu coração.
O perfume de um sentimento suavemente amável percorre cada pétala de minha poesia. Enquanto floresce as flores de amor para você.
" Amanhã, como ontem, quero a música e a poesia que hoje sinto nos mares, ne encanto de sua musica e poesia "
Se me despe a fantasia, se me arranca a poesia, desnudada permaneço, encruada. Preciso de fogo, nem que seja o de banho-maria.
Desculpem-me, mas hoje quero os encantos da poesia dura e ereta, quase fria, quase quente; a única que cabe em mim.
